MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT4

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 3501 palavras
Data: 20/05/2026 12:15:35
Assuntos: GENRRO, Grupal, Puta, Sogra

Depois do jantar, Maycon e eu nos acomodamos na sala de TV. Escolhemos um filme de ação bem pesado. Eu estava no sofá grande, de short folgado sem camisa. Maycon do meu lado.

Estávamos assistindo há uns 40 minutos quando Neide apareceu.

Ela estava deslumbrante e decidida: um baby doll preto transparente, curtíssimo, que mal cobria a bunda. Os seios grandes e siliconados praticamente expostos através da renda fina, bicos escuros visíveis, e uma calcinha fio dental preta. Cabelo vermelho solto e ondulado, boca vermelha.

Neide parou na frente da TV, rebolando devagar.

— Vocês vão ficar só assistindo filme a noite toda? — perguntou com voz sensual e confiante. — Eu sou a puta da casa agora… então vou dar prazer pros meus homens.

Ela se ajoelhou no tapete entre nós dois, puxou nossos shorts para baixo e começou a nos mamar alternadamente. Chupava com fome, olhando nos nossos olhos, lambendo, babando, segurando um pau enquanto sugava o outro.

Depois de deixar os dois bem duros, Neide se levantou, tirou o baby doll e a calcinha, ficando completamente nua. Montou no meu colo de frente, segurou meu pau grosso e desceu devagar, gemendo enquanto eu entrava inteiro nela.

— Que rola deliciosa… — sussurrou, começando a cavalgar gostoso.

Enquanto quicava no meu pau, esticou o braço, puxou Maycon para perto e enfiou o pau dele na boca, chupando com vontade. Os seios enormes dela balançavam pesadamente enquanto ela cavalgava e mamava ao mesmo tempo.

— Isso, vó… mama gostoso — gemeu Maycon, segurando o cabelo vermelho dela.

Neide estava no comando. Rebolava a bunda grande com força no meu pau, apertando a buceta quente em volta de mim, enquanto sugava o neto com fome, babando no pau dele.

Depois de alguns minutos, ela mudou de posição. Deitou de lado no sofá, levantou uma perna e mandou:

— Vem, Beto… me fode.

Eu me posicionei atrás dela e meti fundo na buceta, começando a estocar com força. Neide puxou Maycon para frente e voltou a chupar ele com vontade, gemendo alto com o pau do neto na boca.

— Mmmphhh… aaaahh… — os gemidos abafados dela enchiam a sala.

Eu segurava a cintura dela e metia forte, fazendo sua bunda grande tremer a cada estocada. Maycon fodia a boca dela no mesmo ritmo. Neide estava em êxtase, corpo suado, gemendo sem parar enquanto recebia um pau na buceta e outro na boca.

— Isso… usem minha boca e minha buceta… — conseguiu dizer entre uma chupada e outra. — Sou a puta de vocês dois…

Troquei de posição com Maycon. Agora ele metia na buceta dela por trás, enquanto eu enfiava meu pau na boca carnuda dela. Neide chupava com ainda mais vontade, olhando pra cima pra mim com olhos cheios de tesão.

Ela gozou duas vezes: a primeira tremendo enquanto Maycon socava ela, a segunda com meu pau enfiado até o fundo da garganta.

— Quero os dois gozando… — pediu ela, voz rouca. — Um na boca e um dentro de mim.

Maycon acelerou e foi o primeiro. Segurou a cabeça da avó e gozou na boca dela. Neide engoliu parte e deixou o resto escorrer pelos lábios e queixo. Eu continuei metendo mais algumas vezes na buceta dela e gozei forte, enchendo ela bem fundo.

Neide desabou no sofá, ofegante, suada, com porra escorrendo da boca e da buceta. Ela sorriu satisfeita, passou a mão nos seios e lambeu os dedos sujos.

— Agora sim… sou completamente a puta de vocês — disse com a voz baixa e safada.

Neide ficou alguns minutos deitada no sofá, recuperando o fôlego, com porra escorrendo da boca e escorrendo pela coxa. Ela se levantou devagar, pegou o baby doll do chão e nos deu um sorriso safado.

— Vou me limpar. Volto já — disse com a voz rouca, antes de sair rebolando em direção ao banheiro.

Assim que ela desapareceu no corredor, eu e Maycon ficamos em silêncio por uns segundos, ainda processando tudo.

Eu passei a mão no rosto e soltei um suspiro longo.

— Olha aí, seu arrombado… olha o que você arrumou pra gente. Sua avó, a mãe da sua mãe, virando nossa puta particular.

Maycon riu, ainda com o pau meio duro descansando na barriga.

— Porra, pai… foi bom pra caralho! A vovó chupa demais, mano. Engole fundo, olha nos olhos… e a buceta dela? Foda! Apertada, quente, molhada pra caralho. Melhor que muitas novinhas que eu já comi.

Eu balancei a cabeça, rindo apesar da preocupação.

— Tá, foi gostoso pra caralho mesmo. Mas e agora, Maycon? Como a gente vai esconder isso da sua mãe? Angela chega amanhã à noite. Se ela desconfiar de qualquer coisa…

Maycon deu de ombros, confiante.

— A vovó não vai contar nada, pai. Confia. Ela tá mais viciada que a gente. Você viu o jeito que ela pediu pra gente gozar nela? Ela gostou pra porra. Amanhã a gente age normal. Quando a mãe estiver em casa, a gente se comporta. Quando ela viajar de novo… aí a gente fode a vovó à vontade.

— E se sua avó ficar com medo e resolver falar alguma coisa?

— Ela não vai. Agora ela é nossa. Você viu como ela ficou safada no final. Tá adorando ser puta. Relaxa, pai. A gente controla isso.

Nesse momento Neide voltou para a sala, já de robe curto, cabelo molhado do banho rápido. Ela se aproximou, deu um beijo na minha boca e depois um beijo demorado na boca do Maycon.

— Vocês dois são insaciáveis… — murmurou sorrindo. — Agora vou dormir. Amanhã tem que ter energia pra receber a Angela. Acordei com um corpo quente colado ao meu. Abri os olhos e vi Neide completamente nua ao meu lado, de lado, com a bunda grande empinada roçando no meu pau. O cabelo vermelho espalhado no travesseiro.

Ela sentiu que eu acordei, virou o rosto e sorriu.

— Bom dia, meu genro… ou devo dizer meu macho?

Levantei e ela veio atrás de mim. Descemos juntos para a cozinha. Neide só de um robe curto aberto na frente, os seios quase saltando para fora. Enquanto ela fazia o café, eu sentei na cadeira e fiquei admirando. Ela rebolava de propósito, se inclinando bastante para pegar as coisas, mostrando a buceta e a bunda.

Maycon desceu pouco depois. Neide serviu café pra nós dois, depois passou por trás dele e apertou o pau dele por cima do short, dando um beijo no pescoço.

— Bom dia, meu neto gostoso…

Maycon sorriu e apertou um dos seios dela por cima do robe.

O clima estava elétrico, mas controlado.

Por volta das 19h30 o Uber da Angela parou em frente de casa. Neide e eu fomos receber ela normalmente. Angela entrou sorridente, abraçou a mãe, me deu um beijo longo e abraçou o filho.

— Que saudade de vocês! Como foi esses dias?

— Tudo tranquilo — respondi, tentando manter a voz normal. — Sua mãe melhorou da gripe rapidinho.

Neide sorriu, comportada:

— É, filha. O Beto e o Maycon cuidaram muito bem de mim.

Enquanto Angela subia para tomar banho, Neide passou por mim na cozinha e sussurrou no meu ouvido, apertando meu pau discretamente:

— Ainda tô sentindo sua porra escorrendo de ontem…

Maycon, quando Angela não estava olhando, não perdia oportunidade. Quando ela foi guardar as malas no quarto, ele agarrou a avó por trás, apertou os dois seios e esfregou o pau duro na bunda dela, sussurrando safadezas.

Neide mordia o lábio, gostando da adrenalina, mas mantinha a pose de sogra carinhosa quando Angela estava por perto.

Durante o jantar, Neide sentou de frente para mim. Debaixo da mesa, tirou o chinelo e passou o pé descalço na minha virilha o tempo todo, me provocando com um sorrisinho inocente enquanto conversava normalmente com a filha.

Angela não suspeitava de nada.

Quando fomos dormir, ela me puxou para o quarto, fechou a porta e me deu um beijo quente, apertando o corpo contra o meu.

— Vem, amor… tô com muita saudade — murmurou, já tirando minha camisa.

Eu estava com a cabeça ainda quente da noite anterior. O corpo da Neide, os gemidos dela, a cena dos três na sala… tudo isso me deixou com um tesão acumulado e selvagem. Empurrei Angela contra a cama com mais força que o normal.

Tirei a roupa dela rapidamente, quase rasgando a blusa. Angela riu surpresa, mas gostou. Eu a joguei de costas na cama, abri as pernas dela e desci a boca direto na buceta loira e lisinha. Chupei com fome, enfiando a língua fundo, sugando o clitóris com força.

— Ai, Beto! Que isso hoje… — gemeu ela, surpresa com minha intensidade.

Não respondi. Virei ela de quatro, agarrei o cabelo loiro com força e meti meu pau grosso de uma vez, até o fundo.

— Aaaahh! — Angela soltou um gemido alto.

Comecei a foder ela com força bruta, estocadas profundas e rápidas. Minhas coxas batiam com violência na bunda redonda dela. Segurava a cintura fina com uma mão e puxava o cabelo com a outra, usando ela como se fosse a Neide.

— Porra, amor… tá me fodendo tão forte hoje… — gemeu Angela, voz misturada de prazer e surpresa.

Eu não falava. Só metia. Socava fundo, com raiva e tesão, imaginando que era a buceta da sogra. Dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas.

— Ai! Assim… assim mesmo! — Angela gemia alto, empinando mais a bunda.

Virei ela de frente, levantei as pernas dela até os ombros e meti novamente, dobrando ela ao meio. Estava animal, suado, metendo com vontade. Angela gozou forte, apertando meu pau, mas eu não parei. Continuei socando até gozar violentamente dentro dela, enchendo a buceta da minha mulher com jatos grossos.

Caímos na cama, ofegantes. Angela virou o rosto para mim, ainda respirando pesado, com um sorriso satisfeito e curioso.

— Caralho, Beto… que tesão todo foi esse hoje? Você me comeu como se não transasse há um mês. Tá tudo bem?

Eu sorri, passando a mão nos seios firmes dela.

— Saudade acumulada. Você viajou a semana toda…

Ficamos em silêncio por uns minutos, abraçados. Angela passou os dedos no meu peito e perguntou casualmente:

— E a mamãe? Como ela se comportou esses dias aqui em casa?

Mantive a voz calma e natural:

— Se comportou bem. Melhorou da gripe rapidinho. Fez café todos os dias, ajudou a arrumar a casa, ficou bastante no quarto descansando. Foi tranquila.

Angela assentiu, pensativa. Depois de um tempo, ela falou:

— Coitada… ficar sozinha naquele apartamento grande depois que meu pai morreu. Eu fico preocupada com ela. Vive viajando, eu viajo, você trabalha… ela passa dias inteiros sem companhia.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, depois virou o corpo para mim e disse:

— Amor, eu tava pensando… que tal a gente chamar ela pra morar aqui definitivamente? Nossa casa é enorme, tem o quarto de baixo todo pra ela, privacidade total. Ela ajuda com o Maycon, faz comida, e a gente cuida dela. O que você acha?

Senti um frio na espinha, mas ao mesmo tempo uma onda de excitação perversa.

Fingi pensar por alguns segundos e respondi:

— Pode ser uma boa ideia, amor. Melhor pra ela mesmo. Aqui ela não fica sozinha, tem companhia todo dia. E como eu trabalho em casa, posso ficar de olho nela também.

Angela sorriu, aliviada, e me deu um beijo.

— Que bom que você topou. Amanhã mesmo vou conversar com ela. Acho que ela vai aceitar. Ela adora vocês dois.

Eu fiquei olhando para o teto, o coração batendo forte.

Neide morando definitivamente na nossa casa.

A mesma mulher que eu e meu filho tínhamos transformado em puta na noite anterior agora ia viver debaixo do mesmo teto que a filha dela, 24 horas por dia.

O perigo era enorme.

Mas a possibilidade de foder as duas — mãe e filha — sempre que quisésse… era tentadora demais.

Era domingo de manhã. Ângela estava em casa pela última vez antes de viajar novamente na segunda-feira cedo. Ela acordou mais tarde, ainda relaxada da foda da noite anterior.

Desci para a cozinha e encontrei Neide já acordada. Ela estava usando um shortinho jeans bem curto, daqueles que deixavam metade da bunda de fora, e uma blusa fina branca de alcinha, sem sutiã. Os seios grandes e siliconados balançavam livremente a cada movimento, e os bicos marcavam o tecido de forma bem visível.

Assim que me viu, ela sorriu com aquele olhar safado e falou baixinho:

— Bom dia, meu genro… dormiu bem depois de foder minha filha com tanta força?

Antes que eu pudesse responder, Angela apareceu no corredor, ainda de pijama curto.

— Bom dia, família! — disse ela, sorridente, dando um beijo em mim e outro na mãe.

Neide agiu perfeitamente normal na frente da filha. Fez café, pão na chapa, suco de laranja e ovos mexidos para todos. Maycon desceu logo depois, ainda sonolento.

Sentamos à mesa. Enquanto Angela conversava animada sobre o trabalho, Neide começou suas provocações sutis.

Sentada à minha frente, ela cruzou as pernas devagar, fazendo o shortinho subir ainda mais. Debaixo da mesa, esticou o pé descalço e começou a passar lentamente pela minha perna, subindo até roçar na minha virilha. Mantinha o rosto sereno, conversando normalmente com a filha:

— Sabe, Angela… eu estava pensando na sua proposta. Aceito. Vou me mudar pra cá de vez. É melhor pra mim, não fico mais sozinha naquele apartamento. Aqui eu posso ajudar com a casa, com o Maycon… e com o Beto também.

Ela apertou o pé com mais pressão contra meu pau, que já começava a endurecer dentro do short. Sorriu inocentemente enquanto tomava um gole de café.

Angela ficou radiante:

— Que ótimo, mãe! Eu fiquei tão feliz quando o Beto concordou. Aqui você vai ter companhia todo dia. O Beto trabalha em casa, então ele pode te ajudar com qualquer coisa que precisar.

Neide olhou diretamente para mim, com um brilho safado nos olhos:

— Ah, eu sei… o Beto é muito atencioso. Tenho certeza que ele vai me dar toda a… atenção que eu precisar. Não é, Beto?

— Claro, Neide — respondi, tentando manter a voz firme enquanto o pé dela massageava meu pau por baixo da mesa.

Maycon, que estava ao lado da avó, quase engasgou com o café quando Neide, disfarçadamente, colocou a mão sobre a coxa dele e apertou.

Angela continuou falando, animada:

— Mãe, você pode trazer suas coisas aos poucos. O quarto de baixo já é praticamente seu. Podemos até reformar um pouco se quiser.

Neide sorriu, ainda com o pé me provocando:

— Não precisa reformar muita coisa não, filha. Eu gosto de tudo bem… apertadinho. E se precisar de espaço, o Beto e o Maycon me ajudam a arrumar. Eles são fortes, dão conta de mim direitinho.

Eu quase engasguei. Neide estava se divertindo pra caralho com a situação. Enquanto conversava normalmente com a filha, ela continuava me provocando por baixo da mesa, agora passando os dedos do pé por cima do meu pau, que já estava totalmente duro.

Maycon, mais ousado, colocou a mão por baixo da mesa e apertou a coxa grossa da avó. Neide abriu ligeiramente as pernas, facilitando o acesso, mas manteve o rosto calmo.

— Mãe, você parece mais animada — comentou Angela, sorrindo. — Esses dias aqui realmente te fizeram bem.

— Ah, filha… você não imagina o quanto — respondeu Neide, olhando para mim. — Me senti muito bem cuidada. O Beto e o Maycon foram… incríveis. Me deram tudo que eu precisava.

O duplo sentido era pesado. Angela apenas riu, sem desconfiar de nada.

Depois do café, Angela foi tomar banho e se arrumar para ir à missa com a mãe. Assim que ela subiu as escadas, Neide se levantou, veio até mim por trás e colou o corpo no meu. Apertou os seios grandes nas minhas costas e sussurrou no meu ouvido:

— Tô molhada só de te provocar na frente da minha filha… Quando ela viajar amanhã, eu quero os dois paus de novo. Quero ser bem usada pelos meus machos.

Ela deu uma mordida leve na minha orelha e se afastou rapidamente quando ouviu Angela descendo.

O resto da manhã foi assim: Neide sendo a sogra perfeita e carinhosa na frente de Angela, mas sempre encontrando jeitos de me provocar — inclinando bastante para mostrar o decote, passando a mão “sem querer” na minha bunda na cozinha, lambendo o dedo devagar depois de passar manteiga no pão enquanto me olhava.

Maycon também recebia olhares e toques discretos. Em um momento, quando Angela foi no banheiro, Neide encostou na pia ao lado dele e deixou ele apertar sua bunda por baixo do shortinho.

Quando Angela voltou, Neide estava novamente com cara de santa, conversando sobre a igreja.

Era um jogo perigoso, extremamente excitante.

À tarde, enquanto Angela organizava as malas para a viagem do dia seguinte, Neide passou por mim no corredor, segurou meu pau por cima do short e sussurrou:

— Amanhã ela viaja… e eu vou virar a puta oficial dessa casa.

Ela piscou e saiu rebolando, me deixando louco de tesão.

Segunda-feira de manhã. Maycon já havia se despedido da mãe e ido para a escola. Por volta das 9h10, Angela desceu com a mala, nos deu um beijo rápido e entrou no Uber que a esperava.

Assim que o carro dobrou a esquina, o clima na casa mudou completamente.

Fui para a área da piscina. O dia estava quente pra caralho. Tirei a camisa, fiquei só de short e me sentei na espreguiçadeira, curtindo o sol.

Uns dez minutos depois, Neide apareceu no deque. Usava um robe curto branco. Parou na borda da piscina, olhou para mim com um sorriso safado e, sem dizer uma palavra, soltou o cinto do robe.

O tecido deslizou pelo corpo dela e caiu no chão. Neide ficou completamente nua sob o sol. Os seios grandes empinados, a buceta lisinha e aquela bunda maravilhosa brilhando.

— Agora que a dona da casa foi embora… a puta pode brincar à vontade — disse ela, caminhando devagar até mim.

Eu puxei ela para o meu colo. Nos beijamos com fome, língua no fundo da boca. Minhas mãos apertavam aquela bunda grossa enquanto ela rebolava no meu pau, que já estava duro dentro do short.

Levantei ela, tirei o short e sentei novamente. Neide se posicionou por cima e desceu devagar, engolindo meu pau grosso na buceta quente e molhada.

— Aaaahhh… que delícia — gemeu alto, começando a cavalgar.

Ela quicava com vontade, os seios balançando pesadamente no meu rosto. Eu segurava a cintura dela e metia de baixo, socando forte. O barulho molhado dos corpos ecoava no quintal.

— Isso… fode sua puta, Beto… mete fundo — pedia ela, rebolando gostoso.

Eu metia com força, segurando os seios e chupando os bicos enquanto ela cavalgava. Depois de uns minutos, virei ela de quatro na espreguiçadeira, empinei aquela bunda grande e voltei a meter na buceta com estocadas pesadas.

Enquanto socava forte, passei o polegar no cuzinho dela, fazendo círculos.

Neide ficou tensa.

— Beto… aí não… eu nunca dei o cu… nunca mesmo.

— Hoje você vai dar pra mim — respondi, metendo mais fundo na buceta.

— Não… por favor… eu tenho medo. Você é muito grosso… vai me rasgar.

Voltei a meter com força na buceta, fazendo ela gemer alto. Enquanto ela estava no auge do prazer, pressionei a cabeça do pau contra o cuzinho apertado.

— Só a cabecinha, Neide… deixa eu sentir…

— Beto… não… ai meu Deus… — gemeu ela, nervosa.

Cuspi bastante na mão, passei no pau e no cuzinho dela e comecei a forçar devagar. A cabeça grossa pressionava o anel apertado. Neide gritou:

— Aaaaiii! Devagar! Tá doendo! Para!

Consegui colocar só a cabecinha. O cuzinho dela apertava com tanta força que mal conseguia mover.

— Só a cabeça, amor… relaxa… — falei, segurando a bunda dela aberta.

Comecei um vai e vem bem curto, só com a cabeça entrando e saindo. Neide gritava, agarrando a espreguiçadeira:

— Ai! Ai caralho! Devagar, Beto! Tá ardendo! Só a cabecinha já tá me abrindo demais!

Eu estava louco de tesão. Via a cabeça grossa do meu pau forçando aquele cuzinho virgem, entrando e saindo devagar. Tentava empurrar um pouco mais, mas o cuzinho resistia. Neide gritava e gemia ao mesmo tempo:

— Aaaahhh! Não força! Não vai entrar… você é muito grosso… ai meu Deus do céu!

Fiquei uns minutos assim, só fodendo a cabecinha do pau no cuzinho dela, enquanto ela tremia e gritava. Voltei para a buceta, metendo com força novamente, depois tentava de novo no cu.

— Por favor, Beto… hoje não… outro dia eu deixo você tentar… com lubrificante… agora tá doendo muito.

Eu estava quase gozando de tanto tesão. Meti novamente na buceta dela com tudo, segurando a cintura com força e socando fundo até gozar violentamente dentro dela, enchendo a buceta da minha sogra enquanto ainda olhava aquele cuzinho apertado piscando.

Neide gozou junto, tremendo inteira, gemendo alto.

Caímos exaustos na espreguiçadeira. Ela virou o rosto para mim, ofegante:

— Você é louco… quase me arrombou o cu hoje. Nunca tinha sentido isso…

Eu sorri, ainda com o pau dentro dela, e respondi:

— Relaxa… vou te preparar direitinho. Da próxima vez você vai tomar inteiro.

Neide mordeu o lábio, ainda sentindo meu pau pulsar dentro dela, e sussurrou:

— Vamos com calma… mas eu vou tentar… por vocês.

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Comentários

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o primeiro capítulo foi legal, mas depois virou só um conto genérico escrito por IA.

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Uma coisa que vc relata … antena vai e vem de Uber… imagina ela chegar e surpreender pai e filho pegando a mãe? Ela ficaria quieta e daria o troco… ou faria um escândalo e expulsaria a mãe??? Acho que ela não é tonta e já deve estar percebendo , talvez menos com o filho

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Jogo excitante e perigoso. Como vc vai dar conta das duas. Com a mulher não vai poder falhar, se não comparecer com vontade ela vai desconfiar. Vai reversar ou assistir mais a sogra? Ângela merece mais rolas também. Trabalho estressa, ela precisa relaxar… se até a mãe tem direito a dois paus, ele tb tem.

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