Irmãs safadinhas – 05 – Sexo a 3 entre os filhos, ah se nosso pai opressor nos pegasse

Um conto erótico de Filho Oprimido
Categoria: Heterossexual
Contém 3997 palavras
Data: 18/05/2026 11:13:25

Eu tinha tido o melhor dia de minha vida fazendo amor com minhas irmãs tão diferentes. A linda Sara menorzinha e delicada na cor preta ébano e a branquinha Leah, maior e imponente.

Impossível achar uma mais linda e gostosa que a outra e como cada uma delas, também tinha perdido minha virgindade naquela tarde. Depois do jantar onde insistiram estar ainda com meu esperma e o sangue de suas virgindades em seu útero, em uma vingança contra nosso pai machista e opressor, foram para seu quarto e eu para o meu me deitando e pensando como seriam nossas próximas vezes

Tive uma enorme surpresa quando saindo do banheiro entre nossos quartos após o banho Leah bateu na porta e entrou toda cheirosa e com o cabelo úmido vestindo um dos shorts e camisetas largos que usava para dormir. Se sentando a meu lado na cama sem dizer nada me deu um beijo delicioso.

– Muito obrigado irmãozinho. Esse foi o dia mais feliz de minha vida e foi você quem fez isso. Vou sonhar com tudo que fizemos essa tarde.

– Obrigado para você também, pois esse foi meu dia mais feliz. Acho que agora não vou ter que ficar triste por vocês me excluírem.

– Me desculpe termos feito isso, a Sara me contou e disse que te explicou também porque fizemos. Não queríamos que você descobrisse e por sorte deu tudo errado. Agora vai ficar bravo por grudarmos em você, falou sorrindo.

– Jamais vou ficar bravo por isso. Amanhã quero me deliciar com essas delicias lindas, falei levando a mão a seu seio por cima da camiseta.

– Assim espero, eles são bem sensíveis.

– Só tem algo que me preocupa. Como precisei retornar para casa por estar mal e peguei vocês, tenho medo que a mamãe possa retornar um dia e nos pegar. Nosso pai sei que é quase impossível, pois só de maca ele sai do trabalho e nesse caso iria para o hospital.

– Você nos pegou porque não chegou de carro e não teve barulho porque quando eles chegam conseguimos escutar. Precisamos ter um plano de nos vestirmos rapidamente e disfarçar. Vamos combinar de uma de nós ir para o banheiro e a outra para nosso quarto e nos trocarmos lá. Você vai ter que arrumar rápido a cama.

– Parece uma boa ideia. Eu me troco super rápido e a cama só puxo o edredom por cima como faço todo dia, falei sorrindo.

Leah parou um breve momento parecendo pensar em algo.

– No entanto o que ela faria se nos pegasse, os três filhos juntos fazendo sexo? Se não morresse na hora, saberia que se contasse ao papai eles nos mataria ou colocaria para fora de casa e ela perderia todos os filhos de uma vez. Duvido que ela fizesse isso conosco.

– Ela poderia tentar nos separar.

– Como? Sem contar para o papai o motivo seria difícil ela argumentar com ele. Só o que poderia fazer seria chantagem emocional e nesse caso só fingiríamos que paramos, mas tomaríamos mais cuidado. Eu não vou parar.

– Talvez ela convença nosso pai casar vocês duas.

– Já falei aos dois que não vou me casar antes de me formar e se ela insistir para me separar de você, saio de casa e vou trabalhar e estudar. Se a Sara também não aceitar pode ir morar comigo e aí você vem também. Trabalhamos e estudamos morando juntos.

– Você é mesmo rebelde e ousada. Se acontecer desse jeito eu vou com vocês. Só não sei se a Sara teria toda essa coragem de enfrenta-los.

– Rebelde e ousada com eles que nos encarceram. Com você nem quero ser mais mandona depois de hoje. E se você se impuser com a Sara e a mandar ir conosco, ela vai, tenho certeza. Assim a salvamos do abuso de nosso pai que a trata como escrava sem que ela se rebele.

– Espero que nada disso aconteça. Que a mamãe não nos pegue porque ficaria muito mal. E que se pegar não tente nos separar, pois decididamente faríamos o que você sugeriu. Vem aqui, vem, falei dando um beijo amoroso acelerando meu coração de irmão.

– Boa noite Lucas. Eu te amo. Agora mais do que te amava só como irmão.

– Eu também Leah. Boa noite.

Leah se foi sorridente e feliz me deixando da mesma forma. Foi ótima nossa conversa a respeito de termos um plano de não sermos pegos e mais ainda aquele de saírmos de casa juntos se nossos pais tentassem nos separar. Ela tinha razão sobre Sara. Provavelmente ela ficaria muito dividida e angustiada se tivesse que se decidir entre seus irmãos e nossos pais, mas se impusesse isso a ela contra a realidade triste de ficar com nossos pais sem nosso apoio, a faria vir conosco.

Voltei a minhas pesquisas de como tratar bem as mulheres quando ouvi Sara saindo do banheiro e depois entrando em seu quarto.

Sempre sabia quem era pois enquanto Sara tinha passos leves, os de Leah eram mais batidos sendo inconfundíveis. Após suas batidas na porta entrou e como a irmã usava o mesmo tipo de roupa que nossos pais permitiam e seus cabelos também estavam úmidos o que os deixavam um pouco menos cacheados, igualmente lindos.

Não sei se é porque tenho uma cor branca que amo a cor preta de minha irmã e minha mãe e sempre disse a elas que o preto ébano e reluzente delas era muito mais bonito que nosso branco pálido e era verdadeiramente o que eu pensava.

Ousada, ao me ver sentado com as costas na cabeceira subiu na cama e montou em meu colo sem se preocupar com nossos pais lá embaixo.

– Fiquei sabendo que a Leah ganhou beijos de boa noite e também quero, falou sorrindo expondo seus lindos dentes brancos.

Pensei em algo que a deixaria feliz.

– Você vai ganhar mais do que beijos, pois vai ficar sabendo antes do que ela que agora são minhas namoradas.

O que eu estava pesquisando de como tratar bem as mulheres, pareceu já estar funcionando me dando essa ideia. Seu sorriso ainda mais intenso fez meu peito se apertar de amor.

– Namorado, perguntou incrédula.

– Se você aceitar, serei seu namorado. E da Leah se ela quiser. Como vocês são proibidas de namorar, vou ser o namorado secreto de vocês. Duas vezes proibido pois além de estarem namorando, serão namoradas do irmão.

Ganhei um delicioso abraço enquanto Sara me beijava.

– Evidente que aceito ter um namorado lindo e gostoso como você. Como nossa vida pode ter mudado tanto em apenas 2 dias?

– Aconteceu porque minhas duas irmãs safadinhas e descuidadas deixaram a porta aberta enquanto aprontavam, brinquei.

– Foi um erro grave, o erro mais certo de nossas vidas. Então agora sou sua namorada, perguntou não acreditando.

– Não só namorada. Vamos ver a lista. Minha irmã, minha namorada e minha amante, falei com cara de safado.

– Oh meu deus. Acho que não vou dormir hoje pensando no que aconteceu a tarde e com o que você falou agora.

– Vai dormir sim, para descansar bem para continuarmos amanhã à tarde.

– Se meu namorado está dizendo então eu vou, falou toda feliz.

Leah tinha razão quando disse que se eu me impusesse sobre Sara ela acataria o que eu mandasse, mas só usaria essa sua submissão a mim contra sua submissão a nosso pai colocando em sua mente que ela poderia continuar sendo a pessoa gentil que era, mas nunca mais fazer o que não quisesse.

– Podemos sair como namorados as vezes. Vocês pedem para ir a algum lugar e quando nosso pai não deixar, vocês dizem que vão me pedir para as acompanhar. Vou reclamar um pouco para disfarçar e em minha companhia provavelmente ele deixará, desde que não sejam em lugares onde o diabo faz a cabeça dos jovens, falei sorrindo.

– Pode dar certo, principalmente se for de dia. Qualquer lugar seria bom como namorados. Até tomar um sorvete em qualquer lugar, sorriu animada.

– Ótima ideia e se começarmos assim com algo bem tranquilo, devagar podemos ir conseguindo mais coisas, até ir ao cinema.

Não tinha percebido, mas quando Sara deu uma leve ajeitada em meu colo senti meu pau semiduro e ela também, sorrindo animada.

– Ahhh. Não vejo a hora de ter ele dentro de mim novamente. No cinema poderíamos ser mais ousados no escuro.

– Se formos ao filme chato que ele vai permitir, com certeza teremos pouca companhia e podemos sim sermos mais ousados como quaisquer namorados.

– Seria demais. Espero que ele deixe. E iriamos eu e a Leah ou só uma por vez?

– Vou querer algumas vezes só com uma das duas para dar mais atenção a ela, mas na maioria das vezes quero minhas duas namoradas comigo, afinal agora somos um trisal, brinquei.

– Trisal? Não sei o que é?

– Pesquisando na internet, encontrei essa definição que é para um casamento ou namoro de 3 pessoas por vontade de todos. Dois é casal e 3 é trisal.

– Gostei. Amo você e a Leah da mesma forma e não me importo de dividir você com ela.

– Também não me importo de dividir você com ela. Aliás amanhã à tarde quero ver minhas irmãs chocolate com leite lindas se pegando e então vou me intrometer na pegação.

Meu pau pulsou e Sara evidentemente sentiu.

– Vai ser muito, muito bom. Tenho certeza.

– Agora precisamos dormir minha linda namorada, ou vou te agarrar agora e não podemos.

– Como você bem sabe, você pode tudo, tudo, falou maliciosa.

– Então posso te mandar dormir. Boa noite.

– Seu bobo, falou sorrindo.

– Só não conte a ela sobre esse negócio de namorado porque quero ser eu a contar.

– Pode deixar.

Antes de se levantar trocamos mais um beijo curto de boa noite.

Na manhã seguinte durante o café nos comportamos como sempre, mas ansiosos e animados sabendo que mais tarde repetiríamos a tarde anterior. Como combinado não houveram insinuações, mas olhares cumplices, até que saímos para nossas aulas.

Chegamos de volta primeiro eu e Sara em casa e esperamos por Leah e quando chegou almoçamos juntos. Como todos nós tínhamos tarefas escolares e de faculdade e também precisávamos fazer digestão decidimos dar uma hora até que elas viessem a meu quarto.

Durante o almoço tinham se lamentado a mim não terem lingeries sensuais pois era nossa mãe quem as acompanhava quando precisavam comprar novas peças de suas roupas inferiores, mas disse àquelas gostosuras que com seus corpos o que menos me importava eram suas peças de baixo.

Certamente por mais simples que fosse, um conjunto de calcinha e sutiã branco sem detalhes naquela pele ébano de Sara seria estonteante do mesmo jeito que em Leah, um conjunto com qualquer cor escura me deixaria tarado. Até branco pois eram minhas preferidas junto com o rosa sobre qualquer pele e lingerie preta minha mãe nunca teria permitido que comprassem.

Com a rebeldia contra meu pai e nossos hormônios correndo pelo sangue o que importava mesmo era fazermos amor e o desobedecer sob seus olhos e naquela tarde iria fazer algumas coisas que não fizemos e que aprendi nas pesquisas noturnas de como agradar uma mulher na cama.

Para facilitar se vestirem rapidamente se escutássemos barulho na garagem, elas vieram com seus shorts largos de moletom sem nenhum apelo sexual como meu pai exigia. Em suas carinhas safadas todo o erotismo que nenhuma roupa por mais sexy que fosse poderia superar.

– O que vocês estão esperando. Se dispam para mim.

Rapidamente tiraram os shorts e blusas largas e como comentei no almoço que gostava de calcinhas brancas, as duas safadinhas estavam com conjuntos muito simples de lycra branca e mesmo assim pareciam dois monumentos de mulher.

– Pensei que estariam sem as calcinha e sutiãs.

– Se tivermos que nos vestir correndo e a mamãe nos encontrar ela logo perceberia que não estaríamos usando sutiã e até a calcinha.

– Na verdade até preferi assim pois vocês estão um tesão e vou adorar as assistir se despindo para mim, mas antes disso fiquem de costas.

Quando se viraram, mesmo grandinhas aquelas calcinhas estavam enterradas em seus bumbuns generosos e quase cai da borda da cama onde estava sentado tamanho o impacto daquela visão. A bunda de Sara mais em formato de Lua com sua cintura fina e a de Leah mais arrebitada.

– Oh meu deus. Impossível escolher qual é a mais linda e gostosa.

A safadinha Sara resolveu meu problema olhando por cima do ombro sorrindo.

– Não precisa escolher já que as duas são suas.

– Para que eu faça o que eu quiser, perguntei a provocando com uma ameaça sutil de um provável anal.

Vi seu corpo pequeno tremer de excitação.

– Se é sua pode fazer o que quiser.

– Hoje já vou matar parte de minha vontade te pegando de cadelinha. E você Leah, posso fazer o que quiser com esse bumbum estupendo?

– Você já me submeteu ontem, então tem direito a fazer o que quiser sem ficar perguntando se pode.

– Uau, minha irmãzinha mandona agora está adorando ser a putinha submissa do irmão.

Como o de Sara antes seu corpo também tremia de tesão.

– Você nem imagina. Só de falar assim estou escorrendo.

– Então chega de conversa. Quero que as duas se peguem, dispam uma a outra e deitem na cama sendo safadinhas como encontrei vocês no outro dia. Depois vou entrar na brincadeira e quero experimentar essas bucetinhas para sentir aqueles gostos deliciosos direto na fonte e tenho um jeito que vi na internet que deve ser muito bom.

Não precisei falar duas vezes e aquelas gatas uma preta e outra branca começaram a se entrelaçar, se beijar, se apalpar e se despir mutuamente levando meu pau a ficar duro como diamante.

Já as tinha surpreendido naquela tarde onde tudo começou, mas agora elas faziam aquilo porque gostavam e também para me excitar e o tempo todo ficavam me dando sorrisinhos safados.

Nuas foram para a cama e lá se pegaram em um 69 de uma beleza impressionante pelo contraste das cores e das formas de dois corpos que eram maravilhosos cada um de seu jeito. Eu ficaria a vida inteira assistindo, mas sabia que como eu, elas estavam muito excitadas e queriam gozar e havia as instruído que não gozassem sem mim.

Com Sara por cima, eu poderia me ajoelhar atrás dela e me enfiar em sua bucetinha com Leah continuando a chupa-la, mas se gozasse depois não poderia saborear sua frutinha, então fiz como vi na internet.

– Parem um pouco e deixem me deitar na cama, aí quero as duas em cima de mim. Primeiro a Sara em meu pau e a Leah em minha boca e depois trocamos.

Olhando para mim surpresas e taradas elas saíram da cama e me deitei e apressada Sara me montou e encaixando a glande naquele buraquinho apertado começou a descer.

– Ahhhh deus, como esse pau é grande e delicioso. Acho que vou gozar rápido.

– Pode gozar quando quiser Sara e você Leah vai sentar em meu rosto de costas para a Sara, só que você sabe que nunca fiz isso como vocês, então vai me ensinando.

– Também estou tão tarada que só encostando a língua vou gozar, me avisou.

Lá em meu pau Sara ia se afundando com sacrifício e por seus gemidos e tremores gozaria em segundos.

– Tudo bem Leah, mas depois continuamos e você vai me falando o que fazer. Quero fazer bem feito.

Sem dizer nada ela veio e montou sobre meu rosto enquanto eu sentia a bucetinha de Sara já toda cheia de meu pau me dando um aperto poderoso enquanto ela gozava com seus gemidos contidos.

Com sua bucetinha a 10 centímetros de meu rosto, Leah levou os dedos em cada borda e a abriu me mostrando seu interior rosa e melado devassado certamente querendo que eu conhecesse sua anatomia. Levando um indicador ao clitóris, me instruiu.

– Todo o interior é sensível, mas é aqui que você leva uma mulher ao orgasmo poderoso. Você pode lamber para cima e para baixo ou girando e também pode o sugar com os lábios e o beijar. Depois que a mulher atingir o orgasmo não continue por muito tempo pois fica muito sensível, mas as vezes se continuar pode a fazer gozar uma segunda vez. Bom pelo menos é assim quando a Sara faz isso.

Eu literalmente babava por aquela conchinha que parecia muito apetitosa e olhar seu rosto lá em cima me encarando através do vale entre seus seios era arrebatador. Dadas as instruções ela se abaixou até que a ponta de minha língua esticada sentiu sua quentura e sabor, mas ela desceu mais só me dando espaço para poder trabalhar seu interior.

Como previu, ao primeiro toque errático de minha língua em seu clitóris, Leah explodiu em um orgasmo avassalador enquanto o de Sara terminava. Eu só não gozei também pois estava realmente focado em aprender a dar um oral pois as duas já faziam isso há meses e não queria que achassem sem graça quando eu fizesse e eu faria muito pois estava adorando seu sabor que escorria, seu prazer com seus olhos em mim e a intimidade que atingíamos.

Em meu pau, Sara parcialmente aliviada também aprendia a me cavalgar por instinto e ia para frente e para trás. A escutamos dizer algo.

– Ahhh, é incrível ver esse pau enorme entrando inteiro em minha bucetinha pequena.

Não respondemos porque Leah ainda gemia e eu continuava a explorar e a sugar seu delicioso suquinho. Evitava seu clitóris como ela pediu, mas quando terminou aquele gozo começou a me dar instruções de como ficava mais gostoso e voltei a sua pedrinha melada.

Quando ela me disse que estava muito bom e que a pratica faria o resto, quase já tinha um outro gozo e Sara também, então era hora de inverte-las.

– Agora troquem de lugar porque vou gozar em você Leah, mas depois que gozar na Sara de cadelinha, vou querer seus peitos deliciosos.

Leah sorriu feliz quando Sara saiu de cima de mim e foi escorregando por meu peito me melando todo e me excitando até estar sobre meu pau e quase descontrolada se levantou e se enterrou nele de uma vez como me pediu para fazer na tarde anterior.

– Ahhhhhhhh, estou gozandoooooooo tão forte.

Como na vida, no sexo Leah era mais atirada do que Sara, mas tinha se tornado tão submissa como a irmã.

Sara vendo o gozo de Leah subiu em mim e quando chegou com aquela bucetinha pequena e com o lindo contraste do rosa brilhante interior com o preto brilhante exterior, pedi que ela também a abrisse mais para mim.

– Abra e segure aberta Sara.

Feito isso ela desceu e quase me afogava pois tinha se soltado toda sobre meu rosto. Para não terminar logo evitei seu clitóris e me concentrei em seu furinho e em torno sorvendo aquele seu delicioso suquinho mais picante do que o da irmã.

Como uma amazona Leah me cavalgava com voracidade parecendo querer ter um segundo orgasmo sem ter terminado o primeiro. Mesmo pensando em meu pai nos pegando naquela situação para conseguir me segurar, não conseguia mais, então me soltei e comecei a lamber o botãozinho de Sara com a língua chapada e muita pressão.

Quando ela explodiu em seu orgasmo tremendo em cima de mim, também gozei litros de porra no útero de minha irmã mais velha safada e sentindo, ela teve um repique espremendo meu pau com seu canal poderoso.

Era nosso primeiro orgasmo em trio e era indescritivelmente delicioso pelo sexo, mas por aquelas duas beldades serem minhas irmãs. Ainda em meio aquele turbilhão já imaginei a mesma posição, mas quem estivesse em minha boca estaria de frente para a outra podendo se beijarem e se apalparem.

Se não fossemos pegos experimentaria todas as variações das posições sexuais com minhas irmãs safadinhas sabendo que iriam amar.

Por estarmos os três tendo um orgasmo juntos, eles foram longos principalmente os delas duas que foram bem além do meu e quando terminamos se amontoaram deitadas sobre mim e com meus braços em torno a seus corpos as abraçava enquanto curtiam languidamente o pós orgasmo.

Elas tinham tido mais de um orgasmo cada uma, mas eu só um e com aqueles corpos quentinhos e nus abraçados a mim, meu pau estava duro querendo mais e outra ideia safada me veio em mente.

– Leah, agora enquanto como a Sara de cadelinha você fica deitada de pernas abertas e ela vai chupar sua bucetinha cheia de esperma, falei do nada.

Senti os tremores de seus corpos contra o meu?

– Se estou indo longe demais na safadeza, me falem, provoquei.

– Nãoooooo, responderam as duas juntas.

– Vocês são mesmo duas putinhas safadas. O que nosso pai opressor faria se descobrisse que suas filhas são putinhas incestuosas do irmão e da irmã e que adoram o esperma dele na bucetinha da outra?

Ao invés de se intimidarem com a possibilidade, se excitaram, muito mais Leah em seu desejo de afronta-lo.

– Se já tivesse como me sustentar adoraria que ele descobrisse, para ver onde seu modo de nos tratar nos levou.

– De qualquer forma, com o pai que tivesse, você seria uma putinha, não seria Leah?

Ela sorriu safadinha.

– Se fosse com você sim, pois me sinto livre para ser o que quiser sem julgamentos e nos amarmos muito.

– E você Sara, seria uma putinha se tivesse outro pai?

– Como a Leah que disse que se fosse com você como irmão, com certeza.

– A quem você puxou hem? Você é idêntica a mamãe. Será que ela seria assim se tivesse outro marido?

Foi só um pensamento que não precisaria de resposta, mas Leah não deixou passar.

– Com certeza ela seria como a Sara bem safadinha e submissa. Você não vê como é submissa ao papai? Só que com ele, ela só tem o lado ruim de ser quase uma serviçal sem benefícios. Do jeito que ela é bonita, gostaria que ela colocasse um chifre bem grande na cabeça dele. Quem sabe com alguém lá do escritório.

Em seu comentário sobre o que Leah disse, Sara quase nos matou do coração.

– E se fosse com o Lucas? Ele a ama e ela não teria problema de ninguém descobrir?

O que Sara disse foi chocante, mas o pior é que me atiçou e é claro que faria amor com minha mãe linda a quem Sara puxou, mas era de tamanho absurdo que eu ri enquanto Leah nada fazia.

– Só pode estar brincando Sara. Além de ser minha mãe ela é casada com nosso pai. Não bastasse ter que trai-lo teria que aceitar um incesto. Isso é impossível.

Ela me olhou safadinha.

– Você não disse que não quer, só que é impossível. Se sou mesmo parecida com ela posso dizer que se você se impusesse a ela, a mamãe cederia.

– Isso quer dizer que se nosso pai se impusesse sobre você para não falar mais comigo, faria isso?

– Parece igual, mas não é. Eu estou feliz e satisfeita com você e não cederia, mas se a mamãe estiver realmente insatisfeita ela cede.

Leah entrou na conversa me surpreendendo.

– A Sara tem razão. Você poderia ao menos tentar. Ao invés de sempre pedir por favor a ela como faz, testa dar umas ordens. Se ela se sujeitar vai se impondo como fez comigo.

Gostei da ideia de Leah pois se minha mãe fosse arredia eu pararia e nada aconteceria e se desse certo como achava que jamais aconteceria poderia dar a mamãe um pouco de alegria, o que não tinha com meu pai. O problema era que eu tinha uma grande preocupação de destruir a família, que mesmo pouco funcional nos mantinha unidos.

– Se o absurdo de acontecer desse certo e nosso pai descobrisse a família seria estraçalhada.

– Como já combinamos que se nosso pai nos descobrisse e nos colocasse para fora iriamos morar juntos, nesse caso levaríamos a mamãe também e ela tem um ótimo emprego e sua carreira. Só ele sairia perdendo. Se você conseguir, ela é quem pedirá o divórcio.

– Está bem. Fazer uns testes não custa nada. Hoje à noite já começo.

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