Império pornô - Apoiando o comércio local - Parte 2

Da série Império pornô
Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 2433 palavras
Data: 19/05/2026 09:40:13

Fechei o arquivo e deixei o notebook apoiado sobre minhas pernas, encarando por alguns segundos meu próprio reflexo na tela escura.

Vinte e cinco minutos antes eu estava sentado naquele mesmo lugar na cama tentando entender como gravar um vídeo daquele tipo sem parecer um completo idiota. Agora existia um arquivo salvo no notebook de uma garota que eu conhecia fazia poucas semanas onde ela... bom, você sabe.

Sabe, não é? Você leu a primeira parte onde eu fodi a boca da Pink, não leu?

Deixe de preguiça e vá ler!

O som do chuveiro ainda vinha do banheiro, abafado pela porta fechada.

Passei a mão no rosto, tentando organizar os pensamentos. Minha cabeça voltava para flashes aleatórios da gravação, o jeito que ela olhava para a câmera, o jeito que ela olhava para mim, as risadas entre uma pausa e outra, o rosto melado de saliva e depois de porra.

Abri o vídeo outra vez. A imagem começou tremida, comigo claramente sem saber onde colocar a câmera direito. Soltei uma risada baixa sozinho.

— Profissional para um caralho — murmurei.

Ouvi o chuveiro sendo desligado no banheiro após o longo banho da Pink. Endireitei a postura quase imediatamente, sem nem perceber, como se fosse ser pego fazendo besteira. Alguns segundos depois, a porta abriu devagar.

Pink saiu envolta numa nuvem de vapor, o cabelo úmido caindo pelos ombros, sem o penteado habitual. Tinha trocado completamente a personagem do vídeo por algo muito mais simples. Vestia uma camiseta larga demais, provavelmente pega às pressas, e esfregava a toalha na ponta do cabelo enquanto caminhava pelo quarto. Escondi o notebook rapidamente.

— Má notícia — suspirei. — A câmera não gravou. Vamos ter que gravar tudo de novo.

— Ah, merda! Não acredito — ela disparou na mesma hora, arregalando os olhos enquanto vinha na minha direção. — Você só pode estar zoando.

Ela arrancou o notebook das minhas mãos e deu de cara com o vídeo rodando na tela. Ficou me encarando por dois segundos antes de me empurrar de leve no ombro.

— Idiota — tentava soar irritada, mas já estava rindo. — Corajoso você continuar assistindo isso.

— Precisava conferir se o câmera aqui não fez merda.

— E fez? — ela soltou uma risadinha pelo nariz.

Depois, sem pedir licença nem fazer cerimônia, sentou ao meu lado na cama.

Perto demais.

Muito perto.

Meu coração disparou.

Porque?

Não sei.

Não se atreva a perguntar o porque.

O colchão afundou levemente sob o peso dela e um cheiro doce do shampoo invadiu o espaço entre nós, invadiu minhas narinas me deixando um pouco atordoado. Nenhum dos dois falou mais nada. Ficamos completamente calados, só olhando para a tela. Aos poucos, fui percebendo Pink mudar de postura ao meu lado. Ela começou relaxada, quase divertida, mas conforme certas cenas apareciam, o constrangimento vinha devagar. Primeiro mordendo o canto da boca. Depois escondendo parte do rosto na manga da camiseta. Até que ela simplesmente soltou um gemido abafado de vergonha ao se ver falando alguma coisa diretamente para a câmera.

— Meu Deus, eu vou morrer de vergonha.

— Você estava bem confiante na gravação — não consegui segurar a risada

— Gabriel, cala a boca — ela respondeu imediatamente, já escondendo o rosto inteiro dessa vez. — Eu não acredito que fiz isso tudo.

Olhei mais para ela do que para a tela agora. O rosto dela estava vermelho de verdade. E, estranhamente, aquilo parecia mais íntimo do que qualquer coisa que tínhamos acabado de gravar. Desviei os olhos da tela novamente por um instante, o que foi um erro. Porque quando olhei para Pink de novo, ela já estava olhando para mim e não desviou dessa vez. Ficamos alguns segundos presos naquele silêncio estranho, com o vídeo ainda rodando esquecido no notebook. Aqueles sons do vídeo ao fundo piorava tudo de um jeito inacreditável. Pink foi a primeira a quebrar o silêncio.

— Isso é tão estranho.

— O vídeo?

— Tudo isso — ela abaixou os olhos para as próprias mãos, mexendo distraidamente na barra da camiseta larga. — Eu achei que fosse me arrepender depois.

Não falei nada.

— Sério. Achei que ia me sentir estranha comigo mesma. Ou desconfortável. Sei lá. Mas eu gostei.

Meu cérebro travou na hora. Pink percebeu minha reação quase instantaneamente e ficou vermelha no mesmo segundo.

— Não faz essa cara — ela falou rápido demais. — Quer dizer… não foi só pelo vídeo. Foi… a experiência.

Continuei quieto. Ela respirou fundo antes de continuar:

— Eu gostei porque me senti confortável. Você me deixou confortável o tempo inteiro.

O jeito que ela falou aquilo fez meu peito apertar.

— Em nenhum momento você me fez sentir pressionada, nem estranha, nem usada.

Agora ela evitava me olhar completamente.

— E eu acho que gostei demais do fato de ter sido com você.

Silêncio. Pink percebeu o peso da própria frase no exato segundo em que terminou de falar.

— Meu Deus, esquece isso — começou imediatamente, escondendo metade do rosto na manga da camiseta. — Talvez eu esteja confundindo as coisas, foi adrenalina, ou o clima, ou—

Ela parou no meio da frase e finalmente me olhou.

— Que droga, fala alguma coisa, quanto tempo pretende ficar me olhando com essa cara?

Abri a boca só para fechar, queria falar algo, mas não sei se poderia falar aquilo. Me senti como se respostas demais e nenhuma ao mesmo tempo. Tentei pensar em qualquer coisa minimamente racional para dizer.

— Eu acho que gosto de você — falei sem raciocinar.

Silêncio absoluto. Pronto, agora éramos dois idiotas em pânico. Pink congelou, eu também. Nenhum dos dois conseguia olhar direito pro outro. Passei a mão na nuca enquanto ela escondia o rosto, claramente tentando processar o que tinha acabado de acontecer.

E o pior de tudo era o notebook ainda aberto do nosso lado. Pink soltou uma risada nervosa primeiro, quase imperceptível, eu acompanhei logo depois. Não porque aquilo fosse engraçado, mas porque era impossível sobreviver àquele nível de vergonha em silêncio. Deus sabe o quanto eu queria evaporar naquele momento. Então ela respirou fundo e dessa vez, quando olhou para mim, não desviou.

— Eu quero você, sem câmera, sem cliente, sem pedidos e sem conteúdo. S-s-s-só nós dois — ela tentou terminar, gaguejando no final.

Fiquei encarando ela por alguns segundos sem conseguir responder. Pink se aproximou devagar, a mão dela encostou no meu rosto primeiro, ela chegou perigosamente perto, senti a respiração dela curta batendo contra a minha.

E então ela me beijou, lento, suas mãos acariciaram meu rosto e as minhas apertaram sua cintura um pouco forte, Pink soltou um suspiro baixo contra minha boca, interrompendo momentaneamente o beijo. Nos olhamos de novo, mais próximos que nunca.

— Seus lábios tremem quando eu beijo você — ela murmurou baixinho.

— Porque você me deixa nervoso.

— Depois de tudo que a gente fez hoje?

— Isso aqui é muito pior.

Ela soltou uma risada abafada antes de me beijar outra vez, agora sem nenhuma paciência, o beijo ficou mais quente, rápido, mais intenso, bagunçado, descompassado. A respiração dela falhava entre um beijo e outro enquanto nossas bocas se encontravam sem ritmo nenhum, como duas pessoas tentando compensar semanas de tensão acumulada em poucos minutos. Minhas mãos subiram lentamente pelas costas dela por baixo da camiseta larga, sentindo a pele fervendo, não sei se ainda era do banho, pelo nosso momento ou se era somente tesão. Pink arrepiou inteira, senti a pele ficando pontiaguda, aquele arrepio acabou com o resto de juízo que ainda sobrava. Ela percebeu, obviamente perceberia.

As mãos dela agarraram minha camisa enquanto ela encostava a testa na minha por um segundo, tentando respirar.

— Gabriel…

O jeito que ela falou meu nome...

Passei a mão pelo cabelo úmido dela, Pink voltou a me beijar antes que eu conseguisse pensar direito outra vez, agora pressionando o corpo contra o meu sem escrúpulo nenhum. Senti os mamilos duros esfregando contra mim. Subi aquela camisa larga na medida do possível, empurrando-a para se deitar na cama. Ela deu um sorriso safado, como quem não aguentava mais esperar. Chupei seus peitos descontroladamente, mordendo, lambendo, alternando entre um e outro. Desci um pouco deixando um rastro de beijos em seu abdômen gordinho até chegar no lugar premiado, o cheiro de sua buceta me intoxicava, nebulava minha mente, mas não tanto quanto vê-la em minha frente, tão de perto.

Aquilo era uma joia rara, fiquei alguns segundos parado apenas observando, até a mão de Pink forçar minha cabeça entre o meio e suas pernas, impaciente. Não tive escolha a não ser cair de boca em sua buceta, chupar seu clitóris, esfregar a língua nos lábios e só para depois enfiar na fenda molhada, o mais fundo que conseguia. Ela gemia, rebolava na minha boca, há poucos minutos estava beijando sua boca, agora estava completamente imerso, beijando sua buceta, minha língua, meus lábios esfregavam no meio de suas pernas, melando meu rosto, minha barba. Apertava suas coxas com força, deixando a marca vermelha das minhas mãos em suas coxas branca e roliças. Subia a mão até sua cintura, até seus peitos e apertava, brincando e puxando com as aréolas rosadas, deixando-as também marcadas, assim como suas coxas.

Sentia meu pau explodindo na calça, não podia aguentar mais, tinha quer foder Pink o mais rápido possível o mais forte que conseguisse, era como uma necessidade momentânea que tomava conta do meu corpo. Desgrudei a boca de sua flor rosada, ficando de joelhos em cima da cama, tirei o resto de roupa que ainda tinha. Ela queria levantar, provavelmente para me chupar, mas não tinha tempo para aquilo, levantei suas coxas e apertei novamente, batendo meu pau seco em sua buceta completamente encharcada.

— Não vai querer que eu te chupe? — ela dizia entre gemidos, sentindo meu pau roçando em seu clitóris.

— Pra que perder tempo, quero foder você logo!

— Só vai devagar, já faz um tempo. Devo estar toda apertadinha — ela dizia com aquele sorriso safado que combinava com as bochechas coradas.

Bati um pouco mais meu pau em sua buceta, esfregando no clitóris. Ela pegou um pouco de cuspe com a ponta dos dedos e espalhou na cabeça do meu pau, ela me punhetou um pouco tentando espalhar por todo o tronco e então finalmente direcionou para a entrada, sem tirar seus olhos dos meus. Comecei a empurrar devagar, ela mordeu o lábio inferior e fechou um pouco os olhos. Empurrei mais um pouco, ela revirou os olhos e a cabeça, soltando um gemido prolongado.

— E ai, tô apertadinha? — ela perguntou novamente com aquele sorriso safado.

— Sim, mas não vai ficar por muito tempo — disse empurrando lentamente o resto até minhas bolas baterem em sua buceta.

Ela apertou meus braços, gemendo feito louca, ofegante, abrindo mais as pernas como quem quisesse mais.

— Idiota, quase me fez gozar! Tão rápido.

— Quase? — perguntei, começando a meter devagar. — Hoje você é minha, ok? Eu vou te usar do jeito que eu quiser.

Ela assentiu, mordendo o lábio inferior novamente. Comecei a meter mais rápido, ela me puxou para perto, me beijando de novo. Passei a meter cada vez mais rápido, sentia sua buceta se contraindo, a certeza de que ela havia gozado veio com a tremedeira nas pernas e seus gemidos exageradamente descompassados de acordo com a respiração ofegante. Mas não parei, continuei a meter, a cada estocada sua buceta ficava mais receptiva, mais molhadas, fazendo meu pau deslizar para dentro.

— Espera, eu acabei de gozar — ela disse, ofegante e aparentemente cansada.

— Não, te falei que iria te usar do jeito que eu quiser, lembra?

— Isso é golpe baixo — ela rebateu, manhosa.

Tirei meu pau de sua buceta, ambos completamente melados, tanto que um fio de néctar ligava os dois. Pink se sentou na cama, com a boca aberta agarrou meu pau, começou a chupar freneticamente, dessa vez mais lento que quando gravamos o vídeo. Ela largou meu caralho, se virando lentamente e ficando de quatro, com a bunda empinada e as costas arqueadas. Aquilo piorou as coisas para mim, não achei que iria durar muito tempo. Coloquei meu pau no meio de sua bunda, roçando levemente nas pregas do seu cuzinho branco. Apertei a bunda dela, deixando a marca vermelha das minhas mãos. Era incrível a tonalidade de branco da pele daquela mulher. Afastei as nádegas e dei um tapa em cada uma. Ela me olhou por cima do ombro, balançando aquele rabo largo, dei mais dois tapas, apertei e afastei, abrindo um pouco seu cu e sua buceta vermelha. Sem aviso e sem premeditações, enfiei todo meu pau de uma vez, voltando a fodeção frenética de segundos atrás. Agarrei seu quadril e voltei a estapear, fazendo sua pele ficar em vermelho vivo.

Pink só estava ali, gemendo, falando palavras desconexas enquanto eu a fodia sem compaixão. Agarrei seus braços a força e os prendi atrás de suas costas com as duas mãos, as puxando contra meu corpo a cada estocada, metia forte, sentia o mel de sua buceta escorrendo pelas minhas bolas. Senti que não iria durar muito tempo, quanto tempo estava ali, fodendo sua buceta? Não sei, mas tempo suficiente para começar a sentir o suor escorrer em excesso pelo meu corpo, temo o suficiente para começar a ficar cansado.

Mal consigo dizer quantas vezes ela gozou no meu pau, mas o mel escorria também em excesso, pingando no lençol. Para ser sincero, tendo a visão ampla do rabo dela não ajudava, eu a fodia sem parar, freneticamente, o quarto cheirava a sexo e perversão. Larguei os braços dela, diminui o ritmo das estocadas e tirei meu pau, gozei em sua cima da sua bunda, contrastando o vermelho dos tapas e o branco do esperma jorrando por cima. Sentei na cama, cansado e também ofegante, Pink deitou e se virou, com um sorriso de satisfação. Tentou falar alguma coisa, mas não saiu nada, ficou sem fôlego provavelmente. Do lado de fora, uma chuva forte começou a cair. Nós dois olhamos para a janela e então, olhamos um para o outro.

— Acho que você vai ter que ficar por mais um tempo aqui — ela quebrou o silêncio, com um sorriso na boca.

— Não estava planejando ir embora tão cedo, de qualquer forma.

— Que bom, não preciso me humilhar pedindo para você ficar.

Me deitei ao seu lado, ela puxou a coberta e cobriu nós dois, logo depois me abraçou, repousando sua cabeça em meu peito.

— Ainda preciso editar o vídeo — falei.

— Depois, o cliente pode esperar um pouco.

— Tem certeza?

— Absoluta, só não estraga o momento, pode ser? — ela falou, séria dessa vez.

Não disse mais nada, fiquei encarando o teto, pouco tempo depois senti a respiração pesada da Pink pelo meu corpo, ela já havia adormecido. Meus olhos também já estavam ficando pesados, lentamente, eles se fecharam, então, adormeci junto a ela.

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Comentários

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maravilhoso demais, meus parabéns

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Muito bom o ritmo da história, segue tesuda e agora um pouco mais romântica, pra quebrar o óbvio. Parabéns!

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