Sogra e Genro - Dança Proibida no Forró Carioca

Um conto erótico de Amor proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 2274 palavras
Data: 18/05/2026 23:57:10

Silvia, 52 anos, nordestina de Campina Grande, morava no Rio há vinte anos. Cabelos pretos compridos até a cintura, pele branca, corpo desenhado. E a voz: gotosa, arrastada, com aquele sotaque que derretia qualquer homem. Quando ela dizia “rapaz” ou “mainha”, dava nó na garganta.

O marido, Arnaldo, 58 anos, ficou em casa vendo futebol. A filha, Patrícia, 30 anos, também ficou – dor de cabeça, como sempre...

— Deixa elas em casa, a gente vai com os parentes — disse Silvia, a voz ecoando gostosa.

Carlos, o genro, 35 anos, era o sonho dela: branco de pele clara, olhos verdes claros que brilhavam igual esmeralda, cabelo amendoado – aquele castanho claro com mechas douradas, sempre desalinhado. Barba bem feita, corpo forte sem exagero. Um tesão de homem.

Os parentes: Rafael, primo de Patrícia, 25 anos, solteirão, e tia Idalina, 67, viúva animada. Tinham vindo da Bahia para passar uma semana no Rio. Silvia prometeu levá-los a um forró famoso na Zona Norte – pé-de-serra raiz, nada de requinte.

Carlos dirigiu o SUV preto. Silvia no banco do passageiro. Rafael e Idalina atrás.

— Mainha, animada? — Carlos perguntou.

— Animadérrima, meu filho. Forró é minha vida.

A voz dela, acompanhada das coxas que ele não tirava os olhos, fez Carlos arrepiar os braços. Ele disfarçou, olhos claros fixos na estrada.

Estacionaram perto do salão. Lugar movimentado : salão escuro, luz de LED, chão de cimento queimado, mesas de plástico, cheiro de cerveja e fumaça. Sanfona, triângulo e zabumba.

— É aqui! — Silvia bateu palmas, cabelos pretos balançando.

Entraram, acharam uma mesa perto da parede. Pediram cerveja e amendoim. Idalina puxou Rafael para dançar.

— Vai com Deus — Carlos riu, olhos verdes brilhando no escuro.

Silvia olhou para ele. Fixou nos olhos claros, desceu para a boca, pescoço, mãos grandes. Sentiu um calor subir pelas pernas.

Esse menino é um perigo.

A música mudou para uma mais lenta, forró gostoso sanfoneado. Silvia olhou para Carlos.

— Vamos dançar, rapaz? Essa aqui é boa.

A voz dela fez o pau dele endurecer na calça.

— Vamos, "mainha".

Levantaram-se. Perto das caixas de som havia um canto escuro, quase sem luz. Foi para lá que Carlos puxou Silvia.

— Tá escuro demais aqui — ela disse, sem reclamar.

— É melhor assim.

Ele segurou na cintura dela. Ela colocou os braços no pescoço dele. Dançaram colados, rosto com rosto, respiração quente misturada. O cheiro dele subia pelas narinas dela.

A mão de Carlos desceu até quase pegar nas nádegas. Ela não recuou. Apertou mais o corpo. Os peitos pressionaram o peito dele. Ele sentiu os mamilos duros por cima do vestido de chita.

Ele estava duro. O pau cresceu na calça jeans, pressionando a xota dela. Ela sentiu. Mordeu o lábio. A voz grossa saiu num sussurro:

— Tá gostoso, né, meu safado?

— Tá, mainha. Tá gostoso demais...

Ninguém via nada. Carlos enfiou a mão por baixo do vestido. Subiu pelas coxas grossas. Chegou na calcinha de algodão. Tava molhada.

— A senhora já molhou a calcinha toda — ele disse.

— Foi você, seu desgraçado. Olhos claros dessa cor é tudo safado.

Ele afastou a calcinha. E acertando a xota por tras enfiou um dedo dentro dela. Silvia agarrou no ombro dele, arranhando. Quente, úmida, apertando o dedo.

— Tira o pau pra fora, rapaz — a voz grossa arrastada. — Aqui mesmo.

— Mainha, aqui?

— Sim. Agora.

Carlos olhou em volta. Escuro. Desabotoou a calça, puxou o zíper. O pau saltou para fora – grosso, veiudo, cabeça roxa, pré-gozo escorrendo.

Silvia olhou para baixo e gemeu.

— É um monstro. Vem cá.

Virou-se de costas, e empinou a bunda. Ele afastou a calcinha e encostou a cabeça do pau na entrada da boceta dela. Escorrendo, melada.

Ele agarro por trás, simulando um passo de dança e encaixou a cabeça imensa da pica na buceta da sogra

— Nossa vai devagar, que eu nem sei se aguento.

Ele entrou devagar, centímetro por centímetro. Ela mordeu a mão para não gritar. A sanfona tocou mais alto. A zabumba abafou os gemidos.

Quando estava todo dentro, pararam. Respiraram fundo.

— Vai, agora.

Ele começou a meter devagar, no ritmo da música. Cada passo de dança disfarçava uma estocada. O cabelo amendoado balançando. Os cabelos pretos dela espalhados.

— Mainha, tá gostoso?

— Tô quase gozando, rapaz. Não para.

Ele não parou. Meteu mais rápido, fundo. Ela gozou ali, no canto escuro do forró, com o pau do genro enterrado. O corpo tremeu, as pernas bambearam. Ele segurou firme.

Depois que ela se acalmou, ele continuou.

— Agora é minha vez, mainha.

Ela gemia com a voz grossa em espasmos. Ele gozou dentro dela. Jorrando quente, grosso. Pararam, ofegantes, abraçados no escuro.

Carlos puxou o pau para fora, deixando escorrer a porra quente e grossa da buceta da sogra. Ela ajeitou o vestido e a calcinha encharcada.

— Precisamos de um lugar.

— Tem um motel na Avenida Brasil. Barato e discreto.

Voltaram à mesa. Idalina e Rafael conversavam.

— E aí, dançaram muito? — Rafael perguntou.

— Demais — Silvia respondeu, a voz tremula e ainda falhada.

Carlos pegou o celular. Ligou para Patrícia:

— Amor, a tia Idalina não tá passando bem. Vou levar ela e o Rafael pra casa. Sua mãe vai junto. Volto logo. Te amo.

Desligou. Silvia ligou para Arnaldo:

— Arnaldo, a tia Idalina passou mal. A gente já chega. Fica aí, dorme. Beijo.

Desligou. Silvia olhou para os dois:

— Vou pedir um Uber pra vocês. Amanhã a gente se vê no café.

Uber chegou. Parentes foram embora. Silvia e Carlos ficaram sozinhos.

Dentro do carro, antes de dar partida, se beijavam loucamente. Carlos pegou o celular de novo. Precisavam de mais tempo. Ligou para Patrícia:

— Amor, o trânsito na Avenida Brasil tá parado. A tia Idalina tá melhor, mas a gente vai demorar mais umas duas horas. Vou deixar ela e o Rafael em casa e depois a gente volta, tá?

— Tá, meu amor. Cuidado no trânsito.

— Te amo.

Desligou. Silvia ligou para Arnaldo:

— Arnaldo, o trânsito tá horrível. A gente vai levar os parentes e já volto. Não espera acordado, não. Beijo.

Desligou. Carlos ligou o motor e sorriu.

— Pronto. Temos umas três horas.

— Mais que suficiente — ela respondeu, a voz cheia de tesão e promessa.

Motel Central, na Avenida Brasil. Suíte 12. Cama king-size, ar barulhento, espelho no teto.

Mal a porta fechou, Silvia já estava pelada. Vestido de chita no chão. Calcinha molhada pendurada no pé da cama. Cabelos pretos espalhados pelos ombros. Boceta peluda e inchada.

— Vem comer sua sogra, rapaz. Vem com esses olhos claros safados.

Carlos tirou a roupa em segundos. Pau duro, vazando. Olhos verdes brilhando no escuro. Cabelo amendoado caindo sobre a testa. Um tesão de homem.

Subiu na cama, mergulhou a cara entre as pernas dela. Chupou com fome. Silvia agarrou a cabeça dele, enterrou os dedos nos cabelos amendoados, gritou com aquela voz nordestina e tesuda:

— Assim, meu filho! Assim! Mostra como você faz naquela sem graça da minha filha... vo te mostrar que mulher quente é nordestina.

Gozou na boca dele enquanto ele chupava aquela buceta quente, chamando de mainha... mulher quente arretada. Gozou gritando de tesão e esfregando a buceta, molhada e completamente peluda na cara toda do genro, que delirava de tesão com o gozo da sogra.

Depois ele subiu. Enfiou o pau de uma vez. Ela arqueou as costas.

— Porra, Carlos! Que pau!

— Gostou, mainha?

— Gostoi! Agora me fode com força, seu jegue! Caralho... Que pau! O do Arnaldo é mole e pequeno, aquele corno! tem tempo que não funciona mais!

- Vou te fuder toda...De todas as formas. Ele respondeu.

Ela por cima: cavalgando, peitos pulando, cabelos pretos batendo no rosto dele, a voz gostosa gritando "é isso, é isso... mete... mete na mainha assim". Ele apertava os seios dela, bombando forte na buceta da sogra e olhando nos olhos dela.

Depois ele por trás: ela de quatro, rabo balançando, tapas na bunda, menor do que a filha dela e perfeita pro pau entrar ate o talo, puxando os cabelos pretos dela para trás, ela gritando "mais, mais" me fode... A pica grossa entrava marretando firme a buceta molhada... chegando a lugares em que só existiam em uma profundidade que o sogro sequer sonhou alcançar.

Depois fodeu ela de lado: uma perna no ombro dele, ele entrando devagar, fundo, fazendo ela sentir cada centímetro da pica, ela mordendo o travesseiro, olhos negros revirados.

-Toma sogrinha... Tua filha não ta com nada... isso é que é mulher!

Colocou ela de bruços: ele por cima, entrando devagar, barba roçando na nuca dela, ela gemendo com a voz grossa em espasmos: "ai, ai, ai... não aguento porra.. eu vou me acabar de gozar nesse pau, seu gostoso".

Gozaram juntos na terceira vez dela. Ele jorrou quente dentro dela, ela se contraiu toda, gozando junto. Colapsaram na cama, suados, ofegantes.

Meia hora depois, ele já estava duro de novo.

— De novo, rapaz?

— De novo, mainha. A senhora me deixou viciado.

Dessa vez, devagar. Ela sentou em cima, rebolando, olho no olho. A mão dele apertava os peitos dela. Os cabelos pretos dela caindo sobre o rosto dele. Ele puxava para trás para ver o rosto dela.

— Foi bom? — ela perguntou, rebolando.

— Melhor do que imaginei a vida inteira.

— E eu já imaginava há tempo. Desde o primeiro churrasco. Eu olhava para esses olhos claros e pensava: 'Esse menino vai me matar de tesão'.

Ele riu, olhos verdes brilhando.

— E matou?

— Matou. E vou morrer de novo agora.

Ele lubrificou o pau e o cuzinho dela com os próprios liquidos misturados de ambos.

Ela tremeu de medo... mas ele foi tocando, abrindo, tesando o cu da sogra, que ja tinha experimentado anal mas só com o pauzinho pequeno de seu marido, agora irremediavelmente corno.

Carlos, colocou Silvia de ladinho e foi beijando a nuca... brincando com o pau na entradinha do cu e a enlouquecendo de tesão, até perder o juízo e pedir o impensável:

-Mete, seu jumento... arrombe o cu de mainha... safadooo!

Ele cobriu a boca da sogra com a mão e disse...

-Se doer morda, mainha, porque eu vou meter essa pica toda na bunda da senhora até te fazer gozar tomando no rabo. Entendeu, mainha???

- Meta filhinho... meta em mainha meta gostoso em mainha... provocou!

Rebolou mais rápido. Pedindo com a bunda... Carlos empurrou ate entrar toda a cabeça... Silvia urrou... contraiu o cu, mas já estava dentro, aquela cabeça enorme dentro dela.. o prazer cheio de dor... Ela mordeu forte a mão de Carlos...

- Morda maiinha... morda... morda mais...

O corpo de Silvia se retorcia... seus dentes mordia a mão de Carlos que abafava seus gritos e gemidos... Empurrando cada vez mais fundo, a dor se transformando em intenso prazer ate que seus corpos se tocaram completamente... Os pentelhos de Carlos tocando as preguinhas de Silvia agora totalmente abertas engolindo todo aquele pau grosso e grande.

Com um braço, Carlos envolveu Silvia por baixo abraçando pelo peito... O outro fez deslizar a mão ate o clitóris de Silvia, em meio à deliciosa selva de pelos encharcada pelo gozo e os líquidos ambos.

Carlos mantinha o pau firmemente estocado no Cu de Silvia, tocando uma deliciosa siririca e comendo o cu da sogra totalmente focado em faze-la gozar com o o pau inteiro enfiado na bunda.

Não demorou muito gozaram gritando de tesão no quarto do motel. Ela pela quarta vez.

Perderam a do tempo. Só pararam quando exaustos e satisfeitos se lembraram que, ambos casados, precisavam voltar.

Tomaram banho juntos. Chuveiro elétrico quase não esquentava. Ele lavou até próximo aos cabelos pretos dela. Ela passou sabonete no peito dele, no pau dele – que já ameaçava endurecer de novo.

— Para com isso, menino — ela disse, rindo com aquele sotaque que o deixava louco. — Vai me matar.

— Só se for pra morrer de prazer contigo, mainha.

Vestiram-se. Ele com a mesma roupa suada, ela com o vestido amassado. Cabelos pretos úmidos das gotas do chuveiro que respingaram, deixando-os semi- molhados.

Precisavam de uma desculpa... serem vistos como sogra e genro em algum lugar.

Pararam no boteco na esquina, Daqueles que funcionam dia e noite, na rua de casa. Mesa de plástico, guardanapo de rolo, chope gelado. Calabresa acebolada, batata frita, mandioca com manteiga.

Comeram em silêncio. Os olhos verdes claros dele nos olhos negros dela. O cabelo amendoado caía sobre a testa. A voz dela dela ainda o fazia arrepiar.

— Isso foi uma loucura — ela disse.

— A melhor loucura da minha vida.

— Não pode acontecer de novo.

— Claro que não.

Ela riu com a voz brincalhona. Ele riu também, olhos claros brilhando. Sabiam que mentiam.

Chegaram às 6h da manhã. Sol nascendo, passarinhos cantando. Casa silenciosa.

Arnaldo dormia no quarto com a TV ligada no canal de pescaria. Patrícia dormia abraçada ao travesseiro.

Silvia entrou na ponta dos pés, tirou as sandálias. Cabelos pretos ainda molhados, cheirando a sabonete de motel. Deitou ao lado de Arnaldo, que nem se mexeu.

— Boa noite, velho — sussurrou com a voz grossa.

Carlos entrou no quarto. Patrícia resmungou:

— Amor, que horas são?

— Estávamos aqui na esquina comendo umas porções. Ta cedo aínda...Dorme.

Ele deitou ao lado dela, cabelo amendoado espalhado no travesseiro, olhos verdes claros fixos no teto.

O celular vibrou. Mensagem de Silvia:

"Boa noite, genro. Sonhe com o forró."

Ele respondeu:

"Já estou sonhando com a senhora de quatro no banheiro do motel, mainha."

"Safado. Carioca é tudo sem vergonha."

"E a senhor é uma cadela gostosa. Me aguarde...."

"Sua cadela. Agora dorme, que amanhã tem almoço em família."

"Vou sentar em frente á senhora."

"E vai passar o pé na minha perna o almoço todo?"

"Pode apostar."

"Seu desgraçado. Boa noite."

"Boa noite, mainha."

Os quatro dormiram sob o mesmo teto.

Dois inocentes.

Dois pecadores.

E um segredo molhado, quente, guardado entre olhos verdes e cabelos pretos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Genro e Sogra a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Dor de cabeça da filha tem um nome , falta de sexo . Se o marido desse o mesmo tratamento que deu a mãe, a dor desapareceria com facilidade. Kkk

0 0