Um lance gostoso

Um conto erótico de Lena Zimmerman
Categoria: Heterossexual
Contém 1455 palavras
Data: 17/05/2026 10:50:25

“ Cause you're hot then you're cold

You're yes then you're no

You're in then you're ou...”

Essa era a música que passava em meu som quando recebi uma notificação. Estava indo para o trabalho, quinta-feira, véspera de feriado, quem não poderia estar feliz?

Era do meu rolinho mandando mensagem, mas dessa vez era um áudio (com a voz mais gostosa e safada de se ouvir) e algo que a princípio não identifiquei.

Abri a mensagem e era uma localização e junto o áudio dizia:

- Bom dia Sara, tudo bem? Chego amanhã na cidade e vou ficar nesse hotel da localização, vou ficar de sexta até domingo. Conseguimos nos ver?

Nessa hora meu coração disparou, eu não tinha nada programado para o feriado, somente descansar. Uma proposta dessa não vem todos os dias a nossa porta. Apenas para constar algumas informações, sou solteira, tenho 36 anos, morena, corpo legal (nada sarado), amo fazer sexo e curto de vez enquanto com esse meu amigo. Ele presta serviço para a empresa que trabalho, começamos a nos encontrar a um tempinho e, sempre que ele está pela cidade acabamos nos encontrando e dá super certo.

- Nossa um convite desses não tem nem como recusar. Até então não tinha programado nada para o feriado, posso mesmo?

Logo em seguida veio a resposta:

- Com toda certeza.

Por que não né?

- Fechado!

Trabalhei o dia todo, sabe aquela ansiedade gostosa de sair, se divertir e ainda transar? Pois bem, ela pairava sobre mim. Finalizei meu expediente as 18h, fui pra casa, arrumei uma pequena mala e fui descansar. Não iria precisar chegar cedo, mas também não gosto de correr quando estou dirigindo, então cronometrei meu tempo e sono.

Acordei, café tomado e malas prontas. Mandei mensagem para minha melhor amiga:

- Safada está aí?

- Diga piriguete!

- Não sou pare com isso. Só pra avisar que vou viajar pra Cantu esse FDS, meu amigo me chamou pra ir pra lá.

- Amigo sei, tu vai é transar né! Curta bastante, tire fotos e descansa!

- Pode deixar.

Segui viagem que dava mais ou menos 1h da minha casa. Quando cheguei na cidade Rafael me mandou uma mensagem.

- Gata meu vôo atrasou, devo demorar umas 2/3h pra chegar. Mas se você quiser, pode ir pro hotel que já deixei uma reserva no seu nome.

- Ah não! Não acredito!! Não vou não, só vou entrar quando você chegar?

- Você decide, mas em breve eu chego. Bjs

Parei e pensei, o que vou fazer durante esse tempo que ele não chegou ainda? Decidi ir conhecer o centro da cidade, coisa que nunca fiz. 3h era tempo suficiente pra conhecer muita coisa. Deixei as malas no carro e assim o fiz.

Entre uma loja e outra, encontrei um sexshop, sim eu amo e gosto de muitas coisinhas. Vi muitas coisas e o que me chamou a atenção foi um consolo, tamanho legal, grossura legal (poderia usar só também) e pensei em fazer uma surpresa pro Rafael, já fizemos sexo a 3 então sei que pra ele não é um problema. Não iria precisar de lingerie por que isso sempre tenho novas, comprei camisinhas, meu consolo, algumas calcinhas de usar no cotidiano e lá se foram algumas horas.

Resolvi ir pro hotel e tomar um banho, dei meu nome na recepção e de fato a reserva já estava pronta para mim. A suíte era ótima, assim como todas as vezes em que vi Rafael, ele gosta de coisa boa, tanto que está comigo né rs

Tomei um banho de banheira, pensei em usar meu consolo, mas iria esperar por ele. Vesti somente um roupão e uma lingerie azul por baixo. Assisti TV, fiquei vendo amenidades no celular e passado mais ou menos 1h Rafael chegou.

Que cara gato e gostoso é esse meu Deus! Todas as vezes que o vejo tenho quase um orgasmo de imediato.

- Nossa quem é essa gostosa me esperando?

- Isso aí é você quem está dizendo...

- Desculpe o atrasado, teve problema de conexão, enfim, estou aqui.

- Sem problemas...

E começamos a bater um papo sobre sua vinda a Fortaleza.

Ele pediu comida pois estava com fome, acabei pedindo um petisco para mim também, não estava com fome por que tinha almoçado a pouco tempo.

Rafael então decidiu que iria tomar um banho, perguntou se eu queria ir junto eu disse que não e fiquei deitada na cama. De repente percebi que o chuveiro estava fechado e senti olhos em cima de mim, virei e Rafael estava parado atrás de mim, sem toalha e sem cueca, com uma rola deliciosa a vista.

- Está querendo me seduzir é?

- Acho que você quem está querendo, usando essa calcinha desse tamanho.

Me aproximei e beijei sua boca com vontade, desejo e saudade. Senti suas mãos acariciar o meu corpo e em seguida um tapa na bunda.

- Gostosa. Você sabe que esses três dias eu vou te comer tanto que vai sair daqui assada né?

- Não duvido disso.

- Você terá sérios problemas para sentar a partir de segunda.

- (risos)

Nos beijamos um pouco mais, ele tirou meu sutien e fiquei somente de calcinha. Entre um beijo e outro me afastei e comecei a descer pelo seu corpo, primeiro o tórax, depois os braços, a barriga e por último abocanhei seu pau, se tem uma coisa que me garanto é em um belo boquete. Ver os olhos dele revirar de prazer pra mim é a 8ª maravilha do mundo, entre idas e vindas, devagar e rápido, só a cabeça e depois a rola toda dentro da minha boca.

- Sua putinha, quer me fazer gozar é?

- Não é minha intensão, mas se quiser eu quero rs

Continuei chupando com maestria, primeiro a cabecinha e depois a base, cada centímetro sentindo meus lábios.

- Putz, eu esqueci as camisinhas.

- Eu comprei fica tranquilo.

Peguei a camisinha na bolsa e entreguei.

Aos poucos Rafael foi preenchendo cada centímetro da minha boceta, enquanto eu gemia e ficava cada vez mais molhada. As estocadas eram fracas e intensas, hora fortes que pareciam me rasgar. Sentia que iria gozar a qualquer momento o que não demorou muito. A cada nova investida sentia que iria gozar mais e mais vezes naquele dia e naquele final de semana.

Perdi a conta de quantas vezes gozei e estava fora de mim, mas sabia que não era metade do que ainda poderíamos fazer.

Fizemos sexo durante quase toda a tarde, caímos no sono suados e gozados. Quando acordamos era 22h e fomos tomar um banho. Pedimos novamente comida e claro eu fui a sobremesa.

No dia seguinte, tomamos café e ele foi trabalhar, assim como eu, precisávamos resolver umas pendências de última hora. O dia passou tão rápido que nem prestamos atenção, quando terminei me lembrei que tinha comprador o consolo e que iria usar aquela noite. O bom é que nem roupa eu precisava estar, muito menos ele, então quando deu 20h decidi que iria fazer aquele homem gozar novamente.

Sentei no seu colo em cima da cadeira que ele estava, roçando em seu pau até deixar ele duro do jeito que eu gosto. Peguei uma camisinha e coloquei nele, iniciando um movimento de vai e vem que pra mim poderia ser eterno, por que fazer sexo com esse cara é bom demais. Fiquei de costas para ele, continuando a cavalgar, ele não perdeu a oportunidade e começou a acariciar minha bunda.

- Quero te comer na varanda...

- E eu quero dar pra você na varanda...

- Mas antes quero sentir até o fundo da sua garganta, adoro saborear essa putinha gostosa que eu posso comer quando eu quiser.

Ajoelhei em sua frente, arranquei a camisinha e dei meu nome naquele boquete.

Rafael me puxou tão rápido que nem percebi e estávamos na varanda.

- Espera, tenho uma coisa pra gente.

Corri na bolsa e peguei o consolo, notei que tinha transado pra caramba, por que comprei 3 pcts de camisinha e 2 já tinham ido embora rs.

- Quero lembrar do nosso sexo a 3.

Mostrei o consolo pra ele.

- Que safada, você vai deixar ele bem molhadinho, por que enquanto eu como seu cuzinho, ele vai estar enterrado nessa buceta gulosa que você tem.

Só de ouvir essas palavras tive uns 10 orgasmos.

Eu estava tão molhada que ele nem precisou me lubrificar para meter em mim.

A cena mais linda de se ver foi vivida, eu de quatro, o telhado eram as estrelas, eu gemendo e gozando, Rafael metia ferozmente na minha bunda, enquanto eu me masturbava com o consolo. Ouvir gemidos e urrus do fundo da garganta do Rafael era saber que ele estava prestes a gozar.

Foi a melhor gozada da minha vida! O final de semana acabou porém nossas histórias não.

Até a próxima...

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