A surpresa da amiga - Parte 3

Um conto erótico de Junior Paulista
Categoria: Trans
Contém 1713 palavras
Data: 19/05/2026 14:17:06

Na manhã seguinte levantamos tarde, umas 9:00. Coloquei a água para esquentar, e perguntei se ela gostava de tapioca. Ela me deu um beijo, e disse que sim. Fiz uma pra ela e outra para mim, com ovos fritos na manteiga. Tomamos o café e ficamos conversando sobre o dia anterior.

— Nossa, nem tô acreditando. Ontem nem nos falávamos. No trem ainda éramos estranhos. No shopping a coisa começou a melhorar, depois você me trouxe para cá e transamos tudo isso - falou Júlia, vestida em um short e camiseta meus.

— Pois é, peças que a vida nos prega. Ou oportunidades que surgem e são aproveitadas.

— Vai de encontro ao que falei no almoço, enfrentar os desafios - ela riu.

Fomos para a casa dela. Levei o vinho. Ela abriu a porta do apartamento, pequeno como o meu, mas aconchegante. Enquanto eu já trabalhava na aviação, ela trabalhava no comércio, escritório de engenharia. Começando a vida, esforçava-se para pagar as prestações e tinha uma vida financeira apertada.

Fizemos uma macarronada para o almoço. Tomamos o restante do vinho, conversando no sofá da casa dela. Como estava calor, ficamos de peças íntimas, com as persianas das janelas abaixadas, deixando o ambiente em meia luz. Óbvio que não demorou para irmos para o quarto dela.

O ventilador estava ligado no médio, lençol da cama cheiroso, sentei na cama e abracei ela, que estava em pé, e tirei seu sutiã. Desse modo seus peitos ficaram bem na altura da minha boca, e seu pau encostava na minha barriga. Comecei a dar chupadinhas e lambidas nos bicos de seus seios, enquanto massageava as bolas dela e o seu pau, que claro, já estava a ponto de explodir.

Ela me empurrou na cama, arrancou minha cueca e tirou a calcinha dela. Caiu de boca no meu pau, chupava com vontade. De repente parou, montou em mim e colocou o pau dela na minha boca. Fiquei surpreso, mas abocanhei e iniciei minha diversão (ou seria a dela?) de chupar, alternando pressão e velocidade aleatórios. Após um tempo ela estremeceu, e eu achei que ela iria gozar. Mas não, só tirou o pau da minha boca e voltou a chupar o meu, dessa vez suavemente, demorando em cada parte, como se estivesse apreciando algo que nunca tinha experimentado. Eu já estava começando a ter vontade de gozar e pedi que ela parasse.

— Junior, quero que você experimente algo, mas só se você quiser - disse Júlia. Estremeci. "Ela quer meu cu!", pensei.

— O que você quer, menina? - disse eu, apreensivo.

— Que você sinta o mesmo prazer que você me deu ontem - disse ela, com os olhos verdes brilhando — Você merece!

Pensei: "meu cuzinho, jamais! Nunca nenhuma mulher havia se atrevido sequer a colocar o dedo lá, quanto muito fazer um beijo grego, quem dirá colocar um pau no meu cu!"

— Como assim, meu amor? - me fiz de desentendido.

— Quero que você sinta o prazer proporcionado por meu pau no seu cu! - respondeu ela

Fiquei congelado, olhando pasmo para ela.

— Você quer me comer!? - perguntei, retoricamente.

— Mas só se você quiser, meu amor - respondeu ela, docemente, com o olhar transbordando de desejo — deixa, vai?

— Tá bom, mas nunca ninguém mexeu nele. Só eu que uso pra fazer minhas necessidades fisiológicas - ri, sem graça.

Ela não esperou. Me abraçou, me beijou gostoso, segurando meu pau, que estava rígido.

— Parece que ele tá querendo - ela deu um riso safado — deita ai, de barriga pra cima. Vou te colocar no clima.

Ela deitou em cima de mim, esfregando seus peitos no meu peito, e começou a me beijar ardentemente. Correspondi, e meu pau latejava. Ela logo desceu e começou esfregar o cuzinho dela no meu pau, que já estava molhado. Ela passou lubrificante no cuzinho dela e no meu pau. Quando ela sentou ele simplesmente deslizou para dentro dela. Ela subia e descia, controlando o ritmo. Foi assim até que eu estava quase gozando. Ela saiu de cima e deitou de lado, com as pernas dobradas. Nessa posição é mais fácil penetrar, e meu pau entrou sem esforço. Eu entrava e saia dela, que delícia, o pau estava sentindo prazer de cima abaixo, minhas bolas batendo na banda da bunda dela e eu quase gozei. Parei e disse:

— Vai, quero sentir você!

Ela pegou o tubo de lubrificantes e apertou dentro do meu cu. Senti o líquido gelado preencher o orifício. Ela besuntou o pau dela e pediu pra eu relaxar. Começou passando os dedos em volta do meu anel virgem, fazendo leve pressão quando chegava no orifício intacto. Do nada enfiou o dedo indicador e eu senti uma sensação estranha, de preenchimento e forcei, involuntariamente a musculatura para expulsar o invasor. Ela não disse palavra, deixou o dedo quieto sem mexer. Quando percebeu que eu relaxei, continuou a explorar, enfiando mais fundo. Tirou e colocou o dedo médio, repetindo o processo. Ela tinha paciência. Sem pressa. Após algumas idas e vindas com o dedo médio, ela colocou o dedão. Deixou ele espetado, abriu minha perna em "V" e passou a me fazer uma leve masturbação com a mão livre. Em seguida iniciou um movimento de ida e vinda e fui acostumando com algo ali, não incomodava. Ela tirou o dedo e parou de me masturbar. Deu uma chupada no meu pau e sussurrou:

— Você vai sentir o maior prazer da sua vida, meu gostoso! Confia no seu amor! - e riu maliciosamente — Me dá teu cuzinho virgem, quero comer ele como nunca ninguém comeu!

Não respondi, e ela passou a massagear meu períneo, lambendo meu cu. Abriu a banda da minha bunda e encostou aquela cabeça linda, rosada, no meu cu tenso. Retesei o botão, e ela começou a fazer uma massagem na minha perna, o que me relaxou. Ela continuou pressionando, bem molhado de lubrificante, e eu forcei meu cu como se fosse defecar, liberando a entrada da cabeça do pau dela. Senti uma pressão enorme, como se tivesse defecando. Ela deixou ele parado, virou meu tórax e me beijou gostoso, o que correspondi. Sensação estranha.

Ela forçou um pouco e passou a cabeça. O corpo era menor, e deslizou quase inteiro de uma vez, me causando uma estranha experiência de preenchimento.

— Tá ruim, meu amor? Eu paro e tiro, se você não quiser - falou com sinceridade.

— Agora quero continuar, você já fez o mais difícil - respondi. "Que se foda, agora sou hétero afeminado mesmo" — Me dá o prazer que te dei, quero gozar sem as mãos.

— Quanta exigência para uma primeira vez, safado! - ela riu. Eu ri junto, relaxado.

Ela começou um movimento de entra e sai, bem devagar. Parecia que meu cu queimava, uma ardência talvez do atrito provocado pela pressão de quem nunca tinha sentido tanta força ali. Seus 14 centímetros eram mais do que suficiente para massagear minha próstata. Comecei a sentir uma sensação gostosa. Logo relaxei e me entreguei. Ela mantinha a leveza dos movimentos, vendo minha reação através das minhas expressões faciais. O meu pau estava duro como pedra, e comecei a sentir prazer. Ela aumentava lentamente o ritmo. O preenchimento que eu sentia era prazeroso e eu comecei a gemer sem pensar. Ela não parava, e abriu minha perna pra poder pegar meu pau. Olhou pra ele e escorria fluido de excitação. Ela deu um sorriso:

— Que delicia, seu safado! Vira de barriga pra cima, quero te comer mais fundo, pra você gozar.

Me ajeitei na cama e ela manteve o pau dentro. Estava duro como pedra, uma máquina de proporcionar prazer, embora estivesse em um lugar que não deveria estar ocupando: meu cu!

— Me come, Júlia, fode meu cu, me faz gozar no seu pau! - gritei.

Ela iniciou a entrada e saída ritmada e logo eu senti um prazer diferente, parece que vinha de dentro. Meu pau estava sobre minha barriga, soltando cada vez mais fluido de pré-gozo. Eu estava entrando em êxtase. Senti uma onda de prazer passar pelo meu corpo. Em seguida estremeci, meu períneo se contraiu diversas vezes, e meu pau jorrou jatos de porra. Ao mesmo instante meu cu contraiu em volta do pau dela e ela me inundou de porra quente.

— Puta que pariu, gozei! - gritei, extasiado.

— Caralho! Gozei muito! Que prazer da porra! - exclamou ela.

Meu corpo se contraiu mais uma vez, e então relaxei, com o pau dela amolecendo dentro do meu cu.

— Tira ele, quero chupar - pedi. Ela colocou o pau dela na minha boca, e chupei gostoso, limpando aquele membro que tinha acabado de tirar meu mais profundo preconceito e meu orgulho hétero. Limpei cada gota de porra. Ela desceu e lambeu a porra do meu cu, e veio me beijar. Que gosto maravilhoso.

Eu nem me conhecia mais. Só sei que agora eu estava completo.

— Obrigado, Julia. Nunca senti nada igual na minha vida. Você me proporcionou a melhor coisa do mundo!

— Você é o único responsável por isso. Você me deu o que eu precisava, só estou retribuindo - sorriu.

Fomos para o banho. Nos esfregamos e ficamos um tempo abraçados. Nos secamos e voltamos para o quarto, nus, relaxados, e dormimos o resto da tarde.

Acordamos e ficamos ali, nos abraçando e beijando. Já não havia energia sexual para mais nada. O final de semana havia superado expectativas que não haviam sequer sido formuladas na cabeça de nenhum de nós, mas transformou nossas vidas de maneira intensa e drástica.

Cada final de semana era esperado com ansiedade. De início era a paixão, o fogo, a tensão sexual. Com o passar do tempo, a paixão diminuiu, e a fogosidade também, passando à normalidade da vida de casal. Casal? Nada mais óbvio, né leitores! Júlia e eu continuamos no curso e nos formamos. Ela foi a primeira colocada da turma. Já eu, mantive a mediana. Como prometido, a diretora da escola conseguiu vaga para todos que obtiveram nota maior do que nove de média final e Júlia conseguiu emprego em um grande centro de manutenção de aeronaves em Porto Alegre.

Júlia e eu nos casamos, minha família não sabe do nosso segredo, seria um desastre devido à religiosidade. Alguns poucos amigos do meu trabalho, do trabalho dela e alguns membros próximos da família de ambos estiveram na cerimônia.

Viajamos em lua de mel, e claro que vivemos fortes emoções sexuais. Agora estamos nos preparando para trabalhar no exterior.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Junior Paulista a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários