Enquanto Meu Namorado Assistia: Fui Usada e Mijada por Dois Cachorro

Da série Zoo
Um conto erótico de Cat
Categoria: Zoofilia
Contém 1260 palavras
Data: 17/05/2026 11:42:21

Eu me chamo Cat e essa noite foi uma das mais loucas e molhadas da minha vida. Meu namorado Vitor e eu resolvemos sair pra dar uma volta com o nosso Rottweiler, Thor, já era quase meia-noite e o parque que costuma ser lotado durante o dia estava completamente vazio. A gente caminhava de mãos dadas, rindo, quando Thor começou a puxar a guia algo muito animado. Dois minutos depois vimos o outro cachorro: um Pastor Alemão grande, bonito, já sem guia, correndo solto. Os dois cães se encontraram no meio do gramado e começaram a brincar, correndo em círculos, latindo baixinho, cheirando um ao outro.

Vitor me puxou pra um canto mais escuro, atrás de umas árvores, e começou a me beijar. Um beijo daqueles que ele sabe dar: língua molhada, mão descendo direto pra minha bunda, apertando forte. Eu já estava agitada, sentindo uma vontade enorme de xixi que vinha me martelando desde a janta. Vitor sabe do meu fetiche — ele tem tesão em golden shower — então ele adora me ver apertada assim, rebolando as pernas, apertando a xoxota sem querer. Ele encostou a boca na minha orelha e sussurrou rouco:

— Cat… você tá apertadinha pra mijar, né? Tá com a xota latejando? Olha os cachorros brincando… imagina eles te montando enquanto você segura o mijo.

Minha buceta piscou sozinha. Eu estava de short jeans fininho, sem calcinha porque a gente sempre sai assim pra esse tipo de coisa. Senti o líquido quente se acumulando lá embaixo, aquela pressão deliciosa que mistura vontade e tesão. Vitor continuou instigando:

— Topa, amor? Deixa eles te foderem… eu quero ver a minha putinha mijando enquanto toma rola de cachorro.

Eu gemi baixinho, já molhada pra caralho. A pressão na bexiga estava aumentando a cada segundo e isso só deixava tudo mais quente. Concordei com a cabeça, a voz saiu rouca:

— Eu topo… mas eu tô apertada pra mijar, Vitor… não sei se consigo segurar.

Ele sorriu daquele jeito safado e me ajudou a tirar o short. Fiquei só de camiseta fina, sem nada por baixo. Os cachorros pararam de brincar e vieram cheirar. Thor, nosso Rottweiler grande e musculoso, foi o primeiro a enfiar o focinho entre minhas pernas. A língua dele — grossa, quente, áspera — lambeu minha buceta inchada num único golpe longo. Eu quase caí de joelhos.

— Ahh… caralho…

O Pastor Alemão se aproximou também. Vitor tirou a guia do Thor e os dois cães pareciam entender o que ia acontecer. Eu me ajoelhei no gramado molhado, apoiada nas mãos e joelhos, bunda empinada. Thor foi o primeiro a subir. Os cachorros não hesitaram: ele montou nas minhas costas, as patas dianteiras segurando minha cintura, e o pau já duro — fino, longo, com aquele nó vermelho inchado — começou a bater nas minhas coxas. Vitor agachou na minha frente, segurando meu queixo:

— Agarra ele, Cat. Guia o pau pra sua buceta apertada.

Eu estendi a mão por baixo e segurei o membro quente do Thor. Estava latejando, escorrendo pré-porra. Eu posicionei na entrada da minha xoxota inchada e ele enfiou tudo de uma vez, rápido e bruto.

— Porraaa! — gritei, sentindo aquele pau fino e pontiagudo rasgando meu interior.

Thor começou a meter feito louco, batidas rápidas, molhadas, o nó batendo na minha entrada tentando passar. Cada estocada fazia a pressão do mijo aumentar dentro de mim. Eu sentia a bexiga cheia, doendo de tão apertada, e a cada arremetida o prazer e a urgência de mijar se misturavam de um jeito sujo que me deixava ainda mais molhada. Meu clitóris latejava.

O Pastor Alemão não ficou pra trás. Ele passou por cima da minha cabeça e eu abri a boca, deixando ele enfiar o pau na minha cara. Eu chupei aquele pau de cachorro como uma vadia, engolindo o gosto salgado, sem parar de gemer por causa das metidas do Thor na minha buceta.

— Isso, Cat… chupa ele enquanto toma rola no cu… —

Vitor falou, já masturbando o próprio pau bem devagar.

Thor bateu forte e consegui sentir o nó inchando, passando pela minha entrada inchada. Entrou com um “pop” molhado e ele travou dentro de mim, ejaculando quente, muito sêmen escorrendo da minha buceta ao redor do nó. Eu não aguentava mais. A pressão do mijo estava insuportável.

— Vitor… eu não aguento mais… eu vou mijar… — implorei.

— Mija, amor. Mija agora enquanto ele tá preso na sua buceta.

Eu soltei tudo. Um jato quente, forte, dourado saiu da minha xoxota apertada ao redor do nó do Thor. O mijo espirrou pra todo lado, molhando as patas do cachorro, escorrendo pelas minhas coxas, formando uma poça no gramado. Eu gemia alto enquanto mijava, o orgasmo vindo junto com o alívio. Thor continuou enfiado, gozando mais dentro de mim enquanto eu mijava em volta dele.

O Pastor Alemão tirou o pau da minha boca e andou pra trás. Eu ainda estava engatinhando, nó do Thor preso, quando senti o Pastor subindo também. Vitor ajudou: ele puxou minha bunda pra cima e o Pastor enfiou na minha bunda já escorregadia de mijo e porra. Outro pau quente, grosso, enfiando sem dó.

Eu estava sendo usada pelos dois cães ao mesmo tempo: Thor preso na minha xoxota, gozando e chorando dentro, o Pastor arrematando minha bunda num ritmo rápido e duro. E eu continuei mijando. Não conseguia parar. Jatos quentes saíam a cada estocada forte, molhando tudo. Vitor segurava minha cabeça e falava:

— Isso… molha os cachorros, sua putinha do golden shower… mija enquanto toma porra de Rottweiler e Pastor.

O Pastor gozou primeiro na minha bunda, um jorro quente e grosso. Quando ele saiu, eu me virei de barriga pra cima no gramado molhado, pernas abertas. Thor ainda estava ligado em mim, mas o nó finalmente começou a diminuir. Quando saiu, um monte de porra misturada com meu mijo escorreu da minha buceta aberta.

Os dois cachorros ainda estavam excitados. Thor foi o primeiro a mijar em mim. Ele levantou a pata e um jato amarelo, quente, forte, acertou direto na minha barriga, subiu pros meus peitos, pingou no meu rosto. Eu abri a boca e deixei ele mijar na minha língua, engolindo um pouco. O Pastor se juntou: ele também mijou em cima de mim, jatos potentes cobrindo minha xoxota inchada, o rosto, o cabelo. Eu estava completamente banhada de mijo de cachorro, misturado com porra, gemendo como uma puta viciada.

Vitor não aguentou. Ele se ajoelhou ao meu lado e mijou também, um jato grosso e quente caindo na minha boca aberta enquanto eu engolia tudo o que podia. Eu gozei de novo só de sentir tudo aquilo, corpo inteiro tremendo, buceta piscando vazia, bunda latejando, toda molhada de xixi e porra.

No final a gente ficou deitado no gramado, eu coberta, fedendo a mijo e sexo animal, o cheiro forte no ar. Thor e o Pastor deitaram perto, exaustos. Vitor me beijou na boca, saboreando o gosto de tudo.

— Minha putinha favorita… — ele sussurrou. — A gente vai fazer isso de novo, né?

Eu sorri, ainda sentindo o gosto salgado na língua e a buceta latejando.

— Quando você quiser… eu já tô com vontade de novo.

Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋

E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!

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