Na semana seguinte, a casa entrou em uma rotina estranha, porém estável.
De manhã, Jaque e Marina saíam juntas para o posto de saúde. Conversavam normalmente no caminho, como se nada tivesse mudado. Maurício trabalhava de casa, concentrado no notebook. Henrique e Gegê ajudavam com pequenos serviços na casa ou saíam para resolver assuntos da futura volta à ONG.
À tarde, quando Jaque e Marina voltavam, o clima ficava mais carregado. Jaque e Maurício tinham momentos a sós no quarto do casal. O sexo entre eles havia voltado com mais frequência e intensidade. Maurício parecia mais presente, mais carinhoso, embora ainda carregasse um certo peso nos olhos.
Enquanto isso, Marina ia para o quarto dos meninos quase todas as tardes. Os três passavam horas lá dentro. Às vezes se ouvia risadas baixas, às vezes gemidos abafados. Marina saía de lá com o cabelo bagunçado, o rosto corado e um sorriso satisfeito.
À noite, o jantar era o momento em que todos ficavam juntos. A mesa era civilizada, com conversas normais sobre o dia, o trabalho e a reconstrução da ONG. Maurício ainda era o mais quieto, mas participava. Jaque observava tudo com atenção, mantendo o controle da situação.
Depois do jantar, cada um seguia seu caminho.
Algumas noites Jaque e Maurício se trancavam no quarto do casal.
Outras noites Marina desaparecia com Henrique e Gegê.
A casa vivia em um equilíbrio silencioso e sexual. Ninguém falava abertamente sobre o que acontecia atrás das portas, mas todos sabiam. Não havia mais grandes dramas ou brigas — apenas uma rotina dupla: a aparência de um lar normal durante o dia, e uma liberdade controlada à noite.
Jaque se sentia estranhamente em paz com isso. Seu casamento havia ganhado uma nova energia. Maurício estava mais atencioso com ela. E ela, por sua vez, tinha os meninos quando queria.
Tudo parecia… funcionar.
Mesmo após dias da conversa sobre o retorno à ONG, a casa continuava imersa em uma rotina de sexo constante e intenso.
A tensão do fim iminente pairava no ar, mas ninguém queria falar sobre isso abertamente. Em vez disso, todos pareciam querer aproveitar ao máximo o tempo que ainda restava.
Jaque transava com Henrique e Gegê com mais urgência e desejo. Às vezes sozinha com um, às vezes com os dois. Marina continuava seduzindo Maurício quase todos os dias, e o casal também mantinha sua vida sexual ativa — ora carinhosa, ora mais selvagem.
Naquela noite, depois de um sexo calmo e profundo, Jaque e Maurício ficaram abraçados na cama. Maurício, com a cabeça no peito dela, quebrou o silêncio:
— Jaque… mesmo com tudo isso que estamos vivendo… quando Henrique, Gegê e Marina voltarem pra ONG, você acha que nosso casamento vai voltar a cair na rotina? Como era antes?
Jaque sentiu um aperto forte no peito. Ficou em silêncio por alguns segundos, passando os dedos nos cabelos dele.
— Eu tenho medo que sim — respondeu ela, honestamente. — Esses dias foram intensos. Diferentes. Eu me sinto mais viva, mais desejada… e você também mudou. Mas quando for só nós dois de novo… não sei se vamos conseguir manter esse fogo.
Maurício levantou a cabeça e olhou para ela, os olhos cheios de preocupação e afeto:
— Eu também tenho medo. Não quero voltar pra aquela monotonia. Não quero que a gente volte a mal se tocar, a dormir virado pro lado… Eu gosto do que estamos vivendo agora. Mesmo sendo louco. Mesmo sendo errado.
Jaque não respondeu. Apenas o abraçou mais forte, sentindo o peso da incerteza.
A reconstrução da ONG estava quase pronta, e com ela, o fim de uma fase que nenhum dos cinco queria admitir que estava terminando.
Jaque e Maurício tiveram uma longa conversa no quarto. Depois de muita hesitação, eles tomaram uma decisão juntos:
— Vamos passar três dias na fazenda. Todos nós — disse Jaque. — Uma espécie de despedida antes deles voltarem definitivamente pra ONG.
Maurício concordou, embora ainda carregasse um misto de excitação e desconforto. A viagem foi marcada para o final de semana seguinte.
Os dias antes da viagem foram cheios de tensão sexual disfarçada. Jaque e Marina saíam para comprar roupas leves e provocantes para a fazenda. Henrique e Gegê arrumavam as coisas com um brilho nos olhos. Maurício tentava agir normalmente, mas Jaque percebia o volume na bermuda dele sempre que Marina ou ela passavam com pouca roupa pela casa.
Na véspera da viagem, Jaque chamou todos na sala e falou claramente:
— Lá na fazenda não vai ter limite. Mas também não vai ter drama. Combinado?
Todos concordaram.
Assim que chegaram à fazenda no final da tarde, a tensão sexual explodiu. Mal guardaram as malas na casa rústica e Henrique prensou Jaque contra a parede do celeiro, levantando seu vestido curto e enfiando os 22cm grossos, veiosos e pesados de uma vez. Jaque gemeu alto, sentindo ele esticar sua buceta ao máximo, as veias pulsando dentro dela enquanto ele segurava sua cintura definida e metia com força. Do lado de fora, Gegê encostou Marina contra uma árvore, abaixou seu short e penetrou-a com os 19cm grossos, fodendo-a de pé. Maurício assistia tudo, o pau duro na bermuda, até que Marina o chamou. Ele se aproximou e ela o chupou enquanto Gegê a comia por trás. O primeiro dia foi de sexo urgente e cru: no celeiro, debaixo da árvore de laranja e na varanda. Jaque foi comida de quatro por Henrique enquanto chupava Gegê. Marina cavalgava Maurício com força, os seios firmes balançando.
O segundo dia foi ainda mais intenso. Pela manhã, na piscina improvisada, Jaque ficou entre os dois negros. Gegê a fodia por trás, segurando sua cintura definida, enquanto Henrique enfiava o pauzão na boca dela. Maurício fodia Marina na beira da piscina, os corpos molhados brilhando ao sol. À tarde, na sombra da grande árvore de laranja, Jaque foi colocada de quatro no gramado. Henrique metia nela com estocadas profundas e fortes, o abdômen marcado brilhando de suor, enquanto Gegê enfiava na sua boca. Marina, ao lado, cavalgava Maurício com vontade, rebolando a bunda média e gemendo alto. Jaque gozou várias vezes, o corpo curvilíneo tremendo, os seios siliconados balançando. Maurício, cada vez mais solto, fodia Marina com força, esquecendo temporariamente a timidez.
No terceiro e último dia, o grupo saiu para andar a cavalo pela estrada da fazenda. Maurício avistou uma grande árvore de goiaba carregada de frutas. Eles amarraram os cavalos, tomaram água fresca do riacho e Marina começou a provocá-los. Ela se encostou no tronco, abriu as pernas e passou a mão entre elas, olhando para os três homens. Não precisou dizer mais nada. Henrique foi o primeiro, puxando Marina contra a árvore e enfiando os 22cm grossos nela de uma vez. Gegê enfiou o pau de 19cm na boca dela. Maurício, assumindo o controle da loira mais nova, puxou Marina para si, virou-a de frente e a levantou, penetrando-a de pé contra a árvore com estocadas firmes, segurando sua bunda média enquanto ela gemia. Depois Gegê a virou de quatro no chão e meteu com força, batendo contra sua bunda enquanto Henrique enfiava na boca dela. Maurício alternava, metendo na buceta dela e depois na boca, até que os três gozaram quase juntos — Maurício enchendo a buceta dela, Gegê gozando nos seios e Henrique na boca.
Depois do sexo, ainda ofegantes, Maurício olhou para a árvore com nostalgia e disse:
— Sabiam que atrás dessa árvore tem uma cachoeira? Foi lá que eu e Jaque transamos pela primeira vez… Tenho uma ideia.
Ele mandou mensagem para Jaque: “Amor, preciso de ajuda aqui na cachoeira. Vem rapidinho?”
Jaque chegou curiosa. Quando se aproximou, viu Maurício fodendo Marina por trás com força, segurando a cintura dela e metendo fundo, enquanto Henrique enfiava o pauzão de 22cm na boca da loira. A água da cachoeira caía atrás deles, molhando os corpos suados. Marina gemia alto, empinando a bunda para Maurício enquanto chupava Henrique.
Jaque ficou parada, o coração disparado, a buceta molhando instantaneamente. Ela tentou resistir por alguns segundos… mas não conseguiu. Tirou o vestido, ficou nua e entrou na água, juntando-se aos quatro.
Gegê agarrou Jaque por trás, enfiando os 19cm grossos na buceta dela de uma vez, segurando suas pernas fortes e metendo com ritmo firme. Ao mesmo tempo, Henrique e Maurício dividiam Marina: Henrique metendo na buceta dela com estocadas profundas enquanto Maurício enfiava na boca, fodendo sua garganta. Jaque gemia alto, sentindo Gegê abrir ela inteira, o pau grosso batendo fundo. Depois veio a troca: Henrique pegou Jaque, enfiando os 22cm grossos e veiosos com força, esticando sua buceta ao máximo enquanto Gegê enfiava na boca dela. Maurício fodia Marina com vontade ao lado, batendo contra a bunda dela. Os corpos se misturavam na água da cachoeira — mãos apertando seios, tapas na bunda, gemidos ecoando. Jaque gozou tremendo, apertando o pau de Henrique, depois gozou novamente quando Gegê meteu fundo por trás. Maurício e Henrique gozaram quase juntos, enchendo Marina e Jaque de porra quente. Gegê gozou por último, jorrando sobre os seios de Jaque.
Todos ficaram ofegantes, suados e satisfeitos na cachoeira, sabendo que aquela era a última grande aventura juntos.
No carro, durante o trajeto de volta da fazenda, o silêncio era pesado. Jaque, sentada no banco do passageiro, olhava pela janela e finalmente quebrou o silêncio:
— Esse foi nossa última aventura juntos… pelo menos como estamos agora.
Marina, no banco de trás, olhou para ela com um sorriso malicioso e disse:
— Nós três temos alguns fetiches que gostaríamos de realizar antes de voltarmos pra ONG.
Maurício, que dirigia, ficou visivelmente chocado. Apertou o volante e perguntou, a voz tensa:
— Quais seriam?
O primeiro a se pronunciar foi Henrique, com aquele olhar intenso:
— Eu sonho em comer a Jaque no consultório do posto de saúde. Quero deitar ela na maca, abrir bem aquelas pernas fortes, chupar essa buceta gostosa até ela implorar, e depois foder ela com força em cima da mesa dela, enquanto os pacientes esperam do lado de fora. Quero que ela segure o gemido pra não ser descoberta.
Jaque sentiu um calor subir imediatamente entre as pernas. Sua buceta molhou na hora, imaginando a cena.
Gegê, ao lado de Henrique, falou em seguida, com a voz calma e sarcástica:
— Eu quero comer o cuzinho da Jaque. Sei que ela nunca deu pra ninguém. Quero ser o primeiro a abrir essa bundinha empinada e foder devagar até ela implorar por mais.
Maurício ficou vermelho e, com a voz baixa, confessou:
— Na verdade… eu já tirei essa virgindade dela recentemente.
Marina riu baixinho e brincou:
— Viu? Você adora um cuzinho, né gato?
Então Marina revelou seu fetiche, com um sorriso safado:
— Eu quero passar um dia inteiro como esposa do Maurício. Em algum lugar onde ninguém nos conhece. Quero ser chamada de senhora, andar de mãos dadas, ser tratada como a mulher dele… e foder como uma puta safada em algum hotel.
Maurício mencionou, hesitante:
— Eu vou pra Argentina na semana que vem me reunir com um cliente…
Jaque olhou para Marina e disse, com um tom decidido:
— Você vai junto. Vai ser a esposa putinha dele lá. Enquanto isso, eu vou ser a putinha dos meninos aqui.
Marina, Henrique e Gegê se entreolharam e falaram quase ao mesmo tempo:
— Mas nós queremos os cinco juntos. Uma orgia completa. Todos na mesma cama, sem limites.
O carro ficou em silêncio por alguns segundos. Jaque sentiu o corpo inteiro esquentar. Maurício apertou o volante, visivelmente excitado e nervoso.
Chegando em casa após a viagem da fazenda, o grupo decidiu sair para jantar em um restaurante italiano discreto e elegante, com iluminação baixa e mesas bem espaçadas. Jaque vestia um vestido preto curto e justo que marcava seus seios siliconados e sua bunda empinada. Marina usava um vestido vermelho ainda mais curto, colado ao corpo definido, sem sutiã.
No carro, Jaque e Marina trocaram um olhar cúmplice. Assim que entraram no restaurante e se sentaram à mesa, as duas pediram licença para ir ao banheiro.
No banheiro feminino, trancaram a porta da cabine maior. Jaque tirou a calcinha preta de renda e Marina tirou a sua branca fio-dental, guardando ambas na bolsa. As duas voltaram para a mesa com um sorriso safado.
Sentaram-se. Jaque cruzou as pernas devagar, deixando o vestido subir o suficiente para que Henrique, Gegê e Maurício vissem claramente que ela não usava nada por baixo. Marina fez o mesmo, abrindo ligeiramente as coxas e mostrando a boceta depilada e brilhante. Os três homens ficaram imediatamente excitados. Maurício ajustou a bermuda discretamente, Henrique apertou a coxa por baixo da mesa e Gegê mordeu o lábio, o pau de 19cm já marcando a calça.
O clima no restaurante esquentava a cada minuto. Olhares famintos, toques discretos por baixo da mesa, respirações pesadas. Jaque sentia a buceta molhada só de ver a excitação deles.
Em determinado momento, Jaque se levantou e disse:
— Vou ao banheiro.
Maurício não resistiu e a seguiu poucos segundos depois. Entraram na cabine maior do banheiro feminino. Assim que trancaram a porta, Maurício a prensou contra a parede, levantou o vestido e enfiou o pau de 18cm nela de uma vez. Jaque gemeu baixo, sentindo ele meter com vontade, segurando sua bunda empinada enquanto a fodia de pé. Ele chupava seus seios por cima do vestido, mordendo os mamilos. Jaque gozou primeiro, tremendo e apertando o pau dele.
Logo depois, Marina entrou com Gegê. Eles trancaram outra cabine, mas o desejo era grande demais. Marina ficou de quatro no vaso sanitário enquanto Gegê metia os 19cm grossos nela com força, batendo contra sua bunda média. Marina gemia alto, tentando abafar o som.
Gegê, dominando a situação, chamou Jaque para a cabine deles. Maurício saiu e Gegê assumiu o controle de Jaque. Ele a colocou de quatro no chão do banheiro, segurou seu cabelo loiro ondulado e meteu fundo, fodendo com estocadas potentes. Jaque gemia, empinando a bunda para ele.
Marina saiu e voltou com Henrique. Agora o banheiro estava tomado: Henrique fodia Marina contra a parede, metendo os 22cm grossos com força, enquanto Gegê continuava comendo Jaque de quatro no chão.
Uma mulher entrou no banheiro, ouviu os gemidos e abriu a cabine errada. Viu a cena — Jaque de quatro sendo comida por Gegê, Marina sendo fodida por Henrique contra a parede — e saiu chocada, sem dizer uma palavra.
Eles não pararam. Trocaram de configuração: Maurício voltou e fodeu Marina por trás, enquanto Henrique enfiava o pauzão na boca de Jaque e Gegê metia na buceta dela. Depois inverteram novamente. O banheiro se encheu de gemidos abafados, tapas na bunda, o som molhado de carne contra carne.
Jaque gozou tremendo, apertando o pau de Gegê. Marina gozou logo depois, gemendo alto. Os homens gozaram quase juntos: Henrique enchendo a boca de Jaque, Gegê gozando dentro da buceta dela e Maurício gozando na buceta de Marina.
Eles se arrumaram rapidamente, limparam o que conseguiram e saíram do banheiro como se nada tivesse acontecido — cabelos bagunçados, rostos corados, mas com um sorriso satisfeito.
Sentaram-se novamente à mesa e continuaram o jantar como um grupo normal.
Jaque levou Marina e Maurício ao aeroporto. Maurício iria para a Argentina a trabalho, e Marina o acompanharia como “esposa” durante a viagem, conforme o plano.
No aeroporto, o clima estava carregado. Jaque abraçou Maurício demoradamente, beijando-o com carinho.
— Cuida bem dele, Marina — disse Jaque, olhando para a estagiária com um sorriso controlado.
Marina retribuiu o abraço e sussurrou no ouvido dela:
— Pode deixar. Vou cuidar muito bem… e te conto tudo depois.
Os dois passaram pela segurança. Jaque ficou olhando até eles desaparecerem no corredor. Sentiu uma mistura estranha de ciúme, excitação e poder. Depois voltou para o carro e seguiu direto para o posto de saúde.
O dia estava calmo. Jaque atendeu três pacientes:
Uma senhora idosa com dor de dente — fez uma obturação simples e marcou retorno.
Um menino de 8 anos com cárie — anestesiou, tratou com paciência e deu um adesivo de presente.
Uma mulher grávida no terceiro trimestre com sangramento na gengiva — fez limpeza cuidadosa e orientou sobre higiene.
Quando pegou a última ficha do dia, seu coração acelerou.
Paciente: Henrique dos Santos
Henrique entrou no consultório com aquele olhar intenso. Fechou a porta atrás de si e trancou. Jaque se levantou da cadeira, o corpo já reagindo.
Sem dizer uma palavra, Henrique a puxou para si e a beijou com fome. Suas mãos grandes subiram pelo jaleco branco, apertando os seios siliconados por cima da roupa. Jaque gemeu baixo, sentindo o pau dele já duro contra sua barriga.
Ele a sentou na maca, abriu suas pernas e abaixou sua calcinha. Ajoelhou-se e chupou sua buceta com vontade, enfiando a língua fundo enquanto sugava o clitóris. Jaque segurou a cabeça dele, gemendo, rebolando contra o rosto dele.
— Henrique… aqui não… alguém pode ouvir…
Ele não parou. Levantou-se, abaixou a calça e enfiou os 22cm grossos, veiosos e pesados de uma vez. Jaque mordeu o próprio braço para abafar o gemido. Ele meteu com força, segurando suas pernas abertas, esticando sua buceta ao máximo. O barulho molhado ecoava no consultório pequeno.
Henrique a virou de lado na maca, levantou uma perna dela e meteu ainda mais fundo, batendo com estocadas potentes. Jaque gozou tremendo, apertando o pau dele, gemendo baixo. Ele não parou. Colocou ela de quatro na maca, segurou o cabelo loiro ondulado e fodeu com violência, batendo contra sua bunda empinada.
— Isso… toma essa rola toda… — grunhia ele.
Jaque gozou pela segunda vez, as pernas tremendo. Henrique acelerou e gozou forte, enchendo sua buceta de jatos grossos e quentes, gemendo rouco enquanto segurava sua cintura.
Eles ficaram alguns segundos recuperando o fôlego. Henrique deu um tapa leve na bunda dela e sussurrou:
— Essa foi a melhor consulta da minha vida.
Jaque, ainda ofegante, com a porra escorrendo pela coxa, sorriu e respondeu:
— Agora vai… antes que alguém desconfie.
Henrique saiu. Jaque se limpou rapidamente, arrumou o jaleco e voltou ao trabalho como se nada tivesse acontecido.
Mas por dentro, ela sabia: o fim estava próximo.
Jaque ficou alguns minutos sentada na maca, a buceta inchada e latejando, a porra dele ainda escorrendo pela coxa. Ela respirou fundo, o corpo quente, a mente decidida.
— Chega de meio-termo — murmurou para si mesma. — Durante a viagem de Maurício, eu vou me entregar de verdade. Sem limites.
Naquela mesma tarde, assim que chegou em casa, Jaque chamou Gegê para o quarto do casal. Henrique tinha saído, deixando os dois sozinhos.
Gegê entrou e viu Jaque já nua, deitada na cama, pernas abertas, os seios siliconados empinados e a buceta brilhando.
— Hoje é o seu dia — disse ela, com a voz rouca. — Quero sentir esse pau bem grosso abrindo meu cu.
Gegê sorriu, tirando a roupa devagar. Seu pau de 19cm, extremamente grosso, pesado e cheio de veias, já estava completamente duro, a cabeça larga brilhando.
Ele se aproximou, beijou Jaque com desejo, desceu beijando seus seios, mordendo os mamilos, e continuou descendo até chegar na buceta. Chupou com fome, enfiando a língua fundo, lambendo o clitóris inchado enquanto Jaque gemia e rebolava contra o rosto dele.
Depois de deixá-la molhada e aberta, Gegê pegou lubrificante, passou bastante no pau grosso e nos dedos, e começou a preparar o cuzinho dela. Enfiou dois dedos, girando, esticando, abrindo o buraco apertado. Jaque gemia, sentindo prazer na pressão.
Gegê posicionou a cabeça larga e grossa do pau na entrada do cuzinho e empurrou. Jaque gemeu alto, sentindo a grossura extrema abrindo ela. Mesmo não sendo a primeira vez, o pau dele era muito grosso, e a sensação de estar sendo esticada ao limite era intensa.
— Devagar… tá muito grosso… — gemeu ela, cravando as unhas no lençol.
Gegê foi paciente no começo, entrando centímetro por centímetro até estar todo dentro. Quando finalmente estava completamente enterrado, parou, deixando ela se acostumar com a largura. Depois começou a meter, devagar no início, depois com mais força.
Jaque gemia alto, sentindo cada veia grossa do pau dele roçando dentro do cu. Gegê acelerou, segurando sua cintura definida e metendo com estocadas potentes, batendo contra a bunda empinada. O barulho molhado e o tapa de pele contra pele enchiam o quarto.
— Porra… seu cu é apertado pra caralho… — grunhiu Gegê, metendo mais fundo.
Jaque tocava o próprio clitóris, gemendo descontroladamente. Gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, apertando o pau grosso dele com o ânus. Gegê não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna e continuou fodendo o cuzinho com força, apertando um dos seios siliconados.
No final, ele a colocou de quatro novamente, segurou o cabelo loiro ondulado e meteu com violência, batendo forte contra a bunda empinada até gozar. Jatos quentes e grossos encheram o cuzinho dela. Gegê ficou dentro até esvaziar completamente, depois puxou o pau devagar, vendo a porra escorrer do ânus aberto e esticado.
Jaque desabou na cama, ofegante, o corpo tremendo, o cuzinho latejando.
Gegê deitou ao lado dela, acariciando suas costas, e sussurrou:
— Foi melhor do que eu imaginava…
Jaque sorriu, ainda recuperando o fôlego, e pensou:
Agora sim… vou me entregar de verdade.
Naquela noite, depois de um dia inteiro pensando no que estava por vir, Jaque decidiu se entregar completamente.
Ela tomou um banho demorado, perfumou o corpo e vestiu apenas um robe curto de seda preta, sem nada por baixo. Desceu até a sala, onde Henrique e Gegê estavam assistindo TV. Assim que eles a viram, os dois paus endureceram imediatamente.
— Hoje eu quero os dois — disse Jaque, com a voz baixa e decidida. — Sem limite. Sem pressa.
Os três subiram para o quarto dos meninos. Jaque tirou o robe e ficou nua. Henrique e Gegê se aproximaram, tirando a roupa rapidamente. Os dois paus grandes — o de Henrique com 22cm grosso, veioso e pesado, e o de Gegê com 19cm extremamente grosso — estavam latejando na frente dela.
Eles a deitaram na cama. Gegê abriu suas pernas fortes e começou a chupar sua buceta com fome, enfiando a língua fundo e sugando o clitóris inchado. Ao mesmo tempo, Henrique chupava seus seios siliconados, mordendo os mamilos com vontade. Jaque gemia alto, rebolando contra o rosto de Gegê.
Depois eles a viraram de quatro. Gegê enfiou o pau grosso de 19cm na buceta dela, metendo com força, batendo contra a bunda empinada. Henrique se ajoelhou na frente e enfiou os 22cm na boca dela, fodendo sua garganta devagar. Jaque babava inteira, gemendo com a boca cheia enquanto Gegê a esticava com seu pau grosso.
Eles trocaram várias vezes. Jaque cavalgou Henrique com vontade, rebolando fundo, sentindo os 22cm batendo no fundo da buceta. Gegê enfiava na boca dela. Depois Gegê a fodeu de lado, segurando uma perna no ar, metendo com estocadas potentes enquanto Henrique chupava seus seios.
Jaque gozou pela primeira vez cavalgando Gegê, tremendo inteira. Gozou pela segunda vez de quatro, com Henrique metendo fundo enquanto Gegê enfiava na boca. No final, eles a colocaram de joelhos no chão. Jaque masturbava e chupava os dois ao mesmo tempo. Gegê gozou primeiro, enchendo sua boca e derramando porra nos seios. Henrique gozou logo depois, jorrando jatos grossos no rosto e pescoço dela.
Jaque ficou de joelhos, coberta de porra, ofegante e satisfeita.
Mais tarde, já deitada na cama do casal, sozinha, Jaque não conseguia dormir. Ainda tinha alguns dias até o retorno definitivo à ONG, e ela estava extremamente curiosa e excitada com o que estava acontecendo na viagem de Maurício e Marina na Argentina.
Imaginou Marina se passando por esposa dele, andando de mãos dadas, sendo tratada como a senhora Vasconcelos… e depois sendo fodida por ele em quartos de hotel. A imagem de Maurício metendo em Marina, chamando ela de “esposa”, deixou Jaque molhada novamente.
Ela abriu as pernas, enfiou dois dedos na buceta ainda sensível e começou a se masturbar gostoso. Os dedos entravam e saíam molhados, circulando o clitóris inchado enquanto ela imaginava Marina gemendo o nome de Maurício, ele enchendo ela de porra. Jaque gozou forte, mordendo o travesseiro, o corpo tremendo enquanto fantasiava com a viagem deles.
Mesmo após gozar, ela continuou se tocando devagar, o corpo quente, a mente cheia de imagens proibidas.
A entrega total estava apenas começando.
Durante os dias em que Maurício e Marina estavam na Argentina, Jaque se entregou completamente à putaria com Henrique e Gegê.
A casa virou um verdadeiro bordel particular. Jaque acordava e já chamava os dois para o quarto do casal. Pela manhã, ela ficava de quatro na cama, sendo comida por Henrique com força enquanto chupava Gegê. Os 22cm grossos de Henrique esticavam sua buceta ao limite, batendo fundo, enquanto Gegê enfiava os 19cm grossos na garganta dela, fazendo ela babar inteira.
Eles a foderam em todos os cantos da casa:
Na cozinha, Jaque sentada na bancada, pernas abertas, Gegê metendo com vontade enquanto ela chupava Henrique.
Na sala, de quatro no sofá, Henrique fodendo seu cu com força enquanto Gegê enfiava na boca.
Na piscina, na beira, os dois a usando ao mesmo tempo — um na buceta, o outro no cu.
No quintal, à noite, Jaque de joelhos no gramado, chupando os dois alternadamente até eles gozarem no rosto e nos seios dela.
Jaque gozava várias vezes por dia, gemendo alto, sem se importar com vizinhos. Ela cavalgava os dois com fome, rebolava a bunda empinada, pedia para serem mais brutos, para gozarem dentro, para sujarem seu corpo. Seu corpo curvilíneo estava sempre marcado — chupões nos seios, tapas vermelhos na bunda, porra seca na pele.
À noite, depois de longas sessões, Jaque tomava banho, deitava na cama do casal e se masturbava gostoso pensando em Maurício e Marina.
Ela imaginava Marina contando tudo:
“Ele me fodeu no hotel como um louco… me chamou de esposa enquanto metia no meu cu… gozou três vezes dentro de mim no mesmo dia…”
Jaque abria as pernas, enfiava três dedos na buceta encharcada e circulava o clitóris inchado, gemendo baixinho enquanto fantasiava com os detalhes que Marina contaria. Gozava forte, tremendo, imaginando o marido traindo ela e se entregando ao corpo jovem de Marina.
No dia seguinte, quando eles retornassem, Marina contaria tudo. E Jaque mal podia esperar para ouvir cada detalhe enquanto se tocava novamente.
A putaria total estava no auge. E o melhor ainda estava por vir.