50 anos, 25 anos (13 e 14 de 40)

Da série 50 anos, 25 anos
Um conto erótico de Nino e Felipe
Categoria: Gay
Contém 2711 palavras
Data: 21/05/2026 06:10:23
Assuntos: Gay

13. Dia 14 (segunda) - Nino

Acabou, ele terminou tudo o que quase chegamos a ter, e todo o pouquinho de fato tínhamos. Depois da viagem, juro, foi a viagem, mas se não queria porque insistiu em fazer?

Nunca mais terei um macho como Lúcio, um macho de verdade, que ama um veadinho como eu, que esculacha na cama e dá beijo de verdade em minha boca no sofá, no banheiro, na cozinha, que tenha me trazido para dentro de sua casa e de sua vida. Mas acabou. E eu preciso parar de chorar para tomar conta de coisas simples, onde morar, pensar em como vou controlar meus gastos e o que vou fazer daqui pra frente, mas de começo, como fazer tudo isso sem cair no desespero e chorar quase a ponto de perder o controle, tudo bem, esse é apenas o primeiro dia do resto de uma vida sem ele, ele me mandou sair de sua casa ontem e eu estou em pânico.

Ele é lindo, magro sedentário, tem trinta e dois, médico, fazia residência no hospital escola onde eu me formei fisioterapeuta, dou aulas de Pilates que ele nunca quis fazer porque é coisa de mulherzinha, ele é bonito, eu acho. Tem um pau normal 15, que ele achava muito melhor que o meu de 13, ele detestava sentir minha vara, eu tinha de dar com jockstrap, imagina meu saco encostar na pentelhada dele, fora que ele não admitia eu me masturbar durante a foda, mas fora ele não se tocar que uma bicha passiva é homem… aquilo, todo macho é homem e nem todo homem é macho, mas todo homem quer ser tratado como homem. Enfim.

Tirando isso… que homem, ele que me colocou dentro do movimento LGBT, militando mesmo, ele quem me tirou aquela mania de mostrar com minhas roupas que sou gay, ele dizia que hétero algum andava com camiseta com estampa de xoxota, ele que me ensinou um monte de coisa, eu bichinha passiva, matuta do interior do fim do mundo, me ensinou como andar, me vestir, falar, me posicionar diante das pessoas. E eu viado burro me apaixonando por meu professor e suas maldades.

Ele me estragou para o sexo, qual passiva vai dizer para um macho desconhecido que quer tapa na cara, que quer que sua crina seja usada como cabresto e apanhe forte na bunda como uma égua de montaria? Qual veado vai falar para seu namorado que quer que ele pise em sua cara, lhe cuspa no focinho e lhe dê tapas mesmo sem sexo, só para deixar com marca-texto rosa florescente quem é que manda e quem não vale nada? Ele sabia fazer isso e é por isso que estou deprimido, desesperado, me acabando de chorar e me tocando.

Batendo punheta e com dois dedos no cu, chorando no cadilac do studio de Pilates onde trabalho, liguei para a dona e expliquei, meu macho me deu uma surra e me mandou fazer a mala rápido e ir embora antes de ele voltar e acabar comigo. Ela é uma senhora de quase quarenta anos, meio mãe comigo, me aconselhou tanto a não ir aquela festa… Festa dos seus amigos de residência, fizeram a burrice de comemorar numa suruba, todo mundo com quem quiser dar pra todo mundo, alugaram uma casa e cinco casais foram, claro que os machos héteros iam deixar as patroas em casa, iam levar as putas, as de esquema, as que não mereciam ser chamadas de namoradas. Mas o meu namorado me levou, ficamos eu com ele e ele comigo, mas os caras falando que ele podia chupar uma xereca, dedar um estacionamento de pica, ele tímido, mas ele insistia em que eles fodessem comigo, nunca falamos sobre isso, ele fala que tinha a maior tara em fazer um todos contra um com o namorado dele, duas das meninas tinham pau no cintaralho, transamos nós três, eu levando pica de ambas, elas me chuparam e me fizeram engasgar na rola, vinte centímetros de pau não são quinze, quando vomitei…

Meu até então modo puta destruidora baixou em mim, pedi duas picas no cu, elas deram e eu gemia, pedi pra chupar k pau de meu macho enquanto era rasgado, ele me deu o que pedi, mas uma delas puxou meu cabelo e eu arranhei a rola dele, fodeu, ele me deu dois tapas para aparentar ser foda, estava com vergonha de dois manos dele terem uma coisas de dezoito e grossas e serem demorados na foda, gostarem de cu, ele me deu dois tapas e ao contrário de quando eu sempre bancava o veado apavorado, aconteceu o contrário, me chamei de vadia e puta, pedj fapa, escarro e piroca dura em todo buraco meu, os dois mais pirocudos pdiram pra me foder, nunca comeram uma bichinha passiva. Eu disse não.

Ele segurou minha cara e disse que eu sabia quem mandava e quem obedecia, algo dentro de mim quebrou doeu, mas um parrudo macho já chegou colocando a pica em minha boca, ele foi bater uma de longe, me ver ser fodido de verdade. Quatro fodedores e duas piranhas com piroca de silicone, pode não ser natural, mas pra quem leva no cu, é piroca de verdade, e eu sentindo o centro da festa, foram buscar almofadas para meus joelhos, me comeram de pé, deitado, cada um deles, eram seis, as outras duas traziam água, fruta, depois mandavam os caras foderem minha garganta para eu vomitar, “chegou a hora em que a dor de tão constante desaparece”, essa é uma mentira que eu vi se esfarelar, a dor para de ter importância.

Apanhei na bunda, nas coxas, nas costas , no peito e na cara, levei mordidas e cuspidas, mas fui lambido, acariciado, beijado demoradamente, o veado era eu, o veado gostoso, o veado tesudo, o veado amado, fui tratado com porrada, cuidado e desejo, e… caralho, como foi bom aquela orgia, me senti desejado, valorizado, a primeira gozada veio de um pirocudo dizendo que ia passar a comer veadinho, perguntou se do puteiro de onde saí saía outros, falou mastigando de levinho minha orelha disse que ia encher minha bunda de porra, depois de gozar o outro meteu e disse que agora eu tinha um bocetão que era macio de meter e quente, o que gozou em mim me deu a pica suja pra eu limpar com a boca, mandou a namorada ver pra parar de ter nojinho de rola suja e de porra, ela disse que ele ia ficar com nojo da boca dela e ele me beijou, lento e com vontade, me mostrou a piroca ficando dura novamente, disse que eu era diabólico, enfeiticei o pau dele, mandou eu ter calma, ia me dar mais pica, era só ele se recuperar.

Me foderam na mesa de jantar, no sofá, no chão, na cama não, a gente fazia muita bagunça ia quebrar o móvel, era quase oito da noite, começamos às quatro, mesmo sem pressa, revezando, eles cansaram, eu era só o depósito de porra, eu nem reagia, dois caras me levaram para o quintal da casa, tomei um banho de mangueira, colocaram um jato fraco de água no meu cu e saiu tudo, inclusive o que eu nçao queria que tivesse saído, mas me limparam, xampu, sabonete, eu no colo de um enquanto o outro lavava, e tome beijo no meu cu e na minha boca, diziam que se meu namorado me largar eu podia ser o caso de um deles e a mulher de quem eu escolhesse, eu disse que amava meu namorado. E amava. E amo. Mas mesmo vendo isso, foi ali que ele deixou de me amar. Cinco semanas depois eu sou essa coisa que chora, todo esse tempo sem sexo, sem toque, e quando tem é pra me bater, porra! Até que ele cansa de verdade, não me quer mais, e eu… quatro anos de relacionamento que morreu na melhor foda de minha vida. Mas aí eu penso, eu faria tudo novamente, ele que se foda.

14.Dia 14 (segunda) - Felipe

Meu marido está se contorcendo com o cu mastigando meu pau, o peito peludo e o mamilo com marca de meus dentes, o cheiro que sai de seu corpo de suas axilas, a boca dele mordendo os pŕoprios lábios e ele gemendo que ama meu pau e eu, minhas mãos segurando sua bunda e coxa, a outra recebendo outra cusparada pra eu bater uma punheta gostosa naquele monumento que é a piroca de meu marido. Ele diz que quer sentir o rabo cheio de leite do macho dele, eu, o único que pode meter rola no seu cu, seu homem, seu macho e oficialmente seu marido. ele vem me beijar quando meus dedos se enroscam e se agarram em sua barba e eu puxo.

O filho da puta para de rebolar e me beija, diz que quer sentir se eu sou merecedor de foder um macho como ele, o desgraçado fica de quatro encosta a cara no assento do sofá e abre o cu com as duas mãos, eu caio beijando o buraco cabeludo dele, que delícia assim, arrombadinho por mim, ele geme, diz que minha boca é maravilhosa, mas quer pica, pica dura e sem piedade. Eu faço ele morder o próprio braço, enfio lentamente, ele tenta se afastar, está meio seco, bato forte em cada lado de sua bunda e no cu dele, digo que vou buscar alguma coisa, vou comer o cu dele com maionese, a gente ri, ele me beija, o meu telefone toca, é Eloi.

Ele manda eu atender enquanto chupa meu caralho. Eloi diz que está saindo da casa dele, pergunto se ele deixou pra jantar conosco como mandei, ele ri e diz que sim, ok, nos despedimos. Meu marido volta a pedir pica, eu meto fundo de primeira e ele grita mais de surpresa que de dor, diz que a vingança não tardará, eu rio e digo que espero, adoro ser possuído por ele, o busco e o agarro pelas costas, ele está liso de tanto suor, eu também, lambo sua pele, adoro seu sal, seu cheiro, seu gosto, sua quentura, sua cor, adoro ele, eu digo que o amo e o clima muda, ficamos calmos, ele diz que me ama, nossos movimentos se tornam lentos, a visão fica meio turva e leitosa, eu sinto que posso ficar assim abraçado a ele por toda a vida, eu digo que vou gozar, ele quer que eu goze dentro dele, gozo, fico jogado no sofá, ele fica de pé sobre mim, baixa o quadril e despeja minha gozada em minha barriga, põe dois dedos no cu e depois lambe, não resiste e goza meu peito e minha cara, a gente se abraça com aquela cola branca de cheiro forte entre ele e eu.

Banho, o casalzinho estava pra chegar em quinze minutos ou menos. Dito e feito, eu saio no roupão, molhado e abro a porta digo que preciso voltar para o banho, demoro um tanto, retirar esperma dos pelos do peito dele é motivo para beijo, quero comer ele novamente, ou que ele me coma, mas temos que terminar o banho e receber os novos moradores.

Sopa de feijão, tomamos sopa e depois um café com torrada, Eloi e Cristina tentavam falar para demonstrar estarem à vontade, mas estavam cansados, Tina ressonava, mostro o quarto deles e levo as quatro mochilas que trouxeram, ela pergunta sobre o banheiro, toma o banho e passa gostosa pelo corredor enrolada na toalha, Eloi conversava com meu marido e eu estava observando quando ela passou e parou para me olhar também, entrou no quarto, disse ao seu jovem noivo que ela entrou no quarto, ele vai até ela, comento sem som com Celo que ela é gostosa, ele ri e diz que eloi também é, a gente ri um para o outro, abrimos uma lata de cerveja, ele vem agradecer a hospedagem, precisavam de espaço, a casa deles tem quatro por três e meio e até a pia de escovar dentes fica fora do banheiro, uma porcaria longe com o nome de studio, perto da universidade, longe de todo o resto, estavam esperando o contrato dele terminar para mudar de lugar, mas não ia dar certo, o emprego dele estava terrível, o escroto do chefe fica sempre ameaçando demitir todo mundo, o que resulta é que todo mundo fica mais empenhado em procurar outro emprego e não em se segurar nesse, ofereço uma cerveja, eu queria ouvir meu jovem amigo.

Sem que ele percebesse ele senta entre meu marido e eu, Celo queria brincar de deixar o rapaz desconfortável, ficamos conversando sobre trabalho, sobre os planos dele de fazer curso para passar em concurso público e ter estabilidade, que pra ele era muito melhor que ter grana (ouviu isso, Jonas), ele falava que nos últimos meses vinha produzindo menos, trabalhando mais, havia muito turista imobiliário, uma nova onda de visitar imóveis, depois ele se cansa de falar sobre si mesmo, pergunta como nos conhecemos resumimos a história em dez minutos, era um prazer ouvir meu marido dizer que se soubesse que a gente ia se dar bem na convivência e na cama, teria me chamado para um trisal há uns quinze anos (o tempo em que minha mulher morreu), eu o beijo, nem noto, são umas sete latas de cerveja na mesa de centro, estamos nos beijando a um palmo de distância do rosto de Eloi.

A gente se desculpa de verdade, ele parece dizer a verdade quando fala que achou bonito, foi educado a demonizar a homossexualidade mas vendo nós dois, pega na coxa de cada um de nós e diz que a gente era muito respeitoso e preocupado, gente boa, ele diz que vai deitar, ele pergunta se a gente não ia deitar, digo que vamos foder antes de dormir, e eu gosto de ouvir e fazer barulho e obviamente, ia deixar ele pegar no sono até poder fazer como gosto, ele diz que não se importa, pelo contrário, nós não deveriamos nos importar já que eram Tina e ele que estavam aborrecendo nós dois com sua presença.

Então eu meto o louco, digo que um amigo deixou uns arquivos de vídeo conosco, queria que a gente visse, mas não sabemos do que se trata, falo para Eloi que com certeza é putaria, e com certeza era putaria gay, talvez da bem pesada, os olhos dele crescem com um sorriso. Celo diz que não concorda com isso, eu finjo concordar e digo que é melhor a gente esquecer o que falei, dali a pouco íamos os três ficar de pau duro batendo uma, e tudo bem por mim, mas a mulher dele estava em casa e merecia nosso respeito, ele diz que vai tentar acordar ela, se conseguir vai tentar transar, se não conseguir ela só levanta no dia seguinte e a gente podia fazer esse negócio de bater uma com os amigos que todo mundo faz, menos os evangélicos. (Será mesmo?)

Busco meu laptop, ponho plugado na televisão, tiro o som e mostro o mais levinho que tinha visto, arquivos com nome de cidade, penso que as toalhas eram troféus da putaria. Barcelona. Jonas chega, é beijado e leva um tapa, sorri e leva outro, Marcelo diz que era melhor não, Eloi ia ficar chocado, o garoto diz que não ia aparecer um vampiro nem gente sendo decapitada, não era terror, não ia se espantar, era só um tapa forte, qualquer coisa ele ia pedir licença e iria dormir, pego mais cerveja enquanto Marcelo ajeita o pau por baixo da roupa, o safado tava fazendo cu doce para seduzir o garoto, que filho da puta!

Cinco minutos de vídeo e Jonas está sentando e quicando no pau de um marombado enquanto outro o chicoteia com um daqueles de dez cordas de couro, o garoto estava imóvel mal respirava, hipnotizado, passo em sua frente e digo para ele não olhar para o lado, desabotoo o calção de Marcelo e desço o zíper, se o garoto fosse outro ele iria embora da sala no mesmo instante, e na manhã seguinte iria embora de casa, mas ele apenas ficou mais instigado, o pau dele se contorcendo e ele fascinado com o vídeo tentando sem sucesso não olhar de lado.

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