Eu não sabia o que estava acontecendo comigo.**
Eu tinha 18 anos e nunca tinha feito nada além de uns beijos com o Lucas. Ele estava lá no supino, suando, levantando peso como sempre. Eu estava sentada no banco, shortinho preto colado nas coxas, sentindo um calor estranho entre as pernas toda vez que olhava pro Eduardo.
Ele era amigo do professor e vinha ajudar no ginásio. Alto, tatuado, barba grossa, olhar de homem que sabe o que quer. Fazia semanas que eu olhava pra ele escondido. Meu coração batia forte só de ver ele sem camisa.
Naquela tarde ele me pegou olhando.
Eduardo veio devagar, parou na minha frente e sorriu de lado.
— Tá me olhando de novo, princesinha? — perguntou, voz baixa e rouca.
Eu corei violentamente, apertando as coxas.
— Eu… eu não… meu namorado tá ali… — gaguejei, voz tremendo.
Ele olhou para Lucas, depois voltou os olhos pra mim. Segurou meu queixo com firmeza.
— Levanta.
Eu obedeci sem pensar, pernas fracas. Ele me levou pro fundo do ginásio, pro corredor escuro entre os colchonetes. O professor estava lá, fingindo arrumar coisas, mas olhando tudo.
Eduardo me encostou na parede, levantou meu cropped e chupou meus seios com força.
— Ai… Eduardo… — gemi baixinho.
— Shhh… cala a boca, sua putinha — rosnou ele, mordendo meu bico. — Todo dia se molhando pra mim enquanto o namoradinho treina ali. Tá com a bucetinha pingando, né?
A mão dele desceu, puxou meu shortinho e calcinha pro lado. Dois dedos grossos esfregaram minha bucetinha virgem.
— Caralho… tá toda molhadinha… mas ainda apertada pra caralho.
Ele abriu a calça. A rola dele era enorme, grossa, veiosa. Esfregou a cabeçona na minha entradinha.
— Por favor… eu nunca… — sussurrei, voz de menina assustada.
— Vai doer um pouco, princesinha. Mas você vai aguentar — disse ele, segurando minha cintura.
Empurrou devagar. Senti a cabeça grossa forçando, abrindo. Doeu. Eu choraminguei, unhas cravadas no braço dele.
— Ai… tá doendo… tá rasgando…
— Isso mesmo… tá saindo sangue, sua virgenzinha — grunhiu ele, olhando pra baixo. — Tá sangrando na minha rola… que delícia.
Ele meteu mais fundo, devagar, centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Lágrimas escorriam pelo meu rosto.
— Eduardo… por favor… devagar… eu sou virgem… — choraminguei.
— Era virgem — corrigiu ele, metendo até o meio. — Agora tá levando rola de homem de verdade. Olha pra seu namorado ali. Ele tá levantando peso e eu tô aqui arrombando essa bucetinha novinha.
Ele começou a estocar, mais fundo, mais forte. O sangue misturado com tesão escorria pela minha coxa. Eu gemia baixinho, dor e prazer misturados.
— Tá gostoso, né, sua putinha? — rosnou no meu ouvido. — Tá sangrando mas tá rebolando no meu pau. Diz que quer mais.
— Eu… eu quero… — gemi, voz falhando.
— Fala direito, vadia.
— Quero mais… por favor… me fode… — sussurrei, morrendo de vergonha.
Eduardo acelerou, socando fundo, batendo as bolas na minha bucetinha. O professor batia punheta olhando tudo.
— Isso… aperta essa rola, sua novinha safada. Tá sangrando pra mim… que gostoso.
Eu gozei tremendo inteira, bucetinha apertando ele, misturando sangue e tesão. Eduardo rosnou e explodiu dentro de mim — jatos grossos, quentes, enchendo minha bucetinha virgem até transbordar.
Quando tirou o pau, um fio grosso de porra misturada com sangue escorreu pela minha coxa.
Ele segurou meu queixo e me fez olhar pra ele.
— Agora limpa minha rola com a boca, Anna.
Eu me ajoelhei, tremendo, e chupei devagar, sentindo o gosto de sangue e porra.
Eduardo acariciou meu cabelo e sussurrou:
— Boa menina. Amanhã você volta sozinha… e eu vou te foder de novo até você não conseguir andar.
Eu balancei a cabeça, ainda de joelhos, bucetinha latejando, sangue e porra escorrendo.
E eu já sabia que ia voltar.
