Primo Porco Continuando as imundices

Um conto erótico de Camp
Categoria: Heterossexual
Contém 1994 palavras
Data: 02/05/2026 18:04:29
Última revisão: 02/05/2026 19:12:51

Continuando o segundo encontro com minha prima porca.

Como sempre aconselho a leitura dos contos anteriores para melhor compreensão da história.

Minha prima porca esta ainda se recuperando do gozo intenso que tinha experimentado se masturbando com meus tênis sujos da rua, meio cambaleante se virou e beijou meus pés, ou melhor meus tênis, que estavam melados por ficar esfregando em sua buceta melada.

_Mais uma fantasia realizada.

Ela falou feliz enquanto dava beijinhos nos tênis como se brincasse com seu pet preferido. Num movimento rápido se esticou e pegou a pequena calcinha que ela tinha tirado no meio da brincadeira e que estava no chão junto ao sofá, enrolou-a na mão e cuidadosamente ficou limpando meus tênis da mistura de poeira com sua saliva e lubrificação de seu sexo. Assim que terminou se levantou e para meu espanto vestiu a calcinha suja.

_Primo! você é meu cumplice mesmo?

_Claro prima, Estou nessa com você, ainda tem alguma duvida.

Então vamos realizar mais uma fantasia suja minha, topa?

_Sim prima o que quer?

_Vamos dar uma voltinha no seu carro?

Sem imaginar o que ela planejava entramos no meu carro e fui seguindo as orientações dela para virar aqui e ali até chegar numa rua residencial um pouco escura e sem ninguém passando que ficava a poucas quadras da casa dela, onde ela pediu para ir devagar junto a calçada para onde ia olhando atentamente. Eu estava achando que ela procurava um local para cagar ou mijar na calçada mas não era isso. Ao passar por algumas sacolas de lixo depositadas junto de uma arvore ela pediu afoita para que eu parasse. Ela olhou para os lados , abriu a porta e se esticou mexendo nas sacolas de lixo. Tirou uma colocou de lado, tirou outra, apalpou as duas rapidamente e as colocou para dentro do carro.

_Mas o que é isso prima , roubando lixo?

_Vai vai vai, vamos voltar.

Manobrei rapidamente e voltei para a casa e ela no banco do carona segurando as duas sacolas de lixo feliz como uma criança que ganhara um saco de doces.

Parei bem em frente ao seu portão e entramos, ela com o premio do seu saque. Segui ela até a varanda da casa onde realizamos nossa primeira festinha scatológica. Ela depositou as duas sacolas de lixo no chão e veio me abraçar agradecida.

_Primo, eu poderia ter feito isso sozinha, mas não tinha coragem, com você estou tendo segurança para realizar minhas loucuras e está sendo muito mais legal.

Sabe! Quando eu via os moradores de rua mexendo nos lixos me dava uma curiosidade sentia uma vontade de me juntar a eles e soltar meu instinto porco. Fica comigo?

_Claro prima, estou com você, mas realmente o que você pretende com esse lixo?

Ela se afastou de mim e sem constrangimento tirou o vestido e em seguida a calcinha jogando as peças ao chão.

Ver novamente minha priminha nua na minha frente me excitou rapidamente, mas nesse momento ela realmente não queria nada sexual . Ela olhou para mim e se sentou no chão em posição de yoga, pegou uma das sacolas e colocou sobre as pernas cruzadas e começou a desfazer o nó cuidadosamente. Percebi que realmente ela iria mexer nos lixos desconhecidos sem ter ideia de qual imundície estaria ali dentro, talvez fosse isso o que desperta sua curiosidade.

Ela abriu as sacola e olhou lá dentro, tirou uma embalagem de sabão em pó esmagada olhou sem interesse e colocou no chão, enfiou a mão lá dentro remexeu o conteúdo e tirou uma lata de cerveja vazia, olhou para mim segurando a lata ao nível dos seus lindos olhos castanhos e para minha total perplexidade deu uma leve sacudida na lata e levou até a boca bebendo o resto do liquido de continha. Fez uma cara de não ter gostado e babou pelo queixo o liquido amarelado que carregou algumas sujeiras pretas, não satisfeita voltou a colocar a lata na boca e a sacudiu até que alguma coisa caiu em sua boca, ela brincou com aquilo na boca e abriu para me mostrar duas ou três gimbas de cigarro dissolvidas no resto cerveja ela brincou com aquilo na língua e enfiou os dedos sujos na boca para retirar esfregando pelo queixo deixando uma trilha de baba com cinzas e pedacinhos de papel dissolvido que foram pingando sobre seus lindos seios.

Ela sorriu maliciosamente para mim e enfiou mais uma vez a mão na sacola tirando um saquinho plástico azul, levantou olhou atentamente e deu o diagnóstico: "coco de cachorro" e para minha alegria momentânea não se interessou colocando ao lado de sua perna no chão. Retirou da sacola alguns papéis amassados e embalagens vazias de biscoito e mais uma lata de cerveja amassada.

_Essa tem marca de batom, será que foi uma gostosa que bebeu aqui? Pode ter sido uma puta como eu? Ou uma velha beberrona?

Dessa vez ela lambeu a lata, colocou os lábios sobre o furo da lata como se beijasse a boca que outrora teria estado ali.

Me aproximei um pouco e dei uma boa cuspida em sua cara.

_Porca imunda!

Cuspi novamente e ela sorriu enquanto espalhava o cuspe no rosto usando a lateral da lata, novamente lambeu aquela lata que acabara de tirar do lixo como se fosse um delicioso picolé.

Ver aquela bela mulher ali, sentada nua no chão, mexendo em um lixo desconhecido, praticando imundices inimagináveis para quem conhecia ela. Uma mulher desde jovem centrada nos estudos, mãe de exemplar, funcionária de carreira impecável. Ali lambendo lixo, me causava sensações inexplicáveis e uma excitação profunda.

Ela colocou a lata no chão e tirou do lixo um coador descartável de café, sorriu e espalhou o pó preto ainda úmido pelo corpo, pescoço, seios, barriga. Apertou o coador na mão esmando o papel enfraquecido e esfregou na buceta.

_Agora só falta a agua quente!

Tirei meu pau pra fora e me aproximando dela comecei a mijar diretamente sobre ela. Ela levantou a mão em concha, suja de pó café, recolhendo meu mijo e esfregou no rosto e na boca exibindo a língua e os lábios sujos pelo pó preto e meu mijo.

Mandei mais um jato de mijo que acertou a lateral do rosto e cabelos. Ela ficou ali sentada no chão que além de cercada do lixo que retirava do saco ainda tinha uma poça de mijo.

Ela sacodiu o resto de coisas que estavam no saco sobre o corpo, mas eram só pedaços de embalagens e papéis amassados, mas algo caiu que chamou a sua atenção.

Ela pegou um batom e o examinou, estava no fim, certamente descartado por ter terminado mas ela o levou aos lábios e passou de olhos fechados, devia estar imaginando em que boca aquele batom velho havia estado.

Ela descartou aquela sacola e pegou a outra, um saco preto bem mais cheio que o anterior tirou um punhado de cascas e pedaços de legumes e depositava sobre suas pernas e barriga. pegou um punhado de resto de comida e espremeu na mão fazendo sair por entre os dedos e levando até a buceta novamente esfregou em suas partes intimas exibindo no rosto meigo e sujo o prazer que sentia naquele ato, levantou o saco e despejou todo o conteúdo sobre ela, do pescoço para baixo. Caíram muitas coisas, principalmente lixo de chão , poeira de terra misturada com cabelos e pedaços de papel certamente provenientes de algum aspirador de pó e ela rolou por sobre tudo aquilo como uma porca no chiqueiro. Ela estava num estado lastimável. Depois de rolar ela pegou em um pequeno saco branco bem amarrado que também tinha caído do saco preto e o apalpou com as mãos e olhou para mim como criança travessa e os rasgou, do seu interior caíram vários pedaços de papel higiênico e ela começou a abrir os papéis, olhava as marcas de coco neles mas não os tocava, uns mijados e ela me mostrava orgulhosa e decretava : "Esse foi de enxugar buceta" . E o próximo a fez ter uma exclamação de espanto:" Essa estava menstruada ", me mostrou o papel sujo de sangue.

Revirando os papéis sobre suas pernas achou um maior e mais pesado e de dentro dele tirou um absorvente higiênico usado, descolou o adesivo cuidadosamente e me mostrou.

_Olha só, é um pequeno deve ser de uma jovenzinha .

Me mostrando a marca de sangue fina e alongada bem no meio do tecido branco do absorvente . Levou seu achado nojento até o nariz e falou:

_Nem esta velho deve ser de hoje cedo.

Ela se levantou espalhando o lixo que estava sobre suas pernas e barriga foi até o lado meio cambaleante escorrendo mijo misturado com lixo pelo corpo e pegou sua calcinha que havia abandonado junto aos vasos das plantas colocou a calcinha que já havia limpado meus tênis e ficado jogada no chão sujo do terraço e colocou nas pernas até a altura dos joelhos.

Não ! Ela Não vai fazer isso ! Pensei incrédulo, mas ela começou a fazer , colocou cuidadosamente o absorvente usado com sangue menstrual de outra mulher que ela nem imaginava quem seria em sua calcinha e subiu devagar como que saboreando até que o objeto descartado encostou em sua buceta, ela acomodou a peça de roupa e apertou as coxas.

_ Tá geladinho. Pensei que nunca mais sentiria um absorvente na minha buceta depois que entrei na menopausa. Que delicia isso!

_ Você passou dos limites prima.

_Sempre respeitei os limites de todos e poucas vezes respeitaram os meus, então foda-se! Se eu ficar doente, tenho plano de saúde que eu trabalhei a vida toda para ter!

_Calma prima, não estou criticando estou só preocupado com sua saúde mas se está te dando prazer eu sou teu cumplice e para falar a verdade ver você assim está me deixando louco de tesão.

_Então sou nojenta ? Cospe em mim.

Obedeci, cuspi bem em seu rosto ela passou a mão espalhando pelo rosto e lambendo a mão .

_Tá com tesão primo? Goza pra mim então.

Ela se ajoelhou na minha frente, tirei as calças e ela esfregou o rosto no meu pau duro, estava suado, meu ultimo banho tinha sido antes de sair de casa e já tinha passado 10 horas disso. Começou a mamar meu pau com muita vontade enquanto isso percebi que uma de suas mãos no meio das pernas apertando o absorvente usado contra sua buceta se masturbando, virei de costas para ela e me curvei abrindo a minha bunda, ela entendeu de imediato e lambeu meu cu suado senti sua língua passando em meu cu e deslizando pelo rego de mina bunda. Voltei a oferecer meu pau e ela voltou a chupar.

Dei um tapa em seu rosto e segurei sua nuca enterrando meu pau em sua garganta o que a fez engasgar de imediato e babar uma gosma grossa quase um vômito e voltou a mamar com mais vontade. Senti que ia gozar e comecei a punhetar, ela percebendo se afastou, tentei me aproximar para pelo menos gozar em seu rosto mas ela evitou e gozei no chão ela me ajudando na punheta e olhando cada gota de porra que caía no chão.

Quando terminei ela novamente sorriu com aquela cara de travessa e se abaixou colocando a língua para fora e lambendo minha juntando com porra do chão, juntando com o dedo as gotas que se espalharam e sugando o que ficou no rejunte do piso.

ela deitou de costas no chão se masturbando fortemente. Me posicionei em pé sobre ela e mijei novamente na minha prima. Ela abriu a boca e consegui direcionar as ultimas gotas para sua boca. E ela novamente gozou rolando pelo chão. Me segurou pela perna e deu varias lambidas nos meus pés. Fiquei ali olhando, poderia parecer uma mulher destruída, no fundo do poço. Mas na verdade eu sabia que ela estava profundamente realizada.

_Pode ir embora primo, vou tomar banho e depois arrumo essa sujeira toda.

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Comentários

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Muito legal ter feito a continuação tinha ficado curioso sobre o que mais essa sua prima porca e você teriam coragem/criatividade para fazer, espero que venha mais aventuras com mais sexo porco. Quem gostar do assunto meu telg é costa67rj.

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