Apos receber meus primeiros clientes, e ter transado com eles , decido ficar em casa me recuperando da noite anterior, meu corpo ainda estava dolorido mais a minha buceta estava vermelha de tanto ser fudida na noite anterior, o plug anal que estava no meu orifício anal , era o lembrete de que eu ainda tinha que pagar minhas dividas com Richard, após ficar em casa durante todo final de semana, Richard me levou para colocar piercings no meus seios , a dor que senti na hora me fez desmaiar, o tatuador responsável pela colocação deles no meu seios médios , me passou uma pomada para cicatrização rápida , mais a cicatrização completa demoraria por alguns meses, nos primeiros dias Richard deu uma sumida segunda, terça,quarta ,e nada dele aparecer ou pedir que eu fosse dar para ele , isso me deixava aliviada, mais minha buceta ficava molhada a cada toque que minhas mãos davam , minha cabeça está feliz , mais o corpo parece está sentindo falta do Valentão.
Na quinta - feira Paulinho o playboy drogado que foi um dos meus primeiros clientes, me mandou uma mensagem pelo direct do Instagram, perguntando se eu ,estava disponível, apaguei a mensagem é o bloqueio,no fim do dia ,minha irmã me liga e eu vejo Bruno nos dois falamos sobre como está sendo seus dias no interior, até que minha irmã se afasta , ele olha de um lado para o outro e diz "mãe eu achei a Rafaela" , em choque eu digo em voz alta "aonde ela está me fala logo ", meu filho desliga o telefone e me manda uma mensagem dizendo que me mandaria a localização da loira , no resto da quinta fico em casa com os nervos a flor da pele , pensando em tudo e como iria atrás de Rafaela , passo a pomada nos meus seios , sinto meu plug que só retirava para ir ao banheiro e na hora do banho , contrair como se meu corpo soubesse que eu poderia encontrar a pessoa que me fez passar por tudo isso, eu visto um pijama e deito para dormir.
Na sexta feira minha rotina está mesma academia, arrumar a casa ir ao mercado, pego meu carro e vou ao cabeleireiro, a noite visto um vestido curto e fico em casa sozinha tomando meu vinho e ouvindo música até ouvir um barulho de meu portão automático se abrindo era Roberto meu marido aos 37 anos,Branco com uma pele clara 1,83 Costas largas, braços fortes e abdômen definido seu olhos castanhos , cabelo preto curto e bem aparado , barba curta e ombros largos, estava de volta após viajar a trabalho, em choque pergunto "amor que bom te ver já voltou de viagem" me abraçando e me beijando ele diz "não só vim para o fim de semana no domingo volto para lá " , nos beijamos muito e minha mente só pensava que ele não poderia me ver com o plug e com os piercings , subo até o banheiro e retiro o plug , e volto para a sala , durante a noite nos jantamos juntos e decidimos sair para ir ao cinema vimos um filme e nos divertimos , eu contei que nosso filho estava com Flávia e ele não gostou muito,
de madrugada eu e ele estávamos na cama ele me abraçou por trás sinto seu pau duro com seus 17 cm ,Ele me penetrou devagar, gemendo no meu ouvido o quanto havia sentido falta da minha buceta. Eu gozei duas vezes, mordendo o travesseiro, mas minha mente comparava tudo com Richard o tempo inteiro.
No Sábado a tarde, Eu estava pela casa com um vestido tomara que caia preto, curtíssimo, que mal cobria metade da minha bunda grande e arrebitada. Roberto estava na sala assistindo TV quando subi a escada.
De repente, mãos fortes me agarraram por trás. Uma mão tapou minha boca com força e a outra apertou minha cintura. Richard me empurrou para dentro do quarto e trancou a porta.
— Richard… meu marido tá lá embaixo, caralho! — sussurrei apavorada.
Ele nem respondeu. Levantou meu vestido até a cintura, puxou o pau grosso de 25cm pra fora e esfregou a cabeça babando na entrada da minha buceta. Em um movimento bruto, ele me empalou inteiro.
— Aaaahhh! — gemi contra a mão dele.
Richard começou a me foder com força, estocadas profundas e rápidas. O barulho molhado da minha buceta ecoava no quarto, "ploc, ploc, ploc, ploc". Cada vez que ele metia tudo, eu sentia suas bolas batendo no meu clitóris inchado.
— Cala a boca e aguenta, sua puta — rosnou ele no meu ouvido, metendo sem parar. — Essa buceta gulosa tava com saudade da minha rola preta, né? Olha como ela tá engolindo tudo.
Ele apertava meus seios com força por cima do vestido, beliscando os piercings novos. A dor misturada com prazer me fazia revirar os olhos. Richard me fodia como um animal, segurando meus quadris e batendo forte, fazendo minha bunda grande balançar a cada estocada.
De repente, batidas na porta.
— Amanda? Amor, tá tudo bem aí em cima? — perguntou Roberto.
Richard sorriu maldoso e não diminuiu o ritmo. Na verdade, ele meteu ainda mais forte, segurando minha boca com mais pressão. Meu corpo inteiro tremia.
— R-responde, vadia — sussurrou ele, sem parar de foder.
Com a voz falhada e gemendo, respondi:
— T-tá tudo bem, amor! Ahh… tô… tô me trocando aqui!
Roberto hesitou do outro lado da porta.
— Tá demorando… desce logo. Quero sair pra gente se divertir como casal hoje.
Richard tirou a mão da minha boca, segurou meus cabelos e puxou minha cabeça pra trás enquanto estocava fundo e rápido. O pau dele entrava e saía brilhando com meus cremes. Ele colou a boca no meu ouvido e sussurrou, ofegante:
— Responde pra ele que vocês vão num pagode hoje… Você vai levar esse corno pra lá. E enquanto ele acha que vocês estão só dançando, você vai ser comida por dois clientes que eu marquei. Entendeu, sua puta?
Ele meteu ainda mais forte, batendo bem fundo. Eu gozei violentamente, minha buceta apertando o pau dele, gozando tanto que escorria pela minha coxa. Richard gozou logo depois, jatos grossos e quentes enchendo minha buceta até transbordar.
Ele puxou o pau devagar, limpou na minha bunda e guardou. Deu um tapa forte que estalou na minha nádega.
— Coloca o plug de volta no seu cuzinho antes de sair. Quero ele bem aberto pra quando eu te foder direito.
Richard saiu pela janela dos fundos. Eu fiquei lá, pernas tremendo, porra escorrendo pela coxa e pingando no chão. Sentei na beira da cama, abri as pernas e comecei a me masturbar desesperadamente.
Enfiei três dedos na buceta cheia de porra, massageando o clitóris inchado com o polegar. Gozei de novo em menos de um minuto, gemendo baixinho, o corpo convulsionando de tesão e culpa.
Depois, limpei o que consegui, lubrifiquei o plug e empurrei devagar no meu cuzinho, sentindo o anel apertado se abrindo até engolir tudo. Ajeitei o vestido e desci as escadas com as pernas fracas e a buceta latejando.
Roberto sorriu ao me ver:
— Pronta, amor?
Forcei um sorriso.
— Pronta…
Depois de me arrumar, descemos juntos. Roberto estava animado, achando que teria uma noite romântica de casal. Eu, por outro lado, sentia o plug pressionando meu cuzinho a cada passo e a porra de Richard ainda escorrendo devagar da minha buceta.
Chegamos ao local onde o pagode acontecia por volta das 21h30. O pagode estava lotado, quente e abafado. Cheiro de cerveja, suor e cigarro de maconha no ar. A pista principal fervia com mais de 300 pessoas. A banda tocava pagode raiz pesado, com cavaquinho marcando forte e a voz do cantor ecoando: “Olha a paixão que me domina…”. O clima era safado — casais e grupos dançavam coladinhos, rebolando sem vergonha.
Roberto estava animado. Ele me puxou pra pista e dançamos juntinhos. Suas mãos desciam pela minha cintura e apertavam minha bunda por cima do vestido curto. Eu tentava me divertir, mas meu corpo estava tenso.
Foi quando vi Richard encostado no bar, observando tudo com aquele sorriso safado. Meu coração acelerou.
Alguns minutos depois, falei no ouvido do meu marido:
— Amor, vou ao banheiro rapidinho. Já volto.
Caminhei entre as pessoas até o fundo do pagode. Richard me esperava perto dos banheiros e me puxou pelo braço para um corredor escuro ao lado. Lá estavam os dois clientes.
— Essa é a Amanda — disse Richard, apertando minha cintura. — A puta que eu falei pra vocês.
Júnior era moreno, alto, 1,90m, corpo definido, tatuado nos braços e com olhar de quem come mulher todo dia.
Big era negro, forte, careca, braços grossos e uma barriga de quem bebe muita cerveja. Os dois me olharam como se eu fosse carne fresca.
— Porra, Richard… ela é bem mais gostosa pessoalmente — disse Júnior, passando a mão na minha bunda.
Richard sorriu:
— Vão com calma. O corno tá lá na frente. Usem ela direito, mas sem foder o cu hoje. Isso eu guardo pra mim.
Voltei pra mesa como se nada tivesse acontecido. Sentei no colo de Roberto por um tempo, beijei ele e dançamos mais um pouco. Uns 40 minutos depois, falei:
— Amor, vi uma amiga ali do outro lado. Vou lá dar um oi rapidinho, tá?
Roberto assentiu, um pouco bêbado e distraído com a música.
Caminhei até o fundo do pagode, onde havia um depósito antigo abandonado, usado para guardar caixas de cerveja e materiais. O lugar era escuro, sujo, com pouca luz e barulho abafado da banda.
Júnior e Big já estavam me esperando. Assim que entrei, Júnior trancou a porta improvisada e me prensou contra a parede.
— Agora é nossa, vadia.
Eles levantaram meu vestido até a cintura. Big puxou meu sutiã tomara-que-caia pra baixo, expondo meus seios com os piercings novos, e começou a chupar meus mamilos com força enquanto Júnior enfiava a mão na minha buceta.
— Olha como tá molhada… — riu Júnior.
Os dois abriram as calças ao mesmo tempo.
A rola do Júnior era enorme: uns 23cm, grossa, veiada, cabeça rosada brilhando.
A rola do Big era ainda mais impressionante: bem preta, 24cm, extremamente grossa, com uma cabeça avantajada.
Eu me ajoelhei no chão sujo sem que mandassem. Comecei chupando os dois alternadamente. Lambia da base até a cabeça, babava bastante, engolia o máximo que conseguia. Big segurava minha cabeça e fodia minha garganta com estocadas curtas, fazendo eu engasgar e babar inteiro no queixo.
— Que boca gostosa da porra… — gemeu ele.
Eles me levantaram. Júnior sentou numa pilha de caixas e me fez sentar de frente pra ele. Enfiou o pau todo de uma vez na minha buceta molhada e começou a me foder forte, subindo e descendo meu corpo. Meus seios pulavam no rosto dele enquanto ele chupava meus piercings.
Big veio por trás, retirando meu plug , cuspiu no meu cuzinho e enfiou dois dedos grossos, abrindo meu cu enquanto Júnior metia na buceta.
Depois trocaram. Big me fodeu de quatro, segurando meus cabelos como rédea, metendo fundo e batendo forte contra minha bunda. O barulho de carne contra carne ecoava no depósito. Júnior enfiava o pau na minha boca, fodendo minha garganta.
Eles me viraram de lado, uma perna pra cima, e continuaram se revezando na minha buceta. Eu gozei duas vezes, tremendo inteira, gemendo alto:
— Aaaahh… que rola grossa… porra… vou gozar de novo!
Eles gozaram quase juntos. Júnior encheu minha buceta de porra quente. Big tirou e gozou na minha cara e nos meus seios, pintando meus piercings de esperma.
Fiquei uns segundos no chão, ofegante, destruída, com porra escorrendo da buceta, do rosto e pingando dos seios.
— Limpa aí e volta pro seu corno — disse Júnior rindo, guardando o pau.
Ajeitei o vestido como deu, limpei o rosto com as mãos e voltei para a pista.
Roberto sorriu ao me ver:
— Demorou, hein amor. Tá tudo bem?
Forcei um sorriso, sentindo porra escorrendo pela coxa por baixo do vestido.
— Tá tudo ótimo…
Por volta das 2h da manhã, Roberto decidiu que já estava na hora de ir embora. Eu mal conseguia andar direito. Minhas pernas tremiam, a buceta inchada e latejando, o plug ainda bem enfiado no cuzinho, e a porra dos dois clientes escorrendo lentamente pela parte interna das minhas coxas. No carro, Roberto colocava a mão na minha perna e sorria, satisfeito com a noite, enquanto eu olhava pela janela, sentindo o gosto de pau ainda na boca e o cheiro forte de sexo no meu corpo. Quando chegamos em casa, ele me abraçou por trás no portão e sussurrou que tinha sido um dos melhores fins de semana dos últimos tempos. Eu apenas sorri, beijei ele e pensei que nunca tinha me sentido tão puta e tão viva ao mesmo tempo. Subimos para o quarto sabendo que, no dia seguinte, Roberto voltaria para a viagem… e eu voltaria para Richard.