Minha Boneca Inflável

Um conto erótico de Luizz
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1554 palavras
Data: 17/05/2026 19:35:19
Assuntos: Sadomasoquismo

Oi.

Eu sou um mulato alto de 1,90, 100 quilos, 42 anos de idade. Como eu sou alto e mulato, as pessoas acham que eu tenho o pau grande. É médio, 16 cm.

Eu não citarei a minha cidade.

Moro no interior de São Paulo, próximo a Rio Claro, Limeira.

Sempre eu gostei de porno, onde a mulher é submissa ao homem.

E sempre intensificava.

Comecei a ver na internet, vídeos do "Abusing Her".

Só batia punheta vendo esses vídeos.

E eu adorava ver as putas tomando tapas, cuspidas na cara. Como era gostoso ver aquelas moças sendo humilhadas daquele jeito.

Adoro BDSM. Eu considero BDSM o proibido do proibido. Sexo já é considerado uma coisa proibida, uma coisa para maiores de idade, que tem que ser feito dentro de 4 paredes. O BDSM, é apimentar ainda mais isso, coisas que muitas pessoas não aceitam e quem gosta é taxado de doido.

Comecei a procurar uma vagabunda.

Foi difícil.

Entrei em alguns grupos de BDSM. A maioria dos grupos não serve para nada. Teve um que eu fui expulso, por uma moça que se dizia submissa, mas na verdade ela queria ditar regras. Nesses grupos tem muitos caga regras. Nem compensa participar. Sai desses grupos.

Uma vez apareceu uma moça de São Paulo. Agitou, agitou e depois pulou fora.

Na minha cidade apareceu 3. Uma não gostou da minha fuça. Outras duas, eu combinei de ir para um Hotel no Centro da cidade, mas elas não apareceram.

Tem muito isso. Mulheres que acham que são submissas e não são bosta nenhuma. Foi até bom então que elas não foram. Se for para ir com uma que não vai aguentar o tranco, é melhor nem ir.

Eu conversava com algumas online. Mulheres doidas. Eu adorava conversar com elas, ficava muito excitado. Online eu não pedia muitas coisas. Tem caras que pedem pra elas enfiarem coisas no cu, na buceta. Eu não curtia isso. O que eu mais pedia, é para elas escreverem coisas no corpo e mandar fotos pra mim (tipo: Eu mereço ser estuprada/Eu sou mulher e tenho que sofrer) ou gravar vídeos pra mim de lingerie e falando coisas do tipo: Uma mulher como eu, puta sem valor, tem que servir para macho bater punheta!

Bloquiei muitas mulheres online também. Por exemplo, conversei altas putarias com uma putinha por duas vezes. Uma noite, essa moça foi mau educada comigo. Depois ela veio me procurar pedindo desculpas. Ai eu deixei bem claro para ela, que mulher nesse mundo tem que servir ao macho, nunca vir com o nariz empinado e questionar o macho. Ou ela serve o macho ou ela não é submissa. Não é vir me procurar só na hora que ela está com tesão. O tesão dela é insignificante. O importante é o meu tesão, o meu prazer. Ela tem que estar pronta para me satisfazer. Bloquiei.

As vezes tinha moças online, pedindo para mostrar o pau. Oxi. Como assim? Sou eu que tenho que pedir as coisas.

As vezes apareciam mulheres que ficavam falando o que eu tinha que pedir kkkkkkkk. Ou maluca, eu peço o que eu quiser, não o que você quer.

O ruim é que essas mulheres moram tudo longe, em outros estados.

Eu adorava conversar com as Mineiras.

É complicado eu sair da minha cidade para encontrar com alguma vagabunda. E se eu perder a viagem? E se a moça não aparecer?

Cheguei a cogitar com garotas de programa. Mas elas cobram muito caro. E tem que ser mulheres que gostam de ser submissa, humilhada.

Até que eu achei uma da minha cidade.

A princípio, eu não gostei da foto dela. Mas tranquilo, nem bonita, nem feia, nem gorda, nem magra. Gostosa.

Conversei 3 dias com ela.

Existe uma regra: Pergunte tudo. Tire print da conversa.

E eu perguntei tudo.

Ela não falou um não pra mim.

Ela sempre respondia que ia ser a minha cadela e que eu podia fazer de tudo com ela.

Eu estava um pouco apreensivo.

Como ela morava na minha cidade, eu fui de bike na casa dela.

Sim, fui na casa dela.

Eu tenho algemas e chicote. Mas não gosto não.

Levei só coleira de cachorro.

No percurso, eu estava preocupado se ela moça, realmente gostava das coisas que eu perguntei, se ela ia aguentar.

Cheguei na casa dela.

Não perguntei, mas pelo sotaque, provavelmente ela é nordestina.

A casa era simples. Uma sala, dois quartos, um banheiro, uma cozinha.

Eu não tinha perguntado se ela era solteira. Ela assumiu que era casada e que o marido dela estava trabalhando. Ela falou que tinha muita vontade de fazer isso com o marido dela, mas o marido dela não gostava.

Como eu disse, eu estava preocupado se ela realmente gostava disso, se ela ia aguentar.

Pois bem.

Que vagabunda maravilhosa.

Em nenhum momento pediu pra mim parar.

Aguentava sorrindo.

E eu tive as melhores sensações de liberdade, de dominação.

Vamos lá.

Eu adorava cuspir na cara dela. Acho que a maior ofensa para uma pessoa, é tomar uma cuspida na cara. Sim, eu queria diminui - lá. As vezes me faltava saliva.

O auge da dominação é o mijo na cara. Eu como tomo muita água, estava abastecido. Mijava na cara dela. Uma das sensações maravilhosa, é depois de mijar, dar aquela chacoalhada que nós homens damos no pau depois de mijar, na cara dela, como se ela fosse a minha privada. A vagabunda depois, lambia a urina no chão. Eu vendo ela de 4 lambendo a urina, ficava mijando uns golinhos. Enxugava o último pingo na cara dela. As vezes eu pegava um copo de suco, colocava o último pingo dentro do suco e pedia para ela beber.

Pegava ela pelos cabelos, pelo pescoço.

Usava a casa inteira.

Quarto, banheiro, cozinha, sala, fundo das casas. Eu a usava na casa inteira.

A vagabunda sempre obediente.

Das 4 vezes que eu fui na casa dela, comi a buceta dela uma vez. Eu sempre comia o cu dela. O cu da uma sensação de domínio.

Sensação de domínio mesmo, é as várias surras de pica que eu dava na cara dela. Batia sem dó. Batia dos lados, batia de frente. Era pistolada atrás de pistolada.

Esfregava o meu pau duro na cara dela.

As vezes ficava com o meu pau ali parado na cara dela, contemplando aquela visão gostosa, ela de joelhos e eu com o pau na cara dela. As vezes eu ficava com as bolas na cara dela.

No quarto dela tinha um espelho. Eu ficava ali, vendo aquela imagem, eu com o pau ou com o saco na cara dela.

As vezes eu pegava ela pelos cabelos, agachava ela e esfregava o meu pau na cara dela.

Também pegava ela pela cabeça, puxava ela junto do meu pau, e ficava roçando o rosto dela no meu pau.

Sempre ficava chamando ela de puta, vagabunda, vadia, biscatona.

Falava pra ela que eu ia me divertir as custas dela e que se foda ela.

Pedia pra ela chupar o meu pau, porque o objetivo dela, era me dar prazer. Ela era a minha boneca inflável. Ela era a mulher da minha punheta. Ali ela não tinha vida própria. Ali ela era minha, um objeto meu, para eu me divertir.

Quando ela estava me chupando, fazia ela engolir a minha rola.

Colocava o pau para fazer volume na bochecha.

Sem avisar, eu mijava dentro da boca dela. Ali ela se afogava um pouco, babava a urina, mas voltava a me chupar.

Uma hora pedi para ela bater uma punheta para mim. Eu perguntei para ela: O que você é? Ela respondeu: Sou uma puta! Eu perguntei: Qual é a sua função? Ela respondeu: Te dar prazer!

Botava ela para lamber a minha cueca, esfregava a minha cueca na cara dela.

Eu a reaprendi ela uma única vez. Foi assim: Dei um tapa na cara dela - Ela falou que eu podia bater mais forte - Eu respondi: Cala a sua boca, eu bato na sua cara do jeito que eu quiser!

Como eu demoro pra gozar, ficava um tempão brincando.

Dava aquela gozada gostosa na cara dela.

Pedia para ela deixar o meu pau limpinho.

Depois a gente ficava conversando como 2 colegas.

Pegava a minha bicicleta e ia embora.

Como ela era doida, ela saia e ia conversar com os vizinhos.

Não sei qual desculpa ela inventava para os vizinhos. Vai ver que ela falava que eu era um pedreiro que estava fazendo serviço na casa dela.

Fui 4 vezes na casa dela.

Depois eu encerrei.

O bairro dela é movimentado.

E se um vizinho fala para o marido dela.

Não tenho mais o contato dela.

Acho que ela me bloqueou.

Eu compreendo, ela falou que a filha dela mexia no celular dela. E se em uma dessas, o marido pega o celular.

Por enquanto não apareceu uma outra vagabunda.

Mas essa vagabunda que eu tive, foi muito boa, eu não aceito uma outra, menos do que ela.

Se alguém quiser trocar experiência, vamos conversar.

luizzcarlus39@gmail.com

Mas atenção, não quero caga regras.

Eu sou dominador do jeito que eu quiser.

E gosto de sentir a sensação de domínio, gosto de me sentir superior a mulher, gosto de denegrir a mulher, gosto de ver a mulher sendo usada para o meu prazer.

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