ENCOXADO NO BUSÃO

Um conto erótico de TOTEN
Categoria: Gay
Contém 1456 palavras
Data: 16/05/2026 15:06:45
Assuntos: Gay

Sou casado, pai de um casal de filhos, tenho 48 anos e trabalho com manutenção.

Estava eu esperando o ônibus na principal via da cidade num dia que o trânsito estava um caos, o céu estava preto prestes a cair um temporal, o ônibus demorou uma eternidade, o ponto tomado de gente.

Quando finalmente chegou já veio lotado, aí aquele empurra empurra, cada um por si.

Fui espremido por homens e mulheres, me atochei atrás de uma mulher que olhou feio para mim, me esforcei e virei de lado para ela só que nesta manobra havia outra mulher na minha frente.

Eu não queria nenhum escândalo ali, então me afastei um pouquinho para trás acabei apoiando a bunda na lateral da perna de um homem. Pensei: melhor me esfregar em um cara do que causar confusão.

A situação piorou quando no próximo ponto entrou mais uma leva de gente, o cara que estava atrás de mim foi jogado para a lateral do ônibus e eu também junto, só que nesta manobra o cara encaixando na minha bunda.

Eu comecei a ficar agoniado mas não havia o que fazer. Quanto mais tempo passava mais gente entrava e o trânsito em passos de tartaruga. Eu nem pensava em tirar o pé do chão pois não acharia mais lugar, então fiquei ali naquela situação vexatória.

Do nada sinto o sujeito fazendo pressão na minha bunda, imaginei que queria mudar de lugar mas nada, o sujeito estava de pau duro e pressionando na minha bunda fazendo pequenos movimentos eu estava me sentindo desorado e olhava pra cara da mulher com certa fúria por me fazer passar por aquela humilhação, disfarçadamente olhei para o vidro da janela e consegui ver a cara do sujeito refletida, era mais alto do que eu, mais corpulento e com uma barriga meio roliça.

O sujeito estava com a cara colada na minha nuca e com os olhos fechados e cada vez mais se mexendo, eu cada vez mais sentia ele pressionar o pau que estava de lado, atravessando na minha bunda.

Em uma freada do ônibus ele foi para trás e demorou um pouco, senti um certo alívio, só que logo ele voltou e tinha ajeitado a rola para baixo e encaixou bem no meio da minha bunda e fez pressão, apesar da minha indignação eu senti meu pau inchar dentro da calça.

O ônibus deu uma arrancada, ele pegou na minha cintura, só que não tirou a mão quando estabilizou, pelo contrário começou apertar minha cintura e bem devagar foi escorregando a mão por baixo da minha camiseta e fez uma pequena pressão na minha barriga puxando contra seu corpo e cada vez mais fungando na minha nuca, o desgraçado estava literalmente me comendo com roupa, uma sensação estranha, meu pau ficou super duro ali sendo esmagado.

A situação correu assim até em um ponto que desce a maioria das pessoas para fazer conexão com o trem. Ele então quebrou o silêncio e me perguntou:

Você desce aqui?

eu só balancei a cabeça que não, ele foi um pouco para o meu lado e vi que logo colocou a mochila para tapar o volume da calça, só aí então vi seu rosto não era bonito, moreno claro com lábios grossos com a cara um pouco amassada.

Perguntou:

Aonde Você desce ?

– respondi no ponto final.

Ele então exclamou:

O transporte hoje tá um caos, acho que vou descer e tomar uma gelada até melhorar um pouco, não gostaria de me acompanhar?

pensei um pouco e respondi:

– uma gelada em um dia infernal como hoje é uma boa pedida.

Sentamos num boteco logo ali próximo da estação e pedimos a cerveja, nos apresentamos e a hora foi passando já estávamos há mais de uma hora e com seis garrafas vazias.

Mandei mensagem para minha mulher avisando que chegaria mais tarde e nesse tempo todo já tinha contado toda minha vida pra ele e ele a sua pra mim.

Em determinado momento que nem lembro ele tinha saído do outro lado da mesa e sentado do meu lado e não parava de passar a mão na minha coxa.

Falou que estava há um ano separado da mulher e que já tinha se relacionado com algumas mulheres e que nos dias de seca tinha ido até ao cinema pornô para aliviar em alguns viados e que curtiu muito comer um cuzinho de macho.

Eu rebati;

– Eu não sou viado.

Ele argumentou:

Claro eu percebi, só que sabe o que eu percebi neste tempo, que não curto tanto viado, mas sim homem com pinta de macho, nunca consegui comer um mas me dá uma tara quando vejo um homem com bunda redondinha, com aliança no dedo mais ainda.

vamos curtir um barato nós dois só para você experimentar, se você não curtir a gente para sem ressentimento.

Eu, não respondi, fiquei meio sem o que dizer ele então levantou foi lá no caixa pagou a conta e nem voltou a sentar, só fez um gesto com a cabeça

( tipo, vamos).

Me levantei, minhas pernas estavam meio bambas, uma sensação estranha no estômago.

Ele saiu, eu o acompanhei pela calçada, logo ele entrou em um hotelzinho velho, pagou e subiu a escada e eu fui atrás, logo estávamos dentro do quarto, colocamos as mochilas em um canto ele veio para atrás de mim e começou a reproduzir a cena do ônibus, só que desta vez me acariciando a barriga, beijando meu pescoço e seu pau estourado na minha bunda ainda dentro da calça, eu também estava muito excitado e ele falava no meu ouvido e beijando minha orelha o que me deixava todo arrepiado.

Você não sabe o tesão que eu estava dentro daquele ônibus, minha vontade era arrancar nossas roupas ali e foder para todo mundo ver.

E neste amassa amassa, já estávamos os dois totalmente pelados ali em pé dentro do quarto com ele atrás de mim com a rola babando meu rego e entre as minhas pernas, me apertando beijando minha nuca e me tocando uma punheta de leve, meu pau também estava babando.

Fomos para o banheiro, tomamos banho esfregando os paus um no outro, voltamos pra cama, sentei ele veio de frente só aí pude ver o pau de mais ou menos 22 com com uma cabeçona roxa, um sacão pendurado lá embaixo, totalmente depilado.

Esfregou a cabeça na minha boca, eu abocanhei e comecei a chupar, em determinado momento comecei a acariciar as bolas, ele gemeu.

Ahhh que boca maravilhosa, exatamente como pensei, isso chupa, pega nas minhas bolas.

Chupei bastante, estava gostando daquela textura até então desconhecida, ele fazendo carinho nas minhas orelhas e fudendo minha boca, em um ímpeto me fez quase engasgar, estava soltando uma baba grossa e saindo lágrimas dos olhos.

Ele então interrompeu me fez ficar de quatro em cima da cama, fiquei apreensivo mas ele só deu uma esfregada na minha bunda, deu umas batidas com o pau, abaixou e começou a lamber meu cu. Fui na lua e voltei, ele meteu a mão por baixo das minhas pernas empalmou meu pau, foi movendo lentamente com a língua atolada no meu rabo, eu urrava de prazer.

o cara era realmente muito bom, lambia meu cu, chupava meu saco, a cabeça do meu pau.

Me deixando completamente entregue, de olhos fechados e viajando que nem percebi que ele havia ficado em pé e estava massageando minha bunda e passando a cabeça do pau no meu cu.

Eu dei uma gemidinha, ele empurrou um pouquinho a cabeça, eu naturalmente fugi um pouco pra frente, ele me segurou pelo quadril e empurrou mais um pouco e parou, tinha entrado a cabeça, meu cu começou a querer expulsar o intruso e passou a piscar sem parar.

Ele se inclinou, colou o peito nas minhas costas, abraçou meu corpo, encheu as mãos com meus peitos e começou um vai e vem bem lentamente, cada investida penetrava mais um pouquinho, aquele pau babão estava viscoso e escorregava cada vez mais, eu de olhos fechados até que senti suas bolas roçando nas minhas ele então tirou uma mão do meu peito e empalmou meu pau, senti um calafrio e gemi: ahhhh caralho que tesão.

Ele sentiu a aprovação e começou a socar com ímpeto, o sacão estalando no meu, ele me punhetando em alta velocidade com o pau atolado no meu cu, eu comecei a gozar desesperadamente meu cu piscando por causa do impulso da gozada, então senti os jatos de porra no cu e ele urrando como um animal entalado no meu rabo.

Ainda grudado no meu corpo com o pau dentro caimos de lado e ficamos respirando de conchinha.

claro que esta historia nao vai parar, homemem picado uma vez nao para mais.

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