Capítulo 3 - Gêmeas virgens - (Saga Drakon - Magia e Putaria)

Um conto erótico de Ei Aventura
Categoria: Heterossexual
Contém 1474 palavras
Data: 16/05/2026 12:52:36

Capítulo 3 - Gêmeas virgens

Saga Drakon - Magia e Putaria

Voltei aqui, pessoal!

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O cabaré da cidadezinha onde eu vivia era, sem dúvida, o melhor estabelecimento que eu frequentava com assiduidade, porque nele havia as putas mais lindas e gostosas da região, cerveja estupidamente gelada e expediente todas as noites, inclusive no inverno. Agora eu chegava ao cabaré para uma noite de diversão, passava pelos lampiões de luz vermelha que ladeavam a porta, e entrava no salão principal, onde as quengas já se exibiam e os tarados comemoravam a depravação.

Primeiro observei os muitos pares de seios à mostra, tendo de pequenos e simétricos a grandes e flácidos, e as calcinhas minúsculas guardando bucetas magras, carnudas, lisinhas, peludas, delicadas, arregaçadas… Depois fui até o balcão do bar, peguei uma caneca de cerveja e comecei a tomar, enquanto escolhia qual puta me satisfaria hoje. Por fim, olhei para a velha proprietária do cabaré e perguntei, meio rispidamente:

— Terá leilão de ninfeta hoje, velha?

— É o seu dia de sorte, bruxo Drakon, pois hoje haverá um leilão, sim.

— Uma ninfeta muito gostosa? — questionei, empolgado em arrematar a virgindade de uma quenga inexperiente.

— Na verdade, haverá o leilão de duas manas gêmeas, virgens e muito gostosas.

— Cacete! — exclamei, só de imaginar duas ninfetas na cama comigo. — Pago três vezes mais que o lance inicial para não ter leilão e as ninfetas já irem comigo para o quarto.

— Cinco vezes mais e o acordo está fechado.

— Quatro vezes mais e, na próxima vez que você precisar dos meus serviços de bruxo e caçador, eu faço um bom desconto.

— Acordo fechado.

A proprietária foi buscar as gêmeas num cômodo separado e logo voltou acompanhada de duas mulheres de cabelo preto, olhos castanhos, rosto bonito e corpo excitante e jovial. Uma vestia calcinha e sutiã vermelhos e a outra trajava um conjunto verde; seus seios eram médios, empinados e os mamilos marcavam o tecido do sutiã, enquanto suas calcinhas eram avolumadas por suas intimidades virgens e ardentes. Elas sorriram para mim e morderam os próprios lábios, aparentando excitação. A velha proprietária recebeu o pagamento e sorriu amarelo.

As gêmeas me acompanharam para o quarto, rindo baixinho e cochichando, enquanto eu sentia meu pau rígido pulsar no meu calção, até dolorido de tesão. Eu havia me masturbado mais cedo em casa, com meu primo, mas estava mesmo era necessitado de uma buceta fogosa e molhada. As gêmeas e eu entramos no quarto, fechamos a porta de madeira e nos encaramos, eu severo como sempre e elas sorrindo.

— Qual o nome de vocês?

— Eu sou a Lolita e minha mana se chama Letícia.

— O que vocês estavam cochichando? — perguntei, observando o olhar atrevido delas.

— Hã! Conversávamos sobre você, senhor bruxo — respondeu Letícia, acariciando meu rosto com suas mãos macias e quentinhas. — Você é o bruxo Drakon e sua reputação já é conhecida por nós; e nós gostamos de um desafio.

— Desafio?

— Sim, nossas bucetinhas são virgens e será um desafio imenso perder nossa virgindade no seu caralho, pois, de acordo com sua reputação, você é bem-dotado e pouco gentil. Minha mana e eu estamos muito excitadas por perder a virgindade com você.

— Depois de mim vão parar de gostar de desafios — afirmei e beijei a boca de Letícia, entrelaçando nossas línguas quentes e safadas. Depois puxei Lolita para um beijo prazeroso e apertei suas nádegas por cima da calcinha vermelha. — Agora fiquem de joelhos e chupem meu pau.

Obedientes, elas se ajoelharam, afrouxaram meu cinto, desceram minha calça até as canelas, desceram o meu calção até os joelhos e pegaram no meu mangalho rígido e pulsante. Juntas, começaram a punhetar meu pau, apertando-o com força, e me olhavam de relance, bem safadas.

— Chupem logo, cacete! — disse eu, severo, e forcei a cabeça das duas contra a minha intimidade.

Elas começaram a chupar meu cacete, deixando-o todo babado, e lambiam, sugavam e mordiscavam toda sua extensão avantajada, sem pudor. Eram virgens, mas certamente já haviam mamado muitos homens. Letícia também chupava meu saco e, às vezes, colocava meus colhões dentro da boca, salivando neles e até engasgando. Lolita beijava minhas coxas peludas e unhava minha pele bronzeada e áspera.

Eu continuei forçando a cabeça delas contra meu pau e elas gostavam, sempre pedindo para eu fazer de novo. Eram bem safadas e, como eu gostaria de ter conhecido as duas antes, agora ia compensar isso estocando na buceta delas. Despi meu casaco, mandei que elas tirassem minhas botas e terminassem de me deixar nu.

— Deitem-se na beirada da cama que vou tirar as calcinhas de vocês.

Elas me obedeceram, eu me ajoelhei entre as duas, ficando próximo o suficiente para me divertir com ambas, e elas abriram as pernas. Primeiro eu beijei suas calcinhas (uma vermelha e outra verde), sentindo o cheiro de buceta se misturar a sabão de coco e perfume barato, depois mordi suas coxas, marcando-as, e, por fim, deslizei um dedo sobre cada intimidade, sentindo o tecido molhado.

— Senhor bruxo, por favor, fode com nossas bucetinhas virgens — imploraram, juntas.

Dei um tapa forte entre as pernas de cada uma e então tirei as calcinhas, revelando duas intimidades meladas e convidativas. A buceta de Letícia tinha os pequenos lábios mais salientes, enquanto a buceta de Lolita possuía os grandes lábios maiores e flácidos. Comecei logo a dedilhar a entradinha de cada uma, observando o jeito de elas estremecer e gemer, e enfiava meu dedo fundo nelas, sentindo o calor e a umidade convidativa.

Fechei meus olhos, relaxado pelo tesão que sentia, e fui chupar as putas, começando pela buceta gostosa de Lolita e depois indo para a buceta gostosa de Letícia. Revezava a cada trinta segundos. Eu usava minha língua para coletar todo o mel delas, fartando-me com a abundância, e também estimulava os clitóris, fazendo as gêmeas gritar de prazer e estremecer.

— Senhor bruxo, por favor, fode com nossas bucetas — imploraram, juntas, repetindo a súplica.

— Vão se arrepender de tanto implorar — afirmei, levantando-me e escolhendo quão delas receberia meu caralho primeiro. — Qual a idade de vocês?

— Temos dezenove anos, senhor bruxo — respondeu Lolita, olhando-me com luxúria.

— Qual de vocês quer perder a virgindade primeiro?

— Eu — implorou Lolita antes que sua mana pudesse abrir a boca.

— Então você será a primeira a sentir meu pauzão arregaçar seu cabacinho — anunciei a Lolita, pondo-me entre as pernas dela.

Observando o semblante excitado de Lolita, eu pincelei sua buceta com a minha glande avermelhada e empurrei meu quadril contra o dela, fazendo meu pau afundar para seu íntimo. Fui de uma vez só até a base, rompendo o hímen, e a puta gritou alto e estremeceu, mas aguentou tudo sem tentar fugir. Letícia assistia à aventura com igual semblante excitado.

Iniciei logo o vaivém num ritmo forte e rápido, dando estocadas violentas na puta safada e fazendo sua buceta latejar de luxúria. Enquanto eu fodia Lolita sem gentileza, puxei Letícia para um beijo e entrelacei nossas línguas. Ela acariciou meu rosto e implorou para que eu penetrasse sua intimidade.

Tirei meu pau da buceta de Lolita, revelando sangue e mel, e penetrei de uma vez só a buceta de Letícia, também rompendo seu cabacinho violentamente. Ela estremeceu também e gritou, mas implorou por estocadas fortes e rápidas de imediato. Comecei a foder sem qualquer vestígio de gentileza e, como antes, puxei a outra gêmea para um beijo ardente.

Logo Lolita suplicou para que eu voltasse para o íntimo dela, alegando que sua buceta implorava por mim, mesmo estando dolorida e manchada de sangue, entretanto Letícia não queria que eu deixasse de fodê-la. Eu não estava preocupado em agradá-las, mas, mesmo assim, pensei num jeito de me dar a ambas: revezamento. Comecei a revezar entre as duas intimidades, estocando por dois minutos em cada uma e depois indo para a outra.

— Dói, mas é gostoso! — exclamou Lolita, gemendo alto.

— Dói muito, mas é muito gostoso! — exclamou Letícia, também gemendo alto.

— Agora fiquem de joelhos de novo que vou gozar no rosto de vocês.

Elas me obedeceram prontamente, parecendo famintas por porra, e logo eu punhetava meu caralho bem à frente delas, mirando suas bochechas coradas. Soltei um urro de prazer quando gozei, lançando mais de dez jatos de sêmen contra as gêmeas, alvejando-as nos lábios, bochechas e queixo. Elas primeiro lamberam e engoliram a porra ao redor dos próprios lábios, depois lamberam uma a outra e, por fim, elas se beijaram na boca, como duas sapatonas excitadas.

— Senhor bruxo, esperamos que você tenha gostado da aventura.

— Foi gostoso — respondi, vestindo minha roupa e observando o sangue da virgindade delas ainda escorrendo do meu pau.

— Esperamos que volte outra noite para repetirmos a aventura.

— Talvez.

Eu somente foderia com as mesmas putas caso não houvesse outras disponíveis, pois eu não gostava de repetir bucetas, portanto achava improvável eu me aventurar de novo com as gêmeas, mesmo elas sendo gostosas demais.

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