O Despertar de um garoto

Um conto erótico de Cris Bitch
Categoria: Heterossexual
Contém 1659 palavras
Data: 17/05/2026 14:33:01

Meu nome é Cristina. Tenho 29 anos e, se você me visse andando pela rua, provavelmente viraria o pescoço para olhar duas vezes. Não digo isso por arrogância, mas porque conheço muito bem o poder do meu corpo. Sou loira, com cabelos que caem em ondas douradas até o meio das costas, pele bem branca que contrasta perfeitamente com qualquer lingerie escura que eu decida usar, e olhos azuis tão intensos que costumam desarmar qualquer homem em segundos. Tenho 1,63 de altura, o que me dá um ar de mulher pequena, mas as minhas curvas contam uma história completamente diferente. Meus seios são fartos, empinados e naturais, sempre pedindo para serem apertados, e minha bunda... ah, minha bunda é grande, redonda e empinada, o tipo de rabo que faz os homens perderem a linha e a compostura.

Eu nunca fui o tipo de mulher recatada. Pelo contrário, sou extremamente safada e não tenho a menor vergonha de admitir isso. Já perdi as contas de quantos relacionamentos intensos, casuais e puramente carnais eu já tive. Gosto de sexo. Gosto do suor, dos gemidos, da pele batendo contra pele, da submissão e da dominação. Sou vulgar quando as portas se fecham — e às vezes até quando estão abertas. Já transei em banheiros de balada, no banco de trás de carros em movimento, em provadores de loja. Se eu sinto tesão, eu resolvo, não importa onde ou com quem. Para mim, o sexo é um esporte, uma arte, e eu sou uma atleta de elite.

Mas, de todas as minhas aventuras recentes, teve uma que me pegou de surpresa. O nome dele era Kaique.

Kaique tinha acabado de fazer 18 anos. Ele era o irmão mais novo de uma conhecida minha, um garoto que eu vi crescer, mas que, de repente, espichou, ganhou ombros largos, um maxilar marcado e um olhar que misturava a inocência da juventude com uma fome que eu reconheci de longe. Ele estava na fase em que os hormônios fervem, e eu, bem, eu sou a personificação do pecado para um garoto dessa idade.

Tudo aconteceu em uma tarde de sábado. A irmã dele tinha me pedido para passar no apartamento deles para pegar umas roupas que ela ia me emprestar, mas ela acabou se atrasando no trabalho. Quem abriu a porta foi ele.

Ele estava sem camisa, vestindo apenas uma bermuda de moletom cinza que deixava muito pouco para a imaginação. O corpo dele era magro, mas definido, com aquele vigor que só a juventude tem.

— Oi, Cris... — ele disse, passando a mão no cabelo escuro, visivelmente nervoso. — A minha irmã ainda não chegou. Mas entra aí, fica à vontade.

Eu sorri, aquele sorriso de predadora que já encontrou sua presa. Entrei no apartamento, rebolando de propósito, sentindo o olhar dele queimar na minha bunda. Eu estava usando um vestido vermelho bem justo e curto, sem sutiã, com os faróis acesos marcando o tecido.

— Obrigada, Kaique — eu disse, me sentando no sofá e cruzando as pernas lentamente. — Você cresceu, hein? Tá um homem feito.

Ele corou, mas não desviou o olhar. Sentou-se na poltrona de frente para mim, tentando disfarçar o volume que já começava a se formar na bermuda dele.

— É... o tempo passa, né? — ele gaguejou um pouco.

— Passa sim... — Eu me inclinei para frente, deixando o decote do vestido mostrar boa parte dos meus seios. — E me diz, Kaique, você já tem namorada? Ou anda se divertindo por aí?

Ele engoliu em seco. A respiração dele já estava mais pesada.

— Não, não tenho namorada. Só... umas ficantes.

— Ficantes? — Eu ri, uma risada rouca e provocante. — E elas sabem o que fazer com um garoto cheio de energia como você? Porque, sinceramente, eu acho que você precisa de uma mulher de verdade para te ensinar algumas coisas.

Os olhos dele se arregalaram. Ele sabia exatamente o que eu estava insinuando, mas parecia não acreditar que aquilo estava realmente acontecendo.

— Como assim, Cris? — ele perguntou, a voz falhando.

Eu me levantei devagar, caminhei até ele e parei bem no meio das pernas dele. Passei a mão pelos cabelos dele, descendo para o pescoço e depois para o peito nu.

— Como assim? — sussurrei, me abaixando até que meu rosto ficasse a centímetros do dele. — Eu tô dizendo que eu tô louca para ver se você aguenta o tranco, moleque.

Ele não pensou duas vezes. As mãos dele, grandes e quentes, agarraram a minha cintura com uma força que me surpreendeu. Ele me puxou para o colo dele e colou a boca na minha. O beijo foi desesperado, faminto, cheio de uma luxúria reprimida. A língua dele invadiu a minha boca com vontade, e eu gemi, sentindo o pau dele duro como pedra roçando na minha intimidade através do tecido do vestido.

— Caralho, Cris... você é muito gostosa — ele murmurou contra os meus lábios, apertando a minha bunda com as duas mãos, amassando a carne farta.

— Então me mostra o que você sabe fazer, Kaique — eu provoquei, rebolando no colo dele, sentindo ele gemer de prazer.

Ele não perdeu tempo. Com uma agilidade impressionante, ele puxou o meu vestido para cima, revelando que eu estava usando apenas uma calcinha de renda preta minúscula. Ele olhou para os meus seios, que pularam para fora do decote, e os olhos dele brilharam.

— Puta que pariu... — ele sussurrou, antes de abocanhar o meu mamilo direito.

Eu joguei a cabeça para trás e soltei um gemido alto. A boca dele era quente, e ele sugava com uma força deliciosa, enquanto a outra mão apertava o meu seio esquerdo. Eu enfiei as mãos nos cabelos dele, puxando de leve, incentivando.

— Isso, garoto... chupa gostoso... — eu gemia, me esfregando cada vez mais no pau dele.

Ele desceu os beijos pelo meu pescoço, pelo meu colo, até chegar na minha barriga. Com um movimento rápido, ele rasgou a minha calcinha de renda — literalmente rasgou — e me deitou no sofá.

— Eu sempre quis fazer isso com você, Cris. Desde que eu tinha uns quinze anos e te vi de biquíni na praia — ele confessou, a voz rouca de tesão, enquanto abria as minhas pernas.

— Então aproveita, Kaique. Eu sou toda sua hoje — eu respondi, abrindo bem as pernas e exibindo a minha buceta já encharcada para ele.

Ele se ajoelhou no chão, entre as minhas pernas, e enterrou o rosto na minha intimidade. A língua dele era ágil, explorando cada dobra, chupando o meu clitóris com uma vontade que me fez revirar os olhos. Ele não tinha a técnica de um homem mais velho, mas a energia e a fome dele compensavam qualquer coisa. Ele chupava, lambia e enfiava dois dedos em mim, me fazendo gozar em questão de minutos.

— Ah, Kaique! Porra! — eu gritei, gozando forte, tremendo no sofá enquanto ele bebia os meus sucos.

Ele se levantou, limpando a boca com as costas da mão, e abaixou a bermuda. O pau dele pulou para fora, grosso, latejante e perfeitamente ereto. Era uma visão maravilhosa.

— Agora é a minha vez, Cris — ele disse, com um sorriso malicioso.

Eu me ajeitei no sofá, deitando de costas e levantando as pernas, segurando os meus próprios joelhos.

— Vem, moleque. Mete com força. Mostra pra essa puta aqui o que você tem.

Ele se posicionou e, sem nenhum aviso, enfiou o pau inteiro dentro de mim de uma vez só.

— AAAAAH! — eu gritei, sentindo a grossura dele me preencher completamente. — Caralho, Kaique! Que delícia!

Ele começou a estocar, no começo devagar, mas logo o instinto tomou conta e ele passou a meter com uma força brutal. O barulho da pele dele batendo contra a minha bunda ecoava pela sala. Plaft, plaft, plaft.

— Você gosta, sua safada? — ele perguntava, ofegante, segurando a minha cintura com força para não me deixar escapar.

— Gosto! Eu amo! Mete mais forte, Kaique! Arromba a minha buceta! — eu gritava, completamente entregue à vulgaridade que eu tanto amava.

Ele me puxou pelos braços, me fazendo sentar no colo dele enquanto ele continuava metendo. Eu abracei o pescoço dele e comecei a quicar, sentindo o pau dele bater fundo no meu útero. Os nossos corpos estavam suados, colados, e o cheiro de sexo impregnava o ar.

— Cris... eu vou gozar... eu não vou aguentar muito tempo... — ele avisou, a respiração entrecortada, os olhos revirando.

— Goza dentro, Kaique! Enche a minha buceta de porra! — eu ordenei, apertando as unhas nas costas dele.

Ele deu mais três estocadas violentas, grunhiu como um animal e eu senti o jato quente de sêmen inundando o meu interior. Eu gozei junto com ele, contraindo os músculos da minha buceta ao redor do pau dele, sugando até a última gota.

Nós caímos exaustos no sofá, ele por cima de mim, com o rosto enfiado no meu pescoço, respirando fundo.

Ficamos ali por alguns minutos, até que eu dei um tapinha na bunda dele.

— Nada mal para um garoto de 18 anos — eu disse, rindo e empurrando ele de leve para o lado.

Ele sorriu, ainda ofegante, com um olhar de pura adoração.

— A gente pode fazer isso de novo? — ele perguntou, parecendo um cachorrinho pidão.

Eu me levantei, peguei o meu vestido do chão e comecei a me vestir, deixando a calcinha rasgada para trás.

— Quem sabe, Kaique. Quem sabe.

Dei um beijo rápido na boca dele, peguei a minha bolsa e saí do apartamento antes que a irmã dele chegasse. Enquanto eu descia pelo elevador, sentindo o sêmen dele escorrer pelas minhas pernas, eu não pude deixar de sorrir.

Kaique foi uma delícia, uma surpresa maravilhosa. Ele me levou à loucura com aquela energia inesgotável. Mas, no fim das contas, ele foi apenas mais um. Mais um corpo, mais uma foda incrível, mais uma aventura para a minha longa lista.

Eu sou Cristina. E a minha fome nunca acaba. Amanhã é um novo dia, e eu mal posso esperar para ver quem será a minha próxima vítima.

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