Capítulo 11: O Banho de Língua

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2021 palavras
Data: 21/05/2026 03:24:26

Aviso: Este é o décimo primeiro capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 10: A Invasão da Careca!

Alexa saiu da fazenda em Xotaville patinando nas próprias poças de vômito que escorriam do cu arreganhado, com as pernas ainda bambas, o corpo inteiro coberto de gosma amarelada.

O vestido preto rasgado, o cheiro de vômito quente impregnado na pele. Ela mal conseguia andar direito, tropeçando na terra fofa, com os braços abertos pra equilibrar o corpo trêmulo. Passo a passo, lenta e instável, ela foi se arrastando da casa até onde seu carro blindado preto esperava.

Iza, sua assistente pessoal, estava parada na porta do motorista: 20 anos, pele branca impecável, cabelo preto curtinho com franja reta. Seu corpo magrinho vestia uma blusinha verde de mangas longas e pretas, uma micro-saia verde curtíssima, um jaleco branco aberto sem mangas por cima, sapatinhos pretos e meias de nylon até a coxa. O tecido justo marcava os lábios da buceta e a rachinha visivelmente.

Só quando Alexa se aproximou, cambaleando os últimos metros, Iza viu o estado de sua mestra. Seus olhos verdes faiscaram de ódio imediato e os punhos apertaram, com as unhas verdes quase ferindo a pele das mãos. Ela já calculava em sua mente como faria para acabar com todos dentro da casa.

Alexa ergueu a mão fraca, e disse com a voz rouca:

— Não, Iza. Entre no carro. Dirija... agora!

Iza hesitou por um segundo, mas obedeceu. Abriu a porta traseira com um movimento preciso e ajudou Alexa a entrar. A mestra se jogou no banco de couro, com o corpo tremendo. Iza fechou a porta, contornou o veículo e sentou ao volante. O motor ronronou baixo. Ela acelerou sem olhar para trás, os pneus levantando poeira na estrada de terra.

O trajeto até Gozópolis foi silencioso. Iza dirigia a 140 km/h na estrada estreita, com seus olhos fixos na frente, as mãos firmes no volante. Alexa, no banco de trás, respirava pesado, com o corpo tremendo de fraqueza e raiva. O vômito ainda pingava do cu, molhando o couro do banco. Iza olhava pelo retrovisor a cada 10 segundos, verificando se a mestra estava bem.

Chegaram ao prédio principal da Alexa Corp — uma torre de vidro e aço preto de 60 andares, iluminada por luzes frias azuis. Iza estacionou na garagem privativa do subsolo, saiu rápido, abriu a porta e ajudou Alexa a descer. A mestra apoiou-se nela, com o braço em volta de seus ombros.

Elas pegaram o elevador privativo direto pro andar 50. Quando as portas se abriram, Peggy estava lá, na recepção do escritório: baixinha, magrinha, loirinha de cabelo encaracolado curtinho, óculos redondos enormes, um vestidinho rosinha curtíssimo, sapatinhos rosa quase infantis, e meias com babadinhos brancos.

Ela viu Alexa naquele estado e levou a mão à boca, exclamando com sua voz esganiçada e estridente, anasalada como um apito desafinado:

— Senhora Alexaah... o que aconteceeeu?

Iza, com a voz monótona e cortante:

— Cancele todas as reuniões do dia. Ninguém entra no escritório. Ninguém.

Peggy piscou, nervosa, a voz subindo ainda mais no final das frases:

— Precisa de ajudaah? Eu posso ajudar, se a senhora quiseeer...

Iza virou o rosto devagar, com os olhos verdes e frios:

— Se algum dia eu precisar de alguém para ajudar minha mestra, é melhor que eu morra logo.

Peggy recuou um passo, e engoliu em seco com um som agudo. Iza passou por ela, levando Alexa pelo corredor até a porta dupla do escritório. Fechou com um clique seco.

Dentro, o escritório era minimalista e frio: paredes de vidro fumê, uma mesa preta imensa, sofá de couro branco, e um divã de veludo cinza.

Iza deitou Alexa no divã com cuidado extremo, como se manipulasse porcelana. Ajeitou almofadas sob a cabeça, tirou os sapatos dela, dobrou o vestido rasgado e o colocou no chão.

Alexa estava nua agora, seu corpo pálido coberto de vômito fresco, o cu ainda aberto, vazando gosma marrom-amarelada. Iza se ajoelhou ao lado do divã, com as mãos nas coxas da mestra.

— Eu vou limpar você agora.

Alexa respirou fundo, sem dizer nada.

Iza começou pelo rosto. Aproximou-se devagar, com a língua esticada. Lambeu a cabeça careca, a testa, descendo pelas bochechas, limpando o vômito que escorria pela pele.

Chegou aos lábios de Alexa, abriu a boca dela com os dedos delicadamente e enfiou a língua fundo, chupando o vômito que ainda estava ali dentro. Sugava com força, girando sua língua na garganta da mestra, tirando cada gota.

— Mmmh... seu vômito tem gosto de ácido quente... vou sugar mais fundo agora...

Alexa gemeu baixinho, tremendo o corpo levemente.

Iza continuou sugando, com a língua pressionando o céu da boca, raspando as laterais das bochechas. O gosto ácido e quente enchia sua boca. Ela chupava mais fundo, sua língua entrando até a base da garganta, sugando golfadas grossas de vômito residual.

— Está descendo pela minha garganta... vou limpar cada canto da sua boca... mmmh...

A garganta de Alexa trabalhava contra a invasão da língua.

Iza continuou. Viu filetes grossos de catarro misturado com vômito escorrendo das narinas de Alexa. Colocou o nariz perto, cheirou fundo, e depois puxou os filetes com a boca. Eles esticavam como fios de mel grosso.

Iza chupava, sugava, engolia. Ficou ali por longos minutos, limpando as narinas até ficarem secas, sua língua entrando fundo nas fossas nasais.

— Seu catarro é espesso e salgado... aah... vou puxar devagar para não machucar...

Alexa arqueou o pescoço, suas narinas dilatando com o cheiro e a sucção.

Iza enfiava a língua mais fundo ainda, sugando os filetes que se formavam no fundo das narinas. Os fios esticavam e caíam na boca dela. Ela lambia as paredes internas, limpando cada canto úmido e pegajoso.

— O cheiro dentro das suas narinas... tão forte... estou bebendo tudo que escorre... ohh...

Alexa se contorcia de prazer com a sensação do catarro sendo puxado.

Desceu pro pescoço, lambendo cada centímetro, limpando o vômito que escorria. Chegou aos seios.

Os mamilos de Alexa estavam duros, vazando leite fino. Iza abocanhou um, chupando com força, girando sua língua ao redor do bico. O leite escorreu na boca dela. Ela sugava como uma bebezinha faminta, alternando entre os dois peitos.

— Seu leite está escorrendo devagar... mmmh... sugando o bico... ahh...

Alexa gemeu mais forte.

Iza chupou até os peitos de sua mestra ficarem secos. Depois foi pras axilas raspadinhas e suadas. Enterrou o rosto ali, cheirando fundo o odor forte, azedo, e delicioso. Lambeu devagar, passando a língua pela pele úmida, sugando todo o suor concentrado.

— Mmmh... o suor das suas axilas... azedo e quente... que cheiro... ahnn...

As mãos de Alexa apertavam com força o divã.

Iza ficou ali por vários minutos, com o rosto enterrado, lambendo e cheirando. Quando terminou, desceu pela barriga, e meteu a língua no umbigo, sugando o resto de vômito que tinha se acumulado ali.

Chegou à buceta. Alexa já estava molhada de tesão, seus lábios inchados, o gozo branco escorrendo.

Iza abriu os lábios da buceta com os dedos, e esticou a língua, lambendo devagar. Chupava com gula, engolia a gosma pegajosa de gozo. Era como saborear um creme divino, quente e salgado.

— Seu gozo é grosso e pegajoso... mmmh... minha boca está ficando grudenta...

Alexa rebolava levemente seu quadril.

Iza enfiou a língua inteira, sugando o gozo de dentro. Alexa esguichou jatos de líquido claro com força, espirrando na boca de Iza. Ela bebeu tudo, lambendo até ficar limpa.

Então Alexa mijou, um jato quente e forte. Iza abriu a boca o máximo que conseguia, bebendo sem deixar cair uma gota. Engolia ruidosamente.

— Seu mijo quente enchendo a minha boca... engolindo tudo...

Alexa gemeu alto, com o seu corpo todo tremendo.

Iza terminou, lambendo cada gota. Virou Alexa de bruços no divã. O cu ainda estava aberto, com vômito escorrendo de dentro. Iza nunca tinha visto o cu de sua mestra tão grande, tão lindo. Ficou olhando por alguns segundos, com seus olhos verdes brilhando.

De repente, um peido forte de Alexa. Um espirro borbulhante de vômito saiu do cu arreganhado, acertando direto na cara de Iza. A gosma marrom-amarelada caiu em seus lábios verdes de batom.

Iza lambeu devagar, provando o sabor. E perdeu o controle. Enterrou a cara na bunda de Alexa, metendo a língua fundo no cu aberto, lambendo o interior lambrecado de vômito.

— Mmmh... seu cu está tão aberto... tão quente por dentro...

Alexa se contorcia de prazer.

Iza sugava com força, com a língua girando nas paredes internas, explorando cada prega lambuzada. O gosto forte e ácido do vômito misturado com o odor profundo do intestino enchia sua boca.

Ela enfiava mais fundo, esticando a língua até o limite, sugando cada resíduo que encontrava.

— O interior do seu cu... tão escorregadio... mmmh... ácido... quente... ahh...

Alexa empinava involuntariamente o quadril contra o rosto de Iza.

Ela soltou mais diarreia sem querer — um jato quente e pastoso. Iza bebeu, sugou e limpou tudo, com a língua dançando nas paredes internas, sugando a pasta grossa que escorria.

Ela gemia baixo, com a voz monótona quebrada pelo prazer:

— Sua diarreia quente... escorrendo grossa... mmmh... quero sugar até secar...

Alexa já gritava de tesão, com o corpo tremendo em fortes espasmos.

Iza continuou lambendo por vários minutos, com a língua girando em círculos lentos, sugando cada gota que restava. O cu de Alexa começava a se fechar devagar, mas Iza insistia, com sua língua entrando e saindo, limpando até o fundo.

— Seu cu está se fechando devagar... mmmh... vou lamber as bordas agora então...

Alexa mordia as almofadas, abafando os gritos de prazer.

Iza desceu lambendo as coxas, limpando cada gota que escorreu. Chegou aos pés. Pegou um pé de Alexa com as duas mãos, e levou à boca. Chupou devagar, com a língua entre os dedos, sugando o suor e o resto de vômito com diarreia que tinha escorrido até ali.

— Mmmh... que pés macios... com gosto de suor e vômito...

Chupou cada dedinho, um por um, serpenteando a língua entre eles, sugando com força. Lambeu a sola devagar, sentindo cada vinco, cada curva.

A língua passou da ponta dos dedos até o calcanhar, e depois voltou, lambendo as laterais. Enfiou quase o pé inteiro na boca, chupando como se sua vida dependesse disso.

— Mmmh... mmmh... seus pés quentes... estou sugando até o calcanhar... ahh...

Alexa arreganhava e mexia os dedinhos dos pés dentro da boca de Iza.

Ela continuou lambendo a sola inteira, com sua língua pressionando cada ponto sensível, sugando o suor acumulado entre os dedos. Mordiscou de leve, e depois chupou o calcanhar, com a língua girando em círculos na pele macia.

— O suor entre os dedinhos... azedo e quente... mmmh... quero lamber tudo... ahh...

Alexa sentia seus pés enrugando dentro da boca melada e salivante de sua assistente.

Iza alternava entre os dois pés, chupando, lambendo, e sugando. Durante toda a limpeza, ela gemia cada vez mais alto, com o corpo tremendo. Gozava sem parar, esguichando jatos da buceta, encharcando o chão do escritório. As pernas fraquejavam, mas ela continuava lambendo.

De repente, Iza percebeu um barulhinho. Olhou e percebeu que a porta estava semi-aberta. Peggy estava ali, só o rostinho aparecendo, com os olhos arregalados, babando, mordendo os lábios de tesão.

Iza se levantou rápido, e com a voz fria:

— Peggy. Saia. Agora.

Mas Alexa ergueu a mão, ainda gemendo baixinho de prazer:

— Obrigada, Iza... você me limpou perfeitamente...

Iza congelou. Seus olhos verdes piscaram duas vezes rapidamente. As pernas fraquejaram. Um sorrisinho sutil surgiu nos lábios verdes — ela tentou esconder, mas não conseguiu.

— Alexa... me elogiou...

E então veio o orgasmo múltiplo. O corpo convulsionando, a buceta esguichando jatos fortes de gozo no chão, gemidos altos escapando:

— Mmmh... ahh... Alexa... eu... gozando... nnh... obrigada... aahhhn...

Alexa gemeu baixinho, assistindo Iza tremer no chão, gozando sem parar.

Quando Iza recuperou o controle, ainda respirando pesado, Alexa se sentou no divã, nua, com o corpo limpo e brilhando de saliva. Ela abriu um sorriso lento e perigoso.

— Não temos tempo a perder, Iza. Putty não aceitou nos ajudar por bem. Então vamos fazer com que aquela alienígena filha da puta ajude por mal.

Continua...

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Comentários

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Uau, que tesão!! Já fiz isso com minha Dona. Ela passou a noite e a manhã fora e quando ouvi o portão elétrico fechando já fui ver. Ela chegou numa capa de plástico e totalmente pelada, descalça e com cheiro de mijo e porra,tirou a capa e disse que foi fudida, mijada e gozada por vários machos na casa da amiga. Fui dar um beijo e sua boca com gosto de vômito, disse que beberam muito e vomitou 2 vezes. Me levou até o banheiro me puxando pela coleira, sentou na privada pra cagar e mandou eu limpar seu pés sujos com a língua, e quando terminou deitou no chão do banheiro mesmo e mandou eu limpar ela toda lambendo seu corpinho todo esporrado, sua bucetinha mijada,seu cuzinho agora misturado de mijo e cocô e beijar sua boca com restos de porra,cuspes e vômito!! Tesão demais.

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