MALDITA HEMORROIDA, A HISTÓRIA DE DOIS ESTRUPOS

Um conto erótico de O Contador de Histórias
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2442 palavras
Data: 20/05/2026 22:27:05

Maldita Hemorróida

A História de dois estupros.

Bom dia, meu nome é Sávio e eu fui estrupado por meu enteado num momento de estrema dor e fraqueza o que me fez lembrar que é a segunda vez que passo pela experiência de ser enrabado contra a vontade. E tudo por causa dessa hemorróida contraída no primeiro estrupo.

A Primeira Vez

Eu era casado com Aurora e morava na Tijuca e trabalhava na Ordem Terceira da Penitência, tinha um amigo chamado Bob que nos vendeu uma rifa na época custando 100 mil cruzeiros e era rifa de um terreno num distrito de Paracambi chamado Dr Eiras. Encurtando a conversa, eu ganhei a rifa e eu fui lá conhecer o terreno. Bom, o terreno era no fim do mundo e para chegar de Paracambi até lá demorava entre 40 e 70 minutos; a estrada era uma picada meu carro atolou e eu tive que ir todo o restante do caminho a pé. Antes do terreno, tinha uma pinguela na qual carro não passava e o amigo me sugeriu comprar uma bicicleta para ir para lá. Eu até fiz isso, mas como eu gostei do terreno, eu resolvi transformá-lo num sítio ainda que não tivesse tamanho para isso, mas seria a minha versão de um sítio.

Passei a dedicar meus finais de semana e alguns dias de folga para trabalhar no projeto e construir uma cabana de madeira no estilo meia água e conhecendo melhor os vizinhos, que eram muitos poucos, e de certa forma moravam longe, um deles me sugeriu comprar um cavalo e uma carroça para carregar o meu material e fazer alguns serviços como por exemplo arar o terreno. Fui atrás de um animal e assim eu conheci o seu Amadeu, um homem de quarenta e poucos anos, forte, bruto e mal encarado. Mas ele tinha um cavalo para vender e eu fui negociar com ele. Ele me vendeu um cavalo branco velho magro peludo e disse que ele estava magro porque o dono anterior não alimentava ele direito e eu acreditei visto que não entendia nada de cavalo a não ser o que eu via nos filmes de faroeste. Para levar o cavalo ele me deu um pedaço de corda, na verdade emprestou dizendo que iria lá buscar de volta, que amarrou na boca do animal fazendo uma rédea e me deu uma manta que jogou em cima do couro do bicho que estava machucado na altura da pá, que era para eu montar chegar até em casa mas como eu estava de bicicleta eu corri a moda no quarto e me puxando ele com a bicicleta até o meu sítio. Bem eu tinha comprado o cavalo faltava ela arreio e carroça como ele me cobrou caríssimo pelo animal o dinheiro não dava para comprar as outras coisas e na verdade não deu nem para comprar o cavalo à vista eu tive que parcelar em três vezes. Segunda prestação eu paguei em dia porém a terceira eu atrasei dois dias por conta de uma greve que me obrigou a dobrar plantões, mas ao sair do trabalho fui direto para Paracambi e de Paracambi fui lá procurar seu Amadeu, para sanar a minha dívida. Ele não queria aceitar as minhas desculpas e disse que eu teria que pagar mais uma prestação ao que eu disse que de jeito nenhum e aí nós entramos numa severa discussão, e ele tentou me agredir o que gerou uma vias de fato. Eu tinha pouco mais que 30 anos estava no ápice de minha forma física e não foi tão difícil sobre julgar aquele homem na porrada visto que eu conhecia e conheço um pouco de lutas. Para mim o problema tinha acabado, dinheiro e quando lhe havia nas costas ele disse vou pegar o recibo e eu disse a ele não precisávamos ter brigado por isso, conversando que se entende se o senhor quiser um juros eu até lhe pago mas não uma prestação por causa de dois dias; ele entrou, e ao sair tinha nas mãos um revólver engatilhado que apontou para mim com o dedo no gatilho. Sentiu vontade de correr mas o dedo no gatilho travou minhas pernas, e eu tentei argumentar com ele. Ele me disse que em cara de homem não se bate e eu havia batido na cara dele ao que eu respondi que homens quando brigam um bate na cara do outro e ele havia batido na minha cara também estavam elas por elas não precisava me apontar uma arma. Então ele disse que isso não ficaria assim e me mandou entrar na casa dele. Eu entrei e ele mandou tirar a roupa que era para eu não correr e nem sair gritando que nem uma galinha pelos terrenos dele. Debaixo da mira de uma arma eu entendi que não tinha muitas alternativas e tirei a minha roupa ficando só de cueca e meias ao que ele mandou tirar a cueca também e pegou minha roupa e jogou pela janela no quintal e aí mandou sentar no banquinho e encolher as pernas abraçando-as com os braços. Ele me amarrou, muito apertado, ao tentar me mexer machucado a minha pele fina de homem da cidade e ele rindo começou a me humilhar com palavras e passar o cão do revólver na minha cara, na minha boca, de vez em quando botava no meu ouvido e eu achava que ia morrer. Na verdade eu fiquei apavorado e aquilo estava dando a ele muito prazer tanto em determinado momento ele disse que eu pertencia a ele e mil um chute meio um empurrão com o pé, ele me jogou no chão e eu caí totalmente exposto e aí ele disse ele já tinha o preço do juros e que ao mesmo tempo eu ia aprender a respeitar um homem de verdade.

Eu tentei olhar para ele e vi que ele estava abrindo as calças eu fiquei apavorado e disse para ele:

_”por favor seu Amadeu, não faça isso…!”

Com sorriso malévolo tragando o meu pavor, ele aproximou-se e chutou-me as costas que devido a estar com braços e pernas amarrados juntos eu acabei enrolando para frente e ficando com a bunda para cima, quando vi se aproximando, tentei me virar novamente mas já era tarde e eu estava praticamente sem mobilidade alguma de modo que quando notei ele já estava me segurando, extremamente excitado, cuspiu na minha bunda duas vezes e enfiou o dedo indicador com violência. A dor que eu senti foi inenarrável e eu entendi que estava subjugado. Eu chorei de dor e tomei um tapão na cara ao som de _”homem que é homem não chora!”. Eu senti que ele tinha me ferido o anus, supliquei que ele parasse, mas ele não parou enquanto se ria divertidamente, me chamando de sua putinha e de cabacinho de ouro da bunda redonda(porque minha bunda é grande e redonda).

De repente aquele homem puxou um catarro de dentro do peito e eu cuspiu com toda a força no meu cu em seguida sem a menor cerimônia e com muita violência enfiou um pau enorme, veiudo e cabeçudo na minha bunda adentro. A dor foi tanta que eu desmaiei e fui acordado com tapas na cara com ele dizendo que homem que é homem tem que tomar no cu acordado tem que aguentar o pau até o talo e ia enfiando aquilo com toda força dentro de mim já que ele entrava com muita dificuldade; eu me sentia sendo rasgado, Desonrado, humilhado e acredito. E assim foi até de enfiar mais de 20 cm de pau dentro da minha bunda. Ele não parou para eu acostumar ou respirar, mas imediatamente começou a socar violentamente, dando estocadas fortes que estalavam na minha bunda; eu sentia suas bolas batendo na minha bunda, seu hálito perto da minha cara, assim enquanto apoiava uma mão nos ombros com a outra mão ele segurava minha cintura enquanto enfiava, retirava, enfiava, tirava, enfiava no vai e vem continuo e forte enquanto dizia: _”toma! Toma! Toma!...”

Era muita dor e cada vez que eu desfalecia eu era acordado debaixo de porrada porque eu tinha que aguentar até o fim e eu não sei quanto tempo eu fiquei ali sendo estuprado mas acho que foi uns 20 minutos ou mais até aquele homem gozar dentro de mim e continuar estocando e gozar a segunda vez e continuar estocando e gozar a terceira vez, foi quando ele ficou satisfeito.

Ao sair de dentro de mim, ele pegou a arma, colocou em meu ouvido e mandou eu chupar o pau dele até ficar todo limpo; segurou minha cabeça, fodeu minha boca e garganta dizendo para eu não vomitar senão ele atirava. Fez aquilo comigo por mais de 20 minutos aproximadamente até sentir-se satisfeito e gozar na minha garganta com um urro animalesco e nojento.

Eu tive que vender meu terreno porque durante os oito meses seguintes sempre que eu estava no sítio ele aparecia para me estuprar. E eu, por vergonha não fui a polícia o que deve ter alimentado a insanidade dele; então que me restou para me livrar disso foi vender o terreno, cavalo e desistir de tudo e começar vida nova sepultando estas lembranças da minha mente. Mas isso me deixou como sequela uma hemorroida, nunca tentei operar por vergonha e medo.

A Segunda Vez

Passando o tempo, eu tenho hemorroida que só piorou e recentemente depois de vários episódios de prolapso retal o médico mandou-me usar pomada própria para o caso e empurrar com os dedos o prolapso para dentro e em seguida botar gelo para diminuir as dores porque o processo inflamatório além de extremamente dolorido é o que acaba provocando o prolapso por causa dos espasmos anais.

Hoje, trinta e poucos anos depois eu já estou em outro casamento e tenho uma enteado que é muito atencioso comigo e que me ajuda muito por causa de um problema e tenho no joelho. Depois de bastante tempo, tive uma crise de hemorróida com a saída de prolapso e então, pedi a ele que fosse comprar a pomada para mim que ele atendeu eu tomei um banho quente botei água morna e vinagre numa bacia e sentei-me de molho nela tomando cuidado para que o prolapso não encostasse no fundo da bacia por causa da dor. Enrolado na toalha, deitei em minha cama e fiquei deitado de lado esperando ele chegar da farmácia com a minha pomada. Essa crise, que vem depois de muito tempo mas sabendo que já há algum tempo que toda vez que eu evacuo forma um prolapso o que faz com que eu não use papel higiênico eu sempre me lavo com água morna e empurra o lápis para dentro. Mas eu devo ter comido pimenta do reino, porque a inflamação veio muito forte e o prolapso veio muito longo como se eu estivesse evacuando o meu intestino eu tentei recolher o prolar usando hidratante de óleo de amêndoas mas não deu certo e quando a enfiado chegou, eu estava exatamente tentando empurrar o plástico para dentro é o que ele olhou e disse:

_”nossa, esse negócio aí tá grande para fora hein? E então, quer ajuda para botar isso para dentro?”

Com a dor era muito intenso, eu aceitei sua ajuda pela confiança que temos um com o outro. Ele é um homem que eu crio desde quando ele tinha 13 anos e a gente tem muita intimidade mas me vê pelado assim era a primeira vez e eu estava com vergonha.

Após botar o aplicador da pomada, expliquei a ele como fazia para aplicar por dentro e por fora do prolapso. Expliquei a ele que estava muito inflamado e que eu não estava conseguindo empurrar com a mão ao que ele disse que talvez fosse por falta da pomada e aí ele ficou botando pomada na mão e esfregando meu prolapso por fora. Além da dor que eu já sentia, o ato de esfregar com a mão um pouco pesada por falta de experiência no ato, eu sentia muita ardência tanta que conforme passava a mão tava me dando contrações anais e isso deve tê excitado muito porque eu estava exposto e enfraquecido pela dor quando de repente após empurrar com as duas mãos o meu proto para dentro ele me virou de bruço na cama e trepou em cima de mim sem me dar muita chance de defesa foi enfiando o piru todo me juntado de pomada na minha bunda adentro. Doer já estava doendo, mas a metida não doeu tanto porque eu estava meio anestesiado, porque tinha tentado com anestésico empurrar o prolápso.

Eu tentei me desvencilhar da situação, mas imobilizando meus braços e nuca com um golpe de jiu-jitsu, ele empurrou 22 cm de um pau grosso e liso dentro de mim. Ele empurrou até o final e ficou deitado em cima de mim sentindo, curtindo, contraindo o pênis na minha bunda. Ele sentia o prazer de meter e eu não senti a dor porque estava anestesiado, mas sentia todo movimento daquela rola enorme dentro da minha bunda. Eu estava agoniado, novamente eu estava humilhado e perguntei por que ele tava fazendo aquilo; ele disse que a minha bunda era muito bonita e ele não resistiu. Eu disse a ele que eu era o marido da mãe dele e ele disse que desejava minha bunda desde o dia que ele entrou no quarto e eu tinha transado com a mãe dele e eu tava deitado dormindo do lado dela com a bunda de fora virada para cima e ele nunca mais esqueceu o formato dela e sonhava com o pau todo na minha bunda e jurou que um dia ele comeria ela. Esse é o dia e essa era a hora, eu ia ter que aguentar e aí ele começou a mexer, mexer, mexer, mexer, mexer entrando e saindo de dentro de mim, umas estocadas firmes, fortes, profundas; tirava o pau até a cabeça e enfiava até o talo, e fez isso várias e várias vezes enterrando e tirando, enterrando e tirando até que eu senti algo quente saindo em jatos dentro de mim 3, 4, 5 jatos de porra quente na minha bunda. E eu inerte, entregue, derrotado lembrando de todo o passado e pensando por quê?

Agora, todos os dias que ele está de folga, após a mãe dele sair para trabalhar, ele vem no meu quarto e me come, com ou sem carinho, mas com vigor e tesão; Duas, três vezes seguidas, até ficar saciado e diz que esse é e será o nosso segredo. E eu, velho e indefeso, acostumei.

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Foto de perfil genéricaO Contador de Histórias Contos: 28Seguidores: 23Seguindo: 4Mensagem Carioca, 61, de bem com a vida, escritor amador, sem preconceitos que não escreve exatamente o que pensa, mas o que o povo gosta de ler.

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