Foi naquele ano, onde tudo começou, fui para Paris tirar o curso de psicologia numa das universidades mais prestigiadas da Europa.
Sou de uma família modesta, sem recursos financeiros, pelo que aluguei um quarto num apartamento de uma porteira. Para pagar as despesas, na parte do dia que tinha livre lavava escadas. Era muito mal remunerada e depressa percebi que não conseguia pagar as despesas.
Foi nessa altura conheci um francês, mais velho do que eu (cerca de 40 anos), o Michele. Ele não era muito bonito, mas era educado e tinha grana. Comecei então a namorar com ele.
Eu apenas tinha tido um namorado, e ele queria começar logo a transar. Eu não me sentia preparada ainda. No entanto, logo fiquei dependente financeiramente dele, pois o cara ia-me pagando as contas que eu não conseguia pagar.
Sentia-me em dívida para com ele e acabei por me entregar ao cara. Ele não pensava em mais nada do que transar comigo e eu acabei por ir na onda dele.
Em matéria de sexo, ele me ensinou muita coisa, pois ele era bem mais experiente do que eu. Mas ele era muito tarado, e eu recusava muita coisa que ele queria. Ele propunha fazermos swing, anal e outras coisas, que eu achava coisas sujas e obviamente recusava.
No entanto, não posso negar que ele era um homem com muita experiência e quanto mais transávamos, mais me apetecia fazê-lo e mais me desinibia.
Numa noite, ele me levou a um bar-boite. Tinha uma pista de dança, onde alguns casais dançavam. Elas vestiam-se com roupas super ousadas. Alguns casais beijavam-se demoradamente. Outros ficavam conversando nas mesas. Outros saiam para a rua de mão dada.
A musica estava mexida e o Michele perguntou-me se eu não queria ir para a pista dançar. Ele sabia que eu adorava dançar. Aceitei, mas ele ficou na mesa me olhando.
Adorei dançar, e logo fui rodeada de vários homens. Quando a musica ficou mais lenta, um deles me agarrou e começámos a dançar bem juntinhos. Podia sentir as mãos fortes dele me segurando na cintura e me empurrando contra o corpo dele, e logo se começou a roçar no meu corpo, apesar de eu tentar me afastar.
Ele se roçava nos meus seios e o membro duro dele pressionava o meu baixo ventre. Obvio, que senti que as minhas calcinhas estavam a ficar húmidas. Nessa altura, ele começou a me propor coisas, que não percebi bem, pois ainda não dominava a lingua francesa. Como não respondi às propostas dele, no final de uma musica, ele me largou no meio da pista.
Outro homem logo me agarrou para a dança seguinte, mas felizmente, este era menos atrevido do que o anterior. Dancei com vários homens e me sentia estranhamente acesa, talvez pelo ambiente erotico daquela boite, talvez por ter bebido demais.
Quando regressei à mesa, o Michele disse-me que eu estava linda e que tinha feito o maior sucesso na pista de danca. Depois pegou em mim e foi-me mostrar a boite.
Ele me levou a um corredor com meia luz, que tinha acesso a vários quartos. Alguns dos quartos estavam fechado com casais lá dentro. Outros tinham a porta aberta. Tinham varões no meio, e quadros com mulheres nuas ou a copularem com homens.
Fiquei admirada, reparando numa foto num dos quartos, onde se encontrava uma mulher transando com dois homens em simultâneo. O Michele sorriu ao ver a minha expressão e falou que eram coisas normais.
Depois contou-me que nesses quartos algumas meninas faziam privados para os clientes. Perguntei-lhe o que era isso, e ele disse-me que eram sessões de strip e me falou quanto é que elas podiam ganhar por noite. Fiquei espantada.
Depois disse-me que eu com as mamas e o meu rabo, podia ganhar um bom dinheiro. Nessa altura fiquei chocada com a observação dele e de imediato perguntei-lhe se ele não se importava que a sua namorada se entregasse a outros homens e ele me respondeu que não, que uma mulher como eu não podia ser de um homem só, além de que a minha boceta depois de lavada ficava como nova.
Depois disse-me que ninguém ficaria a saber o que eu fazia, pois a minha familia e amigos viviam longe.
Confesso que fiquei chocada com a proposta dele, mas por outro lado pensava na grana que podia ganhar.
Nessa noite não consegui dormir pensando na proposta, embora não pensasse em me prostituir, mas apenas fazer uns privados e ganhar alguma grana dançando com os clientes.
Dois dias depois disse para ele que estava disposta a experimentar, mas não tinha roupa, como as outras meninas. Ele foi um amor e me ofereceu roupa adequada e me apresentou ao gerente do bar.
O gerente do bar me levou para um quarto e me disse que me tinha de despir, pois não contratava uma empregada sem a ver primeiro.
Foi super confrangedor ter de me despir na frente daquele cara, que me olhava com a maior cara de tarado. Fiquei de salto alto e de lingerie. As calcinhas eram de fio dental e ele me pediu para dar uma volta. Quando estava de costas para ele, o cara me deu um tapa numa das nádegas, de cima para baixo, fazendo o meu rabão abanar, enquanto falava que estava aprovada e me perguntava se queria começar já nessa noite.
O Michele me ajudou a vestir e me incentivou, dizendo que eu estava linda. Foi ele que me deu uma carona até à boite.
De inicio fui para a pista de dança e todos os homens queriam dançar comigo. As outras meninas falavam que os clientes ficavam loucos quando viam carne fresca, mas que o perigo maior não eram eles, mas o gerente.
Um dos primeiros homens que dançou comigo, me ofereceu 200 euros para me levar para um motel, com direito a serviço completo. Nem sabia o que era o serviço completo. Disse-lhe que não me prostituia. Ele baixou então a parada e me propôs 50 euros por um privado de 30 minutos.
Fomos para um dos quartos que ficava no corredor. Fiquei dançando para ele no varão, me despindo bem devagar, para fazer passar o tempo, enquanto ele sentado numa poltrona se masturbava.
Tirei lentamente a camisete e depois a saia, enquanto ele pedia para eu tirar logo tudo. Tirei as meias de seda desapertando-as do cinto de ligas, enquanto ele comentava que eu tinha umas belas pernas, que era uma cavalona.
Depois tirei o soutien, lentamente, e acho que o cara ficou tarado, com as marcas do sol nos meus seios.
Acabei dançando no varão só de calcinhas. O cara vendo o tempo passar, meteu mais uma nota de 20 euros no elastico das calcinhas e pediu para eu lhe mostrar a buceta.
Fiquei de costas para ele, com um joelho no sofá, bundinha enpinada e afastei o elastico das calcinhas, enquanto olhava para trás para ele. Com os dedos, me toquei e abri a buceta para ele. Depois meti um dedo na buceta e fui metendo e tirando. O homem arfava e se masturbava cada vez com mais velocidade e logo gozou, enquanto me xingava, me chamando de safada, cadela sem donoNessa noite, ainda fiz mais dois privados, e logo percebi, que mais valia fazê-los gozar logo. Eles me ofereciam grana para me tocar e até mesmo para meterem em mim, mas eu recusava. Obvio que como qualquer outra mulher todo aquele ambiente me excitava muito.
Nos dias seguintes, continuei a ser muito disputada pelos clientes, mas recusei-me sempre a ir com eles para o motel. Fazia apenas privados e fui-me libertando de pudores. Já deixava eles me tocarem, me beijarem e eu mesmo chegava a mastubá-los. Chegava a levar para casa por noite, cerca de 500 euros.
O pior é que estava cada vez mais viciada em sexo. Não pensava noutra coisa. As outras meninas diziam que era normal.
Numa das noites, o Michele apareceu na boite com o chefe dele, o René. O René era um cara simpático e a conversa foi animada. Convidou-me para dançar. Dançámos uma música lenta, bem juntinhos. O Rene beijou-me de lingua, beijos intensos e nos intervalos eu olhava para o Michele com cara de safada. Eu já tinha bebido um pouco e me sentia acesa, com vontade. Quando regressámos à mesa o René me elogiou bastante. Aí o Michele com a maior naturalidade me pediu para fazer um privado para eles. Fiquei admirada com o pedido, mas não me fiz rogada.
No quarto, ouvia-se a musica da boite. O Michele agarrou-me por trás e fiquei ensandwichada entre os dois e dançámos ao som da musica. Eles iam-me despindo e eu ajudando-os a despirem-se.
Por fim eles sentaram-se no sofá exibindo os seus paus duros. Não resisti e me aproximei, colocando-me de joelhos e chupei os dois paus à vez.
Quando me senti no ponto, me sentei no colo do Rene, e comecei a cavalgar no pau dele. Os meus seios baloiçavam bem perto da cara dele, e o cara os apertava com as mãos, os lambendo e chupando.
O Michele veio por trás e meteu com cuidado no meu cu. Doeu um pouco, mas me acostumei. Não tardou que trocassem de posição.
O René era menos meigo que o Michele e me enrabava com força, enquanto me dava tapas nas nádegas. O Michele que costumava aguentar bastante, ao ver eu a ser enrabada pelo chefe dele, não conseguiu retardar o gozo e explodiu dentro da minha buceta. Não tardou que o René gozasse no meu cu.
Os dois se despediram e o Michele me tratou como sendo a mulher dele, o que me deixou muito satisfeita.
Eu não tinha gozado e nessa noite me prostitui com mais dois clientes, Um era um velho, cliente habitual com quem já tinha feito vários privados e com quem não me deu grande prazer transar. O outro cliente foi um negão, novo e possante, que me fez gozar duas vezes antes de se vir. Ele meteu na cabeça que queria gozar na minha cara e para o que me pagou eu deixei.
A minha vida em Paris está correndo super bem. Sinto-me apaixonada pelo Michele e falamos até em casar e ter filhos. Tenho tirado boas notas no curso de psicologia. No bar ganho agora bem mais do que quando fazia apenas privados e já aluguei um apartamento numa das melhores zonas de Paris.