As duas faces do meu marido Parte 9

Um conto erótico de Marina e Diego
Categoria: Heterossexual
Contém 2882 palavras
Data: 18/05/2026 13:08:43

Acabei despertando em uma cama de hospital, onde estava recebendo tratamento. O Diego estava do meu lado, segurando a minha mão quando abri os olhos. Ele pareceu aliviado ao me ver acordando e logo disse:

— Meu amor, que bom que você acordou!

— Diego... — murmurei. Só então me dei conta de onde estava e percebi que ele segurava a minha mão. Tentei me levantar, mas ele me impediu, sabendo que eu ainda estava fraca.

— Meu amor, por favor, fique de repouso. Você acabou passando mal e viemos para cá... isso acabou agitando também o nosso filho.

Naquele instante, as lembranças de tudo o que tinha acontecido vieram à tona como uma avalanche. Num gesto impulsivo, puxei a minha mão, afastando-a do toque dele. Olhei bem nos olhos dele e disse:

— Olha, Diego, eu...

Fui interrompida por ele, que parecia entender perfeitamente a situação.

— Sei que você está chateada comigo. Eu realmente vacilei e tenho coisas a falar com você. Mas não quero te deixar tensa agora, então, por ora, eu só quero que você se recupere.

— Obrigada — respondi, seca.

O Diego logo saiu do quarto, e eu fiquei ali, sozinha e pensativa sobre tudo o que tinha descoberto. A própria confissão do meu marido de que havia me traído rasgava o meu peito, mas o que me deixava ainda pior, com o estômago embrulhado, era saber que isso tinha acontecido justo com a Débora. Parecia que essa mulher estava agindo para tirar tudo de mim, isso desde meu ex, até meu atual marido.

Eu tentava me recuperar do susto, mas, inevitavelmente, voltei a sentir dores fortes no ventre. Os médicos foram chamados e logo perceberam que teriam que fazer o parto de forma prematura, com apenas oito meses de gestação.

O parto aconteceu depois de muita tensão e agonia, e eu acabei dando à luz um menino. Ele nasceu fraquinho e precisou ser levado imediatamente para a UTI neonatal para receber cuidados especiais. Enquanto isso, eu, também muito fraca e exausta, permaneci internada.

DIEGO.

Os dias estavam sendo um tormento para mim. Com um turbilhão de acontecimentos, a minha mente estava em parafuso, e confesso, não conseguia me concentrar para trabalhar direito, ou fazer qualquer outra coisa. Tudo que conseguia pensar era no meu casamento que estava por um fio, e na chantagem que eu acabei me metendo, que em parte, já não existia mais. Porém ainda tinha mais uma coisa. Eu estava no trabalho quando fiquei sabendo que a Marina tinha entrado em trabalho de parto. Larguei tudo o que estava fazendo e corri direto para o hospital.

Quando cheguei, o parto já havia acontecido. Fui apresentado ao meu filho, mas a cena partiu o meu coração: ele estava sendo levado às pressas para a UTI neonatal, pois nasceu muito fraquinho devido ao parto prematuro. Acabei sendo impedido de falar com a Marina; os médicos me avisaram que ela também estava extremamente fraca e precisava de repouso absoluto.

Tudo o que consegui fazer naquele momento foi me largar em um dos bancos do corredor do hospital. Afundei o rosto nas mãos e fiquei me torturando, pensando em como, afinal, eu tinha deixado a minha vida chegar àquela situação.

Minha mente viajou para o passado, para a época em que eu não passava de um simples entregador de encomendas. Lembrei de quando a minha única posse era aquela moto, cruzando as ruas e avenidas da cidade, fazendo o impossível para pagar a minha faculdade e tentar ter uma vida digna. E me lembrei, com um nó na garganta, de como tudo mudou no dia em que conheci a Marina... bem no dia em que ela bateu na minha moto.

Eu pensava nas milhares de coisas que tinha para dizer a ela. Queria explicar como eu havia chegado a essa situação e revelar os segredos obscuros que eu ainda guardava. Mas, vendo o estado dela e do nosso filho, eu sabia que ainda não era o momento de falar.

Fui tirado dos meus pensamentos pelo toque do meu celular. Levantei do banco, caminhei até a área externa do hospital para respirar um pouco e atendi.

— Alô? — eu disse.

— Sei que agora não é uma boa hora para a gente conversar. A Marina está bem? — perguntou a voz do outro lado da linha.

— Relaxa, está tudo bem. Podemos conversar, sim — eu respondi, soltando o ar pesado dos pulmões. — Ela está muito fraca, mas está bem. Meu filho foi levado para tratamento também, e eu... eu estou aqui em frangalhos, cara. Eu acabei contando para ela, em partes, sobre o que ocorreu.

— Bom, eu sinto muito por você, mas você precisa lidar com a consequência de tê-la traído — ele disse em tom sério. — Por mais que a situação não tenha sido favorável para você na hora. Mas eu tenho certeza de que ela vai acabar te perdoando.

— Talvez nem eu mesmo me perdoasse — confessei, com a voz embargada. — Mas eu tenho em você um bom amigo. Se não fosse por você, talvez a minha situação estivesse muito pior. Você foi uma ajuda completamente inesperada.

— Eu faço isso principalmente pela Marina, você sabe disso. Mas eu aprendi a ter você como um amigo, e eu sei que você a ama genuinamente.

— Muito obrigado... mas o que você queria falar comigo? — perguntei, tentando focar.

A voz na linha ficou calada por alguns segundos, criando um suspense no ar, mas logo respondeu:

— O dia finalmente chegou, Diego. Nós vamos fazer uma operação em breve. Não se preocupe, você não vai ser prejudicado. Na verdade, foi graças à sua ajuda que vamos conseguir acabar com todo o esquema.

Aquela conversa renovou um pouco das minhas esperanças. Pela primeira vez em meses, me deu uma luz no fim daquele túnel escuro onde eu mesmo havia me enfiado.

Voltei para casa para pegar algumas coisas e a encontrei vazia. Apenas a Doralice estava lá, parada na porta de saída para ir embora para a casa dela, e aproveitou para se despedir de mim.

Arrumei uma bolsa com pressa para levar para o hospital e ficar com a Marina. Mas, quando eu estava de saída, dei de cara com a Débora. Ela estava no volante de um carro estacionado ali na frente e, da porta do passageiro, saiu o Otávio.

— Olá, Diego — ele disse, se aproximando com aquela arrogância de sempre. — Gostaria de lhe dar os parabéns pelo neném.

— Obrigado. Mas eu não quero falar com você — respondi seco. Pedi licença e tentei desviar dele, mas logo fui bloqueado e confrontado pelo Otávio.

— Ué... você tá ganhando dinheiro comigo e agora simplesmente tá querendo cair fora? Você sabe, né? Temos você na nossa mão.

— Tá bom — foi tudo o que eu disse.

Não cedi à provocação. Apenas pedi licença novamente e entrei direto no meu carro. Pelo vidro, vi a Débora, ainda no volante do outro carro, mandar um beijinho irônico e debochado para mim.

— Se você quiser brincar comigo de novo, só me seguir, vamos fazer a três. Dessa vez, sem gravações, sem chantagens.

— Eu prefiro que vocês tomem no cu. — Respondi. Débora acabou dando uma risada, e ligou seu carro, e foi embora, e eu fiquei ali, com a mão no volante, pensando no que aconteceu naquele dia.

Havia viajado para o interior, um homem poderoso, de posses, queria investir seu dinheiro, e depois, descobri claro, que Débora era sua amante e escolheu o grupo Valente de propósito para os dois darem um golpe nele, ela e Otávio. Naquele tempo, eu ainda enxergava Otávio como um irmão, um cara bacana e honesto.

Foi naquele fatídico dia, numa festinha organizada por eles, que eu caí como um patinho. A armadilha da música grave que ecoava pelo ambiente e a aproximação daqueles dois deveriam ter me feito ficar mais alerta, mas ignorei os sinais. A fumaça no ambiente deixava tudo com um ar irreal. Desde o instante em que coloquei os pés naquela festa particular, eu soube que era o lugar errado para mim. O ambiente estava lotado de mulheres dançando de forma extremamente sensual, algumas até seminuas, e o clima pesado de luxúria e excessos me deixou sufocado. Eu queria dar meia-volta. Minha intenção era sair dali o mais rápido possível e voltar pro quarto do hotel, eu não tinha ido viajar pra isso.

Mas o Otávio não deixou. Ele me barrou com aquele sorriso largo e me empurrou um copo de uísque. Como já tinha feito em reuniões anteriores, que acabaram me deixando bêbado o bastante pra voltar pra casa, e arrumar alguma briga com Marina. Ele dizia, "Relaxa, Diego. É só para comemorar, bebe um pouco", e naquele dia, mais uma vez, ele disse. Eu hesitei, mas acabei aceitando. Já havia aceitado outras vezes, no fim, era só... Mais um dia. Mais uma festa para impressionar. O líquido desceu queimando, e logo veio o segundo copo, e depois outro. Aos poucos, a minha resistência foi derretendo, minha visão começou a ficar turva e as minhas pernas pesaram. Quando dei por mim, eu já não conseguia ter a força de vontade para ir embora.

Eu estava sentado em um dos sofás, com a mente flutuando na neblina do álcool, quando a Débora se aproximou. Ela não pediu licença, simplesmente jogou uma das pernas por cima de mim e sentou no meu colo. Logo, a minha visão ia ficando turva e eu ia perdendo a razão, e a desgraçada, ainda por cima, apelou usando o perfume que Marina sempre usava. Eu tentei me afastar, tentei virar o rosto, mas a bebida tinha me deixado lento, quase paralisado. Ela segurou o meu maxilar com força e prensou a boca na minha. Eu tentei empurrá-la, tentei desviar de novo, mas ela foi mais forte, mais incisiva, e, com o meu corpo entorpecido, acabei cedendo e correspondendo àquele beijo de forma automática, como se não tivesse controle sobre mim mesmo.

— Hum, que beijo gostoso. — Foi o que ela dizia, logo que parou de me beijar, foi levando as mãos até meu cinto, o deixando mais frouxo, pegando meu pau.

Otávio, ali perto de mim, falava baixo.

— Tá vendo? Você não tem nada a perder aceitando a nossa proposta, o velho dono do grupo Valente nunca vai nem desconfiar que estamos roubando os clientes deles, e nem esses milionários que limpam a bunda com suas notas vão dar falta do dinheiro que vamos roubar. Olha as vantagens que você tem aqui.

A situação virou um caos sensorial. Em um movimento rápido, a Débora tirou a própria blusa, ficando com os seios completamente nus, e os esfregou quase literalmente na minha cara, me sufocando naquele jogo de sedução e embriaguez.

Enquanto eu tentava processar o que estava acontecendo, completamente desnorteado por ela, Otavio seguia do meu lado. Ele se inclinou e começou a sussurrar bem no meu ouvido. A voz dele se misturava com a música alta e os gemidos falsos da Débora. Ele falava sem parar sobre o nosso "negócio", sobre todas as vantagens e o dinheiro infinito que eu teria se fechasse com eles. Falava de dar um golpe, de tirar milhões de um ricaço idiota que eles tinham na mira.

Eu não conseguia raciocinar. A Débora passava as mãos pelo meu corpo, me beijava, me distraía com os seios no meu rosto, e institivamente eu passei a mamar seu seio, e no meio daquilo, eu só dizia o nome da Marina, enquanto ela dava uma risada. Logo ela saia de cima de mim, e com meu pau pra fora, o sugou, passando a me chupar, enquanto o Otávio colocava uma caneta na minha mão e deslizava um papel na minha frente, apoiado em uma prancheta. Minha mente era um borrão completo. Eu mal conseguia focar os olhos no papel, quem dirá ler. Com a respiração ofegante e a cabeça girando, eu simplesmente rabisquei a minha assinatura ali, no automático, querendo me livrar daquela pressão.

Foi só depois que a caneta saiu do papel que uma faísca de lucidez bateu em mim. A imagem da Marina cruzou a minha cabeça. Um choque de adrenalina e nojo de mim mesmo me atingiu em cheio. Num solavanco desesperado, eu empurrei a Débora com força, fazendo-a quase cair no chão.

— Não quero essa porra. Não posso, eu amo minha mulher. Não posso continuar, eu já fiz muito chegando até aqui. Não posso entrar nesse esquema de vocês, é um nojo.

— Tarde demais, amigo. — Disse Otávio, com um sorriso no rosto.

Levantei trôpego, ignorando os protestos dela e o olhar satisfeito do Otávio, e me afastei deles, abrindo caminho no meio da multidão até encontrar o banheiro. Entrei, tranquei a porta e fui direto para a pia. Liguei a torneira, juntei água nas mãos trêmulas e joguei no rosto. Eu encarei a minha imagem patética no espelho, com os olhos vermelhos e a respiração pesada, tentando entender a merda que eu tinha acabado de fazer.

E foi depois daquele dia, que minha vida se tornou um completo inferno. Dia seguinte, uma quantidade massiva de dinheiro entrou na minha conta. E eu descobri que estava nas mãos deles, pois uma denúncia, eu iria pra cadeia, já que era a minha assinatura que autorizava a compra do tal ricaço, enquanto eles emitiam notas superfaturadas recebendo uma quantidade de milhão por fora. E foi depois daquilo, que minha vida mudou completamente, com uma ajuda totalmente inesperada que se tornou um grande aliado até os dias de hoje.

MARINA.

Eu seguia internada no hospital, me recuperando do parto, quando recebi uma visita completamente inesperada. A porta do quarto se abriu e, carregando um buquê de flores com um sorriso contido nos lábios, Carlos entrou. Ele se aproximou e me entregou as flores. Eu as recebi, coloquei-as com cuidado em cima da mesa ao lado da cama e passei a encará-lo em silêncio.

Pela primeira vez desde aquela festa, nós dois estávamos frente a frente. Foi ele quem tomou a iniciativa de quebrar o gelo.

— Não sei se esse era o melhor momento ou a melhor hora para te ver, mas eu não podia deixar de dar os parabéns pelo seu filho, irmãzinha. Tomei todo cuidado para não ser visto pelo seu Marido, conforme você mesma me pediu.

— Obrigada — eu respondi, levando uma das mãos até as pétalas das rosas, tocando-as levemente para desviar um pouco o olhar. — Obrigada pelas flores também, são lindas.

— Eu agradeço por você ter me recebido. Eu sei que a minha presença ainda mexe com você — ele disse, mantendo o tom cauteloso.

Soltei um suspiro pesado, sentindo toda a carga dos últimos acontecimentos, e principalmente a forma como tudo aconteceu, e olhei para Carlos.

— Carlos... na verdade, eu acho que fui muito dura com você. Eu culpei o meu pai pelo que ele fez, e acabei descontando em você. Mas você é a pessoa que menos tem culpa de tudo isso.

Ele me olhou com uma certa compreensão e perguntou:

— É que eu te faço lembrar a minha mãe, não é?

Fiquei em silêncio. Aquelas palavras me atingiram em cheio, e, inevitavelmente, me peguei mergulhando no passado, relembrando algo doloroso que havia acontecido há muito, muito tempo atrás.

No dia em que Papai trouxe Carlos para casa, para morar com a gente. Minha mãe e eu estavamos em casa, ela gostava de tricotar, para passar o tempo. Eu gostava de assistir. Eu tinha naquele tempo uns 12 anos, e ele trazia ali, um garoto de 8 anos. Eu perguntei pra minha mãe quem era, que com cara de poucos amigos, apenas disse.

— Eu não acredito que vai trazer esse bastardo, filho daquela vagabunda pra cá.

E meu pai, de forma explosiva, olhou pra ela, e pela primeira vez, eu o vi falar daquele jeito e disse:

— É SUA CULPA QUE ELA MORREU. VOCÊ DESEJOU ISSO. EU IREI SIM TRAZER MEU FILHO PRA MORAR COMIGO, E SE VOCÊ NÃO GOSTOU, PEGUE SUAS COISAS E VÁ EMBORA.

—Eu não vou admitir um bastardinho na nossa família, já pensou na nossa reputação? No que a sociedade vai dizer? Ela dizia.

— Eu quero que se dane a sociedade, ele é o que me restou dela. Você e minha família jamais vão tirar ele de mim.

E naquele dia, eu vi a minha família se desmoronar. Meu pai pediu o divórcio a minha mãe, e ela brigou para não se separar, tentou consertar as coisas, mas ele nunca a perdoou, por alguma coisa que eu nunca soube o que era. Até que eles se separaram, e minha mãe fez minha cabeça contra meu pai. E um dia, eu a encontrei sem vida, anos depois.

Nunca tive uma aproximação com Carlos, que sempre tentou ser meu amigo. Meu irmão. Na verdade, depois disso sempre tomei as piores decisões possíveis, até uma amizade com a vadia da Débora, que na época era namorada do Carlos, eu fiquei, mas ela vivia falando mal dele nas costas e eu me divertia com isso. Até que teve o acontecimento com meu ex, e cansada de tudo aquilo, eu fui embora da vida de todos ali. Até aquele dia.

— Você me lembra sim. Mas, você me lembra também que é meu irmão, e que te negligenciei por muito tempo. E eu acho que agora, só posso contar com a família agora, né?

Naquele momento, eu me reconciliei com meu irmão. Mas com Diego, talvez isso não seria assim tão fácil.

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Comentários

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Infelizmente o Diego se encantou com o mundo do dinheiro e do poder, chegando ao ponto de negligênciar a própria família, agora se ele ama tanto a esposa, se já houve outros episódios de sucumbir a bebida com o Otávio, se ele naquele fatídico dia viu que o ambiente não era pra ele, porque não recuou, se não recuou, porque aceitou as bebidas dadas pelo Otávio? Pode até haver um perdão, por parte da Marina, mas acho que ela deve exigir dele uma contra partida, muito grande, em relação a vida conjugal.

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Bom de acordo com os pensamentos que ele teve aqui o que aconteceu foi o seguinte né , ? Ele frequentou as festas justamente para poder se enturmar com relação ao pessoal porque ele planejava sei lá talvez Subir na empresa e às vezes quando você está em uma empresa assim mais corporativa você precisa estar presente nos eventos da empresa até para marcar presença e para ser o seu próprio Cartão postal porque se você não marcar outras pessoas estarão marcando por você e até aquele momento Eu Acredito que ele ainda nem saiba que a Marina é herdeira né

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As peças estão se encaixando e as revelações surgindo. Essa Débora é bem maquiavélica.

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Caro Kayrosk,

Vc despejou uma tonelada de informações nesse episódio hein!

Sobre o Diego, eu voto pela absolvição!!

Sobre Marina, parece que estamos começando a conhece-la.

P.S.: Acertei que Carlos era irmão dela.

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Como não gosto e não concordo com chantagem eu torço para o casal ficar bem e que os outros se ferrem feio.

O conto está muito bom amigo e nos resta esperar os próximos capitulos

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Necessito de mais informações sobre o que o grupo Valente exatamente faz mas por ser um grupo eles devem ter mais de um tipo de negócio e o Diego provavelmente deve trabalhar em alguma espécie de gestão financeira mas eles devem ter outras coisas também

Pelo que eu estou entendendo essa Débora já estava traçando um ricaço e eles estavam pretendendo tirar dinheiro desse ricaço utilizando a empresa ali como fachada Então Eu Acredito que eles estavam seduzindo Diego porque se desse ruim eles iam jogar tudo na conta dele e ele que seria preso

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deve ser por ai e quem vai salvar ele deve ser o Carlos

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La vem Vc Ramsés fofoca , vc trabalha com adivinhações ?

Ja falei q vou derrubar o FUCDC

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Caro amigo Doda,

Vou concordar em 1 pontinho com o que vc escreveu, 2 para falar a verdade:

1 - Com Kayrosk tem que ser na adivinhação mesmo!

2 - Sou fofoqueiro pra c@r@lho!!! FUDCD FOREVER!!!!

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