A Irmã do Perigo Bateu Siririca e Depois Bateu em Mim

Um conto erótico de Sincericida
Categoria: Heterossexual
Contém 1255 palavras
Data: 17/05/2026 08:33:44
Última revisão: 17/05/2026 08:49:26

Essa vai ser rapidinha. Estava fissurado na loira gostosa que era irmã do meu amigo, o Atentado. Ela me provocava, mas, como era mais velha, não tinha chance de conseguir algo, ou ao menos assim eu pensava - até a noite em que descobri que ela foi usada de puta pelos caras mais velhos do bairro.

Não estou falando de uma fodinha aqui ou uma trepadinha ali, nada disso. Vi tudo, ela entrou na bagaça com três deles ao mesmo tempo, levou pica de todo lado, até ficar mais arrombada que bola de pelada na várzea. Não consegui entender como ela se rebaixou tanto, mas isso importava muito pouco: se outros caras conseguiam fazer o que queriam com uma garota maravilhosa daquelas, eu devia ao menos tentar.

Mas nem sempre as coisas são tão fáceis assim, eu era tímido - e só de pensar naquela musa minhas pernas tremiam. Não ia arriscar um fracasso com a irmã do Atentado, tinha que me preparar antes. Por isso, quando ouvi os caras planejando fazer outro bacanal com a irmã mais velha do Perigo, achei que era uma boa fazer um test-drive com essa garota: ela não me interessava e, se fracassasse, não perderia muita coisa além do ego.

Marquei para ir jogar num fim de tarde na casa do cara e cheguei antes de propósito: sabia que ele ainda estaria fora e que ela estaria lá, sozinha. Foi bem difícil convencê-la a me deixar entrar, tive que me comprometer a ajudá-la a arrastar os móveis e reorganizar seu quarto enquanto esperávamos pelo Perigo.

Essa garota branquela dos cabelos longos e negros tinha os peitinhos bem pequenos, quase uma tábua, se não fosse pela bundinha redonda que se espremia num shortinho apertadíssimo. Duvido que ela saísse com aquilo na rua, dava para ver metade das polpas escapando por baixo e marcava bem indecentemente a racha do maior bocetão que eu já tinha visto.

Ela se ajeitava a toda hora puxando o shortinho enquanto movíamos os móveis pra lá e pra cá, e era óbvio que sacou que não despregava o olho de sua bunda, pois eu também ficava me ajeitando sem parar porque o pau ficou duraço dentro da cueca. Era quase automático, ela tirava o short do rego e eu arrastava o pau pra direita, ela puxava o short atochado na racha e eu trazia o pau pra esquerda. Acho que passamos mais tempo nos ajeitando do que arrumando os móveis.

Quando terminamos já era quase hora do Perigo chegar e ela disse para esperar na sala, pois estava toda suada e ia tomar um banho. Era um tiro no escuro, não sabia bem como fazer para chegar junto, mas estava decidido que não sairia dali sem tentar algo. Fui entrando pela casa, ouvi o chuveiro no banheiro do corredor e resolvi tentar a porta. Estava destrancada, para minha surpresa - seria de propósito?

O coração parecia que ia sair pela boca, fui abrindo a porta devagarinho e, bem ali na minha frente, embaixo da água caindo, a irmã mais velha do Perigo estava peladinha no banho. Mas não era só isso, o que vi fez o pau pular nas alturas…

Encostada na parede meio inclinada, de costas para mim, aquela bundinha top dez estava ao meu alcance, enquanto a safada gemia com as pernas levemente afastadas e tinha dois dedos indo e vindo dentro do bocetão. Caraco, a irmã do Perigo estava tocando umazinha no chuveiro! O que não daria para entrar ali, segurá-la pela cintura e engatar a rola naquele traseiro!

O que fazer? O Perigo ia chegar a qualquer momento, a garota podia ficar puta porque invadi sua intimidade, aquilo tinha tudo pra dar errado, mas não consegui sair dali de tão vidrado que fiquei naquela bunda tesuda. Sério mesmo, tudo o que fiz foi fechar a porta atrás de mim, o que só piorava a situação, afinal, o que se pode pensar de um mané que empata a siririca dos outros?

Quando a irmã do Perigo se virou, eu tinha o pau na mão e já estava quase gozando no chão do banheiro. Nesse exato momento, ouvimos a batida da porta da frente se fechando. É claro que ela se assustou e começou a berrar, enquanto puxava uma toalha para se cobrir e saía do box em minha direção, muito puta da vida, me xingando.

Era o Perigo que ia entrando na sala, quando me viu chegar encolhido com sua irmã enrolada numa toalha correndo atrás de mim, distribuindo tapas. Achei que estava fodido, o cara não tinha esse apelido à toa e ia me cobrir de porrada porque eu estava batendo punheta enquanto sua irmã tocava siririca.

Contudo, por mais incrível que pareça, ele voou em cima da irmã e a agarrou, gritando para ela deixar de ser descarada e ir colocar uma roupa decente. Me adiantei e comecei a pedir desculpas, dizendo que não sabia que ela estava saindo do banho e que só entrei lá para dar uma mijadinha.

A irmã do Perigo bufou de raiva, seu rosto estava até vermelho, mas ela não disse nada para ele e foi para o quarto pisando duro, afinal, qual irmã ia confessar pro caçula que estava com os dedos enfiados no bocetão pro seu amigo tocar punheta?

O pior é que ainda fiquei por lá para jogar, tal como havíamos combinado. Tomei uma surra no jogo, tenho que admitir. Não conseguia me concentrar, pois agora, além de pensar na irmã do Atentado dando pra três caras num carro, ficava o tempo todo lembrando da siririca da irmã do Perigo.

Como não conseguia parar quieto, resolvi dar uma passada na casa do Atentado e tirar aquela história da suruba no carro à limpo com sua irmã mais velha - quem sabe sobrava uma reba pra mim também, não é?

Cheguei e a família inteira do cara estava na sala, conversando, e não eram só eles. Além do Solapa e do Cavalão, também tinham uns parentes que, pelo visto, estavam se hospedando lá, uns tios do interior e a filha deles, prima do Atentado. E aí vem o imponderável improvável: a tal prima era quase uma cópia da minha musa, escarrada e cuspida, uma loirona que qualquer cara desejaria ter de quatro, gemendo e sussurrando seu nome, enquanto tomava uma surra de pica.

E um detalhe me chamava mais ainda a atenção: ela estava sentada no sofá, entre o Solapa e o merda do Cavalão comedor de toba, na maior das intimidades, como se fossem velhos conhecidos, enquanto a irmã mais velha do Atentado ficava só de longe, quase sem participar da conversa, com cara de poucos amigos.

Se eu já andava meio doido, agora a coisa desandou completamente. Será que a prima queria meter o chifre na irmã do Atentado e roubar seus comedores? Ou será que tinha confundido as duas naquela madrugada, e quem entrou na suruba tinha sido a própria prima? E, melhor ainda, a dúvida que não queria calar: será que eu tinha alguma chance com uma delas, preferivelmente a que não tinha se acabado na suruba, fosse ela quem fosse?

Eram muitas dúvidas e nenhuma pista sobre as respostas, mas agora a lista do meu tesão estava crescendo tanto quanto meu pau e, se eu não agisse, não conseguia sair do zero-a-zero. Alguma coisa precisava ser feita, definitivamente, eu ia comer a irmã ou a prima de alguém antes daquele fim de semana - e não importava de quem.

Mas isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje era rapidinha.

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