Eles apenas se encontraram um belo dia.
Troca de olhares, aproveitaram a musica para curtir o balançar de corpos um do outro. Cada batida da musica entrava em seus corpos como uma energia de dopamina e êxtase, parecia que tinham tomado algo para estarem tão alterados como agora, mas não era nada além de estarem com tesão um no outro.
-quero você agora (ele disse).
-tambem te quero (ela respondeu).
Se beijaram com um encontro de línguas, mas se lembraram que estava no meio de uma balada.
Entraram no carro dele e seguiram para o motel mais próximo, beijos trocados no estacionamento mesmo enquanto tentavam abrir a porta do quarto. Quando subiram ele pode beijar aquela boca como queria, a encostou na parede e procurou ferozmente sua língua como se precisasse daquilo para sobreviver. Ele levantou as mãos dele sob a cabeça, beijou seu pescoço sem deixar marcar ou arranhar, foi descendo aos poucos e beijou sob sua roupa o seu colo.
Virou ela de costas e fez o mesmo movimento, mas dessa vez desceu o zíper de seu vestido, mostrando uma lingerie preta que logo pensou em não tirar. A medida que o vestido ia descendo, ele também descia. Deixou delicadamente a roupa no chão e voltou beijando as panturrilhas enaltecendo cada pedaço dela, coxas e subindo para o meio das pernas dela. As abriu lentamente e lhe despejou beijos em sua virilha.
Lentamente se deitou na cama e pediu para que ela colocasse sua buceta em seu rosto, mas ela ainda estava de calcinha. Então ela ficou em pé sobre ele, tirou a calcinha e jogou em seu rosto, ele pode sentir a umidade e o cheiro de sexo que ela tinha, aquilo deixou o pau dele em estado de ereção máxima. Ela sentou com a buceta no rosto dele e com maestria ele guiou o caminho para que ela ficasse ainda mais excitada. Língua e dedos, a língua não parava, começou com um dedo, em seguida foram dois e depois três. Com a outra mão ele fodia o seu cuzinho, lhe deixando completamente preenchida. Ela começou a se tocar nos seios, tirou o sutien e os bicos estavam duros como pedra. Os barulhos de gemidos começaram a ser escutados, a sucção da língua na buceta misturada com o barulho dos dedos sendo inseridos faziam com que ela gemesse mais ainda. Da boca dele só se ouviam suspiros fortes, pois a boca estava completamente ocupada. Ele mordeu o clítoris com veracidade e desejo, fazendo ela gozar em sua boca.
Ele a tirou de cima de seu rosto a jogou na cama, de um jeito sexy e voraz, tirou sua cueca e deitou por cima dela. Queria experimentar aqueles seios que estavam tão excitados, primeiro lambeu um e ela sentiu uma faísca. Depois lambeu outro e mais faíscas saíram. Lambeu, beijou, chupou e sugou os dois, ora um ora o outro e ora os dois de uma vez só.
-morde, gosto que me morda.
E assim ele fez, aos poucos as mordidas foram se intensificando, quase a ponto de sangrar, mas era isso que ela gostava. Enquanto mordia os seios dela, ele decidiu pincelar seu pau na entrada dela.
-não faz isso, isso é maldade.
Ele apenas sorriu por que sabia que aquilo deixava qualquer mulher excitada. Apertou os dois seios dela e em seguida meteu o pau bem fundo naquela buceta, como ela estava molhada, melada, excitada. Entrou com facilidade que o fez aumentar mais ainda a velocidade, largou os seios dela e acelerou as investidas. Ela gemia embaixo dele enquanto ele se segurava para não gozar.
-gostosa. Porra como você é gostosa e molhada.
-por favor não para, quero você todinho dentro de mim.
-ah mais não vou parar mesmo.
A virou de costas, apenas empinou sua bunda e voltou as investidas em sua buceta.
-quente, apertada, gostosa.
Ela sentiu que ele estava ofegante e que estava perto de gozar. Ficou de 4 sob a cama e pediu para ele meter o mais fundo que conseguisse, queria gozar em cima do pau daquele macho que estava comendo ela. Momentos depois, gozaram como ogros urrando e gemendo.
Caíram na cama como se tivessem corrido uma maratona, se olharam e caíram na risada.
-prazer Leona.
-prazer Ricke.
Levantaram e foram tomar um banho de banheira. Mas queriam mais!
Ela pediu pra que ele sentasse na cadeira, se abaixou e em sua boca ela sentia o gosto do liquido pre ejaculação, com maestria começou a chupá-lo. As mãos dele apertavam o braço da cadeira a cada lambida que ela dava, beijos, lambidas, ela desceu para a costura que divide o pau, beijou suas bolas. Olhando fixamente nos olhos dele, se deliciando daquela maravilha de pau que estava em sua frente. Voltou pra a cabeça subindo e descendo até a base. Quando ele começou a ofegar em sinal de que iria gozar, colocou as mãos em jogo para auxiliar no serviço, rápido, gostoso, babado, molhado, uma bela gozada ela ganhou na boca. Chupou até a última gota e engoliu tudo.
Subiu para dar um beijo na boca dele, com o gosto dele na boca.
Ele não resistiu e a comeu em cima da bancada, nem parecia que tinha acabado de gozar.
Ele não conseguiu mais gozar, mas ela gozou insaciavelmente várias vezes.
Terminaram a noite exaustos e saciados.
