Começando o casamento. Parte 4

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 932 palavras
Data: 16/05/2026 19:01:18
Assuntos: Esposa, Heterossexual

Segredos na Casa Nova

Eles chegaram ao apartamento simples no final da tarde — um conjugado modesto em Barra, com sala pequena, quarto e cozinha americana. As malas ainda estavam no chão quando a campainha tocou. Era a mãe de Ana, Dona Lúcia, trazendo uma panela de feijão tropeiro e um bolo de fubá “pra ajudar os recém-casados”.

Ana abriu a porta com o coração acelerado. Estava com um vestidinho leve de algodão, sem sutiã por ordem de Pedro. Os mamilos ainda sensíveis roçavam no tecido, lembrando cada estocada do banho de manhã.

— Filha! Que cara de felicidade! — Dona Lúcia abraçou ela forte, depois Pedro. — Vocês parecem tão bem... o casamento fez bem, né?

Pedro sorriu educado, apertando a mão da sogra, mas sua outra mão desceu discretamente e apertou a bunda de Ana por baixo do vestido, apertando a carne macia com força. Ana deu um pulinho quase imperceptível.

— Muito bem, Dona Lúcia. Ana tá sendo uma esposa perfeita — respondeu ele, voz calma, enquanto enfiava um dedo entre as nádegas dela por cima da calcinha fina.

Ana sentiu o rosto queimar. Minha mãe tá aqui... e eu tô molhando a calcinha com o dedo do meu marido na minha bunda. A culpa bateu forte, quase fazendo ela gemer. Ela apertou as coxas, tentando controlar a respiração.

Enquanto as duas arrumavam a mesa, Pedro ficou atrás de Ana na cozinha, fingindo ajudar. Ele colou o corpo no dela, o pau semi-duro pressionando contra a bunda.

— Abre um pouco as pernas — sussurrou no ouvido dela, voz baixa e autoritária.

Ela obedeceu, tremendo, enquanto a mãe estava a menos de dois metros, falando sobre a festa do casamento. Pedro enfiou a mão por baixo do vestido, puxou a calcinha pro lado e deslizou dois dedos grossos devagar para dentro da buceta encharcada.

Ana mordeu o lábio até doer, segurando um gemido. Os dedos dele entravam e saíam com calma, fazendo barquinho molhado bem baixinho.

— Pedro... minha mãe... — sussurrou ela, voz falhando, olhos marejados.

— Shhh. Você aguenta. E vai ficar quietinha — ele respondeu, curvando os dedos no ponto G dela. — Olha como você tá encharcada com sua mãe aqui do lado. Que putinha safada eu casei.

A culpa era avassaladora. Ana sentia as lágrimas subindo. Eu sou uma filha decente... uma professora... e tô deixando meu marido me dedar na cozinha enquanto minha mãe fala do padre. Mas o prazer era mais forte. Seus joelhos tremiam. Ela se apoiou na pia.

Dona Lúcia virou:

— Tá tudo bem, filha? Você tá vermelha.

— Tá sim, mãe... só o calor — respondeu Ana, voz rouca, enquanto Pedro acelerava os dedos devagar, polegar roçando o clitóris inchado.

Assim que a mãe virou de costas para pegar os pratos, Pedro tirou os dedos, lambeu eles na frente dela e sussurrou:

— Depois da mãe ir embora, você vai pagar por ter ficado tão molhada.

Dona Lúcia ficou mais meia hora. Durante todo o tempo, Pedro brincou: apertava os mamilos por cima do vestido quando ela passava perto, dava tapinhas discretos na bunda, mandava ela se abaixar “pra pegar algo” só pra ver a calcinha molhada. Ana estava um caco — desejo insuportável misturado com vergonha profunda.

Quando a porta finalmente fechou, Ana virou pra ele, olhos brilhando de lágrimas e tesão.

— Pedro... eu quase gozei na frente da minha mãe... eu me sinto tão suja... tão errada...

Ele a agarrou pelos cabelos com firmeza, puxando a cabeça dela pra trás e beijando-a com fome.

— Errada? Você é minha esposa. E agora você vai ser punida por ter ficado tão excitada na frente dela.

Ele a levou até o sofá, sentou e puxou ela por cima do colo, de bruços. Levantou o vestido, baixou a calcinha até os joelhos e começou a dar tapas firmes na bunda — não muito fortes, mas o suficiente pra deixar a pele vermelha e quente.

— Conta pra mim — exigiu entre tapas. — O que você sentiu quando eu te dedava na cozinha?

— Culpa... muita culpa... — choramingou ela, a bunda ardendo deliciosamente. — Mas eu queria mais... eu queria que você me fodesse ali mesmo, na frente dela. Eu sou uma vadia, Pedro... sua vadia.

Depois de dez tapas, ele a virou, abriu as pernas dela no sofá e enterrou o rosto entre as coxas. Chupou com fome — língua forte no clitóris, dois dedos fundo, sugando os lábios inchados. Ana gritou, mãos no cabelo dele, quadris rebolando contra a boca do marido.

— Goza na minha boca. Agora. Mostra pra mim como você fica safada quando a culpa bate.

O orgasmo veio violento. Ana convulsionou, jorrando um pouco nos lábios dele, gritando o nome dele enquanto as lágrimas escorriam. Pedro não parou até ela ficar mole, tremendo.

Depois ele se levantou, pau duro latejando, e mandou ela ficar de quatro no sofá.

— Agora você vai tomar o pau inteiro enquanto pensa na sua mãe do outro lado da porta. E vai me implorar pra gozar dentro.

Ana obedeceu, empinando a bunda vermelha, buceta pingando. Pedro entrou fundo de uma vez, segurando os quadris com força, estocando possessivo e rápido.

— Diz alto.

— Eu sou sua putinha de casada... me usa... me enche... mesmo eu me sentindo culpada... eu amo ser assim pra você!

Ele gozou forte, enchendo-a enquanto rosnava o nome dela. Depois puxou ela pro colo, abraçando com carinho, limpando as lágrimas.

— Eu te amo, Ana. Amo te ver lutando contra isso e se rendendo pra mim. Isso é só o começo da nossa vida de casados.

Ela se aninhou no peito dele, voz fraca:

— Eu também te amo... e tô com medo de quanto eu quero que você me controle todos os dias.

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