Se tem uma coisa que vocês já sabem sobre mim é que eu sou completamente tarada. Eu amo pica — não importa a cor, o tamanho ou o formato, desde que não seja pequena ou fina demais para me satisfazer, porque eu preciso de preenchimento, sabe? Sou aquela putinha clássica: carinha de santa, olhos azuis como o céu e cabelos loiros longos, mas por baixo desse visual de boneca existe uma ninfeta que não consegue viver sem ser fodida.
Vou contar para vocês essa história que é a prova de que o destino adora brincar comigo.
Tudo começou há um tempo, quando conheci um coroa no Tinder. Uns 40 e poucos anos, grisalho, bonito e com aquele jeito simpático de quem sabe exatamente o que está fazendo. A gente saiu para o shopping, pegamos um cineminha e, óbvio, eu mamei ele ali mesmo, no escuro da sala. Qual seria o motivo de ir ao cinema se não fosse para sentir aquele pau na boca enquanto o filme passava? A gente nem terminou a sessão; saímos no meio e fomos direto para a chácara dele. Passamos a noite nos pegando, ele pagou meu Uber de manhã e eu fui embora. Nada demais, né? Ele tentou manter contato, mas eu ignorei. Eu já tinha tido meu prazer e ele não me interessava mais.
Até que, algum tempo depois, conheci outro carinha no Tinder. Bonitinho, jovem e parecia ter vontade. Eu estava numa fase crítica: quase uma semana sem pica, já sentindo os sintomas da abstinência, com a bucetinha pulsando de vontade. Ele me convidou para um churrasco no final de semana em uma chácara da família dele. Eu pensei: "É hoje! Vou finalmente ser comida!".
Cheguei lá, toda linda no meu biquíni que mal segurava meus seios fartos e deixava minha bunda gigante totalmente à mostra. Fiquei na piscina com o moleque, abraçada, beijando e esfregando minha xota na rola dele discretamente. Eu sentia a dureza ali, mas o menino era um lerdo! Parecia que não entendia que eu estava implorando para ele me enfiar aquele pau.
De repente, os pais dele chegaram. O moleque saiu da piscina para cumprimentá-los e, quando olhei de longe, quase engasguei com a bebida. O pai dele era exatamente aquele cara grisalho do Tinder! No começo, tentei me esconder, fiquei com vergonha, mas ele me viu. Ele não gritou, nem fez cena; apenas acenou com a cabeça e deu um sorriso malicioso no canto da boca. Aquele olhar dizia: "Eu sei quem você é, putinha".
Eu continuei na piscina, fervendo de ódio porque o filho era um inútil que não me comia (acho que era virgem, coitado), enquanto o pai era um monumento de homem. Saí da água, tomei um banho rápido de chuveiro e subi para o quarto no terceiro andar para trocar de roupa.
Eu estava no banheiro do quarto, tomando um banho de verdade, quando ouvi a porta fechar. Achei que fosse o "lerdo" do filho. Gritei que estava no banheiro, mas quando abri a porta e saí, dei de cara com o coroa. E o melhor: ele já estava com o pau para fora, latejando de tesão.
— Por que você parou de me responder, hein? — ele sussurrou, com aquela voz grossa que me fez tremer as coxas. — Eu não via a hora de você sair daquela piscina e ficar sozinha comigo.
Eu tentei dar uma de sonsa, inventei que estava namorando e por isso sumi. Ele deu um sorriso cínico e disse:
— Então você vai pagar por isso agora mesmo.
Meu Deus, era tudo o que eu queria ouvir! Eu me entreguei completamente:
— Pode judiar de mim, eu mereço!
Ele não perdeu tempo. Se ajoelhou, levantou uma das minhas pernas grossas e começou a devorar minha bucetinha. A língua dele era experiente, me fazendo gozar quase instantaneamente. Depois, ele me carregou até a cama e me deu uma surra de piroca. Não era a maior do mundo, mas a habilidade daquele homem era surreal. Ele sabia onde bater, como entrar e como me fazer gritar.
No meio do ápice, o filho — aquele empata-foda — bateu na porta. Eu não queria parar nem por um segundo, mas o pai ficou preocupado em ser pego. Ele continuou me metendo com força, mas me obrigou a responder.
— Está tudo bem? — o filho perguntou do outro lado.
— Estou com dor de cabeça... só quero descansar uns minutos e já desço! — respondi, enquanto sentia o pai me estraçalhando por dentro. Babaca, acreditou na hora!
Eu devorava aquele homem na cama, sentindo cada estocada. Quando vi que ele estava quase chegando ao limite, me coloquei de quatro, sentindo minha bunda gigante vibrar com os impactos, e então virei rápido para ele gozar na minha boca. Eu precisava daquele leite, precisava ficar fortinha! Hahaha!
Ele gozou litros na minha boquinha e eu chupei até a última gota, limpando tudo com a língua. Ele saiu do quarto discretamente e, minutos depois, eu desci também, fingindo que nada tinha acontecido.
O momento final foi a cereja do bolo: o filho, com toda a ingenuidade do mundo, me apresentou oficialmente ao pai.
— Prazer em conhecê-lo, senhor — eu disse, com a carinha de santa e os olhos azuis brilhando, enquanto sentia o sêmen dele ainda quente lá no fundo da minha garganta.
Sinceramente? O filho pode ter o DNA, mas o pai é quem tem a técnica! rs
