Três Dias, Três Paus, Três Decisões

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 2787 palavras
Data: 20/05/2026 18:08:32

A fazenda “Raízes Livres” se estendia por vastos hectares de terra vermelha batida, gramados pisoteados e um mar de barracas coloridas sob o céu aberto de maio. O Festival Som das Raízes prometia três dias muito intensos de música e interação.

O festival prometia com uma infraestrutura bastante caprichada: banheiros químicos em fileiras, separados para homens, mulheres e trans, uma enfermaria bem estrutura com macas, soro e uma variedade de medicamentos, cozinha comunitária para quem quisesse cozinhar e uma praça de alimentação com comidas e lanches variados, além de pontos de água potável espalhados por todo lado. Milhares de jovens e adultos não paravam de chegar em motos, carros, vans e ônibus, ansiosos por aquele evento que prometia ser o acontecimento do ano.

Ynara e Breno chegaram na manhã de sexta-feira, o Uno Mille carregado até o teto, mas singrando valente as estradas de terra até chegarem ao destino tão esperado por eles.

Ynara era o tipo de mulher que virava cabeças sem esforço. Na flor de seus 26 anos, media 1,68m e tinha uma pele morena clara e macia que a fazia se destacar na multidão. Claro que seus quadris largos e generosos ajudavam a desenhar uma silhueta inconfundível, fazendo sua bunda grande, redonda e empinada que balançava naturalmente ao andar, parecer ainda mais sedutora. Seus seios eram médios e firmes, bonitos, mas não lindos, pois ela nunca gostou de suas aréolas amarronzadas, “escuras demais”, dizia ela. Sua cintura também não era a mais fina, mas era bem marcada, destacada dos quadris largos, que terminavam em suas pernas bem torneadas. O cabelo castanho-escuro ondulado caía até o meio das costas, molhados passavam da polpa de sua bunda. Ela adorava ousar nos penteados e ali no festival não seria diferente. Chegou com os cabelos amarrados, mas já sabia o que faria em cada dia: rabo de cavalo assim que montassem sua barraca, duas imensas pitucas no segundo, e o cabelo solto e desgrenhado no terceiro, se Breno colaborasse.

Os olhos castanhos grandes e expressivos acompanhavam tudo o que Breno fazia na condução do Uninho vermelho. Sua boca carnuda não escondia o sorriso de felicidade por estarem juntos vivendo aquela experiência.

Naquele dia em especial, vestia uma blusinha cropped cinza que deixava a barriga à mostra e um short jeans bem curto, quase indecente, leve e fluído, perfeito para o calor e os movimentos da festa. Por baixo, só uma calcinha vermelha de algodão “para não assar a periquita antes do tempo”, brincou com Breno antes de saírem de casa.

Breno, por sua vez, contrastava com ela em altura. Ele tinha 1,87m, corpo magro mas com ombros razoavelmente largos, cabelo castanho claro curto, barba bem aparada e um rosto bonito, de traços suaves. Era o tipo de homem que agradava à primeira vista, mas que poderia perder presença em meio a uma multidão mais bruta.

Eles escolheram um canto do vasto acampamento, não muito isolado, mas com espaço suficiente para esticarem a lona que ficaria presa na tampa do porta malas do Uno. Montaram tudo com cuidado: um colchão inflável coberto com sacos de dormir lado a lado, cooler com bebidas e petiscos, lamparina elétrica e lanternas. Quando precisassem sair, bastava baixar a tampa do porta malas e trancar as coisas dentro do Uno. O objetivo principal era claro: curtir os shows e, principalmente, trepar:

— Finalmente. Terminamos, amor — Disse Breno, abraçando Ynara pela cintura e dando um beijo lento, a língua buscando a dela.

— Quero você gemendo meu nome todas as noites bem aqui dentro. — Respondeu Ynara, apertando possessivamente o pau dele sob a bermuda.

O primeiro dia foi do mais puro pop e pop rock, recheados de alegria leve. O palco principal pulsava com as apresentações. Eles beberam muita cerveja gelada, fumaram um baseado, que nem sabem como chegou em sua mão, e dançaram colados, muito, os corpos suados se esfregando. Quando não estavam abraçados, Ynara rebolava contra o corpo de Breno, rindo por sobre os ombros com os olhos brilhando de tesão que se acumulava cada vez mais.

Quando a madrugada chegou, pouco antes do último show terminar, exaustos, mas excitados, eles voltaram para a barraca. O acampamento estava vivo com risadas, fogueiras e gemidos vindos de outras barracas.

Dentro do espaço apertado, a lamparina emitia uma luz quente e alaranjada. Breno fechou o zíper da barraca e puxou Ynara imediatamente:

— Vem cá, safada. Esfrega essa bunda em mim agora.

Ela gargalhou e se soltou de seus braços, baixando o short e esfregando a bunda coberta apenas pela minúscula calcinha no pau duro dele. Bruno resfolegou como um cavalo e beijou seu pescoço com fome, mãos subindo por baixo do cropped, apertando a carne macia de seus seios. Ynara gemeu, tirando a blusa rapidamente e revelando os seios firmes, mamilos escuros já endurecidos. Breno a virou para si e a beijou, mas rapidamente, pois ele queria chupar aqueles seios ousados. E ele o fez, chupando devagar, alternando, enquanto ela já baixava a própria calcinha:

— Ai! Vem, amor. Eu quero sentir você bem fundo hoje. — Sussurrou ela, voz rouca de desejo.

- Mais!? Tem certeza?

- Ah, quero... Muito! Quero a cabeça desse seu pau gostoso roçando o meu útero a noite toda.

- Quer dizer que nada de cuzinho hoje?

- Se me fizer gozar bem gostoso até eu ficar molinha... quem sabe! – Disse Ynara, rindo entre a respiração pesada.

Breno a deitou de lado sobre os sacos de dormir e chutou suas próprias roupas de qualquer jeito. Então, se deitou atrás dela e levantou uma perna de suas pernas. Ynara estava encharcada, literalmente escorrendo perna abaixo. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado envolvê-lo completamente. Começaram em um ritmo lento, pele suada colando, mas logo o som molhado e ritmado encheu a barraca pequena:

— Isso! Assim, amor... Mais fundo. — Gemeu Ynara, rebolando contra ele, unha cravando no saco de dormir.

Breno acelerou, segurando o quadril largo dela, metendo com força crescente. O saco de dormir resistia bravamente a cada estocada. Ele segurou o rabo de cavalo dela como rédea, puxando forte enquanto gemia em seu ouvido. A excitação era muito grande e logo os dois gozavam juntos, com ele pulsando forte dentro dela e Ynara tremendo, contraindo sua buceta ao redor do pau dele, num grito incontido na escuridão.

Não houve uma segunda. Ambos estavam cansados e acabaram dormindo ali mesmo, colados, suados, a porra escorrendo pela coxa dela. E ainda teriam 2 dias pela frente.

O segundo dia trouxe o psicodélico reggae. O ar estava mais denso, e não era retórica, mas sim um cheiro forte de maconha, incenso, suor e terra úmida. Foi nesse dia que Breno e Ynara conheceram o grupo maior, formado por 4 moças, Isabela, Aline, Bárbara e Tamara; e 3 rapazes. Dogão, apelido de Diogo, foi o que se destacou de imediato: 24 anos, 1,95m de altura, corpo bem bronzeado, quase mulato, musculoso pra caramba, desses de quem malha pesado. Usava também um penteado de dreads curtos e bem cuidados. Some a isso, um sorriso branco, largo e uma voz grave e surgia um espécie que praticamente nenhuma mulher conseguiria resistir. Ao lado dele estava Ruan, ou simplesmente negão, ainda mais imponente que o Dogão: certamente mais de 2m de altura, careca, pele retinta profunda, braços grossos como as coxas de Breno, e uma presença que ocupava tanto o espaço físico como o mental. E, por fim, Santiago, um tipo bem parecido com Breno: nada de mais, nada de menos. Santiago era apenas Santiago, e só.

Dogão se aproximou do casal com naturalidade, conversando sobre os shows, oferecendo o trago de um beck bem enrolado para Breno. Seus olhos, porém, voltavam repetidamente para Ynara. Estranho foi vê-la corresponder com sorrisos mais longos, e depois até com toques leves no braço dele ao rir, inclinando o corpo em sua direção de forma quase inconsciente.

Breno notou. Breno se incomodou. Mas racionalizou que aquilo se devia ao clima da festa, à bebida e também aos “tapinhas” que davam nos becks.

O dia passou entre palcos, rodinhas de conversa, cerveja, maconha e um pouco de ácido que alguém do grupo trouxe para a roda. Ynara dançava mais solta, a saia jeans subindo nas coxas quando girava. Dogão dançava perto. Como todo bom predador, ele se mantinha à espreita. E, às vezes, roçava nela “sem querer”.

À noite, a coisa desandou. Ynara e Dogão chegaram a dançar juntos uma batida mais romântica. Breno tentava disfarçar sua insatisfação com a bebida. Resultado: exagerou na mistura de várias doses diferentes. O mundo rodou e não era no ritmo da música. As luzes começaram a piscar e ele apagou completamente, abraçado a um cupim no meio do mato, a baba escorrendo pelo queixo.

Acordou com o sol já estalando, ouvindo o som de vozes. Seu corpo doía e a garganta parecia um deserto de tão seca. Cambaleou de volta até sua barraca, só para descobrir que ela estava vazia. O saco de dormir de Ynara intocado.

Andou entre as centenas de barracas, coração apertado, chamando o nome dela baixo para não acordar ninguém. Nada! Foi até a praça de alimentação, tomou um café preto forte para tentar despertar e comeu algo rápido.

Ynara apareceu pouco depois, mas já passando das 10h. Seus cabelos estavam soltos e levemente bagunçados, olhos ligeiramente avermelhados e a saia um pouco amassada:

— Amor! Que susto você me deu sumindo desse jeito. — Disse ela, abraçando-o forte, o cheiro de cigarro e algo mais doce no cabelo.

— Apaguei! Acredita que eu acordei abraçado com um cupim.

Ynara gargalhou em seus braços, os toques leves de sua mão no pescoço de Breno o acalmavam:

- E você?

— Putz! Estava muito chapada ontem. Nem dei conta de achar a nossa barraca. Daí acabei dormindo na barraca das meninas. Foi até que bem legal...

Ynara falava, mas suas palavras pouco convenciam Breno. Ele pensou em contestá-la, mas pouco depois, Aline e Bárbara se aproximaram rindo alto:

— Breno! Fala aí, sumido. Pensamos que você tivesse abandonado a gente. – Disse Aline.

Bárbara deu uma gargalhada típica de quem já havia dando uma boa tragada de manhã:

- Cara, a gente não entende como você consegue dormir do lado dela. A Ynara ronca pra caralho! Parecia um trator ontem...

Ynara riu junto, mas Breno percebeu o olhar rápido que ela trocou com as meninas. E isso o incomodou ainda mais. Não era um olhar de gozação somente: era como se elas partilhassem um segredo que Breno não podia saber. Algo não encaixava perfeitamente, mas ele decidiu esperar, investigar, saber.

O terceiro dia seria o mais animal do festival: haveria heavy metal e batidas eletrônicas. Breno ainda se sentia fraco da noite anterior. O grupo se reuniu novamente. Dogão estava mais colado em Ynara, e agora Ruan também rondava. Breno bebeu moderadamente, mas o cansaço acumulado pesava.

À noite, fizeram um “drinque” de origem duvidosa. Alguém trouxe uma jarra cheia de algum lugar e a roda se serviu de uma mistura pesada. Breno passou mal de novo com náusea forte e tontura. E olha que dessa vez ele nem bebeu tanto assim. Santiago e Ruan o carregaram até a enfermaria. Ynara veio junto. Ali, Breno tomou um soro, um remédio e foi orientado a descansar:

— Avisa a Ynara que tô na barraca, por favor? — Pediu ele para a própria Ynara com uma voz fraca e confusa de dar dó.

Nem bem deitou e Breno apagou. Sonhou de imediato que Ynara conversava com alguém:

- Não dá! Como eu deixo ele assim nesse estado? Eu tenho que cuidar dele, Negão.

- Sem essa, morena. Ele vai dormir até amanhã. Vamô lá curtir com a galera. É o último dia, a gente tem que aproveitar.

- Mas... e o Breno?

Breno ouviu barulho de lona, como se tivessem aberto e fechado:

- O cara tá apagado. Deixa ele aí. É o melhor que você tem a fazer.

Breno acordou no meio da madrugada. Apenas o show dos grilos se fazia ouvir. Mas não só. O acampamento pulsava também com sons baixos de risadas, fogueiras crepitando e, de gemidos abafados de pessoas transando. Ele olhou de lado e o saco de dormir de Ynara estava vazio e gelado, sinal de que ela mais uma vez dormira fora.

Ele saiu. Olhou ao redor e nem uma alma se via. Andou entre as barracas como um fantasma, ouvindo os sons de prazer alheio sem conseguir localizar nada. Melhor assim, pois ele não saberia como reagiria caso ouvisse sua namorada. Ele teve uma ideia e voltou à sua barraca. Ligou então para o celular de Ynara, ela nunca o largava para fazer suas fotos e vídeos. A chamada se tornou duas, três, e tocaram até cair na secretária. Mensagens no WhatsApp não foram respondidas. Na quarta tentativa, o aparelho dela avisava estar desligado ou fora de área.

Breno passou o resto da madrugada acordado, olhando o teto da barraca. Um gosto amargo tomou conta de sua garganta e agora não era da bebida. Mas o que doía era um buraco gelado se abrindo no peito. Ele não mais pressentia. Agora ele sabia que algo estava irremediavelmente errado.

O sol mal havia raiado quando Breno saiu da barraca. Suas olheiras e barba por fazer, além da roupa amassada, davam conta de seu estado lastimável. Perambulou novamente entre as barracas ainda silenciosas, o coração batendo descompassado. Nada de Ynara. Nada de alguém do grupo. Nada de ninguém.

Ele foi até a praça de alimentação, comprou um café preto duplo e um misto quente. Voltava mastigando devagar para sua barraca quando viu, a uns quarenta metros de distância alguém que ele conhecia bem: Ynara. Ela saía de uma barraca grande, verde militar, rindo baixinho. Seus cabelos estavam soltos e desgrenhados. A blusa cropped estava amassada, quase saltando de seus seios e a saia jeans virada do avesso. Se Breno não a conhecesse, diria que ela a tinha vestido às pressas.

Breno caminhou em sua direção, mas logo parou, porque atrás dela, saiu Ruan, com o peito nu brilhando de suor. Mas piorou. Em seguida, Dogão saiu rindo e ergueu o braço, chacoalhando algo vermelho na mão grande, chamando a atenção de Ynara. Ela pulou tentando pegar aquele paninho, rindo desesperada, a saia subindo a ponto de exibir o terço baixo de usa bunda:

— Devolve isso, seu idiota! — Exclamou ela, voz misturada de diversão: - Como vou chegar na minha barraca sem calcinha?

Só então Breno reconheceu que o tecido que Dogão balançava era a mini calcinha vermelha de renda que Ynara trouxera para uma “noite especial”. Isso o magoou, pois ele iria inaugural aquela calcinha e agora parecia que alguém havia chegado antes dele. Dogão, alheio a tudo e todos, ergueu a calcinha ainda mais alto, sorrindo mais.

Breno voltou a se aproximar, sem saber o porquê fazia. Suas pernas se moviam por conta própria. O misto quente ainda na mão, a mente longe, tentando processar a imagem. Quando chegou mais perto, Breno confirmou algo que tentava se negar: realmente era a calcinha vermelha de Ynara.

Dogão bateu o indicador nos próprios lábios grossos:

— Um beijo na boca e eu te devolvo, princesa.

Ynara olhou rapidamente para os lados, sem notar Breno que vinha logo atrás. Ela ficou na ponta dos pés e deu um beijo na boca de Dogão. Ele a agarrou pela bunda e a puxou para si, levantando-a do chão. Ynara trançou as pernas na cintura dele imediatamente, gemendo baixinho enquanto ele chupava sua língua com voracidade. Sua saia, nesse momento, havia subido quase para a cintura, desnudando completamente sua bunda para delírio de Ruan.

Aliás, Ruan não esperou muito e chegou por trás, colando o corpo gigantesco contra ela, beijando seu ombro e pescoço, uma mão grande deslizando por baixo do cropped enquanto a outra parecia explorar sua bunda, escondida da visão de Breno.

Breno, inclusive, parou a uns quinze metros daquele trio impensado. Ele estava gelado, uma náusea subindo da barriga para a garganta, um medo difícil de explicar. Tremeu e o lanche que trazia foi ao chão.

Quando finalmente a colocaram de volta no chão, Ynara xingou a dupla entre risadas e pegou a calcinha das mãos de Dogão. Seguiu rindo nervosa e começou a vesti-la ali mesmo, na frente deles, com a bunda e a buceta expostas.

Foi exatamente nesse instante, enquanto Ynara já havia passado sua calcinha vermelha pelos pés e a subia na altura dos joelhos, que ela virou ligeiramente o rosto e congelou.

Seus olhos encontraram os de Breno e aquele olhar ficaria gravada nos corações deles para sempre.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 356Seguidores: 723Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Esse tem continuação né. Não pode terminar assim, quero ver o posicionamento de Breno, para saber se ele é um Homem de verdade ou um verme.

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Kiquinho,

Tá parecendo que o Mark está fazendo um "esquenta" para voltar com o Jornada e Clair, mas acima de tudo Mark sempre ótimo!

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Mark da Nanda quando é que vc vai publicar a segunda temporada do conto ( uma puta dama?) Aquele como pra mim fio o melhor de totos

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