— Gostei do carro... melhor que o meu. Como conseguiu? — perguntou Nicolau testando o carro a dá uma volta pela cidade.
— Ganhei de presente de aniversário do meu pai... na verdade ele comprou um carro novo para ele e me deu o carro velho da familia — respondeu Dóris.
— Eu acabei esquecendo do seu aniversário... Por isso preparei um presente atrasado.
— Cadê?
— Hum... tá lá no motel. É surpresa.
— Nicolau, sabe que eu sou muito ansiosa. O que é hein?
Nicolau leva Dóris até o motel onde os dois costumavam se encontrar com frequência. Durante o trajeto, ela ficou inquieta, olhos semicerrados, mente agitada. Pensava em joias, lingeries novas, jogos de dominações. Pensava em mil possibilidades.
Ao chegarem no quarto, Dóris entrou com os olhos vendados.
— O que é, Nicolau? Posso ver agora?
— Pronto. Tira a venda — disse ele, com um sorriso malicioso.
Ela tirou a venda e, de repente, seu rosto mudou completamente. O entusiasmo se desfez num piscar de olhos.
— O que é isso, Nicolau?
— A sua surpresa — respondeu ele com naturalidade.
— Eu não tô entendendo...
O quarto não estava vazio. Três homens negros, altos, fortes, todos desconhecidos, estavam de pé na beira da cama. Olhavam para ela com uma intensidade que a deixou arrepiada, como predadores esperando o sinal para atacar.
— Nicolau...? — a voz dela falhou, agora tomada por um misto de confusão. — O que tá acontecendo aqui?
— Seu presente. Não gostou? — disse Nicolau com um sorriso satisfeito. — Esses três homens fortes, bombados, escolhidos a dedo pra satisfazer qualquer mulher. São profissionais. Não precisa me agradecer, amor. Eles são seu presente.
— Essa é a tal moça que você falou pra gente? — comentou um dos homens, encarando Dóris de cima a baixo. — É até bonitinha... Podemos começar?
Dóris ainda não conseguia reagir. Nicolau se aproximou e segurou suas mãos.
— O que foi? Achei que você fosse gostar...
— É que... não esperava por isso. Não sei, Nicolau... não tô a fim...
— Você dizia a mesma coisa quando eu pedi pra ser minha submissa, lembra? E depois acabou gostando. É a mesma coisa. Você não pode dizer não a algo que nem experimentou. Vai, Dóris... não custa nada. Um homem já é bom, imagina logo três, de uma vez só. Eles são seus escravos. Você vai mandar neles. Vai ser tudo do seu jeito.
— E você? Vai fazer o quê?
— Eu? — disse ele, se encostando na poltrona. — Vou ficar aqui, bem confortável... assistindo tudo. Só observando a minha rainha no comando.
— Não sei, Nicolau...
— Olha pra eles... podem parecer brutos, mas foram treinados pra obedecer. Vão fazer tudo o que você mandar. Será divertido, amor... vamos brincar um pouco.
Dóris olhou pros três homens, depois pra Nicolau. Respirou fundo, e finalmente deu sua decisão.
— Tá bem... — disse ela, com um leve sorriso no canto da boca.
Nicolau se acomodou na cadeira, os olhos fixos na cena. Os três homens começaram a tirar a camisa, revelando corpos musculosos. Dóris, respirando fundo, reuniu coragem e puxou a blusa por cima da cabeça, deixando os seios à mostra.
Os homens avançaram em cima dela como animais famintos.
— Esperem — ordenou ela, com a voz firme. — Quero que deitem na cama...
Como um cão obediente obedeceu a sua dona. Deitaram nus na cama, um lado do outro a esperar de sua dona.
Dóris olhou para Nicolau, que assentiu, encorajando-a.
— O que é permitido? — perguntou, a voz trêmula de expectativa.
— É liberado — respondeu ele, com um sorriso. — Pode fazer o que quiser.
Ela respirou fundo, deslizou as mãos pela calça jeans. Em seguida desabotoou o sutiã e deixou cair no chão, revelando seus seios. Subiu na cama. Um dos homens agarrou-a pelos quadris e a beijou ardentemente, enquanto outro deslizou a mão pela bunda, apertando com vontade. O terceiro homem, por sua vez, envolveu as mãos nos seios dela, massageando firmemente os mamilos já endurecidos.
Dóris se deixou envolver pelos toques quentes, arqueando as costas, sentindo o corpo vibrar em resposta.
Dois se concentraram nos seios, chupando e apertando, enquanto o outro começava a tirar a calcinha a tocar com os dedos na vulva, encontrando o clitóris. Dóris segurou os cabelos de um deles, guiando a cabeça dele pra os meios das pernas na qual ele deu uma chupada na buceta.
Nicolau observava cada movimento como um voyeur, apreciando cada detalhe da cena.
Um dos homens se aproximou por trás de Dóris, atraído pela visão daquela bunda imensa, marcada nitidamente pelo contorno da calcinha. Ele passou a mão na nádega como quem reivindica posse, apertando com força, já com o pau rígido e pulsante, pronto para entrar em ação.
— Não, espere... nada de penetração — disse ela, firme, segura, segurando a rola dura do sujeito com autoridade. Para compensar, abaixou-se e o presenteou com uma mamada.
Nicolau não piscava. Observava com atenção a forma como ela engolia aquela rola. Havia técnica, como se ela já tivesse experiencia. Os lábios de Dóris se abriram lentamente, acolhendo a glande com delicadeza e malícia. A língua dela dançava ao redor da cabeça do pau fazendo-o brilhar de saliva. Em seguida, ela afundou mais, tomando o pau até a garganta, sem medo, sem pudor, arrancando um gemido rouco do homem.
Ela gemia baixo enquanto mamava, como se sentisse prazer só por ter aquela rola na boca. Nicolau sentia o próprio pau endurecer dentro da calça só de assistir. Para ele, não havia espetáculo maior do que ver a sua namorada mamar um outro homem.
Dóris quase engasgou com o gozo. No geral aquilo durou quase vinte minutos. Os homens foram dispensado enquanto isso Dóris voltava por quarto depois de quase dez minutos de banho.
Com toalha no corpo, enxugando o cabelo, encarar o namorado.
— O que foi amor, até parece que não gostou do presente.
— Só fiquei meio decepcionada. Eu achei que você iria me dá uma joia, uma roupa.
— Existe coisa melhor do que sexo?
— Nicolau, sexo é passageiro. Depois do gozo acabou. Já joias, roupas, são eterno. Tem muito mais valor do que um sexo meia boca.
Ele aproximou com as mãos atrás das costas.
— Achou mesmo que seu presente é só isso? — Ele mostrar uma pequena caixinha. Ao abrir revelar um anel brilhante.
— Nossa Nicolau, você comprou esse anel pra mim?
— Obvio que comprei, sua bobinha. Depois do prato principal vem a sobremesa. Comprei esse anel pra você. Custou o olho da cara. Mas vale a pena.
Ela usou na mão animada.
— Obrigada, amor... eu te amo, eu te amo!!!
Ela abraçou ele agradecendo com vários beijos.