NA PADARIA MARINS

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1321 palavras
Data: 18/05/2026 23:13:11
Assuntos: Gay, Homossexual

No feriadão chuvoso, constatei a despensa vazia. Coloquei uma bermuda jeans, recortada, curta e rasgada, e uma regata de largas aberturas laterais, peguei o carro e me dirigi à tradicional Padaria Marins, onde costumo me abastecer de pão, bolo e outras guloseimas. Estava o maior vazio. Só Roberto, o dono, estava no caixa, e o filho, Marquinhos, um belo rapaz de seus 18 anos, no balcão.

Depois de nos cumprimentarmos, Roberto falou que no feriado quase não tem movimento, principalmente àquela hora – era por volta de quatro da tarde. Ainda mais sob aquele temporal. Conversamos amenidades e ele disse que a fornada sairia em 20 minutinhos, e se eu não estivesse com pressa, valia a pena esperar para levar um pão quentinho.

Claro que vale a pena! Sou louco por um pão fresquinho.

Foi o tempo de ele me falar sobre sua vida. Começara como ajudante de padeiro, depois padeiro e confeiteiro, naquela mesma padaria, que pertencera a seu pai. Apesar de ser filho do dono, não teve moleza. Há uns vinte anos ele começou a tomar conta do estabelecimento, e quando o pai faleceu, já estava consolidada a sua administração. Hoje ele direcionava o filho pelo mesmo caminho.

Roberto era um homem bonito. Cabelos e barba levemente grisalhos, bem cuidados. Eu nunca parara para conversar com ele, pois só vinha ali no horário de pique. Naquele dia, não, estava o maior marasmo... A conversa foi rolando, sua voz agradável, sempre com um sorriso nos lábios.

Ele contou de como aprendeu a mexer com cada máquina e as medidas certas da matéria-prima de cada produto. De repente, perguntou-me se eu queria conhecer como era fabricado o pão. Lógico que concordei e fui entrando. Roberto deu um toque ao filho e entrou comigo. Se eu não estivesse tão interessado no universo que iria conhecer, poderia ter percebido as olhadas de Roberto para minhas coxas ou meu tórax exposto pela camiseta... Mas não me toquei.

Ele foi me mostrando as máquinas, apresentou-me ao único padeiro daquele dia, e foi explicando a função de cada equipamento. Sempre junto dele, fui sentindo seu cheiro bom, sua voz gostosa, e, sem que eu me desse conta, estava dando olhadas para a calça apertada de Roberto, e mirando o pacote pronunciado entre suas pernas. Eu poderia jurar que havia ereção ali embaixo. Comecei a sentir a minha própria rola se mexendo.

Mas fui seguindo, respondendo afirmativamente às informações, fazendo uma ou outra pergunta. Só então flagrei seu olhar disfarçado para meu corpo. Senti um choque gostoso e a rola endurecendo. Também disfarçadamente, procurei acomodar o pau na minúscula bermuda, já premeditando a cena que eu imaginaria ao chegar em casa, enquanto me punhetaria e gozaria, pensando em Roberto.

Então sua voz veio me acordar dos meus planos de gozo em breve, me chamando para conhecer o depósito onde fica o estoque de farinha de trigo. E me levou a uma dependência mais no fundo, afastada da sala das máquinas. Em meio à sacaria e caixas, havia uma espécie de copa, com um grande sofá felpudo, para eventuais descansos. Sobre ele, um gato preto enorme, que, ao nos ver entrar, tratou de escapulir, num salto. Atrás do sofá, cobrindo boa parte da parede, um enorme quadro de uma paisagem, uma espécie de vila rural. Era uma aldeia portuguesa, onde nascera seu pai e onde o próprio Roberto vivera até os 10 ou 12 anos, antes de virem para o Brasil.

Totalmente sem cerimônia, ajoelhei-me sobre o macio sofá e fiquei mirando cada detalhe. Eu sentia minha rola rígida, escapando pela perna folgada da bermuda, a cabeça já sentindo o frio do ar-condicionado que resfriava o ambiente e eriçava os pelos do meu braço. Eu deveria estar um pitelzinho...

Roberto estava atrás de mim (na certa com os olhos perdidos na minha bunda) e falando cada minúcia daquela pintura. Ao apontar algum detalhe, seu braço roçava no meu rosto e eu sentia seu cheiro bom. Teve um momento em que ele se esticou para me mostrar uma roda d’água em que ele sempre brincava, em criança, e senti nitidamente a dureza do seu pau roçando na minha coxa.

Não consegui mais me conter e deixei meu corpo pender sobre o dele. Roberto então abraçou-me por trás, as mãos se enfiando por dentro da regata, acariciando meu peito e tocando meus mamilos rígidos. Eu gemi e, mesmo de costas, levantei meus braços, agarrando seu pescoço, buscando seus lábios, que já me esperavam para um beijo espetacular.

Enquanto nossas línguas se debatiam, senti sua mão macia acariciando minha rola, agora totalmente fora do short. Em seguida, seu dedo rápido soltou o botão do jeans, e a bermuda desceu, expondo minha pica tesa e minha bunda carnuda. Virei-me para ele, uma mão acariciando por dentro de sua camisa, a outra abrindo seu zíper e sacando a rola duríssima, finalmente livre.

Abaixei-me e a suguei com sofreguidão, enquanto Roberto gemia procurando ser contido. Depois de melecar bem sua jeba, deixando-a babando, deitei de bruços no confortável sofá e senti o corpo dele pousando sobre o meu. Enquanto sua boca roçava na minha nuca e mordiscava minha orelha, eu recebi seu pau me penetrando com suavidade e logo pegando o ritmo das estocadas.

Pensando no padeiro lá na maquinaria e até mesmo em Marquinhos no balcão, procurei ser comedido nos meus gemidos, mas estava gostoso demais o pau de Roberto dentro do meu cu, naquele movimento louco, alucinante. Eu enfiava o rosto no estofado e grunhia alucinadamente.

Até que as estocadas pararam de repente, e apenas percebi sua tora pulsando dentro do meu toba por alguns segundos, para logo em seguida explodir liquidamente, aos jatos, enquanto Roberto falava putarias insanas ao meu ouvido, em meio a ganidos ensandecidos. Após gozar, ficou alguns instantes sobre minhas costas e eu podia sentir as batidas aceleradas de seu coração e a respiração ofegante na minha nuca. Sua rola nadava na enchente da minha caverna.

Foi quando um barulho seco veio não sei de onde, mas fez Roberto pular de cima de mim como uma mola, arrancando sua rola do meu cu, que borbulhou e expulsou um pouco do seu sêmen. No mesmo impacto, catei rapidamente a bermuda jogada sobre o recosto do sofá e a vesti às pressas. O passo macio do gato atravessando a sala nos aliviou, em risos.

Procuramos nos recompor o melhor possível e nos encaminhamos para a saída. Antes de chegar à porta, não me contive e me joguei nos braços de Roberto, que aquele homem tinha um beijo extraordinário, e eu queria levar o gosto de sua boca na minha até o momento de minha punheta, em casa.

Acho que conseguimos recuperar a naturalidade de antes, ao retornar ao salão das máquinas e dali ao ambiente externo, onde ele tomou seu lugar no Caixa e eu me distraía, pegando um pacote de bolacha e uma barra de chocolate. Em segundos, o barulho dos pães dentro da enorme caixa, que tinha uma parte lá dentro e a maior aqui fora. Uma fumacinha branca subia, em meio ao delicioso cheiro de pão recém saído do forno.

Marquinhos ensacou o meu pedido, sorrindo, eu fui ao Caixa, com os produtos. Roberto calculou o valor, e, ao estender o cartão para a aproximação, percebi o tremor de minha mão. Meus hormônios ainda estavam em ebulição. Achei melhor abreviar minha permanência ali. Despedi-me e me dirigi à saída. Mas a chuva aumentada me fez estancar: eu me molharia geral (também por fora), antes que eu chegasse ao carro.

Marquinhos então, sempre sorridente e solícito, veio de lá do balcão com um enorme guarda-chuva, abriu-o ao meu lado e eu pude então atravessar o espaço molhado e chuvoso que me separava do carro, nossos corpos juntinhos, se roçando. Ao chegar, enquanto eu abria a porta e colocava os produtos, ouvi o sussurrar de Marquinhos:

– Eu vi o pai te fodendo lá atrás. Amanhã vai ser eu, viu?

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Claudio_New a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários