Eu, ele e ela - Um trio e muito prazer... (1)

Um conto erótico de PauLuso
Categoria: Heterossexual
Contém 2493 palavras
Data: 19/05/2026 11:14:26
Última revisão: 19/05/2026 14:05:33

Conheci aquele casal num domingo soalheiro, por acaso, numa praia da região da Grande Lisboa.

Eu solteiro de 36 anos, hetero fogoso, com um corpo forte, com um pouco de peso acima da média, mas não muito, fora até à Costa da Caparica para o meu primeiro dia de praia daquele ano. Era meado de Junho e a temperatura estava na casa dos 27 graus centígrados. A praia estava cheia e quase não havia lugar onde estender a toalha. Ao meu lado direito estava o casal a que aludi no inicio deste relato, ele aparentemente mais novo que ela, com idade que me pareceu situar-se à volta dos 30 anos ou um pouco mais e ela notoriamente mais velha, mas enxuta, atraente, fisicamente voluptuosa, com seios bem desenhados num busto quase perfeito (a perfeição não existe), lábios assumidamente apetecíveis, pela bronzeada num tom bem chamativo e um volume entre coxas que deixava qualquer um de queixo caído, já que o biquíni desenhava uma silhueta que pedia meças, deixando os circunstantes sem fôlego.

Do outro lado da minha toalha estava um grupo de jovens que se entretinham a ouvir música em som acima do que seria suposto e aconselhado, havendo duas raparigas novinhas e quatro rapazes igualmente novos, talvez todos entre 17 e 19 anos.

Corria uma aragem suave e ao fundo a uns trezentos metros uns quantos praticantes de windsurf e surf faziam as sua manobras quebrando as ondas, que naquele dia não eram tão enérgicas assim.

Até ali nunca tinha optado por nenhum compromisso firme e fazia por viver e gozar a vida de forma livre, procurando relações ocasionais de curta/média duração, no máximo seis meses. Tais relações sempre tiveram caráter heterossexual, embora sempre muito intensas e fogosas, incluindo todo o tipo de prazer a dois, fosse oral, vaginal ou anal, além da busca do prazer sensorial através da exploração directa dos corpos. Sentia um prazer acima da média com a sodomizacão das minhas conquistas, algumas das quais iniciei nos prazeres anais, com enorme aceitação.

Por aqueles dias eu estava sem ninguém, solteiro, livre, desimpedido e cheio de vontade de foder. Havia já cerca de um mês que estava só, embora tivesse recorrido a sexo pago. O meu estado era de total excitação, que se agravava ainda mais ao ver tanto corpo femenino em trajes diminutos, alguns dos quais apenas usando uma tanguinha, uma cueca ou uma peça minúscula que cobria o sexo, embora o deixasse adivinhar.

Havia as casadas, as solteiras, as divorciadas, as experientes e as pouco experientes e certamente algumas virgens. Aquele areal estava inundado de belos exemplares fêmeos e eu ali, sem ninguém que me aliviasse a tensão e o tesão.

Quando cheguei e estendi a toalha, depositando um livro, que pretendia ler, e que trazia numa sacola de pano no topo da mesma, olhei em redor e vi de imediato aquela ninfa do meu lado direito. Respirei fundo e escondido atrás dos óculos escuros fiz a "inspeção" necessária ao 'material' que me pareceu de qualidade.

Daí a breves minutos aproximou-se um fulano que veio deitar-se ao lado dela, depois de ter tomado um banho de mar. Seu corpo pingava e a pele brilhava ao sol, devido ao creme bronzeador que havia espalhado antes, para se proteger dos raios UV.

Decepcionei-me por perceber que afinal aquela gata já tinha macho, mas ainda assim não deixei de continuar a observar aquela deusa, por trás dos óculos de sol.

Acto contínuo, quando o fulano se deitou ela levantou-se ajustou o biquíni ao corpo e depositou o chapéu que usava sobre a toalha e falou:

- Tiago, amor, vou agora à água. Ficas ou vens também?

Ele levantou as cabeça da toalha e respondeu:

- Não, Filipa, eu fico a secar. Vai tu! A água está óptima!

Pronto. Já lhes sabia os nomes: Tiago e Filipa! Era um começo. Restava ser eficaz e fazer o que um bom macho deve fazer.

Também me levantei, e segui a minha presa, que ainda não sabia que o era, até à água.

Aquele corpo tirava-me do sério. A cada passo toda aquela carne rebolava, especialmente as polpas do rabiosque bem desenhado e os seios firmes presos naquele fino tecido, bem justo e que realçava o volume daquelas maminhas suculentas. Apetecia tocar, acariciar, beijar, tomar por inteiro.

Quando se aproximou do mar tocou de leve na água que se espraiava na areia molhada e fez um trejeito de arrepio, em razão do choque térmico. Logo de seguida avançou dois passos e saltou quando a onda lhe tocou a zona genital e deu um gritinho, mas não deixou de avançar até que se lançou à água por inteiro. Eu seguia-a, observando cada gesto, cada trejeito, cada pequeno salto ao contacto com uma onda.

Atirei-me de propósito para a água de modo a tocar no seu corpo, como se não tivesse dado pela sua presença. Ela, ao sentir a minha presença e o meu choque nas suas pernas, recuou e eu ao erguer-me pedi desculpa.

- Desculpe. Não dei pela sua presença. Magoei-a? Peço desculpa.

- À não - disse ela - não magoou nada. Não foi nada. Essas coisas acontecem. Também já me aconteceu.

Dei início à cena do engate e reclamei:

- Ah... Mas você é a minha vizinha de toalha. Que encontro mais desastrado. Sou o André!

Ela fixou o olhar em mim e respondeu:

- Prazer. Sou a Filipa!

- O prazer é meu. E mais uma vez desculpe! Espero que não me vá destruir junto do seu marido. Foi sem querer.

- André, não é meu marido. É meu companheiro. Não somos oficialmente casados. Posso tratá-lo por tu?

- Claro que sim - respondi eu a tentar tomar as rédeas da situação. - Ah são só companheiros! Namorados... Olha - também posso tratar-te por tu? - eu estou solteiro, sem ninguém! Não sou de casar ou vínculos longos. Gosto da minha liberdade!

-Fazes bem - ripostou ela, enquanto se debatia com os movimentos enérgicos da água, que se atirava a nós em ondas sucessivas. - Eu também não tenho muita vontade de me prender, mas a estabilidade sabe-me bem. Enquanto der, vamos indo. À medida que o tempo passa precisamos de um porto de abrigo, um porto seguro! Não sou velha, longe disso, mas já não estou em idade de desperdiçar energia em aventuras sem nexo.

Pressenti que a conversa estava a seguir um rumo que me agradava. Quem sabe se não resultaria daquele "acaso" um caso mais concreto? Uma realidade mais física, mais carnal, mais prazeirosa? Suspeitei que parecia existir uma qualquer fissura naquela relação de casal. Ia tentar perceber o que seria.

Banhamo-nos juntos durante mais alguns minutos trocando conversa fácil, e quando uma onda veio mais violenta ela caiu e enrolou-se na água, levando-me a dar-lhe uma mãozinha para se restabelecer.

Filipa olhou-me com olhos matadores e com o semblante mais agradecido que já vi, falou:

- Obrigado, André. Tu és um homem muito gentil e prestativo. Fico a dever-te esta ajuda. Faço questão de pagar com juros!

Oi...- pensei eu, entrevendo já uma evolução rápida na "amizade " ainda mal iniciada. A minha estratégia estava a dar frutos rápidos! E que fruta era aquela. Madura e apetecível.

Já sentia tesão por todos os poros. Aproximei-me dela e disse:

- Se quiseres podes começar a pagar de imediato...

Filipa deu um breve sorriso e encostou-se ao meu corpo febril e, sem mais, enroscou-se em mim, oferecendo a sua boca num beijo quente, sôfrego e avassalador, que provocou uma erecção imediata no meu membro que já pressentia o momento da refrega.

Ao sentir a minha rigeza Filipa desceu a mão e ali, dentro de água, entrou por dentro do meu calção e agarrou no meu caralho sem pudor.

- Isto está a precisar de tratamento. Que verga quente e grossa. Quero-a sentir em mim. Tens que ser ressarcido do teu gesto simpático e nada melhor do que consolar-te e consolar-me. Que dizes?

Eu olhei-a fixamente e só disse:

-Quando e onde obtenho o pagamento da tua dívida? Já estou a ficar descontrolado, como podes sentir.

Ela puxou-me pela mão e saímos da água em direcção à toalha onde estava dormitando o companheiro corninho dela. Ao aproximarmos do local das toalhas Filipa baixou o olhar em direcção à minha genitália e confirmou o meu estado de excitação e sorriu de um modo provocador.

Discretamente dei-lhe uma palmada de leve nas nádegas suculentas e disse:

- Estás a pedir castigo, estás. Olha que eu não sou de me ficar sem luta.

Ela fez um trejeito de beijo com os lábios sedutores e ao chegar junto do companheiro de vida, fez que acordasse e falou:

- Tiago, amor, quero te apresentar o André. Ele salvou-me de morrer enrolada numa onda lá na água. Foi muito prestativo. E ainda por cima é nosso vizinho de toalha. É uma simpatia de homem. Gostava de o convidar para jantar connosco. Que achas da ideia? É o mínimo que podemos fazer para o recompensar dum gesto tão abnegado.

Tiago deu de ombros e anuiu:

- Claro meu bem. Temos que o recompensar! É merecido!

Aquele "temos que o recompensar" soou como uma campainha na minha cabeça. Havia algo subentendido naquela afirmação e naquela anuência. Olhei Filipa e em silêncio inquiri:

- Que quer ele dizer? Ele aceita que te relaciones com outros?

Filipa percebeu a minha interrogação silenciosa e com uma frase curta, balbuciada, respondeu com clareza:

-Sim ele é corninho manso e adora. Temos liberdade para foder quando quisermos e nos apetecer.

Fiquei deveras impressionado com o inusitado da situação que nunca me acontecera antes. E com a tesão em crescendo disse:

- Posso juntar a minha toalha às vossas?

Foi Tiago quem respondeu, enquanto Filipa sorria aquele sorriso de galdéria pronta para a refrega:

- Claro que podes - disse ele tratando-me por tu. - Fica à vontade. Sem pudores...

Levantei e sacudi a toalha do lugar onde a colocara e fui estendê-la ao lado da de Filipa, que me olhou com gulodice a que eu respondi com igual gulodice.

Acto contínuo encostamo-nos um ao outro e trocamos beijos de língua sem qualquer constrangimento. De seguida Filipa colocou-se de modo que eu encaixasse nela o meu sexo duro que ela usou para se esfregar de forma discreta mas intensa a ponto de se vir em breves minutos só esfregando um no outro e acariciando ambos as partes íntimas do outro. Emitiu gemidos abafados e segredou ao meu ouvido: já me fizeste vir!

Tiago, fazendo por disfarçar, assistiu a tudo e ao virar-se na toalha notei que estava de pau duro. Fiz sinal a Filipa que disse de forma audível para os três:

- Ele gosta! Fica sempre excitado assim! Também precisa de ser tratado com vigor.

Fiquei em alerta. "Também precisa de ser tratado com vigor?" Quiz ela dizer o que eu pensava que ela quiz dizer? Que ele era guloso como ela era?

Sem certeza alguma, mas com o desejo em alta, aquietei-me na toalha com a visível erecção ao rubro o que levou Tiago a comentar:

-Acho que o calor subiu em flecha por esses lados. Está a barraca armada e sem necessidade de suportes físicos. Acho que estamos os três no ponto rebuçado. A hora é de combate intenso e profundo, sem pudor nem inibições.

Que dizes tu minha potranca? - e dirigia-se a Filipa que não desgrudava de mim e eu dela, ali em pleno areal.

Estávamos ambos naquela fase do fogo incontrolável, do desejo insano, da tesão sem limites.

Era urgente dar vazão ao que estava acumulado nos meus colhões e inundar a vulva suculenta de Filipa até atingirmos o orgasmo e derramar o meu sémen dentro da caverna devoradora que ela demonstrava ter, de preferência em simultâneo, para que o acasalamento fosse perfeito.

Olhámo-nos com o desespero sexual a impor-se sem limites e em silêncio acordamos que tinha que ser já. Não havia tempo a perder. Meti a mão direita entre as pernas dela afastando o tecido fino da cueca e toquei a sua intimidade lubrificada de fluidos quentes e licorosos. Ela não se fez rogada e deslizou a sua mão por dentro dos meus calções e agarrou a verga que já lhe pertencia apertando-a e gemendo como cadela no cio.

- Vamos, vem comigo. Vem comer a minha rata que estou a ficar sem fôlego e com esta tesão no máximo.

Eu assenti mas apontei para Tiago.

Ela virou-se para ele e disse:

- Vens também meu manso bom ou ficas por aqui? Queres assistir ou também precisas? Eu vou com o André aprofundar a nossa amizade e descobrir o caminho para o êxtase. Se queres, aproveita também - disse ela levantando-se e puxando por mim.

Em breve estávamos a entrar nos nossos carros. Eu e ela no meu, o corninho no deles, seguindo na nossa frente a abrir caminho e a indicar o destino.

Sentei-me ao volante e ela agarrou no elástico dos calções e baixou-os até deixar o meu bacamarte visível e disponível. Ao mesmo tempo baixou a sua cueca fina e deixou disponível a sua cona sedosa, onde um tufo de pelos negros encimava a testa da caverna de Alibaba, que se oferecia por inteiro.

Tiago saiu do lugar de estacionamento e veio colocar-se ao lado do meu carro pedindo que ela baixasse o vidro da janela do seu lado, o que ela fez sem hesitar. Sigam-me! - disse ele com um semblante de homem disfarçado de bom submisso.

Ela mandou um beijo na sua direcção e falou:

- Já o tenho na mão. É um regalo para a vista. Vai ser um regalo para a boca, daqui até casa, e, depois, regalamo-nos os três em conjunto. Vais adorar, como eu estou a adorar.

Liguei o motor, engatei a mudança e segui atrás do carro conduzido por Tiago enquanto Filipa já me abocanhava o caralho duro como pedra, numa mamada que estava a ficar nos píncaros da tesão. Eu xingava-a e ela engolia cada vez mais fundo, até que tocou com os lábios nos meus colhões entumescidos e rugiu:

- Hummm... Que belo naco de caralho! Fode-me a boca toda, cabrão tesudo. Dá com força na minha goela. Quero essa esporra toda antes de chegar a casa. O Tiago cai adorar mamar nesta sarda grossa e levar com ele no cu. Vai ganir... Melhor: vamos ganir os dois. Que macho bom. Finalmente encontrei quem me enche as medidas todas. E por um devaneio ocasional num banho de mar. És o meu dono a partir de agora. Quero ser a tua escrava sexual e quero que domines o meu cornudo também. Ele é um paneleirinho depravado. Sempre foi. E gosta de entregar a namorada a quem quiser desfrutar dela, sem condições.

André, queres ser o homem lá de casa? O nosso dono e macho? Serás servido e só tens que nos foder quando te apetecer.

A puta que sou quer ser do cobridor que tu és!

Vem-te e enche a minha boca de leitinho. Depois partilho o sabor com o meu cornudo bom. O Tiago vai adorar conhecer o sabor do teu sémen e saber o quanto és cavalo a foder.

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