Hoje tenho uma bela esposa, chamada Gilmara. Uma loira deliciosa, bunda grande, peitos fartos, uma safada de mão cheia. Eu tenho 28 e ela 27 anos. Somos um casal liberal, adoramos viver várias putarias juntos. Mas..
Não é dela que vou falar. Vou falar sobre como nasceu em mim o desejo de ver minha parceira com outras pessoas.
Começou à 12 anos atrás. Eu tinha uma namorada chamada Vitória. Éramos grudados, unha e carne, extremamente apaixonados (Gilmara ama ouvir das minhas histórias com a Vitória rsrs). Dois adolescentes perto do fim do ensino médio, com muito hormônio no corpo e tesão na cabeça. No momento que o que vou narrar aconteceu, ainda eramos virgens e estamos com mais ou menos 6 meses de namoro. O que para um adolescente é bastante coisa.
Era apenas uma aula de História. O professor falava na frente e minha cabeça viajava. Eu pensava muito em relações sexuais, as meninas da minha sala eram meu alvo principal. Tinha a Letícia, uma ruiva gordinha deliciosa, bunda grande, peitão grande para a idade. E bem safada. Já tinha transado com dois amigos meus. Adorava usar biquini fio dental, uma verdadeira puta deliciosa. Tinha também a Pâmela, uma negra linda, cabelo bem encaracolado, corpo bem desenhado, usava short deixando suas pernas bonitas e brilhantes a mostra. Eu desejava ela por conta de seus shorts, que deixava a marca de suas calcinhas bem pequenininhas enfiadas na sua bunda. Pensa em uma garota gostosa.
Um bilhetinho chegou na minha mesa me tirando dos pensamentos.
"Quer ir lá em casa hoje?"
Viro para trás e Vitória estava sorrindo para mim. Vitória e eu estavamos namorando a um tempo, eu gostava de verdade dela, e tinha muito tesão também. Vitória era magrinha, peitinhos bem redondinhos e macios (já havia tido a oportunidade de passar a mão neles), bunda redondinha e grande, parecendo um corpinho violão com um quadril mais largo. Seus cabelos pretos levemente ondulados destacavam sua pele branquinha, além de seus olhos que eram um pouco mais claro
"Quero sim, Sua mãe vai estar?" Respondi
Em poucos segundos, veio a resposta.
"Não"
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O Quarto da Vitória era simples, uma mesa com computador, cama, guarda-roupa... Estavamos deitados, Vitória vestia um short leve, uma blusa regata por conta do calor do verão. Nossos beijos estavam aquecendo, ela estava em cima de mim, suas pernas entrelaçadas na minha e sua virilha em cima da minha. Meu pau estava obviamente duro, com aquele corpo de novinha firme e macio em cima de mim.
Apertei a bunda dela por cima do short com as duas mãos, movimentando-a para baixo, forçando contra o volume duro que minha bermuda fazia.
Vitória: Hummm... Isso...
Eu: Gostosa...
Ela rebolava deliciosamente no meu colo. Nossa lingua se entrelaçava com desejo. Dois adolescentes entregues ao prazer, à seus corpos.
Eu: Caralho, que tesão.
Em um movimento, Vitória saiu do beijo e tirou sua blusa regada. Deixando a mostra seu sutiã rosa, com um bordado branco na borda e um strass delicado no meio dos seios.
Vitória: Chupa meu peitinho, vai.
Puxei o sutiã dela para baixo, exibindo seus peitinhos. Eles eram médios, seu mamilo era rosinha e estava durinho. Botei meus labios e comecei a mamar naqueles peitinhos lindos. Vitória começou a rebolar com mais vontade, me fazendo ter uma vontade imensa de fuder ela. Tirar logo seu cabacinho.
Vitória: Isso... chupa bem gostoso... vai...
Vitória levou uma mão na parte de trás da minha cabeça, apertando e puxando meus cabelos. A outra foi no volume da minha bermuda, apertando meu pau.
Vitória: Vem cá, vem... Eu quero sentir a sua cueca no meu short.
Eu: Sua safada
Poucas vezes nós tivemos momentos tão intensos, até por que são poucas as oportunidades que jovens da idade que tinhamos tem para realizar suas fantasias.
Vitória tirou a minha bermuda, me deixando só de camiseta e cueca box preta. Meu pau estava estourando, chegava a doer de tão duro. Era uma delicia sentir minha namorada novinha me desejando.
Ela sentou novamente no meu colo e começou a rebolar. O tecido fino da minha cueca fez eu sentir ainda mais seus movimentos. A cena de ver minha namoradinha rebolando no meu colo, com seu short branco, sutiã rosa, peitinhos balançando para fora do sutiã, olhinhos fechados e gemendo baixinho... era delicioso. Ela levantou um pouco a minha blusa e colocou a mão na minha barriga. Eu não era exatamente musculoso, mas minha barriga era definida por conta do volei, que jogava desde os 13 anos.
Vitória: Ai amor... que delicia... eu queria tanto... tanto...
Eu: Eu também... Eu te quero agora...
Puxei de leve seu short branco para baixo, deixando exposto a borda de sua calcinha, que vi que era também rosa, de tecidinho macio... Estava pronto para tirar seu short e mexer por cima da sua bucetinha, que devia estar bem melada.
Ouvimos um barulho no andar de baixo. Em um susto nos vestimos, ainda sem fôlego.
A mãe dela chegou e acabou estragando nosso momento.
Espero que tenham gostado. A parte um está curtinha, mas a parte 2 já melhora rsrs.