Há coisas que acontecem quando não estamos à espera, mas não eixam de ser dignas de registo e de nos provocarem sexualmente.
No passado sábado tive que sair de tarde para uma reunião de uma organização cultural de cuja direcção faço parte.
A minha mulher ficou em casa sozinha dizendo que iria aproveitar para ver alguns filmes que queria e não tivera tempo.
Achei natural e beijei-a avisando que, muito provavelmente, pelo facto de se irem tratar assuntos de relevância para a entidade que organizou a reunião, eu iria chegar tarde e que, por esse motivo, ela não estranhasse e se ocupasse como entendesse.
Assim aconteceu.
Mas, passadas cerca de três horas e meia desde que saíra de casa, regressei e ao meter a chave na porta de entrada, logo que entrei ouvi claramente gemidos que me pareceram de minha mulher a chorar e queixar-se de alguma coisa.
Rapidamente me dirigi para o local de onde partiam os gemidos e até alguns pequenos gritos, bem assim como me pareceu ouvir o barulho de um cinto de couro. Era do nosso quarto.
Mal entrei, deparei-me com um amigo nosso, o João, completamente nu, açoitando o volumoso e excitante cu da minha mulher com um cinto de couro. Os açoites eram violentos e as nádegas da minha mulher estavam cheias de marcas do cinto enquanto ela chorava de dores.
Também notei que o cu dela havia sido penetrado por um volumoso plug e que ao açoites também se estendiam por vezes às suas solas nuas e macias, igualmente já bem vermelhas do castigo.
Ele parou um instante à minha entrada no quarto e ficou à espera da minha reacção. Logo perguntei pela razão não somente da presença dele ali, do facto de estar totalmente nu e porque motivo estava a castigar tão violentamente a minha mulher a ponto de a deixar a gemer e chorar com tanta intensidade. O João respondeu-me que fora ela que me convidara a entrar e me facilitara a confiança de alguns avanços sexuais, tanto mais que ele já era amante dela há anos e, por isso, nada de novo acontecia: era mais uma sessão de sexo que apenas estava a começar.
A razão para ser castigada daquela forma era o facto de ele lhe ter exigido que ela aceitasse que ele (já completamente nu, bem como ela) urinasse para dentro da boca dela e que engolisse parte dessa urina, antes de lhe chupar o caralho como ela bem sabia fazer, sendo mestra em fabulosos broches.
Ela recusou e ele entendeu que tal recusa merecia um castigo ao qual, verdade seja dita, ela não se opusera e mesmo agora confirmava ter aceitado sem reservas. Relativamente ao plug enterrado no ânus fora mesmo ela a ir buscar e lho apresentou para que ele mesmo o enfiasse no cu antes de começar a castigar.
Eu ouvia tudo aquilo e nem conseguia negar que tudo me estava a excitar. Por esse motivo, ele pediu que eu me sentasse e o deixasse continuar a castigar a minha mulher até ao ponto em que entendesse ser suficiente.
Por isso, regressou ao castigo violento daquelas nádegas carnudas já tão vermelhas e com vergões, indo alternadamente castigando igualmente as belas e sedosas solas dos pés da minha mulher. Ela chorava, gemia, mas não pedia para parar.
Será necessário referir que a minha mulher sempre foi assumidamente masoquista e que os castigos no corpo nu são algo praticado frequentemente. Por isso nada de estranhar no seu comportamento, embora desta vez ela gemesse e chorasse mais do que é habitual dada a dureza com que o castigo estava a ser aplicado.
Chegou a altura em que o João entendeu ser suficiente o castigo.
Atirou o cinto para cima de um sofá perto de mim e colocou a minha mulher em posição para lhe chupar o caralho totalmente hirto, duro com uma rocha e grande, volumoso, o tipo de pénis que qualquer admiradora do órgão masculino, bem assim como dos homens que igualmente admiram o pénis de um macho (o que é o meu caso, assumido bissexual) quer não somente chupar como ser fodida por ele.
Ela começou a chupar aquele monstro e com dificuldade para conseguir enfiá-lo totalmente dentro da sua sensual boca e lábios. Mas tentava enfiar ao máximo e ao mesmo tempo lambia e por vezes cuspia no pau dele e voltava a enfiar aquele membro dentro da boca.
Ao fim de algum tempo, ele quis que ela parasse com medo de derramar todo o leite de macho dentro da boca dela, tal a mestria com que a minha mulher o chupava. Era coisa que ele iria querer, mas mais tarde, no final.
Ordenou que ela se colocasse de quatro, retirou-lhe o plug de dentro do cu dela e avisou que lhe iria foder o cu e que eu apreciasse pois sabia que isso me excitava particularmente.
Assim aconteceu e ele começou a enterrar aquele monstro dentro do cu da minha mulher, que largou um pequeno gemido no momento da penetração, mas que logo foi aceite pois ela está habituada a ser fodida no ânus, confessando-me mesmo que o sexo anal é o que lhe dá maior prazer sexual.
Eu assistia a tudo com enorme tesão, já completamente nu e masturbando-me com a visão não somente dela a ser penetrada no cu com tamanha carga de erotismo, gemendo de dores, mas de enorme prazer da parte dela e o João gritando palavras de incentivo e chamando-lhe a sua puta favorita, ao mesmo tempo que lhe dava palmadas naquelas nádegas já tão marcadas do castigo com o cinto de couro.
Quando finalmente ele mostrou que queria derramar todo o esperma, mandou que ela se colocasse em posição de o recebe dentro da boca, ordenando que ela abrisse bem a boca e colocasse a língua de fora de maneira a receber jorros enormes de leite de macho que, mesmo com a minha mulher bem colocada de forma a receber todo aquele fluido viscoso, não conseguiu impedir que algum escorresse pelos lábios e queixo, o que ele logo foi buscar para lhe voltar e meter dentro da boca ajudado pelo caralho.
Eu atingi igualmente o êxtase e uma enorme carga de esperma se diluiu na minha mão direita, enquanto com a esquerda eu penetrava o meu ânus com dois dedos.
No final o João quis que ela partilhasse algum do esperma dele com a minha boca, ordenando que eu abrisse a boca para receber e apreciar o seu esperma e engolisse juntamente com a minha mulher.
Assim aconteceu e aquele sábado ficou preenchido o dia em termos de sexo, com agrado geral. E mesmo eu fiquei com vontade, de resto manifestada aos dois, de que em breve se pudesse repetir algo de semelhante. A minha mulher com um sorriso malandro e sacana, de fêmea devassa, foi dizendo que sabia bem o que eu queria e o que mais me excitava, mas queria alguns dias para recuperar das marcas do castigo, quer nas nádegas, quer nas solas, pois até para se calçar lhe era doloroso.
