A semana passou rápida e como o Casamento seria no domingo ao meio dia, então na sexta fizemos um jantar com todos os padrinhos e familiares próximos, a cerimonialista queria passar detalhes e tudo mais, todos elegantes num restaurante do hotel que eles estavam, fechamos o restaurante do hotel para o jantar, comida e bebida a vontade. A inquilina também estava hospedada no hotel, porque eu não podia ver o vestido, e umas maquiadoras iriam no hotel arrumar ela as mães e as madrinhas, No jantar, batidas nas taças elogios e brincadeiras, fomos convidados para ser pratinhos do filho da melhora amiga da inquilina, o casal anfitrião fez piadas de duplo sentido e por ai foi, meu amigo dizendo que agora era meu sogro e todos se divertiram e beberam muito, e nós também. Após o jantar ficaram um petiscos numas mesas laterais, as pessoas conversavam um pouco conosco e depois iam embora, as que estavam no hotel, também começaram a subir, e dado momento só estávamos nós, sentados no salão o pessoal do hotel retirava as comidas e as cosias, ela se sentou no meu colo.
- Faltam um dia - olhou a aliança na mão direita - para essa aliança mudar de mão, eu penso que isso não muda nada, mas parece que muda tanto, é esquisito. - eu fiquei olhando para ela cada movimento, desde os mais simples como piscar enquanto falava até os mais exagerados como esticar a mão para olhar a aliança de longe em seu dedo, os olhos passando pelos corações no ombro, pelo seu cabelo preso e que amo solto, pelo seu sorriso bobo, pelos seus seios eram pequenos e voltaram maiores que tanto admiro, ela olhou para mim, olhos brilhando lagrimas não derramadas - Que vida tivemos até aqui, - riu, um sorriso feliz - as vezes eu penso como minha vida mudou desde o dia que vim para cá, que aluguei aquele apartamento, eu idealizei um inicio de vida, e que virou minha vida de ponta cabeça, literalmente não tinha como imaginar parece que vivi 91 capítulos de uma historia, e você em todos eles, me apoiando, me ajudando, me fazendo crescer, me fazendo conhecer coisas que eu nunca imaginei viver e sentir - ela olhou para o ombro, alisou o coração que estava tatuado e era o meu - mesmo que não estivéssemos aqui nesse momento você sempre estará aqui. Eu pego sua mão e coloco no meu peito, encosto minha testa na sua.
- E você aqui. - As lagrimas não derramadas caíram, e nos beijamos com carinho, a porta do restaurante fechou e uma ou duas luzes acessas apenas, agora só nos dois ali dentro ela sorriu no meio do beijo.
- Eles não sabem o que estão fazendo - e riu ainda com os lábios colados nos meus - Não posso te levar para o quarto que o vestido está lá, e eles nos deixam aqui assim - eu ri indo com a boca no seu ouvido.
- Eles sabem sim, a gorjeta que eu dei foi boa - ela me deu um tapa antes de beijar com mais malicia, um beijo molhado, as línguas numa disputa como se fosse uma ultima vez - porque eu sabia que não me levaria para o quarto. - minha mãos na sua coxa com ela sentada em meu colo. Ela abriu de leve as pernas permitindo minha mão de entrar e ir até sua calcinha, quando passei o dedo pela calcinha apertando seu clitoris ela gemeu baixinho e deu uma leve mordida no meu ouvido e sussurrou.
- O quanto de tempo temos com essa gorjeta - dou uma risadinha e ela um gemido sentindo meu dedo apertando de forma mais intensa, ela abre mais um pouco as pernas e minha mão toda aperta sua buceta sobre a calcinha, quase colocando a calcinha para dentro, ela gemeu mais alto e encostou a testa na minha, meus dedos empurraram a calcinha para o lado e meus dedos entraram sem esforço, dois dedos, firmes que entraram e quando chegaram ao fundo se dobraram, tirando um gemido mais agudo eu continuei os movimentos alternando entre sua buceta e seu clitoris, ela só gemia e deixava meus dedos brincarem as vezes num gemido mais alto ela fechava as pernas e sorria maliciosa e abria as pernas de novo, a porta tinha duas tiras de vidro e ela olhava para a porta toda vez que fecha as pernas ou gemia mais alto, eu sorri para ela, e sentei ela de frente para parta com as costas no meu peito ela abaixa a cabeça mordendo os lábios, e geme baixinho enquanto minha mão continua a brincar na sua buceta e seu clitoris - amor … assim - ela geme mais alto quando meus dedos dobram dentro dela novamente. Os passos em uma pessoa passa, ela não olha para dentro estamos em uma parte mais escura pelas luzes apagadas, mas mesmo assim poderíamos ser vistos, eu levanto sua saia, fazendo ela sentar com a bunda toda em mim, sua pequena calcinha rosa, que parecia antes estar mordendo sua buceta, ja estava nos joelhos, minha outra mão ja tinha tirado para o lado as alças de seu vestido e brincava de passear entre seus mamilos duros, outra pessoa passou ela olhou de relance, ela abaixou a cabeça mordendo o labio com mais força, mas como não voltou e não passou de novo, ele não viu que agora eu levantava seu corpo e tirava meu pau para fora, com o cinto solto, o botão e o zíper abertos, ela não virou e sentou bem devagar deixando ele entrar todo e num gemido sussurrado falou - amor, assim, e se - a pausa foi curta - a culpa vai ser sua se alguém ver - riu nervosa antes de terminar - mas, só não para. - e começou a sentar e rebolar na mesma frequência, eu só apoiava em sua cintura e ela descia e subia sentando com um ritmo frenético eu beijava seus ombros e seu pescoço.
- É a ultima antes de ser minha esposa - ela rebolou mais forte - e sua obrigação como esposa é realizar os desejos do seu marido - e comecei a rir - e bla bla bla, até que a morte os separe - ela soltou uma gargalhada e parou olhando por cima do ombro que eu beijava e falava.
- Eu não realizo seus desejos? - ela fez uma cara pensativa e depois sorriu e não esperou eu responder - Eu realizo os meus desejos com a pessoa que escolhi para minha vida e vou te dar- começou a sentar e rebolar com força, - até que a morte nos separe, amem - e riu abaixando o corpo até encostar a mão no chão e começar a sentar com força no meu pau, levantou o corpo de uma vez, se apoiando em mim e fechando as pernas, parando de rebolar e as pernas só tremiam, e ela gemia mordendo o braço. Teve um ou dois espasmos ofegante, eu me levantei sem tirar o pau de dentro dela, e encostei ela no balcão do bar do restaurante do hotel vazio e sem luz, e comecei a meter com força. Ela jogava a bunda para trás apoiada e então gozei bem no fundo ela tremia ainda da posição e do orgasmo recente, abracei ela e apoiei ela em mim, ela ajeitou a roupa e vimos um funcionário descolando o rosto do vidro e sair andando rápido. Rimos, pegamos nossas coisas saímos e só tinha um funcionário na recepção ela se despediu de mim ali para ir para o quarto onde estava o vestido a porra marcava sua coxa, ela ne ligou que o cara viu, afinal ele viu mais que as manchas e nem sabemos o quanto ele viu, eu fui para casa pensando que estava realmente fazendo a coisa mais certa do mundo.