Eu mando no jogo capitulo 7

Da série Eu mando no jogo
Um conto erótico de Hiroki
Categoria: Heterossexual
Contém 1131 palavras
Data: 16/05/2026 15:13:38

Depois da noite da facesitting eu não consegui parar de pensar no Theo. O jeito que ele lambeu tudo devagar, obedecendo enquanto eu sentava na cara dele, o corpo dele tremendo embaixo de mim. Meu corpo ainda latejava só de lembrar. Eu tava no treino da tarde suando pra caralho, pulando pra bloquear, mas minha cabeça voltava sempre pra ele. Eu queria mais. Queria ver até onde ele ia se render. Queria sentir o poder total. Depois do treino eu mandei mensagem pra ele: “Vem hoje à noite. Quero te mostrar uma coisa nova.” Ele respondeu rápido, tímido como sempre: “Tô indo.”

Quando a campainha tocou eu abri a porta sorrindo largo. Theo tava ali, camiseta de anime, óculos finos, cabelo castanho bagunçado, rosto já corando só de me ver.

— Entra Theo. Fecha a porta.

Ele entrou e eu fechei a porta atrás dele, encostando meu corpo contra o dele por um segundo só pra sentir o calor. Eu peguei a mão dele e levei pro quarto, o rock tocando baixo no fundo.

— Senta na cama. Eu comprei uma coisa pra gente.

Ele sentou na beira da cama, olhos curiosos. Eu fui até a gaveta e peguei a gaiolinha de chastity que eu tinha comprado pela internet. Era pequena, transparente, baratinha mas firme. Eu mostrei pra ele, balançando na mão.

— Hoje eu vou colocar isso em você. É uma gaiolinha. Você não vai gozar até eu mandar. Entendeu?

Theo ficou olhando pra gaiolinha, rosto mudando de cor. Ele engoliu em seco.

— Rafa... isso é sério? Eu gosto de te servir, mas trancar meu pau... isso parece demais. Eu não sei se consigo ficar assim.

Eu sorri, sentando do lado dele na cama e passando a mão no cabelo dele.

— Eu sei que parece estranho no começo. Mas olha o que a gente já fez. Você sentou no chão pra massagear meus pés, você lambeu minha boceta por horas ontem. Você aguentou tudo pra mim. Isso aqui é só mais um passo. Eu quero te sentir meu de verdade. Eu quero ver você desesperado pra mim.

Ele respirou fundo, mãos tremendo um pouco no colo.

— Eu... eu gosto de te obedecer. Mas ficar trancado o tempo todo... e se eu não aguentar? E se doer?

— Não vai doer. Eu pesquisei. É seguro. E você não vai ficar trancado pra sempre. Só hoje. Só pra eu ver como você se comporta. Se você for bom eu solto amanhã. Mas se você resistir... aí eu penso em deixar mais tempo.

Ele ficou em silêncio por um momento, olhando pra gaiolinha. Eu vi o conflito no rosto dele, mas também vi o pau dele marcando na calça, já ficando duro só com a ideia.

— Tá bom... eu aceito. Porque é você que tá pedindo.

Eu sorri, acariciando o rosto dele.

— Bom menino. Tira a calça.

Ele obedeceu, tirando a calça e a cueca. O pau dele já tava meio duro, pequeno e fofo como sempre. Eu me ajoelhei na frente dele, peguei o pau com uma mão e encaixei a gaiolinha devagar, trancando com o cadeadinho. O clique foi alto no quarto silencioso. Eu senti um arrepio de poder puro subir pela espinha.

— Pronto. Agora você é meu. Sem gozar até eu decidir. Entendeu?

Ele respirou fundo, olhando pra gaiolinha trancada.

— Entendi.

Eu subi na cama e me posicionei em cima do rosto dele, sentando devagar.

— Agora você vai me chupar por horas. E eu vou te edger o tempo todo. Relaxa e me serve.

Ele começou a lamber, língua explorando cada dobra, sugando o clitóris devagar. Eu rebolava leve, sentindo o prazer subir. Meu corpo inteiro latejava, suor escorrendo pela barriga tanquinho, coxas grossas apertando a cabeça dele. Eu me empoderava a cada gemido dele contra minha boceta. Eu tô no controle total. Ele não pode gozar. Ele só serve. Isso me faz sentir forte, desejada, dona de tudo.

Eu peguei o pauzinho preso na gaiolinha e massageei por cima do plástico, sentindo ele latejar e tentar endurecer. Ele gemia contra minha boceta, o corpo tremendo.

— Não goza. Eu mandei. Você aguenta pra mim.

Eu continuei rebolando, sentando mais fundo na cara dele, sentindo a língua entrar em mim. O prazer era lento, gostoso, controlado. Eu gozei pela primeira vez gemendo alto, apertando a cara dele contra mim, o corpo tremendo inteiro. Quando desci um pouco pra ele respirar eu vi o pau dele latejando desesperado na gaiolinha, tentando gozar mas sem conseguir.

— Olha só como você fica desesperado pra mim. Bom menino. Agora continua chupando.

Ele obedeceu, língua voltando a trabalhar. Eu fiquei horas assim. Sentei, rebolava, gozava devagar, edgando ele o tempo todo. Meu suor escorria pelo corpo, molhando a regata, pingando no peito dele. Eu me empoderava a cada gemido sufocado dele, a cada vez que ele tentava gozar e não conseguia. Eu tô construindo isso. Eu tô mandando. Ele é meu. E eu amo isso.

Em um momento eu parei, sentei no peito dele e olhei pra baixo.

— Você tá indo tão bem pra mim Theo. Eu tô me sentindo poderosa. Eu tô me sentindo dona de verdade. Obrigada por me deixar ser assim.

Ele respirou fundo, rosto brilhando do meu gozo, olhos brilhando de submissão.

— Eu gosto de servir você.

Eu sorri, acariciando o cabelo dele.

— Eu sei. E eu amo que você goste.

Eu voltei a sentar na cara dele, rebolando mais rápido dessa vez. Gozei mais duas vezes, longas e intensas, o corpo inteiro tremendo. Ele continuou lambendo, obediente, desesperado na gaiolinha. Quando finalmente desci ele tava destruído, ofegante, pau latejando preso, olhos vidrados de prazer e frustração.

Eu me deitei ao lado dele, puxei ele pra perto e acariciei o cabelo bagunç ado.

— Hoje você não goza. Amanhã talvez. Depende de como você se comportar. Entendeu?

Ele balançou a cabeça, voz rouca.

— Entendi.

Eu sorri, sentindo o poder absoluto dentro de mim. Meu corpo ainda latejava, o rock ainda tocava baixo, e eu sabia que a gente tinha dado um passo enorme. Eu tô me empoderando. Eu tô construindo algo real com ele. E isso me faz sentir viva como nunca.

Na porta do apê a gente se despediu com um beijo lento e carinhoso. Eu segurei o rosto dele com as duas mãos, beijei a testa, o nariz, a boca. Ele me abraçou forte, ainda tremendo um pouco do cinto trancado.

— Vai com cuidado Theo. Pensa em mim quando sentir o cinto apertando.

Ele sorriu tímido, olhos brilhando.

— Eu sempre penso em você.

Eu dei mais um beijo rápido na boca dele e abri a porta. Quando ele saiu eu fechei devagar, me encostei na porta e suspirei feliz. Meu corpo ainda latejava, o poder ainda pulsava dentro de mim. Eu tava construindo algo lindo com ele. E eu mal podia esperar pro próximo passo.

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