Eu entrei numa espiral de estresse por conta do trabalho. Durante esses dias, meu namorado me ajudou demais, cuidou das coisas em casa, de mim e fez de tudo para que tudo ficasse mais leve. Acontece que, na quarta feira, meio sem querer, dei uma resposta super rude para ele. A noite, quando estávamos jantando, fui confrontada com isso e não soube como responder.
Ficamos sem nos falar e foi o primeiro dia no ano em que não transei com meu homem. No dia seguinte ele saiu tão discretamente que nem percebi, ainda assim, deixou meu café pronto e um bilhetinho bem fofo. Ao me deparar com aquilo, senti que tinha falhado e precisava compensa-lo.
Como já estou com meu salário comprometido por conta de faltas para uma viagem, resolvi simplesmente não ir trabalhar e ficar para fazer uma surpresa. Passei a manhã quase toda me arrumando, tomei um banho maravilhoso, cuidei da pele, do cabelo, fiz uma maquiagem, coloquei uma linda lingerie e pedi um almoço no seu restaurante preferido.
Lá pelas 12h ele chegou, abriu a porta e deu de cara comigo no sofá, sentada o aguardando.
"Ué. Não foi pro trabalho, gata?"
"Hoje não, amor. Resolvi ficar aqui pra fazer uma surpresinha."
Ele riu e veio me dar um beijo.
"Se sentindo culpada é?"
Eu acenei que sim, enquanto o abraçava e passeava a mão pelo seu corpo.
"Desculpa sua gatinha?"
"Sei não viu. Você nem sequer reconheceu seu erro ontem."
"Eu sei, lindo. Mas olha, se você me desculpar..."
Nesse momento, me virei de costas e empinei a bunda até que ficasse na altura do seu pau.
"...eu deixo voce fazer o que quiser comigo."
Eu dei uma leve reboladinha para aticá-lo, meu namorado segurou firme no meu pescoço e encostou para sussurrar no meu ouvido.
"Então fica de quatro no sofá, cachorra."
Eu olhei para trás e ele me deu um último beijo. Fui andando até o sofá e me posicionei de quatro, com o rosto perto de um dos encostos e a bunda empinada meio na diagonal.
"Não quer almoçar primeiro, gatinho?"
Ouvi seu zíper e seus passos vindo na minha direção, ele colocou minha calcinha de lado e cuspiu no meu cuzinho.
"Sobremesa primeiro."
Eu segurei firme sabendo o que estava vindo, meu coração palpitava, meu corpo estava arrepiado e, por algum motivo, eu estava morrendo de tesão.
Senti a cabeca encostar e, mesmo com todo o cuidado dele, ardeu do começo ao fim da enterrada. Eu literalmente gritei, mas não podia voltar na minha palavra certo? Ele estocou algumas vezes e então tirou tudo.
"Só queria te fazer sofrer um pouco. Mas do jeito que é vadia, aposto que já estava começando a gostar."
Ele tinha alguma razão naquilo, eu apenas abaixei e esperei pelo seu passo seguinte. Dessa vez, mal consegui sentir seu pau encostar, quando me dei conta, ele já estava completamente enterrado dentro de mim. Delicioso.
Alguns tapas fortes na minha bunda e ele começou a socar sem pena. Sentia sua fúria e tesão aumentando a cada entra e sai. Seu pau duro parecia que poderia me rasgar a qualquer momento, ele abriu minha bunda para conseguir ir mais fundo ainda e foi aí que eu gozei.
"Cachorra gostosa. Deveria ser eu a gozar primeiro sabia?"
Ainda ofegante e sem conseguir me expressar direito, eu respondi:
"Amor... goza também. Enche minha bucetinha de porra."
"Mais tarde, agora fica de joelhos para mim."
Eu nem sei de onde tirei forças, me levantei rapidamente no sofá e me ajoelhei em sua frente. Ele segurou por trás do meu cabelo e direcionou a pica para a minha boca. Na primeira vez, foi entrando até eu engasgar, quando cheguei no limite, tirou esfregou o pau no meu rosto e deu umas batidas. Eu quis engolir cada pedacinho daquela rola deliciosa, mas me controlei.
Ele voltou a enfiar na minha boca, fodendo lentamente, se deliciando e me deixando deliciar. Eu sentia o gosto, a sensação de ter a boca preenchida, uma leve dormência no maxilar e falta de ar, estava perfeito.
Ele não disse uma palavra durante toda essa sessão de oral maravilhosa, mas sabia exatamente quando ele estava chegando lá. E veio como um furacão, tê-lo deixado um dia acumulando porra de fato tinha feito diferença. Mal consegui engolir tudo e engasguei satisfatoriamente com ele na mimha boca.
Eu deitei no chão acabada, descabelada e com minha lingerie toda melada. Ele sentou no sofá, com as calças arriadas e a rola ainda pulsando.
"Desculpas aceitas, gatinha. Mas eu quero mais."
"Tudo o que você quiser hoje."
O resto do dia nós comemos, bebemos água e transamos. Em todos os cômodos, em todas as posições. Acho que consegui compensar, no final das contas.
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