PAGANDO AS DIVIDAS - Parte 1

Um conto erótico de jrDmetrionX
Categoria: Heterossexual
Contém 1612 palavras
Data: 20/05/2026 10:49:41
Última revisão: 20/05/2026 10:50:30
Assuntos: Heterossexual

— Ah.... Que Tedio...

A tarde dava um verdadeiro tedio. Rivalda estava esparramada no sofá da sala. Ela folheava uma revista de moda sem realmente ler, os olhos dançando sobre as páginas com puro tedio.

A campainha tocou, um som estridente que cortou o silêncio da casa. Rivalda levantou a cabeça, balançando o seu cabelo curto. Um sorriso lento se formou em seus lábios.

Abriu a porta e lá estava ele: Sr. Carvalho, um homem de uns 40 anos, com uma barriga que começava a desafiar o cinto e uma calvície que ele tentava disfarçar com um penteado lateral ridículo. Seus olhos, porém, eram famintos, e Rivalda os reconheceu imediatamente.

— Boa tarde, Sua mãe está? Vim falar sobre a dívida dos móveis. A última parcela venceu faz duas semanas.

Rivalda inclinou a cabeça, deixando uma mecha de cabelo cair sobre um olho. Ela mordeu o lábio inferior, só o suficiente para fazer o homem engolir em seco.

— Nossa, que chato isso, Sr. Carvalho. Minha mãe tá chegando em uns minutos, ela cuida dessas coisas. Por que não entra e espera? Tá quente pra caralho ai fora.

O homem entrou e se acomodou no sofá.

— Quer um copo d’água? — perguntou ela, já se dirigindo à cozinha sem esperar resposta.

De volta à sala, ela desfilou com uma lentidão predatória, sentindo o peso do olhar dele enquanto seus quadris balançavam em um ritmo hipnótico. Rivalda estendeu o copo d'água, roçando os dedos nos dele por tempo suficiente para sentir seu tremor, antes de se acomodar na cadeira à frente. Ao cruzar as pernas, fez questão de que o movimento fosse lento e amplo: a saia curta deslizou impiedosamente pelas coxas bronzeadas, revelando a nudez total por baixo do tecido. Sem calcinha, sua intimidade ficou escancarada, úmida e provocante, oferecida ao olhar dele como um convite obsceno. O Sr. Carvalho paralisou; a prancheta escorregou de suas mãos trêmulas enquanto ele devorava cada detalhe daquela exposição descarada, perdendo o fôlego diante do que via.

— Desculpa, eu sou meio desajeitada com essas saias curtas — disse Rivalda, sem nenhuma intenção de ajustar a roupa. Ela tomou um gole d’água. Em seguida ela pegou um cubo de gelo dentro do copo e começou a passa contra os lábios vermelhos, e deixou a língua deslizar lentamente pelo canto da boca. — Mas, sabe, Sr. Carvalho, eu tava pensando... deve ter outras formas de pagar essa dívida, não acha?

O homem engasgou com o próprio ar. Seus olhos traíram-no, descendo para o espaço entre as pernas dela, onde a saia não escondia nada. Ele tentou falar, mas só conseguiu um som rouco.

— Eu... hã... como pretender pagar essas dividas? — gaguejou ele, o rosto vermelho como um pimentão maduro.

Rivalda descruzou as pernas, e abriu-as bem, ela sobe lentamente a saia até a cintura, expondo completamente sua buceta, que dava totalmente depilada. Ela fixou os olhos nele, um olhar que era ao mesmo tempo convite e ameaça.

— Eu pago as dívidas da casa do meu jeito, e todo mundo sai feliz. Você quer sair feliz, não quer?

O homem estava perdido, a prancheta agora no chão, esquecida. Ele limpou o suor da testa com um pano, os olhos fixos naquela linda buceta exposta bem diante dos seus olhos.

— Certo... o que... o que você tá propondo?

Rivalda sorriu, levantando-se com a graça de uma pantera. Ela caminhou até ele, o copo d’água ainda na mão, e colocou-o na mesinha ao lado com um gesto lento, quase cerimonial. Então, sem dizer nada, pegou a mão dele, uma mão grossa, calejada, com unhas malcuidadas, e o puxou do sofá.

— Vem comigo — disse ela, a voz firme, mas com um toque de diversão. — Vamos fechar esse acordo no quarto. Lá é mais confortável.

O Sr. Carvalho a seguiu, tropeçando nos próprios pés, o coração batendo tão alto que parecia ecoar na sala. Subiram as escadas. Ela o levou até seu quarto: paredes roxas, uma cama king-size coberta com lençóis de seda preta, um espelho enorme na parede que refletia cada ângulo da cena. Havia um leve cheiro de jasmim no ar. Um grande destaque naquele quarto era o enorme pôster de um homem sem camisa na porta.

Ela fechou a porta atrás deles, o som da tranca um ponto final na hesitação do homem. Rivalda foi até a cama, subiu e ficou de quatro. Ela olhou pra trás através dos ombros e olhou para ele com malicia.

— Então, Sr. Carvalho — disse ela, subindo na cama e se ajoelhando, as coxas abertas, os olhos brilhando com malícia. — Vamos fazer assim: você esquece essa parcela, e eu te dou algo que nenhum dinheiro compra. Parece justo?

— Olhar aqui menina, eu não quero arrumar problema pra mim... Conheço bem seus pais, não sei o que vão acha disso...

— Foda-se o que eles vão pensar... mas eu entendo se tiver com medo e querer ir embora... afinal tem que ser muito macho pra encarar isso aqui...

Ela deitou na cama e abriu as pernas, mostrando sua enorme buceta molhada. Ela passa a mão entre os lábios inchados, abrindo a aberturar úmida.

Ele ficou mudo, os olhos vidrados, de repente seu algo dentro dele despertou.

— É mesmo? vou mostrar o macho agora...

Ele começou a tirar o paletó suado, tirando a gravada que apertava seu pescoço. Subiu na cama, sentando ao lado dela. Colchão afundando sob seu peso, as molas gemendo como se soubessem o que estava por vir. Ele estava tão perto agora que podia sentir o calor dela, o perfume doce e almiscarado que subia de sua pele bronzeada. Rivalda se inclinou para ele, os seios pressionando contra a blusa justa, os mamilos endurecidos visíveis sob o tecido fino. Ela pegou a mão dele, aquela mão calejada de quem passava o dia preenchendo papéis e sonhando com uma vida menos ordinária, e guiou-a até sua coxa.

— Toca — ordenou ela, sem rodeios, a voz cortante como uma lâmina. — Mas vai com calma, porque eu não sou uma vadia qualquer que você encontra num bar de esquina.... eu sou virgem!

Ela falou aquilo numa voz tão doce e melancólica que o homem acabou acreditando.

O Sr. Carvalho engoliu em seco, os dedos hesitantes roçando a pele macia da coxa dela, subindo. Ele tremia, o suor escorrendo pelo pescoço, mas seus olhos não desgrudavam do que estava à sua frente: a buceta de Rivalda, úmida e quente, um convite que ele não tinha força para recusar. Seus dedos encostaram nos lábios macios, tocando ela sem parar. Rivalda soltou um leve gemidos sentindo sua buceta ser tocada por aquele homem.

— Aiii... nossa, você não é nenhum amador... sabe muito bem masturbar uma mulher.... — disse ela mordendo os lábios observando aquela mão toca-la com vontade.

Os dedos deles começaram acelerar entre o clitóris fazendo as pernas de Rivalda tremer de prazer.

O homem tirou a roupa revelando seu peitoral grisalhos, e a barriga protuberante. Rivalda não perdeu tempo. Ela se levantou, ficando de joelhos na cama, e puxou a blusa por cima da cabeça, revelando os seios cheios, os mamilos duros e rosados. Ela jogou a blusa no chão e se aproximou dele, montando em seu colo com a graça de uma pantera, a buceta roçando contra a calça dele.

— Tá sentindo isso? — perguntou ela, esfregando-se lentamente buceta contra ele, sentindo o volume crescente em sua calça. — Isso é o que você ganha por ser um bom negociante.

O Sr. Carvalho gemeu, as mãos agarrando os quadris dela com uma força desesperada, os dedos afundando na carne macia, deixando marcas vermelhas que pareciam tatuagens temporárias. Ele tentou beijá-la, o rosto suado se aproximando, mas Rivalda virou a cabeça, rindo com um desprezo que era quase carinhoso.

— Nada de beijos, cara. Isso aqui é negócio, não amor. Acha que eu beijo na boca de qualquer homem? — Ela desceu as mãos até o cinto dele, que já estava aberto. A calça caiu, revelando a cueca cinza que mal continha a ereção dele, uma protuberância modesta, mas ansiosa, como um cachorro implorando por atenção.

Rivalda não deu tempo para ele pensar. Ela se ajoelhou entre as pernas do homem e abriu o zíper da calça dele com rapidez. O membro saltou para fora, e ela o segurou firme, sentindo a pulsação do sangue. Sem desviar os olhos dos dele, ela o abocanhou de uma vez, envolvendo-o com a boca quente e úmida. O Sr. Carvalho soltou um gemido sufocado enquanto ela começava um movimento ritmado, sugando-o com força e deslizando a mão pela base para acelerar o estímulo. No espelho da parede, a cena era nítida: a cabeça dela subindo e descendo com determinação, o rosto dele retorcido de prazer e as mãos trêmulas do homem tentando, sem sucesso, encontrar um apoio enquanto se perdia naquela boca.

— Ahh... porra... vou gozar... — gemeu o Sr. Carvalho, a voz quebrada, o corpo inteiro tenso como uma corda prestes a romper.

— Vai, goza... tô esperando... — respondeu Rivalda.

O Sr. Carvalho não resistiu. Com um grunhido rouco, o pau pulsou violentamente, e o primeiro jato de esperma explodiu em sua boca. Rivalda não recuou. Engoliu tudo, a garganta trabalhando para não perder uma gota, a mão ainda massageando a base para extrair cada resto. O homem tremia, o corpo sacudindo com os espasmos do orgasmo, enquanto ela sugava cada último jato, os lábios apertados em volta da glande sensível.

Quando finalmente solou o pau, lambendo os lábios com satisfação, o Sr. Carvalho desabou na cama, ofegante, os olhos semi-cerrados, o corpo exausto.

O Homem foi embora feliz e com as dividas pagas.

Rivalda caiu de novo no sofá e pegou a revista de moda que estava folheando, voltando ao mesmo tédio de vinte minutos atrás.

— ah... que tedio...

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