Festa Exclusiva na Mansão
Parte 1: A Proposta e o Segredo
Me chamo Karl, tenho 30 anos, sou filho de alemão, corpo forte, bigode na cara, sou casado e trabalho há três anos como motorista do Hélio. Ele tem 43 anos, branco, magro, cheio de pelo, bonitão, todo falso, rico pra caramba, dono de tudo por aí. Era sexta-feira, eu tava de plantão na mansão dele. Ele recebeu uns amigos, tudo homem rico, casado, da alta sociedade. Seis caras ao todo: o Felipe, 48 anos, professor; o Júlio, 34 anos, grandão, forte que nem o Vin Diesel; o Guilherme, irmão do Hélio, 37 anos, diretor de empresa; o Juliano, jardineiro da casa, 38 anos, branco, peludo, safado; e o Hernesto, 38 anos, moreno, corpo definido, veio de fora do país.
Eles tavam na sala grande, bebendo muito, jogando carta, rindo alto, tudo muito alegre e animado. Eu fiquei lá na porta, só observando, como sempre faço, esperando alguma ordem. Aí o Hélio me viu e gritou:
— Ei Karl, vem cá, não fica aí parado igual poste! Chega mais, junta a nós, hoje não tem formalidade não!
Eu andei devagar até perto do sofá, meio sem graça, e parei na frente de todo mundo.
— O que o senhor precisa, seu Hélio? Alguma viagem ou recado? — perguntei.
— Nada disso, meu amigo. Hoje é dia de festa, dia de curtição. Vai lá no meu escritório, na gaveta de cima da mesa, pega umas petecas que eu deixei guardada lá. Traz tudo pra cá, e aproveita, pega uma garrafa de uísque também, da boa! — mandou ele, todo sorrindo.
— Pode deixar, já vou buscar — respondi.
Fui correndo até o escritório, peguei o pó e a bebida. Na hora que peguei o pó, a curiosidade bateu forte. Abri um pouco, separei duas linhas grandes e cheirei tudo de uma vez, pra já chegar lá em cima animado. Voltei pra sala, deixei tudo na mesa de centro.
— Isso aí! É assim que eu gosto de ver — gritou o Guilherme, batendo palma. — O Karl é homem pra caramba, não faz frescura não!
Depois de um tempo conversando e bebendo mais, o Felipe me chamou num canto, baixinho, pra ninguém ouvir, olhou bem nos meus olhos e começou a falar bem devagar:
— Karl, eu tenho uma proposta diferente pra você e pro Juliano, nosso jardineiro. Nós sabemos tudo sobre vocês dois. Sabemos que ele nunca fez nada com um cara na vida, nunca encostou em ninguém, e sabemos que você também nunca fez, nunca passou pela sua cabeça. Mas a verdade é que eu e meus amigos achamos que você é o cara ideal pra fazer essa brincadeira com ele. Você tem corpo, tem jeito, é homem de verdade, e é perfeito pra ser o primeiro pra ele.
Eu fiquei parado, olhando pra ele, sem saber o que dizer, e ele continuou:
— A ideia é simples: nós todos vamos ficar aqui só assistindo, vocês dois no meio da sala, fazendo tudo o que der vontade. Cada um de nós vai pagar uma boa grana só pra ver, já da um dinheiro alto pra você. Mas tem mais: se você aceitar fazer mais umas coisinhas a mais, coisas que nós gostamos de ver, nós estamos dispostos a pagar ainda mais, um valor que você nunca imaginou ganhar numa noite só.
— Tá seu Felipe... — falei coçando a cabeça, todo desconfiado. — Mas o que que são essas tais coisas a mais? O que exatamente vocês querem que eu faça?
Ele chegou mais perto ainda, quase sussurrando no meu ouvido:
— Humm... fuder ele gostoso, beijar muito na boca, com língua, bem demorado. E também... eu quero muito que você goze na minha boca, escondido de todos, sem ninguém perceber. Pode ser agora mesmo, se tu quiser, antes de começar tudo. É só nós dois sabendo disso, tá bom?
Eu arregalei os olhos, quase cai pra trás de surpresa, e perguntei bem baixo:
— Tu tá dizendo então que o senhor... que o senhor vai chupar o meu pau e engolir a minha porra? É isso mesmo que eu entendi?
— É isso mesmo, Karl, isso mesmo — ele falou sorrindo safado. — Mas fica tranquilo, ninguém pode saber disso, tá bom? É o nosso segredo, só meu e seu. Os outros vão ver você fuder ele, vão ver tudo, mas essa parte comigo fica escondido, ninguém fica sabendo.
— Tá seu Felipe... mas e a sua mulher? — perguntei ainda sem acreditar. — Ela não vai desconfiar, não vai ter problema nenhum não?
— Ela está viajando, saiu da cidade hoje cedo, só volta mês que vem — respondeu ele bem calmo. — A casa é minha, os amigos são de confiança, ninguém vai falar nada, ninguém vai contar. É só aproveitar, curtir, e ganhar o dinheiro.
Fiquei pensando um pouco, balançando a cabeça, todo confuso:
— Humm... é muito estranho isso em, seu Felipe. Nunca fiz nada disso com um homem na vida, nunca nem pensei nisso, e ainda mais com o senhor, que é patrão, homem sério, todo respeitado... é esquisito pra caramba.
Aí ele falou o valor, bem devagar, pra eu entender bem:
— É três mil reais só por essa parte, Karl. Três mil na mão, agora mesmo, na hora que você terminar comigo.
Eu parei, pensei no dinheiro, pensei na minha vida, e perguntei de novo pra ter certeza:
— Humm... mas é só isso mesmo né? O senhor não vai querer fazer nada mais comigo, não vai pedir nada depois, não é? Não vai vir com história de meter nem nada disso, né?
— Não te preocupa, Karl, pode ficar tranquilo — ele garantiu, me batendo no ombro. — É só isso mesmo. Você continua sendo o ativo, continua mandando em tudo, não muda nada. É só você me deixar chupar um pouco, gozar na minha boca, eu engulo tudo, ninguém vê, ninguém sabe, e o dinheiro é seu na hora. O resto é só você curtir o jardineiro e ganhar mais ainda com os outros.
Lembrei na hora de outra vez, não faz muito tempo. Era verdade, eles já tinham me pago bem antes. Eu já fodi uma funcionária bem na frente de todo mundo, por dinheiro mesmo, e o Juliano tava lá junto, olhando tudo, duro pra caramba, batendo punheta sem parar, vidrado no meu pau entrando e saindo da mulher. Naquela vez foi bom pra caramba, eu ganhei bem também, e não teve problema nenhum. Pensei que agora era quase a mesma coisa, só mudava um pouco a brincadeira.
— Tá bom então, eu topo! — falei firme. — Mas tudo como vocês falaram, sem confusão, eu mando, eu faço do meu jeito.
— Claro que sim, do seu jeito, do jeito que você gostar! — gritou o Hélio todo feliz, que já tinha percebido que eu tinha aceitado. — Agora chega de conversa, tira toda a roupa, que hoje a gente é tudo igual aqui dentro!
Parte 2: Tudo Liberado e o Começo da Festa
Todo mundo começou a tirar a roupa, um de cada vez, jogando tudo pelo chão. Eu tirei a minha também, fiquei pelado no meio da sala, mostrando meu corpo forte, meu pau já começando a endurecer de tanto tesão, lembrando ainda da outra vez com a empregada. Olhei pra todo mundo e vi o pau de cada um, duro pra caramba, grande, grosso, todo mundo gostoso, todo mundo olhando pra mim com olhar de desejo. O Juliano ficou nu na minha frente, bundinha dura, perfeita, buraquinho fechado, pau pequeno duro também, se exibindo todo pra mim, do mesmo jeito que ficou olhando eu comer a mulher dias atrás.
— Agora nós todos vamos bater punheta vendo você — disse o Hernesto, se tocando devagar. — Fica aí no meio, de perna aberta, deixa tudo aparecendo pra nós ver bem.
Eles fizeram um círculo em volta de mim, tudo nu, tudo duro, se tocando, gemendo baixo, olhando cada parte do meu corpo, elogiando meu porte, meu pau, minha bunda. Eu fiquei duro que nem ferro, gostando de ser o centro de tudo, de todo mundo querer eu, do mesmo jeito que na vez da empregada.
Depois de um tempo, o Felipe fez sinal pra mim, devagar, pra ninguém notar. Ele veio chegando bem de leve, se abaixou na minha frente, escondido atrás da mesa grande, onde os outros não enxergavam direito. Olhou pra mim com aqueles olhos cheios de desejo, abriu a boca grande e encaixou o meu pau duro tudo dentro, de uma vez só. Ele chupava com força, lambia toda a cabeça, metia tudo pra dentro da garganta, ia e vinha devagar, passava a língua em volta, chupava a fenda, fazia tudo direito, muito melhor do que muita mulher que já tive. Eu gemia baixo, olhando pros outros pra ninguém desconfiar, sentindo aquela sensação estranha mas muito gostosa de ter o meu patrão ali, de joelhos, me chupando tudo.
Ele não parava, chupava mais forte, com mais vontade, até que eu senti que ia explodir. Apertei a cabeça dele devagar, ele entendeu, abriu mais a boca, e eu joguei toda a minha porra pra dentro da garganta dele, muita porra, grossa, quente. Ele engoliu tudo, não deixou nada cair, limpou com a língua, passou em volta, levantou devagar, arrumou a calça e sorriu pra mim, como se nada tivesse acontecido. Era o nosso segredo, e os três mil reais ele já tinha deixado escondido no meu bolso, como tinha prometido.
— Agora chupa o pau do Karl direito, com vontade — mandou o Hélio pro Juliano, sem saber de nada. — Faz ele gostar, faz ele sentir tudo, mostra que sabe o que faz, melhor do que qualquer mulher.
O Juliano ajoelhou na minha frente, abriu a boca e encaixou tudo também. Chupava com força, lambia toda a cabeça, metia tudo pra dentro, ia e vinha, passava a língua em volta, fazia tudo direito. Eu gemia alto, era diferente de mulher, muito melhor, mais quente, mais macio, ele sabia exatamente onde apertar, parecia que já tinha estudado tudo quando me viu foder a outra funcionária na frente dele.
— Isso aí Juliano, não para não! — gritou o Felipe, todo disfarçado, como se não tivesse acabado de engolir a minha porra toda. — Chupa tudo, engole toda a sua porra depois, não deixa nada cair, queremos ver tudo entrando na sua boca, igual você queria ver entrar nela!
Depois de um tempo me deixando doido com a boca, ele parou, pegou minhas bolas grandes e enfiou uma por uma na boca. Chupou muito, lambendo tudo, apertando com os lábios, fazendo pressão gostosa, me deixando quase louco de tanto prazer.
— Agora chega de chupada, mostra logo a bundinha pra ele — mandou o Júlio, todo vidrado. — Vamo ver se é tão bonita quanto ele merece, você já ficou louco olhando ele foder a mulher, agora é a sua vez.
Juliano virou de costas devagar, abaixou o tronco todo, abriu bem as pernas e mostrou a bundinha dele bem na minha cara. O buraquinho fechado, pequeno, vermelho, convidando pra entrar, bem ali na altura do meu pau, esperando o mesmo que a outra recebeu.
— Vai Karl, não fica aí olhando não! — gritou o Guilherme. — Mete tudo agora, usa ele do jeito que você quiser, é seu, cara! Você já mostrou que sabe foder bem, fode ele agora também!
Eu passei a mão na sua bunda, apertei forte, abri devagar com os dedos, senti o calor que saía de lá, lembrei da sensação de entrar na empregada, e também da sensação de ter o Felipe me chupando escondido. Encaixei a cabeça do meu pau na entrada e empurrei bem devagar. Entrou devagar, apertado pra caramba, quente, macio, abraçando tudo, muito mais apertado e gostoso do que a buceta da mulher. Empurrei mais um pouco, entrei tudo até o fundo, sentindo ele todo me envolver.
— Que delícia, caralho! — gritei bem alto. — Sua bundinha é perfeita, apertada pra caramba, melhor do que qualquer buceta que já entrei!
— Mete mais forte, mete fundo, me usa tudo, não tem medo não — ele pedia, rebolando no meu pau, apertando o buraquinho pra me segurar mais ainda. — Eu já vi você foder ela com tudo, mete em mim do mesmo jeito, me enche de porra também!
Comecei a bater nele, ia e vinha, saía e entrava tudo de novo, sentindo cada movimento, cada vez que ele apertava mais, gemia alto, gostava muito. Os outros em volta batendo punheta, gritando, elogiando, vidrados no meu pau entrando e saindo, vendo como eu mandava nele, lembrando também da outra vez com a mulher. O Felipe olhava pra mim com um sorriso safado, só nós dois sabendo o que já tinha rolado entre a gente ali escondido.
Parte 3: Brincadeiras, Prazer e o Final da Noite
— Agora para um pouco, vamo fazer a brincadeira de medir — mandou o Guilherme. — Quero ver quem tem o pau maior, quem tem o mais grosso.
Nós todos alinhamos o pau duro, um ao lado do outro. O meu era grosso pra caramba, cabeça grande, pesado, o mesmo pau que já tinha enchido a empregada de porra e já tinha enchido a boca do Felipe escondido. O do Júlio era o maior de todos, comprido pra caramba. O do Juliano o menor, fino e bonito. Zoamos muito, comparamos tudo, passamos a mão um no pau do outro, rindo, falando besteira.
— Agora é a vez da brincadeira da bunda mais bonita — disse o Hernesto. — Todo mundo vira de costas agora!
Todo mundo virou de costas, abriu a perna bem larga. Passamos a mão em cada bunda, apertamos, olhamos direitinho, avaliamos tudo. Disseram que a minha era a mais dura, a mais redonda, a mais bonita de todas. A do Juliano foi a escolhida como a mais gostosa de comer, a mais convidativa, melhor até que a bunda da mulher.
Depois rolamos tudo pelo chão, lutinha de homem nu, corpo com corpo, se esfregando, pelado, duro, grudado de suor. Empurra, puxa, aperta, abraça, tudo na amizade, tudo na putaria, todo mundo misturado, todo mundo duro. Eu passei perto do Felipe de novo, ele piscou pra mim, ninguém entendeu, mas eu sabia muito bem o que significava.
— Agora ele vai bater punheta pra nós todos, um por um — mandou o Felipe, agora todo chefe de novo. — Bate com jeito, bate com força, faz cada um gozar na sua mão.
Juliano veio no meio da roda, pegou o pau do Hélio, bateu devagar, forte, com jeito, apertando bem na cabeça. Depois pegou o do Guilherme, do Felipe, do Júlio, do Hernesto, um por um, lambendo de vez em quando, fazendo todo mundo tremer de prazer. Quando chegou a vez do Felipe, ele olhou pra mim de novo, sorrindo, como se lembrasse que já tinha gozado também, de um jeito só nosso
