DÓRIS, A SUBMISSA - Parte 5

Um conto erótico de jrDmetrionX
Categoria: Heterossexual
Contém 897 palavras
Data: 19/05/2026 00:52:20

O carro tinha acabado de estacionar perto da praça. Dóris, sentada no banco do passageiro, mantinha as pernas cruzadas com sua saia curta. Parecia está um pouco nervosa.

— Tá pronta pra nossa brincadeira de hoje? — perguntou Nicolau, girando um controle nas mãos.

— Ai, Nicolau… — murmurou ela, já trêmula. — Não sei se consigo...

— Claro que consegue. É simples. Vai até aquele velhinho ali, compra um sorvete, agradece e volta pro carro. Só isso.

— Só isso, né? Com essa coisa dentro de mim? — Ela cruzou as pernas com força sentindo um leve vibração.

Nicolau começa apertar o botão e Dóris começou a se contorcer toda no banco. O vibrador escondido dentro da sua calcinha começou a pulsar devagar, numa intensidade que provocava mais tortura do que prazer imediato. Ela mordeu o lábio, tentando recuperar o fôlego. Era como se as pernas tivesse vida própria se contorcendo todo como uma corrente elétrica de prazer a passar em todo seu corpo.

— Sabe o que tem que fazer, agora vai... — Ordenou Nicolau.

Ela saiu do carro com as pernas trêmulas, caminhando até o carrinho de sorvetes. Cada passo parecia uma tortura. O brinquedo pulsava, vibrava, apertava os pontos mais sensíveis do seu corpo. Seu clitóris estava inchado. A calcinha, ensopada.

— Boa tarde... — disse ela ao senhorzinho, tentando sorrir. — Quais são os sabores?

Nicolau, de dentro do carro, assistia tudo. Apertou o botão de novo. Um pulso mais forte percorreu o corpo de Dóris, fazendo-a se apoiar na lateral do carrinho.

— Está tudo bem, moça? — perguntou o velho.

— T-t-tô… só tô com ca... calor... — ela respondeu, a voz falhando.

Conseguiu pegar o sorvete e pagou com a mão tremendo descontroladamente. O senhorzinho do carrinho de sorvete percebeu o choque no rosto dela; aquela mulher tremia da cabeça aos pés, com os olhos quase revirando de tesão e o rosto completamente corado. Quando viu que as pernas dela iam ceder e ela ia cair no chão, o velho a segurou firme pelos braços.

— Moça, pelo amor de Deus, acho que a senhorita não está bem! Não é melhor ir direto para o hospital?

— Ai... eu estou bem... — desabafou Dóris em um gemido sôfrego e arrastado.

Ela cravou as unhas nos braços do velho, escorregando o corpo e roçando o quadril contra o dele em um espasmo involuntário. O vibrador, agora na potência máxima, despejava pulsações violentas e implacáveis direto no seu clitóris, fazendo sua buceta latejar, completamente encharcada de tanto estímulo. Cada vibração parecia um choque elétrico que subia pela espinha, contraindo suas paredes vaginais em volta do aparelho.

— É... é só o sol... hoje está quente demais... a pressão caiu... mas estou bem... — conseguiu balbuciar, sufocando um orgasmo violento entre os dentes enquanto sentia o brinquedo quase arrancar sua alma.

Ela deu meia-volta, completamente desorientada e pingando de suor e tesão. Caminhou a passos tortos, prensando uma coxa na outra para esmagar o vibrador contra a carne e tentar conter o prazer que parecia que ia fazê-la gozar ali mesmo na calçada, até finalmente arrancar a porta do carro e despencar no banco do carona.

— Caralho, porra... tá maluco, Nicolau?! Você aumentou essa porra no máximo! Que vergonha, caralho! O coitado do senhorzinho achou que eu estava tendo um treco, e eu quase gozei na cara do velho!

Nicolau largou o controle remoto no painel, chorando de rir da cara dela.

— Foi a coisa mais engraçada que já vi na minha vida! Você grudada no velho, toda se tremendo!

— Você ri porque não é você que está com a buceta pegando fogo, toda molhada e quase desmaiando no meio da rua! Ai, que vergonha...

Nicolau dirigiu o carro e parou de frente numa igreja.

— Agora, você vai até a igreja.

— O quê?

— Vai se confessar, princesa. Quero ver como você se comporta com Deus ouvindo seus pecados... enquanto eu aperto esse botãozinho aqui.

Dóris hesitou, mas obedeceu. Entrou na igreja silenciosa, atravessando o corredor entre os bancos, até o confessionário. Ajoelhou-se.

— Em nome do Pai, do Filho...

Ela começou a falar quando Nicolau, do lado de fora, ativou o vibrador no máximo.

— Aaaaah! — escapou um gemido alto. Ela levou a mão à boca.

— Está bem? — perguntou o padre, do outro lado.

— Sim, sim... estou... aaaaaah...

a vibração não dava trégua. A pressão entre as pernas era insuportável. Ela suava, mordia o dedo, se contorcia.

O padre, assustado, puxou a cortina do confessionário.

— Pelo amor de Deus, o que está acontecendo aqui?! Estais com dor de barriga?

— Nada padre... aaaahhh Meu Deus... — gemeu ela de prazer enquanto se contorcia toda no banco a levanta a minissaia e morder os lábios.

O padre fez sinal da cruz.

— Estais possuída!!!

— Não é isso padre.... oh meu Deus... caralho... não padre... esperar... — Ela tenta ficar em pé quando Nicolau apertou o botão no máximo fazendo o vibrador vibrar ainda mais. Ela cair no banco a gemer alto como se tivesse tento um orgasmo. — Padre.... eu não estou possuída, é apenas o vibrador...

Fiéis começaram a se levantar. Alguns saíram da igreja, escandalizados. Outros começaram a rezar. Dóris escapou pela lateral da igreja, tropeçando nos próprios pés, correndo até o carro.

Nicolau estava gargalhando.

— Você é maluco... — disse ela, ofegante tirando o vibrador dentro da calcinha. — Eu quase gozei no confessionário!

— Eu queria der visto a cena...

— Vamos logo antes que o padre venha me dá sermão!

Nicolau ligou o carro e saiu de lá em alta velocidade.

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