Esse é o primeiro relato no site de uma série de experiências que pretendo narrar, a cada submissa eu darei o nome de uma flor e pouparei o nome real, quanto a mim, sou um dominador sádico, inteligente, educado, avesso a "redflags" e respeito acordos e limites. Recomendo que se você, leitora submissa ou que sente tesão no tema não conhece os termos, fique atenta, pois somente nesse texto serei didatico quanto a eles. Para que existe uma cumplicidade e identificação maior, irei me apresentar, meu nome é ou codinome é "Dom Renan" ou para quem está familiarizada com livros "Mefistófeles" (o próprio diabo) se você sente medo, repulsa, evite a leitura, se provoca gatilhos fuja, mas se aguentar até o final, terá como bônus algo inestimável.
Sou um homem alto, 1m86, 95kgs, cuido da minha aparência, prático atividade física com frequência, tenho 38 anos, moro em Foz do Iguaçu PR. Sou dominador desde que me conheço por gente, em tempos de internet raridade, aprendi muito na prática já na minha primeira relação querendo segurar com força a cintura, puxar o cabelo, cuspir, babar, dar tapa na cara, depois, com leituras, vídeos, foi entendendo que dominação caminha ao lago do respeito e do sigilo e não permite jogos. Sou rigido, cobro, e faço com que a sub se sinta vigiada e protegida 24hrs, que saiba que enquanto for minha posse será algo doentio (obvio que considerando sua vida profissional e familiar dando total liberdade, não confundo dominação com relação abusiva)
Apresentados, conheci Margarida por acaso do destino, algo que poderia acontecer até com você está lendo, eu andava em uma má fase da vida como todo mundo tem, sabe aquele momento que você busca um sentido? Aquele momento em que terapia não ajuda, saídas não fazem sentidos, encontros são frustrantes e você só quer foder ao mesmo tempo ter um papo gostoso depois? Havia um tempo desde que minha última submissa havia mudado de país, então passei a procurar a submissa que herdaria uma coleira exclusive e com ela não só a dominação, mas tudo que vem junto.
Foi então, que em uma tarde de quarta-feira tudo mudou, marquei de fazer uma tatuagem (mais uma) no studio de um conhecido de anos, o desenho era simples e original, como sou apaixonado por tudo que envolve mar e natureza, resolve tatuar algo relativo vida marinha, uma baleia no oceano, talvez para quem leia não faça sentido, mas é algo muito pessoal. Enquanto folhava algumas revistas, sinto um cheiro no ar, ouço um barulho, olho na porta e na hora sinto algo que só acontece quando sei que terei uma nova posse, me deparo nesse momento com uma mulher de cerca de 25 anos, no máximo 1m65, óculos de sol rayban, óculos de grau de lente redonda sobre os cabelos, cabelos negros lisos, franja milimétricamente cortada sobre a testa, sobrancelha grossa recém feita, brincos de argola, usando casaco preto, calça preta, all-star clássico e com uma tatuagem de olho nas costas das mãos. Ela sentou ao meu lado mexendo no celular, tirou os fones e passou a folhar uma revista também.
Meu amigo disse que já já me atendia, se queria conversar com a menina e perguntar se havia decidido sobre a tatuagem
- E então Margarida, escolheu?
- Sim, é um veleiro no oceano, sou conectada com isso
- Nossa, coincidência, meu amigo aqui fará uma baleia no oceano, isso significa que preciso de férias e ir para praia, já já falo com vocês, estou terminando aqui.
Ao retornar para sua sala, Margarida pegou seus fones e sem me olhar foi saído, parou um momento na porta, me olhou e disse:
- Ele não falou seu nome, que é...
- Renan, (ofereci a mão)
- Margarida
- Muito prazer, parece que temos um encontro aqui, difícil duas pessoas com gostos similares
- Notei inclusive que você está usando uma camiseta da banda Foo Fighter que eu adoro
- Outro ponto em comum, será que temos mais
ouço uma voz
Pode entrar Renan
- Está na minha hora, pode me passar seu contato
- Claro, confesso que não esperava por isso aqui e agora, esse encontro alegrou meu dia!
Fiz a tatuagem sentindo o cheiro de margarida, contando os segundos para chamar, a demora fez bem para ambos, cheguei em casa já era perto das 20h, mandei um oi e logo brilhou aquela foto, era Margarida em uma cafeteria, será que aquele menina com um Q de gótica gostava de BDSM, mas parecia tão delicada, será que sentiu o mesmo... Pensei "isso não vai dar certo, é muito certinha para servir de puta de dona, servir de cadela ou mesmo ser acariciada depois" vou tentar.
O oi se tornou QUATRO horas de papo sem parar sobre os mais variados assuntos, filosofia, política, rock, séries, filmes, desejos, tesão, sexo, gemidos enquanto falavamos por áudio, até o desejo oportuno e ousado "Não quero que você goze por telefone, estou passando aí te pegar agora, me espere vestida apenas com esse moletom da foto, mando um oi quando estive rem frente ao seu apartamento, mas já saiba, sou dominador"
Ela disse, "perfeito, meu sonho sempre foi ter um dominador me fodendo e tomando todas as decisões da minha vida, inclusive gozando e cuidando depois" meia hora depois, Margarida já estava em minha casa, amarrada e sendo pingada com um vela derretida com sua bunda branca vermelha de tanto levar tapas, com sua cara cuspida, babada (sem marcas de tapa) sentindo o peso das minhas mãos e principalmente a marca do meu cinto, vendada, sentida e ouvia minhas ordens enquanto a coloquei de joelhos, nua mandando se esfregar em minha bota como uma cadela no cio, com a coleira em seu pescoço, a ergui e dei um beijo com misto de paixão e tesão, depois a coloquei de quatro e em uma longa sessão, chupei sua buceta, masturbei, dando tapas ininterruptos deixando marcas, ela, sem tirar os óculos, olhava para traz, meiga, doce, safada, puta, até sentir eu enrolando seus cabelos em minhas mãos puxando e socando forte sem dó, cada estocada ela gemia mais, mais, pedia para não parar, pedia para apanhar até que senti ela gozando intensamente molhando a cama... e soltar (é a primeira vez que alguém me faz gozar, goza por favor, eu imploro, não aguento mais) tampei sua boca, a segurei pelo pescoço engasgando totalmente sem ar e goze na entrada da buceta soltando seu pescoço. Margarida quase cai desacordada.
Depois da sessão, nus, conversamos sobre a vida, sobre o mundo e a levei para o banho, infelizmente ela tinha hora para retornar e não teve tempo de conhecer o plug anal e o vibrador bluetooth aleém de sugadores. Depois do banho lento, sem pressa, como um casal, cuidei, e levei para casa. Ao chegar em casa, uma mensagem dela "foi perfeito, meu dono, agora voce tem uma margarida só para você, cuide, e a cada gozada, será um pétala que cai e outra que nasce"
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