Esta história é verídica e aconteceu a uns 10 anos atrás e me marcou demais. Meu nome é Edson, tenho 45 anos, sou atlético, 1,77m moreno, 16cm, corpo lisinho, bumbum em forma da academia.
Na época, eu trabalhava numa grande empresa em Moema, SP, e estava separado pois tinha aprontado com a minha esposa, arrumado um caso com a prima dela e ela descobriu tudo e deu uma merda gigante. Saí de casa e fiquei meio perdido. Quem é casado há muitos anos sabe como isso afeta a gente. Eu tinha uns 35 anos, moreno, bonito, sempre tive o corpo em forma, sempre bem arrumado, chovia mulher e eu não resistia à tentação.
Com a separação, enfiei o pé na jaca de vez: saía quase todas as noite, só na putaria. Estava aproveitando tudo o que tinha perdido nos anos de casamento. Foi neste embalo que, no carnaval, decidi ir para Floripa pela primeira vez. Praia, mulheres bonitas, solteirice... Decidi ir de última hora e comentei no trabalho. Marcelo, um garotão de seus 20 anos na época que vivia indo nas farras com minha turma, logo se ofereceu para ir junto. Pensei, por que não? Ele também era um rapaz boa pinta, 1,85m, corpo em forma, desenrolado com a mulherada... ter um parceiro no mesmo nível que eu chamaria a atenção e os dois poderiam se dar bem.
Saímos numa quinta de manhã no meu carro rumo à Sodoma, quer dizer, Floripa, cheios de expectativas de muito sexo e putaria. Chegamos lá no final do dia sem nem hospedagem resolvida, então imaginem. Hoteis tudo lotados devido ao feriado, mas achamos um quarto num hostel meia boca com duas camas de solteiro, preço bem honesto, e no final estávamos ali pra curtir a rua, sendo o de menos o lugar onde dormiriamos.
Logo na primeira noite, fomos atrás de umas gatas que conhecemos pela internet que estavam hospedadas em Guarda de Embaú, instância vizinha à Floripa, mas perdemos viagem, pois as vadias tinham saído antes de chegarmos e ninguém sabia onde estavam. Como eu estava muito cansado de dirigir 800 km naquele dia, sugeri ao Marcelo que fossemos dormir pra estar com as baterias recarregadas no dia seguinte. Voltamos pro hostel em Floripa onde finalmente pudemos tomar um banho e relaxar. O calor era absurdo, e como estávamos num quarto só nosso, ficamos à vontade. Eu apenas de calção, deitado na cama, tomando dos vinhos que haviamos trazido, enquanto Marcelo tomava o banho dele. Porta aberta, ele não fazia questão e em certo grau nem eu, mas não deu pra evitar a olhada no pinto dele, que era grande mesmo mole, todo depilado, corpo bonito mesmo, magro mas definido em 1,85 de homem. Talvez o efeito do álcool tenha mexido um pouco comigo.
Enquanto eu viajava observando o corpo dele, lembrei da minha adolescência, quando tive meu primeiro e único contato com alguém do mesmo sexo. As tardes se pegando com meu amigo Sandro que ficaram no passado, a sensação maravilhosa que eu sentia com ele me sarrando, eu segurando no pau duro dele e colocando na boca... eu nem fazia questão de usar a minha vez no suposto troca-troca, deixava ele me usar mesmo, porque adorava ser a mulherzinha dele, porém nunca houve penetração. Mas aquilo ficou lá no passado, depois que comecei a namorar com a minha esposa nunca mais olhei pra trás e até cheguei a esquecer dessas experiências.
Tudo isso passou pela minha cabeça numa fração de segundo, e até bateu uma pontinha de tesão, mas minha programação masculina logo ignorou e me recompus.
Porém essa recomposição não durou muito, quando vi Marcelo saindo do banheiro totalmente nu, vindo em minha direção com aquela benga balançando, uma imagem linda de se ver. Sentou na cadeira do lado da minha cama, com aquele pau enorme e depiladinho a meio metro do meu rosto, ainda mole, secando os pés e conversando comigo na maior naturalidade. Era difícil disfarçar minha desconcentração no que ele falava, mas dei o meu melhor.
Ele vestiu uma cueca boxer, e só. Sentou na minha cama e passou a beber junto comigo enquanto falávamos de putaria, das vadias da empresa, de Floripa, etc. A certa altura, ele soltou que não acreditava que ia dormir sem dar uma aquela noite, que estava com muito tesão, que precisava de pelo menos um boquete pra aliviar e dormir. Eu ria e sugeria ele tocar uma e ir descansar, mas na brincadeira mesmo, não falava sério.
Foi quando ele, sem nenhuma cerimônia, tirou aquele instrumento intimidador da cueca a meia bomba e disse, "Beleza, acho que vai ser isso mesmo, vou socar uma aqui, gozar e dormir". Eu ri e disse, "Só você mesmo..." com a voz meio embargada. Não sei se ele percebeu algo ou se só porque ele sempre foi muito safado mesmo, mas não pensou duas vezes em me sugerir que a gente "se ajudasse" batendo punheta um pro outro. Eu dei uma de que aquilo era coisa de viado, mas ele logo disse que ninguém saberia, que estava mesmo precisando gozar e eu, hipnotizado por aquela rola linda, timidamente tirei meus 16cm pra fora e comecei a me tocar também.
Marcelo, mostrando experiência, colocou a mão dele por cima da minha, que segurava minha rola, e eu soltei um pequeno suspiro de tesão naquela hora. No alto dos meus 1,75 de altura, as mãos dele, com 1,85m eram muito maiores que a minha. Ele gentilmente envolveu a minha mão, tirou ela do meu pau e levou até o dele me fazendo segurar aquela carne grossa.
Quando minha mão tocou naquela peça incrível, foi como se tivesse apertado um botão nele, e conseguentemente em mim também. Aquele pinto, que já mole era maior que o meu duro, ganhou corpo e agigantou imediatamente. Devia medir uns 21cm em riste, não era grosso demais, mas muito veiudo e chegava a envergar. Ficou tão duro, que eu sentia ele latejando na minha mão pequena. Ele fez o movimento de vai e vem envolvendo a minha mão por uns segundos e depois soltou, deixando eu continuar sozinho, enquanto ao mesmo tempo levou a mão enorme dele pro meu pinto padrão, que também ficou muito duro com o toque dele.
E assim ficamos por uns minutos, eu mudo, só masturbando aquele colosso moreno e lisinho, cheio de veias, minha respiração ofegante, enquanto Marcelo também me masturbava, enquanto falava umas putarias baixinho, tipo "Caralho que mão gostosa você tem, vou gozar gostoso nessa mão..." e por incrível que pareça isso ia me deixando mais doido ainda. Sentia vontade de segurar aquele pedaço enorme de carne com as duas mãos, mas me controlei até o final, quando aquela pica linda explodiu num gozo que esguichou porra pra todo lado, inclusive no meu peito e rosto. Eu gozei logo na sequência, só de ver aquela cena espetacular, mas meu gozo não chegava aos pés em abundância comparado com o dele. Aquele saco enorme realmente fazia jus à expectativa e tinha muito, mas muito leite nele...
Ficamos uns minutinhos jogados pela cama, cada um num canto, mas na mesma cama. Ele levantou e foi tomar uma chuveirada. Eu fiquei constrangido de entrar no banheiro, estava sentindo um misto de vergonha e culpa. Limpei a porra dele com a minha camiseta que ia lavar no dia seguinte, sentindo o cheiro forte de esperma fresco espalhando no meu corpo enquanto limpava. O perfume do leite dele na minha pele provocava em mim um misto de constrangimento e excitação. Apesar de ter acabado de gozar, meu pau dava uns pequenos espasmos, querendo endurecer de novo quando eu exalava aquele cheiro, e ao mesmo tempo meu ânus contraía de leve, instintivamente.
Ao mesmo tempo, olhava aquele menino homem tomando banho com a porta arreganhada, ensaboando todo aquele corpo enquanto aquela rola enorme que eu tinha acabado de ordenhar balançava debaixo do chuveiro. Não sei descrever precisamente o que sentia, mas era como se me sentisse culpado e ao mesmo tempo com muito tesão daquilo tudo.
Com vergonha, cheguei a me cobrir com o lençol, mas era impossível ficar coberto devido ao calor. Com um único ventilador bem pequeno no quarto, só dava pra ficar descoberto. Limpei meu pau na camiseta suja, vesti só a cueca e deitei de lado, virado pro outro lado, pois estava com vergonha de encarar Marcelo. Talvez de manhã, mas naquela hora parecia impossível... Apaguei a luz e fiquei em silêncio, esperando que ele deitasse na cama dele para que eu, no escuro, fosse no banheiro me limpar direito. O cheio da porra dele impregnava a minha mão, e de vez em quando eu levava ela até o meu nariz e cheirava, o que me dava um misto de culpa e tesão.
Um turbilhão passou pela minha cabeça naqueles minutos. Tipo, "o que estou fazendo da minha vida, eu não sou isso, só aconteceu porque bebi demais"... ficava procurando um álibi pro que tinha acontecido, de modo a me isentar do sentimento de culpa. E nada do Marcelo sair do banheiro. Cansado da viagem, acabei cochilando ali.
Não sei quanto tempo passou, mas só senti o Marcelo sentando na beira da minha cama, pro lado que eu estava virado, aquele cheiro agradável de sabonete invadiu as minhas narinas, misturando com o cheiro de porra da minha mão. Em pouco tempo, senti a mão dele tocando o meu bumbum, por cima da cueca. Me mantive imóvel, paralisado de tesão e ansiedade. Eu já tinha gozado mas aqueles pequenos espasmos no pinto e no ânus voltaram na mesma hora. Marcelo começou a alisar a minha bunda bem suavemente, ao mesmo tempo em que ouvia ele batendo uma punheta com a outra mão. Aquele barulhinho típico da mão esmagando o saco num vai e vem. Ele não dizia nada, só alisava minha bunda com carinho e se masturbava. Meu pau endureceu na mesma hora com aquela vara gigante ali, de novo, a poucos centímetros do meu rosto.
Em silêncio, envolvi a mão dele com a minha, do mesmo jeito que ele tinha feito comigo um pouco antes, e aos poucos fui puxando aquele pinto incrível pra perto de mim, até chegar ao alcance da minha boca. Ele segurou o meu queixo carinhosamente, como se estivesse me oferecendo uma coisa muito gostosa pra provar, e no final era mesmo deliciosa. Senti aquela cabeça enorme tocar meus lábios e minha boca automaticamente se abrir pra oferecer aquele carinho, enquanto Marcelo jogou a cabeça levemente pra trás soltando um pequeno suspiro.
Imediatamente, aquela mão enorme e morena jambo deslizou pra baixo da tecido da minha cueca e começou a alisar meu bumbum na pele, com muita suavidade mesmo, me deixando maluco de tesão. Eu chupava a cabeça daquele pinto cheiroso e grande de um jeito delicado, suave, como se estivesse degustando uma fruta deliciosa com medo de ela acabar. Sentia aquele líquido lubrificante saindo da ponta do pinto dele e sugava, imaginando que aquela ferramenta devia estar louca pra ser agasalhada enquanto o dedo grosso do Marcelo massageava meu cuzinho, às vezes colocando a ponta dentro de mim, o que deixava maluco de tesão de uma forma inexplicável e me fazia sugar aquele cabeçona deliciosa com mais intensidade. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas por mim ficaríamos por horas, pois estava maravilhoso.
Vendo o estado de excitação que aquelas dedadas me deixavam, aquele rapaz maravilhoso percebeu que eu não tinha forças pra resistir a mais nada, e perguntou baixinho se podia esfregar o pau no meu bumbum, que ia só dar umas encoxadas, eu assenti timidamente com a cabeça, com a respiração já ficando pesada, enquanto pensava intimamente o quanto queria aquela carne dura dentro de mim, quase tomando coragem para implorar.
Marcelo deitou atrás de mim, eu de ladinho, e encaixou aquele colosso de pica no meu reguinho, me abraçando por trás, trazendo meu quadril pra bem juntinho mesmo, eu sentindo aquele tronco quente e roliço, macio e muito firme, esfregando no meu bumbum, enquanto ele babulciava putarias no meu ouvido, beijava a minha nuca, "Que bunda deliciosa, lisinha, empinadinha...", passando a mão pelo meu corpo de forma firme e gentil. Aquelas palavras sacanas no pé do ouvido me deixavam fora de mim. Em pouco tempo eu estava rebolando naquela vara descomunal, mostrando pra ele em silêncio que eu já não oferecia mais nenhuma resistência.
Não demorou, aquele rapaz jovem e sedutor começou a cutucar meu botãozinho anal com aquela cabeça enorme. Nestas alturas, minha vergonha já tinha ido embora, eu só queria sentir, me entregar logo, e por mais perigoso que parecesse na hora, eu queria sentir aquele pinto na pele, sem proteção nenhuma, queria sentir a carne dele entrando e saindo de mim e me inundando com aquele gozo farto que eu havia presenciado momentos atrás.
Perguntei meio tímido se ele poderia esperar eu me higienizar internamente antes de ele me penetrar, e ele assentiu positivamente.
Levantei no escuro, deixando aquele macho ali, com o pau em riste, e fui no banheiro fazer a chuca no chuveirinho. Enquanto higienizava meu ânus, me senti uma verdadeira putinha, pois sabia que estava ali limpando a área pra deixar aquele macho alfa me usar sem incômodos. Aquilo me deu um tesão que não sei explicar, já não tinha mais controle de mim, se Marcelo desistisse de me comer naquela noite eu suplicaria pela rola dele até convencer ele a me preencher. Garanti minha higiêne anal e logo voltei pra cama. Ele tinha unido as duas camas para formar um ninho de casal. Estávamos no breu total, eu tinha vergonha de acender a luz, mas ali, na escuridão iluminada apenas pela noite enluarada, eu me soltava pra dar e sentir prazer como nunca tinha sentido antes.
Meu homem estava deitado no meio das duas camas, totalmente nu, o pau a meia bomba, pois demorei uns minutos pra me higienizar pra ele. Desta vez, já fui direto com a boca e engoli aquele mastro em repouso. Senti aquilo crescendo no calor dos meus lábios até mal caber a cabeça na minha boca. Puxei um lubrificante da cabeceira, que estava destinada ao cú de uma putinha qualquer de Floripa que eu teria comido aquela noite, sem imaginar que no final eu seria essa putinha.
Lubrifiquei bem aquele pau descomunal, usando as duas mãos pra cobrir toda a área enquanto batia uma punheta pra ele de leve, depois dei uma lubrificada no meu cuzinho e dentro dele, como a preparação final para ser deflorado.
Em seguida, subi no colo daquele homem, empinei meu bumbum lisinho e grande, abri bem as duas bandas e fui, devagar, descendo naquele monumento peniano. Marcelo suspirava alto, calado. Era nítida a ansiedade dele em me penetrar logo, e eu também queria muito, mas fui cuidadoso e ele muito paciente. Passava as mãos grandes suavemente pela minha bunda enquanto eu sentia aquela cabeça forçando devagarzinho meu último resquício de masculinidade. Eu descia meu bumbum e subia na cabeça da vara muito dura dele, abrindo aos poucos caminho para aquele macho delicioso. Naquela altura eu já não me reconhecia mais, o homem tinha ido embora e no lugar estava a putinha que sempre existiu dentro de mim e que tinha sido despertada novamente após anos adormecida.
Quando a cabeça finalmente passou, comecei a choramingar como uma vadia, quebrando aquele silêncio excitante. Dali pra frente, as últimas resistências das minhas preguinhas foram cedendo, até eu finalmente sentir que tinha engolido tudo o que podia daquele cacete delicioso.
Tudo o que me lembro desse momento é o torpor que sentia. A sensação de prazer e uma dor gostosa de ter conseguido acomodar tudo aquilo dentro de mim e não ter decepcionado meu macho. De vez em quando, eu passava as mãos no meu cuzinho e sentia aquela verga dura saindo de dentro de mim, incrédulo e muito excitado por estar vivendo aquele momento.
Depois de uns minutinhos, começamos a nos movimentar bem devagar até sincronizarmos os movimentos. E dali pra frente, senti confiança em cavalgar aquele garanhão, sempre cuidando pra deixar entrar tudo aos poucos. Nem sei quando, mas quando dei por mim já estava com tudo aquilo dentro, pulsando deliciosamente. Sentia o saco enorme dele colando no meu bumbum enquanto eu subia e descia. Meu pinto duríssimo balançava no ar enquanto eu cavalgava aquele garanhão.
Marcelo passou a me xingar de vadia, putinha, vagabunda, viadinho... e quanto mais ele me xingava mais tesuda eu me sentia e sentava com mais vontade naquela vara. Depois de um tempo ali, Marcelo começou a avisar que ia gozar e isso me tirou ainda mais de mim. Pela primeira vez tive forças e pedi em voz alta pra ele gozar mesmo, me encher de porra, que eu precisava sentir e em poucos minutos senti um jato quente dentro de mim que parecia que não ia mais acabar, provocando uma sensação anal indescritível. Com a sensação de saber que todo aquele leite estava esguichando dentro de mim, não aguentei e irrompi num gozo sem sequer me tocar, só sentindo os jatos maravilhosos me inundando por dentro. Foi um gozo que guardo até hoje nas melhores lembranças, de tão intenso e demorado. Enquanto gozavam meu ânus comprimia e isso amplificava a sensação de prazer.
Seria o primeiro de muitos orgasmos que tive naquele carnaval com Marcelo. Dormimos juntos, mas quando acordei ele já estava na cama dele de volta.
Levantei de mansinho e, no banho, ele veio novamente me surpreender. Naquelas alturas, eu já não negava mais nada, me sentia totalmente dele para que fizesse o que bem entendesse comigo. Chupei, dei de novo...
Foi uma experiência maravilhosa, mas que ficou ali, em Floripa, e nunca repetimos de novo, nem tocamos no assunto quando voltamosm, até finalmente cada um seguir seu rumo um tempo depois.
Voltei para a minha esposa uns meses depois dessa aventura, mas nunca contei a ninguém o que aconteceu naquela viagem inesquecível.
Segui minha vida hetero normalmente, mas esse fantasma do prazer que senti sempre volta a me assombrar e me convidar a fazer de novo.
Se você é um ativo alfa como Marcelo, cheiroso, educado, carinhoso, másculo, e que adora fazer um casado de putinha, quem sabe a gente possa se conhecer... Sou discreto, atlético, não afeminado, corpo lisinho, bumbum grande e empinado.
Me avisem se quiserem saber como foram os dias restantes em Floripa. Fiquem bem!