Vida Amorosa 2 - Minha irmã sendo subjugada - Part 6

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1085 palavras
Data: 18/05/2026 17:13:18
Última revisão: 18/05/2026 17:27:15

Praticamente já se passaram mais de 20 dias sem ouvir falar da Pamela. Meu pai mandou um recado que só voltaria daqui 2 meses, Loara estava fora o final de semana novamente. Paola estava no serviço, bom era o que eu achava e para o azar da minha irmã Paola, a irmã do dono da padaria tinha falecido, a padaria não iria funcionar, foi quando eu ouvi a porta da sala abrindo era minha irmã eu iria colocar a cara foi quando o outro policial empurrou a minha irmã na parede.

“Abre as pernas.”

Eu fiquei olhando assustado, Paola gemeu quando as mãos do policial a agarraram e empurraram contra a parede.

“Mãos onde eu possa ver e não se mexa.”

O policial era um cara de uns 35 anos mais velho que a minha irmã. Ele começou um tipo de revista e colocou a mão na bunda dela e deu vários tapinhas.

“Safado.” Falou minha irmã.

Ele continuou passando a mão no corpo dela até os peitos apalpando um de cada vez, minha irmã fez um movimento.

“Tentando fugir? Você está presa!”

Ele puxou as algemas e minha irmã começou a rebolar nele.

“Isso é seu cassetete?” Falou maliciosa.

Eu estava meio perplexo ainda com a situação.

“Não se mexe vou te algemar.”

Depois que passou a algema nos pulsos dela.

“Estão apertadas pra você?” ele perguntou.

“Você gosta de tudo bem apertado é?”

Ele virou a minha irmã de frente e eu tirei o corpo da porta e fiquei ouvindo.

“Você nem imagina.” falou o policial.

Eu ouvi um barulho de algo batendo no chão, eu tive que olhar e vi a minha irmã de joelhos, e ouvi o barulho do zíper abrindo “vamos calar a sua boca.”

Minha Irmã não falava nada, eu não sabia como reagir, estava com medo de ser pego.

“Chupa!” ele ordenou.

Ele colocou a mão na cabeça dela e forçou, o policial estava se aproveitando da vulnerabilidade dela. Nesse momento eu senti um pouco de nojo e eu queria fazer alguma coisa. Só que a minha irmã deixava acontecer e parecia que gostava, eu juro que começou a me dar um leve tesão tive que me controlar pra não fazer nenhuma idiotice, o policial está dominando a minha irmã algemada de joelhos bombando na boca dela sem dó. Dava pra imaginar que o pau dele era grande para ultrapassar a garganta.

“Engole tudo.” ele falou.

Eu já estava com a mão dentro do short segurando meu pau duro, eu ouvia a minha irmã se engasgando no pau dele, ele gemia de prazer. Certeza que nesse momento o nariz da minha irmã encostou na barriga dele.

“Agora as bolas.”

Eu olhei e vi a minha irmã de joelhos, e aquele policial com uma arma na cintura fazendo o que queria com a minha irmã indefesa, algemada, subjugada a mercê dele.

“Chupa tudo sua puta!”

Ele colocou tudo na boca da minha irmã sem dó e ficou segurando e quando soltou parecia que estava sem ar, saliva caia no meio de suas pernas ele pegou a minha irmã jogou no sofá da sala e começou a tirar a roupa debaixo dela.

“Esqueceu de usar calcinha hoje de manhã? Você queria isso mais que eu.”

Minha irmã não falou nada mais pude notar um sorriso em seu rosto.

“Abre as pernas.”

“Onde vai colocar isso?” minha irmã perguntou.

Ele pincelou o pau nela e falou “vou começar por aqui e quem sabe não termina aqui.” Ele falou levando o pau no cuzinho da minha irmã.

Nesse momento meu tesão já estava pra explodir, eu não entendia bem mas eu estava com tesão, ele começou a chupar a minha irmã que estava de quatro e ele enfiou praticamente a cara na bunda e minha irmã gemia parecia gostar de tudo.

Ele se levantou e colocou o pau na buceta, ela gemeu de tesão e com muita brutalidade ele agarrou ela pela cintura e metia com força minha irmã com a cara no sofá só gemia, parecia que não tinha como sair daquela situação algemada, eu sabia que ela estava gostando, mais e se ela desistisse, não tinha oque fazer.

Tudo aquilo me deixava com mais tesão, minha irmã indefesa e ele metia com força, eu vi ele mexendo o dedo na bunda dela, certamente devia estar mexendo no cuzinho da minha irmã, foi quando ele tirou o pau da bucetinha dela e ficou brincando com o cuzinho.

Não tinha nem como ela melhorar a posição, ela simplesmente fechou os punhos e se preparou para que íria acontecer.

“Sem lubrificante?” falou a minha irmã.

Ele simplesmente abriu a bunda e passou os dedos na bucetinha dela e passou no cuzinho e depois cuspiu na mão e passou no pau e forçou a entrada.

“Aí meu Deus.” falou minha irmã.

Eu pensei entrar no meio e não deixar acontecer, mas o medo não deixava me mover, percebia minha irmã cerrando os dentes, ele continuava no cuzinho dela.

“É tão apertado.” ele falou.

Minha irmã gemeu.

“Você está gostando?” Ele perguntou.

“Sim.” Respondeu a minha irmã gemendo.

Eu fiquei pensando (gostando? Ela tá gostando?)

Ele passou a mão na bucetinha dela e ficou fazendo carinho, minha irmã gemia cada vez mais e ele bombando sem dó, eu podia ouvir as bolas dele batendo na bunda tinha ido tudo, ele deu uma ordem.

“Goza com meu pau no seu cu.”

Pensei (Minha irmã daquele jeito? Eu nunca iria imaginar), gemendo e se contorcendo devia estar tendo um orgasmo eu acho.

“Eu vou gozar.” Falou o policial.

Ele pegou a minha irmã e jogou no chão virada pra ele e começou a gozar em seu rosto, foi nos lábios, bochechas, nariz, com as algemas ela não conseguia se proteger estava indefesa, só podia olhar para aquele pau gozando e tremendo na frente dela.

Logo após ele se ajoelhou e tirou as algemas da minha irmã “está doendo?”

“Você sujou o meu cabelo… da próxima vez eu escolho, como vai ser.”

“Se você ganhar aposta.” Ele falou.

“Você já ganhou o seu presente! Meu olho arde e minha bunda dói, da próxima vez você conhecerá o meu cassetete.” Falou minha irmã.

“Você gostou de perder, confesse!” falou o policial dando tapa na bunda da minha irmã.

Ele se ajeitou, “vou te esperar lá fora.”

Ele saiu e minha irmã foi pro banheiro e depois de uns 10 minutos saiu trancando a casa, nesse momento fui na sala e sentei no sofá onde eles transaram e me masturbei.

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