Punheta para um casado

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Heterossexual
Contém 945 palavras
Data: 18/05/2026 21:13:02

Bom, pensando nas minhas histórias e no que eu vivi, me recordei de um relato rapido, mas que eu considero excitante.

A uns bons anos atrás, numa época em que estava focada em conseguir mudar de setor no trabalho e me dedicava ao máximo, conheci numa padaria o Rick. Ele chegou em mim enquanto eu tomava café, era um negro lindo, sarado, alto, sorridente e muito engraçado. Na primeira interação, pegou meu número, nos dias seguintes me fez abrir o bastante para trocar algumas mensagens sacanas, até que, numa sexta, num momento meu de fragilidade, ele me convenceu a sair.

Foi incrível, ele foi respeitoso, me tratou como uma princesa e me fez querer um repeteco no dia seguinte. Dessa vez, a química nos levou a beijos deliciosos e os beijos nos levaram a uma transa alucinante. E foi assim mais umas três vezes, até que sua esposa o ligou no meio de uma foda e a verdade veio a tona.

Evidentemente, Rick era casado, eu era uma amante e estava revoltada com aquilo. Cortei o contato de imediato, sequer permiti que ele me levasse em casa, tamanho minha irritação. Foram algumas semanas sem vê-lo ou interagir com ele, tinha vontade de contar tudo para a esposa corna, mas não precisava ir tão longe por algumas transas casuais.

Eis que, passado esse tempo, na mesma padaria da primeira conversa, me aparece Rick, cheio de si e vindo na minha direção.

"Nem vem. Nem vem."

"Clara, vai ser rapido, juro."

"Tá bom."

"Só queria me desculpar, sei que o que fiz foi errado e você não merecia ser usada assim."

"Beleza, Rick, só não quero mais contato."

"E não podemos ser amigos?"

"Isso jamais daria certo."

Sem ser convidado, ele se sentou ao meu lado no balcão e ficou conversando sobre nossa possível amizade. As vezes ele ia tentando levar a conversa para um lugar mais picante, mas eu o cortava, já me preparando para o que viria a seguir.

Infelizmente, aos poucos minhas tentativas começaram a falhar e o safado foi me cercando, mas eu precisava resistir.

"Sabe, apesar de toda a dor de cabeça que eu te dei, faria de novo, você é uma delícia de mulher."

"Sei. Você não vale nada né?"

"E você adora."

Nesse momento, resolvi fazer uma coisinha, me vingar de um jeito gostoso, eu acho.

"Um pouco. E se eu te oferecer uma última gozada?"

"Como é? Me cortando desde que começamos a conversar. O que houve de repente?"

"Seu carro está onde?"

"Do outro lado da rua."

"Tá bem cedo ainda, nem clareou direito. Ninguém na rua e seu carro tem filme né."

"Sim."

"Voce tem 1 minuto para pagar essa conta, eu te espero na porta."

O desgraçado chegou a furar fila, tamanha a vontade de me usar mais uma vez. Fomos até o carro e nos sentamos no banco de trás. Ele veio me agarrar, segurou meu pescoco, mas eu o impedi.

"Nada disso, uma gozada só. E do meu jeito."

"Tá bom."

Eu desabotoei sua camisa social, tirei seu cinto e abri o zíper apenas para que seu pau saltasse para fora. Me abaixei e dei um beijinhos na cabeça, seguido por uma cuspida. Ele pulsou na minha mão e endureceu rapidamente, enquanto eu beijava seu pescoço e massageava sua rola delicadamente.

Quando ficou completamente firme, eu comecei a punhetá-lo mais vigorosamente, ouvia atenta os sons das pessoas passando pela rua, não eram muitas, mas o suficiente para me excitar. Apesar disso, me mantive contida, punhetando e observando aquele homem enorme comendo (ou gemendo) na minha mão.

"Sabe, você é delicioso. Não fosse aquele dia eu provavelmente ainda estaria dando pra você."

"Dá agora, cachorra."

"Como é que é? Me respeita idiota!"

Eu soltei seu pau apenas pelo drama, mas ele segurou meu braço se desculpando desesperadamente e tentando me convencer a ficar. Ainda me fazendo de chateada, voltei a me sentar de maneira a ter acesso confortável ao seu pau e o punhetei mais e mais.

"Você acha mesmo que é o melhor né? Acha que uma foda gostosa e um corpo lindo fazem qualquer mulher ir até você."

Ele estava com a cabeça jogada para trás, mexia o quadril quase como se quisesse foder minha mão e gemia gostoso. Seu pau estava melado, muito muito melado, eu sentia lambuzar minhas mãos e sua linda roupa de trabalho.

"Você é gostoso, de fato. Mas, dessa vez, achou uma predadora, safado."

Me aproximei do seu ouvido e comecei a sussurrar baixinho enquanto aumentava a punheta.

"Seu pau tá pulsando na minha mão, mas eu sei que você queria minha bucetinha quente. Minha boquinha pra encher de porra outra vez. Mas acabou pra você, espero que se lembre disso aqui quando estiver se masturbando, ou quando estiver fodendo uma cachorra qualquer por aí. Espero que fale meu nome enquanto fode a próxima, pois para mim, o 'nós' acaba hoje mesmo."

O puto gemia gostoso, estava ofegante e desesperado, seu corpo dava todos os sinais de um colapso iminente. E quando ele gozou, segurei seu pau para que a porra voasse no próprio corpo. Seu rosto de desespero ao ver a roupa melar completamente de esperma, intercalava com o rosto de prazer que ele sentia ao gozar gostoso com a punheta.

Esperei até a última gota escorrer, beijei seu rosto, esfreguei minha mão no seu peitoral para limpar e saí sem dizer uma palavra. Certamente ele teria que voltar em casa para se trocar, sabe lá Deus se não foi confrontado pela esposa. Sei que foi a última vez que o vi, ou falei com ele, e foi bem melhor assim.

Email: marianinfaclara@gmail.com

Instagram: marianinfaclara

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