Todo esse movimento me fez pensar numa nova vida. Os meus trinta já tinham passado e eu queria ter uma vida menos agitada.
Claro que não iniciei uma caça, mas passei a evitar algumas aventuras. E foram muitas. Eu estava feliz porque depois de muito tempo sendo controlado, era hora de mostrar meus conhecimentos de cama para homens mais maduros.
Entrei num curso de pós e aumentei meu grau de exigência. O homem que chegasse com um linguajar inadequado, já era descartado sem dó. Eu fazia uma análise profunda de cada caso e só saia com quem fosse disponível. Nada de casos ou amantes.
Era namoro.
E era divertido, pois isso afugentou muita gente. O cara chegava com um papo estranho e eu propunha uma foto. Alguns estão correndo até hoje.
No entanto, meu foco era a Pós. Mergulhei de cabeça em estudos de genética aplicada e evolução animal.
Participei de diversos simpósios e congressos. Investi pesado na carreira e procurei novos concursos.
Devo confessar, sou apaixonada pela minha profissão.
Todo esse esforço me rendeu frutos e reconhecimento. Paralelamente, minha vontade de ser mãe cresceu e a procura do macho ideal também A maioria não sabe, mas no mundo real, é a fêmea que escolhe o macho, não o contrário.
Eu tinha a imagem ideal do pai do meu filho.
Um homem responsável, com boa formação e inteligente. A questão financeira não me afetava, pois eu tinha uma renda boa, lecionava em dois colégios e fazia alguns trabalhos para uns laboratórios.
Com meus rendimentos, consegui comprar um apartamento para minha mãe, financiado, e um carro.
Não era gastona e controlava bem minhas finanças.
Em um desses simpósios, ele apareceu. Discreto, elegante e perfumado.
Não disse nada, nem precisava. Eu sabia que era ele.
Nosso papo fluiu levemente. Falamos sobre tudo, rimos outro tanto.
Percebi que seriam 3 ótimos dias. E foram.
No final da última palestra, tivemos tempo para um almoço, um papo e uns beijos.
Fernando César se impunha pela presença, um metro e setenta e cinco, pardo, físico impecável, olhos cor de mel, ombros largos e coxas grossas.
O convite para passar no quarto dele no hotel foi só o estopim.
Subimos o elevador aos beijos, adentramos no quarto sôfregos e liberamos toda a adrenalina acumulada.
Meu vestido foi ao solo, o terno dele voou e logo só sobravam as roupas íntimas.
Fernando, incrédulo, só dizia: não acredito que você está aqui. Eu respondia, estou. Aproveite.
Eu já sabia que ele era solteiro e disponível. Investiguei suas redes sociais e fiz perguntas aleatórias.
Quando seus lábios cansaram dos meus, desceram para os seios. Que fome de macho.
Mamou como se fosse o último peito.
E ainda tinha o outro.
Foi uma delícia.
Eu deixei a surpresa pro final, pois me joguei na cama e esperei ele ver o grelhão. Seus olhos brilharam e a boca salivou. Parecia que ele via um diamante.
Caiu de boca e chupou tudo: grelho, xana e cu.
Insaciável, me fez gozar três vezes e queria mais.
Chamei ele, pois queria apreciar sua pica.
E queria testar a potência do macho.
Agarrei a pica e chupei as bolas. Subi lambendo tudo e abocanhei a cabeça. Fiz minha melhor garganta profunda, senti o macho se desesperar. Nem olhei pra ele. Continuei o trabalho com punheta, gulosa e massagem nas bocas. A pica fervia, não liguei.
Mantive o trabalho e acelerei a mamada. Coitado.
Um homem desesperado gritava não, não.
Mantive a posição até ele soltar um gemido longo, quase um pedido de socorro: vou gozar, vou gozarrrrr.
Continuei sem olhar pra ele enquanto recebia leite para alimentar uma ninhada de gatinhas.
Fernando se recolhia como criança, mas mantinha a porra saindo e eu só parei quando tomei tudo e limpei o pau.
A qualidade da porra era boa. Fiz a escolha certa.
Levantei sem olhar pra ele. Fui no frigobar, apanhei uma água com gás e bebi sem pressa.
Ai comecei a testar os meus comandos. Fui pro banheiro e gritei de lá: vem tomar banho comigo.
No banheiro, tinha um pequeno ofurô que dá para os dois ficarem sentados.
Ele veio e gostei da obediência. Utilizei técnicas de massagem nele para deixá-lo no ponto.
Queria tudo em grande estilo.
Brincamos na água, tomamos um banho gostoso com um lavando o outro.
Voltamos rindo pro quarto e disse pra ele se deitar.
Dei um banho de língua na pica dele. Deixei em ponto de bala.
Como estava tomando pílula, subi na pica pra galopar.
Que gostoso é pular num pau. Eu galopei gostoso. Ia e vinha enterrando tudo.
Eu tinha escolhido aquela pica pra mim. Ia usar e abusar.
Não gozei com a pica na buceta. Virei de costas pra ele, fiquei de cócoras e coloquei no cu.
Ele se apaixonou.
Eu galopei de cu na vara dele.
Ele só via a grande bunda indo e vindo
Meti dois dedos na buceta e massageei forte.
Gemi alto, explorei todo o potencial do macho e gozei forte.
- Pqp estou gozando com tudo dentro.
Senti meu cu estufar com a pica do Nando inchando e recebi uma descarga maravilhosa dele.
- Eu também estou gozando. Que delícia, que delícia.
A distância de nossos cidades era de 30 km. Logo, engatamos um namoro. Ele vinha ou eu ia.
Ele era microempresário e isso facilitou nossos projetos.
Em dois anos estávamos casados.
Com mais dois, tivemos um filho.
Vivemos bem por dez ótimos anos.
Nossa vida era boa, mas o desgaste de viver junto no casamento acabou com a festa.
Vieram as traições, brigas e a derradeira separação.
É um assunto que não cabe aqui.
Vamos seguir falando de sexo.