- Me convida pra assistir aqueles vídeos q vc salvou os links...sugeri por msg à minha namorada Lu, no dia seguinte.
Para entender melhor, leia o conto anterior, pq este é uma continuação daquele.
Continuamos dialogando por mensagens, mais ou menos assim:
- Contei pra vc num instante de pura empolgação sobre o arquivamento dos links dos filmes sobre sexo anal, mas agora estou com vergonha...qdo salvei aqueles links o ex havia me afastado da igreja, e estava fazendo coisas q abandonei ao acabar a relação com ele...vc ainda não me conhecia e talvez nem me quisesse de tão diferente q estava...em relação à minha bunda vivia uma condição parecida com a atual q sempre vivi, dos homens quererem de todo jeito me enrabar, e eu fugir disso, ou tentar negociar, adiar...meu ex queria e criava todo tipo de situação para me enrabar, e eu estava quase convencida a dar, qdo tivemos uma das nossas piores brigas, e nos separamos...definitivamente...
- Sabes q pode contar comigo pra td e mais um pouco, não sabes? Antes de ontem tb havia uma vergonha com um tabu q acabou, e se transformou em prazer...lembra? Não há nenhum motivo para q no próximo passo aconteça algo diferente do q já vivemos a pouco...prometo ser bem carinhoso na penetração do teu cuzinho...lhe respondi, tentando remover o receio q ainda existia...
- Eu quero fazer, mas estou tremendo de medo, e vc sabe os motivos...Lu continuou.
Nesse diálogo percebi Lu demonstrar a disposição q esperava, para conversar sobre a limitação q ainda a impedia, de fazer de td na cama.
E não existe a possibilidade de deixar de pelo menos conversar sobre o sexo anal, qdo a mulher tem na bunda o principal ativo do seu corpo.
Pq deseje ou não, concorde ou não, dificilmente encontrará um homem q não goste de um rabo empinado, arrebitado, firme, e bem gostoso, exatamente como a minha namorada possuía, e desfilava toda imponente.
Pois ao ficar de quatro, na sua posição favorita para transar, era enlouquecedora a visão da bunda da minha namorada.
E invariavelmente, me percebia querendo pelo menos dedar o seu enrugadinho, me imaginava beijando, a preparando, e tendo da parte dela toda a cooperação e o retorno em suspiros, gemidos, bocetinha pingando, pedidos para continuar, e por fim, as palavras mágicas: come o meu cuzinho, me enraba, come o meu cu!!!
Não tem jeito de fugir dessa modalidade sexual praticada cada vez mais, ao ponto das adolescentes atuais considerarem naturalmente haver duas virgindades para ser retiradas.
Se a mulher costuma gostar dessa parte do seu corpo, e a valoriza destacando até mesmo sem perceber, nas roupas q adquire, no modo de andar, e de se comportar, dar o cu ao homem da sua vida sendo enrabada deliciosamente, é a sua contribuição para manter o tesão em alto nível no seu relacionamento.
Era bem o caso da minha namorada Lu: seus vestidos sempre costurados por ela, eram justíssimos na sua cintura finíssima tornando muito chamativo o conjunto da bunda com o seu quadril largo, levando automaticamente para as suas nádegas arrebitadas o olhar até mesmo das mulheres, as quais frequentemente elogiavam todo o seu corpo.
Todo dia havia cantadas no trabalho, ou no trajeto, indo, ou vindo.
Sair na rua com ela a pé gerava, muitas, muitas buzinadas.
Se a deixasse só mesmo por pequenos momentos, quase sempre ao voltar havia algum pretendente tentando conversar com ela, ou então, a minha namorada já o havia dispensado.
Não é q a bunda da minha namorada fosse dessas escandalosas, q ficam vulgares em certas roupas mais chamativas, pq entram no rego e mostram as dobrinhas da bocetinha, destas q ficam impossíveis de não olhar qdo a calça é uma legging coladíssima, especialmente na cor branca, tipo das q todos os homens viram a cabeça ao passar.
Até pq sendo religiosa, Lu cuidava para não exagerar nas transparências, nos decotes, e na falta de pano em saias e vestidos.
O q havia q chamava tanto a atenção dos homens, e tb foi o meu caso, era o caimento, a qualidade, e o bom gosto das roupas no seu corpo, muito bem torneado, sem carências e excessos em nenhuma parte.
Então, qdo saí de casa naquele começo de noite para me encontrar com a minha namorada, pq já sabia ser maior a probabilidade de q Lu toparia eliminar seu último tabu sexual, peguei o lubrificante na cômoda do quarto, sabendo q precisaria dele, muito provavelmente.
Na metade do caminho recebi uma mensagem da Lu, de q o portão e a porta da sua casa estariam me esperando abertos, pq ao chegar a encontraria no banheiro fazendo uma última ação preparatória, da qual certamente gostaria.
Qdo cheguei encontrei o portão da garagem e a porta da casa como a minha namorada avisou, mas o chuveiro não estava ligado, e havia um silêncio absoluto q continuou certamente por mais de uma hora, transparecendo não haver ninguém em casa.
Mas de repente qdo já me impacientava depois de acessar no celular td q me interessava, eis q ouço duas descargas no vaso sanitário, e em dois minutos no máximo, Lu deixa o banheiro, deslumbrante.
Calçava saltos enormes q arrebitavam totalmente a sua bunda, vestia somente uma calcinha minúscula e sutiã tb desses q escondem praticamente apenas os bicos, ambos brancos, de renda repleta de pequenos detalhes, contrastantes com a sua pele morena jambo.
- E daí...gostou? Foram as suas palavras junto com a recusa de um abraço, se afastando alguns passos...
Pego totalmente de surpresa, e havendo ficado meio entorpecido pela visão estonteante, só consegui gaguejar:
- Clllaaarrrooo, clllaaarrrooo, vooocccêêê...está linda!
Daí, minha namorada primeiro fez questão de dar mais algumas voltinhas, e se mostrar em várias posições...de quatro no sofá, olhando para trás por cima dos ombros, com a expressão mais safada q já vira...debruçada sobre a mesa da cozinha, estendendo as duas mãos para segurar as minhas, de modo q a encoxasse e encaixasse o pau já duríssimo no meio do seu rego...apoiando as mãos no lavatório do banheiro na frente do espelho com o pau agora já fora da calça totalmente encaixado no seu rego, enqto atendia seus pedidos manhosos de a abraçar pelos seios, lamber e beijar o seu pescoço, lamber as suas orelhas...
Claro q nessa última posição a tentação máxima foi empurrar o pau q já estava encaixado no cuzinho da minha namorada, ir e vir inúmeras vezes quase tirando inteiro e colocando até o fim outra vez, descarregar todo o meu tesão naquele cu tão aguardado...
Mas...seria a primeira vez da Lu...ainda precisava prepara-la para não doer qdo penetrasse aquele cuzinho cor de rosa, para a minha namorada ter os orgasmos mais intensos e deliciosos da toda a sua vida, de modo q nunca mais conseguisse viver sem me dar aquela bunda maravilhosa, sem me tornar o possuidor definitivo também do território do seu cuzinho.
Depois de ficar nesses carinhos na frente do espelho nos excitando por longo tempo, Lu perguntou se queria mesmo assistir com ela, os filmes de sexo anal q havia salvo os links no notebook, tempos atrás.
Pq não apenas concordei mas demonstrei um enorme entusiasmo na sua sugestão, Lu pediu para irmos ao seu quarto pois pretendia tb praticar as cenas dos filmes q tanto a excitaram, e a levaram a querer rever cada uma delas junto comigo.
Assim q sentamos na cama, pq meu pau duríssimo estava para fora, Lu pediu para ficar logo inteiramente pelado, e começou a retirar minhas roupas incluindo as meias e o sapa tênis, mas ela mesma continuou ainda de calcinha e sutiã.
Daí, lhe perguntei:
- E nesse um ano em q esteve sem namorar, como ficou em vc esse assunto de fazer sexo anal? Leu a respeito, conversou sobre ele com alguém, continuou assistindo filmes...ou esqueceu o assunto sexo anal?
- Nem q eu quisesse esquecer, não conseguiria de jeito nenhum, ela respondeu...pq duas das minhas colegas de trabalho são pra lá de safadas...elas dão pra todo mundo, e se orgulham disso...quase todo dia uma delas ou mesmo as duas, chegam falando para qual ficante deram, o local em q deram, posições em q transaram, contando como gozaram, ou então, sendo a primeira vez, comentam qdo o cara foi fraco, e pq se arrependeram de sair com ele...e é claro q elas fazem sexo anal sempre, e gostam muito. Por isso li bastante sobre sexo anal, sei por exemplo q mesmo bem lubrificado, sempre dói no começo e por isso às vezes as atrizes fazem caretas na penetração, mas qdo o homem é experiente e sabe comer um cu, minha namorada me disse bem safada, logo começa a ficar gostoso, pelo q percebo sendo exatamente esse o momento em q nos filmes, as atrizes começam a gemer, e a colaborar movimentando mais o quadril para trás, em direção ao pau. Prestava muita atenção no começo da penetração no cu, pois sem conhecer ainda essa dor q elas dizem ser gostosa e tolerável, a minha preocupação ainda é sobre o começo da enrabada, e depois sobre os momentos seguintes. Tb sei q devo começar a dar o cu de ladinho, pq é mais confortável, ficando de quatro, somente depois, ou em qualquer outra posição. Outra informação q essas duas amigas me deram, é sobre como me higienizar, fazer a tal da chuca, para não ter surpresas e sujar o pau durante a enrabada...era exatamente isso q estava fazendo no banheiro, enqto vc me aguardava.
- E sobre tamanho do pau na enrabada, tuas colegas dizem alguma coisa? Elas curtem paus grandes? Lhe perguntei.
- Nunca falei sobre tamanho de pau com elas...apenas ouço comentarem as diferenças de tamanho do pau de um parceiro para outro, mas não sei o gosto delas, Lu respondeu...pq frequento igreja elas falam de sexo mais com as outras meninas do q comigo, e mais tb com os colegas.
Então minha namorada ligou o notebook, procurou os links dos filmes sobre sexo anal, e comecei a satisfazer a minha curiosidade sobre o seu gosto sexual, antes de me conhecer.
Ao contrário do q supunha pq esperava negrões pauzudos, os atores eram loiros de olhos azuis como eu sou, pois Lu falava alemão, e acessara sites alemães.
Os caras detinham paus não muito grandes, e as atrizes eram morenas claras, nem parecendo ser alemãs.
Pq minha namorada e seu ex pretendiam fazer logo o sexo anal q lhes faltava, Lu contou q selecionou aqueles filmes junto com ele.
E acrescentou:
- Hj nós vamos fazer de td...
- Vc gostou do sessenta e nove, não gostou? Lhe perguntei já me deitando.
- Amei aquela posição, Lu respondeu, já se ajeitando pra ficar por cima de mim com a bunda acima do meu rosto, e tendo meu pau ainda meia bomba, bem perto da sua boca.
Daí começamos juntos a brincadeira, ela colocando meu pau na boca e o lambendo e o chupando criando um enrijecimento completo, e eu, lambendo as suas coxas, os grandes e os pequenos lábios da sua bocetinha, tendo agora a liberdade para introduzir e movimentar os dedos na sua bocetinha e no seu cuzinho, bem pertinho da minha boca, e dos meus olhos.
A visão era simplesmente maravilhosa, e se somava às sensações deliciosas da boca da Lu no meu pau, e ao contato da minha boca na bocetinha com os meus dedos nela introduzidos inicialmente, e depois, no cuzinho, com bastante aperto e calor, fatores q elevavam ainda mais o tesão deixando-o nas alturas.
Havia somente suspiros e gemidos enqto nos satisfazíamos, e comecei a perceber pelos movimentos mais rápidos e mais fortes do quadril de Lu acima da minha cabeça, q ela estava bem próxima de gozar somente com o sexo oral, ainda sem penetração.
E td ficou ainda mais intenso para nós dois, qdo Lu forçou o seu quadril contra a minha cabeça quase me sufocando, e os seus líquidos passaram a molhar o meu rosto, numa reação q me surpreendeu.
Aproveitando a excitação da minha namorada passei então a dedar o seu cuzinho com mais rapidez e mais profundamente, enqto caprichava tb nos carinhos no seu clitóris, nos grandes e nos pequenos lábios, fazendo movimentos circulares como aprendi nos manuais de sexo oral.
E pela primeira vez Lu começou a dizer bem manhosa:
- Amor, quero te dar meu cu, eu quero, estou com essa vontade, come meu cuzinho, me enraba, amor, come meu cuzinho, agora eu quero te dar meu cuzinho...
Ciente de q seria a sua primeira introdução anal com um pau, e pq me esqueci dos filmes q combinamos assistir, e esqueci até mesmo do lubrificante, sugeri q a minha namorada sentasse o cuzinho no meu bilau enrijecido passando a controlar a penetração, gerando assim a confiança q precisava para se soltar totalmente nesse momento importante.
Estando ainda preguiçosa e lenta em função do orgasmo, Lu ficou de costas para mim, e segurando o pau o colocou bem na posição do cuzinho ser penetrado por ele.
Era a primeira vez q vivia esta sensação maravilhosa de um rabo se sentar no meu pau diante dos meus olhos, numa espécie de boas vindas através do aperto das preguinhas q o abraçavam com maciez, junto com o calor q o cuzinho oferecia ao meu pau numa comprovação, de q aquele era o lugar mais desejado para ele pela minha namorada.
A falta de prática e preparo físico nessa posição, impediu q Lu demorasse muito nos movimentos de subir e descer, o cuzinho no pau.
Mas o fato de sentir a tal da dor gostosa comentada com ela pelas colegas, e o prazer desse momento q elas lhe haviam prometido, esse conjunto de sensações a fez confiar e se colocar logo de quatro para voltar a sentir o prazer q possivelmente a levaria ao orgasmo em uma enrabada, sobre o qual leu e lhe diziam ser diferente do prazer q conduz ao orgasmo vaginal.
Então, nessa posição de quatro, olhando para trás por cima dos ombros, Lu direcionou meu pau no seu cuzinho, e começou a empurrar o quadril, enqto da minha parte o movimento era no sentido de a penetrar.
Daí, em segundos, o pau estava totalmente enterrado no cuzinho da Lu, possibilitando começar nosso ir e vir ela com o quadril e eu com o pau cada vez mais rápido, enqto ela tb dedilhava seu clitóris com intensidade e rapidez, como havia sido instruídas pelas colegas.
Nessa nossa primeira vez cada um fazendo a sua parte, foi gerado um tesão daqueles difíceis de palavras traduzirem, suficiente para a minha namorada gritar desesperada:
- Estou gozando pelo cu, estou gozando pelo cu, pelo cu, não para, não para, continua, continua...
Como sou naturalmente mais contido no momento do orgasmo, somente gemi um bocado enqto esguichava no rabo da Lu, e suspirei de prazer até o pau diminuir e sair do cuzinho da minha namorada, q permaneceu deliciosamente de quatro, expelindo ainda o meu esperma.
Em meio ao relaxamento q se seguiu, cansados e suados mas satisfeitos e realizados totalmente, nos abraçamos na posição de conchinha, e dormimos talvez por aproximadamente uma hora.
Acordei primeiro, e ao me movimentar ela tb despertou, então, decidimos tomar banho, e comer, para repor as energias necessárias à continuidade da brincadeira q havia apenas começado.
Lu apreciou tanto o sexo anal, q depois de nos alimentarmos, ainda quis minha penetração no cuzinho, mais duas vezes até dizer q estava ardendo e doendo, não aguentando mais.
Assim, a partir daquele dia, deixou de haver limitações em nosso relacionamento sexual, como é necessário para todo casal.