Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 14

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3169 palavras
Data: 21/05/2026 06:40:16

Digitei a resposta com o dedão pesado, sentindo o pau latejar na bermuda enquanto olhava para aquela bucetinha loira na tela.

Eu: "Você é uma vagabunda de marca maior, Helena. O boi puxando peso do seu lado e você mandando foto sua pro seu dono?."

A resposta dela veio em forma de visualização imediata, mas ela não digitou nada. Sabia que o Tomás estava por perto.

Larguei o celular na cama bem na hora em que a Naty saiu do banheiro, com a toalha enrolada na cabeça e outra no corpo, exalando cheiro de sabonete de amêndoas. Ela me olhou de cima a baixo, notando o volume nítido na minha bermuda.

— Mas gente... o que tem nesse celular que te deixa nesse estado de alerta cinco minutos depois de me quebrar no meio? — ela perguntou, com um sorriso intrigado, vindo na minha direção.

Nem respondi com palavras. Peguei o aparelho e virei a tela na direção dela, abrindo a sequência de fotos do direct da Helena.

A Naty travou no meio do quarto. Os olhos verdes dela, que antes estavam calmos pós-banho, dilataram na hora. Ela puxou o celular da minha mão, chegando o rosto perto da tela, deslizando o dedo pela foto da Helena com o Tomás e, depois, pela foto dela com a bucetinha loira toda escancarada no banheiro da academia.

— Puta que pariu... — a Naty soltou um riso soprado, misturando choque com um tesão absurdo. — "Eu e o boi"? Cara, essa loira passou da fase de aluna. Ela virou a diretora da putaria! Olha os bicos dela nessa blusa rosa, Paulo!

— E ela me mandou isso com o cara do lado, Naty. O maluco tem quase dois metros de puro músculo e ela chamando ele de boi na nossa cara.

A Naty começou a andar de um lado para o outro no quarto, a toalha do cabelo caindo pelos ombros, deixando os cachos ruivos molhados grudarem nas costas. Ela olhava para a foto da Helena sem calcinha e passava a ponta da língua nos dentes.

— Isso é doentio... e eu estou amando cada segundo — a Naty falou, a voz ficando rouca de novo. Ela voltou para perto de mim e jogou o celular no colchão. — Sabe o que isso significa, né? A Helena achou que tinha o controle por causa daquelas gravações da escola. Agora, quem tem a vida dela inteira nas mãos somos nós. Se o Tomás sonha com metade disso, ele desossa essa professora.

— Ela sabe disso, Naty. É isso que tá fazendo ela babar de tesão. O perigo de perder a vidinha perfeita.

A Naty subiu na cama de joelhos, deixando a toalha que cobria seu corpo escorregar, ficando completamente nua na minha frente de novo. A pele dela estava branquinha, contrastando com o ruivo do cabelo e a bochecha corada do banho quente. Ela segurou o meu pau por cima da bermuda, apertando com força.

— Então a gente vai usar isso, Paulinho. Amanhã na faculdade, eu vou sentar bem perto dela na hora da merenda. Vou passar o tempo todo olhando pro pescoço dela caçando as suas marcas. E quando o Tizil chegar com a japa dele na semana que vem... ah, meu amor... nós vamos montar o maior circo que essa cidade já viu. Eu quero a Helena de joelhos na nossa sala assistindo eu me entregar pro Carlos.

A minha mente deu um estalo. A combinação da ruiva ali se oferecendo, a loira mandando foto com o noivo corno do lado, e a promessa da chegada do Carlos com a Akemi transformou o meu cérebro num caldeirão de perversão pura.

Puxei a Naty pelos cabelos ruivos, colando o corpo dela no meu, sentindo o calor da pele dela ainda úmida do chuveiro.

— Você quer mesmo ver o parquinho pegar fogo, né, sua safada? — sussurrei, mordendo o lábio inferior dela até tirar um gemido.

— Eu quero que o parquinho exploda, Paulo. E quero que você seja o homem que vai acender o pavio — ela respondeu, rebolando a buceta contra a minha coxa.

O celular na cama vibrou mais uma vez. Era uma nova mensagem, mas não era da Helena. O visor brilhou com o fuso horário de fora do país.

Carlos (Tizil): "Passagens compradas, meu irmão! Terça-feira que vem, às 10h da manhã, a gente desembarca. Já avisa a Naty para deixar a cerveja gelada e o quarto de hóspedes arrumado. A Akemi tá aqui do lado e mandou um beijo pro casal. Segura o coração que o terremoto tá chegando."

Mostrei a mensagem para a Naty. Ela leu, olhou para mim e deu aquela risada gostosa e maligna que me dava a certeza de que a nossa vida de casados tinha cruzado uma linha de onde ninguém ali queria voltar.

Virei a Naty de costas ali mesmo na cama, sem paciência para tirar a bermuda toda, só liberando a tora de 19 cm para começar a desenhar o próximo capítulo daquela nossa loucura.

A Naty nem teve tempo de reclamar da brutalidade. No momento em que a tora de 19 cm entrou com tudo na bucetinha dela, ainda úmida do banho, ela soltou um ganido alto, cravando as mãos no lençol e empinando a bunda com uma vontade cega. O impacto foi tão seco que a cabeceira da cama bateu contra a parede. *Tof, tof, tof.*

— É isso... morde o travesseiro, Naty! — eu sibilava no ouvido dela, sentindo o calor das paredes dela me esmagando. — Chupa o ar, porque o Tizil mandou avisar que o terremoto tem data e hora para chegar!

— Ahhh, Paulo! Terça-feira... meu Deus! — ela gemia, a voz saindo abafada contra o colchão, o quadril se jogando para trás contra as minhas estocadas. — Eu não vou... aguentar de ansiedade até lá! Me fode pensando na japa... me fode imaginando o tamanho do estrago que o Carlos vai fazer em mim!

A safada não se controlava. O pensamento da chegada do meu amigo de infância com a Akemi era o combustível que faltava para incendiar o resto do juízo que a gente tinha. Eu socava com ódio, olhando para aquela bunda ruiva balançando, enquanto a minha mente misturava tudo: a Helena de lingerie preta no motel, a irmã Vera de joelhos no gabinete do pastor, e agora a promessa daquela japonesa de 22 anos, com a tatuagem de dragão vermelho, desembarcando na nossa casa em menos de uma semana.

Aumentei a velocidade até o limite, sentindo o suor do meu peito colar nas costas molhadas da Naty. O som da carne batendo era violento, um *plact, plact* ensurdecedor que dominava o quarto escuro.

— Eu vou... eu vou gozar de novo, Paulinho! — a Naty gritou, o corpo inteiro dela entrando em uma rigidez absurda. As pernas dela começaram a tremer e a buceta deu aquela pressão violenta, sugando o meu pau até o talo num espasmo que quase me fez virar os olhos. — Goza comigo! Goza dentro da sua putinha!

Não deu para segurar. Com a imagem da Akemi e o direct da Helena explodindo na minha cabeça, eu afundei o pau até o osso na Naty e descarreguei o segundo round da noite. Foi um jato bruto, quente, que fez a ruiva soltar um suspiro longo e desabar de vez com o rosto no travesseiro. Eu caí por cima dela, arfando, sentindo o coração dela bater que nem uma britadeira nas minhas costelas.

Ficamos ali parados por um bom tempo, com o quarto cheirando a sexo, suor e sabonete. O silêncio só era quebrado pela nossa respiração pesada.

Quando finalmente recuperei as forças, rolei para o lado e puxei a Naty para o meu peito. Ela estava com um sorriso bobo, os olhos verdes semicerrados, completamente anestesiada de prazer. Passei a mão pelos cabelos ruivos dela, tirando os fios grudados no rosto suado.

— Terça-feira, 10h da manhã — murmurei, olhando para o teto. — O parquinho vai ficar pequeno.

— Vai ser lindo, amor... — a Naty sussurrou, passando a mão de leve pelo meu peito. — Mas amanhã o dia vai ser longo. Eu tenho que ver o marcos na faculdade e a Helena.

— Você não tem limites, Natielly — ri baixo, dando um beijo no topo da cabeça dela.

— Quem tem limite é município, Paulo. Nós passamos dessa fase faz tempo.

Ela se aconchegou mais no meu braço e, em poucos minutos, o cansaço venceu a ruiva, que pegou no sono profundo. Eu, no entanto, demorei a fechar os olhos. Peguei o celular de novo bem devagar para não acordá-la. Abri o Instagram e fiquei encarando a foto da Helena com o Tomás na academia. O "boi" sorria para a câmera, orgulhoso dos seus músculos, sem fazer a menor ideia de que a noiva santinha dele já pertencia a mim.

Adormeci com o plano perfeito se desenhando na minha mente para o dia seguinte.

exatamente de como eu tinha segurado o rabo de cavalo dela no motel. Em outro momento, a Naty pegava o celular debaixo da carteira, olhava para a tela, dava um sorriso cínico e olhava para a professora, como se estivesse revendo as fotos sem calcinha que ela tinha mandado.

A Helena errou duas fórmulas no quadro, gaguejou ao explicar a tabela periódica e mal conseguia segurar o pincel sem que a mão tremesse. O pescoço dela, por mais que ela tentasse esconder com a gola do terninho, começou a suar. Ela sabia que a Naty tinha a vida dela nas mãos.

Às 20h25, o sinal bateu. Os alunos começaram a juntar o material e a sair apressados. A Naty continuou sentada, imóvel, esperando a sala esvaziar por completo.

Quando o último estudante cruzou a porta, a Helena desabou na cadeira da mesa do professor, tirando os óculos e esfregando os olhos, exausta do massacre psicológico.

— O que você quer de mim, Natielly? — a Helena perguntou, a voz rouca, sem forças para manter o teatro. — Você veio aqui para me humilhar na frente de todo mundo?

A Naty se levantou devagar, pegou a sua bolsa e caminhou até a mesa da professora. Ela se inclinou para frente, apoiando as duas mãos na mesa, ficando a poucos centímetros do rosto da Helena.

— Humilhar? Imagina, santinha... eu adorei a aula — a Naty sussurrou, os olhos verdes brilhando de malícia. — E o Paulo também adorou as fotos que você mandou da academia. "Eu e o boi", sério? Você é muito mais perversa do que eu imaginava, Helena.

A Helena desviou o olhar, o peito subindo e descendo rápido por trás do terninho cinza.

— Eu estava fora de mim... a adrenalina daquele motel... eu não sei o que deu em mim — a Helena justificou, a voz trêmula.

— O que deu em você tem nome, sobrenome e 19 centímetros, querida — a Naty riu baixo, passando a mão de leve no ombro da Helena. — Mas relaxa. A gente não vai contar pro Tomás. Pelo menos não por enquanto. O Paulo tem planos muito melhores para você.

A Helena levantou os olhos azuis, dividida entre o pânico de ser descoberta e aquele tesão proibido que sempre voltava quando o nome do meu pau era mencionado.

— Que planos? — ela perguntou, a voz saindo num fio.

— Terça-feira que vem, um amigo de infância do Paulo está chegando do exterior com a esposa, uma japonesa deliciosa — a Naty revelou, ajeitando a alça da bolsa. — E nós vamos dar uma festa de boas-vindas na nossa casa. O Paulo quer você lá, Helena. Com o vestido azul do motel, e sem calcinha, exatamente do jeito que você foi malhar. Você vai sentar na nossa sala e vai assistir o circo pegar fogo. Se você for uma boa menina e aceitar o convite, as suas fotos continuam guardadas com a gente. Entendeu o jogo?

A Helena engoliu em seco. A mente de professora de química tentou processar a loucura daquela proposta, mas o corpo dela a traiu: a bucetinha loira deu aquela latejada dentro da calcinha só de imaginar a cena. Ela estava totalmente enredada na nossa teia.

— Eu... eu não posso. O Tomás... — ela tentou balbuciar.

— Dá o seu jeito, santinha. Inventa um relatório, uma reunião de colegiado... você é criativa — a Naty deu um tapinha leve na bochecha da Helena, exatamente onde estava a marca do meu tapa no dia anterior. — Até terça-feira. Não se atrase. O Paulo detesta esperar.

A Naty se virou e saiu da sala de aula com o rebolado vitorioso de quem tinha acabado de dobrar a maior moralista da faculdade.

Quando ela entrou no meu carro no estacionamento, cinco minutos depois, o rosto dela estava radiante. Ela bateu a porta, jogou a bolsa no banco de trás e se jogou nos meus braços, me dando um beijo desesperado.

— Ela aceitou, Paulo! A loira está na nossa mão! — a Naty exclamou, rindo alto contra o meu pescoço. — Ela vai na terça-feira. Ela vai assistir tudo!

Liguei o carro e dei marcha ré, sentindo o sangue ferver. O tabuleiro estava perfeitamente alinhado. Agora, era só contagem regressiva para a terça-feira, às 10h da manhã, quando o Tizil e a japa dele pisariam em solo brasileiro para dar início ao maior espetáculo de perversão que aquela cidade já tinha visto.

Na sexta-feira à noite, o asfalto em direção à faculdade parecia queimar sob os pneus do carro. O painel marcava 18h40. Do meu lado, a Naty retocava o batom vermelho no quebra-sol, usando uma saia preta justa que subia generosamente pelas coxas e uma blusa de alcinha que deixava bem claro que ela não estava usando sutiã. O clima de provocação dentro daquele veículo estava no limite; a cabeça dela já estava fervendo com o plano de encurralar a Helena e reencontrar o Marcos.

— O parquinho hoje vai estar congestionado, Paulinho — a Naty disse, guardando o batom na bolsa e me olhando com aqueles olhos verdes cheios de malícia. — A santinha da Helena deve estar tendo uma ataque cardíaca na sala dos professores uma hora dessas, e o Marcos passou a tarde me mandando mensagem dizendo que não aguenta mais de abstinência.

— Deixa o grandão passar vontade mais um pouco, Naty — ri de canto, trocando a marcha e sentindo o volume na minha bermuda crescer só com a antecipação. — Quero ver até onde vai o desespero deles. E a Helena sabe que, se vacilar com você hoje, o Tomás descobre o 'boi' que ele é antes de terminar o treino de perna.

Estacionei na lateral do bloco de Educação Física, um ponto mais escuro e afastado do pátio principal. Antes mesmo que a Naty pudesse abrir a porta, uma silhueta alta e forte se aproximou pelo reflexo do retrovisor. Era o Marcos. O professor de educação física usava uma calça de moletom escura e uma camiseta justa que marcava os braços musculosos. Ele parou com as mãos nos bolsos, fingindo olhar o movimento, mas os olhos dele estavam cravados no vidro fumê do meu carro.

A Naty olhou para trás, deu aquele sorriso canalha que eu conhecia bem e segurou a minha nuca, me dando um beijo estalado e molhado na boca.

— Me espera às 22h, amor. E fica de olho no celular. Vai que a loirinha resolve te caçar no estacionamento antes da aula começar... — ela piscou, abriu a porta e desceu.

Fiquei observando pelo vidro. O Marcos não esperou dois segundos; assim que a Naty pisou no pátio, ele mudou o passo e interceptou ela perto da entrada do corredor dos vestiários. De onde eu estava, deu para ver o tamanho do bote: ele falou alguma coisa no ouvido dela, fazendo a ruiva dar uma risada curta, e passou a mão espalmada com força pela bunda dela por cima da saia jeans, puxando o corpo dela contra o dele por um instante antes de entrarem juntos em direção às salas. O moreno estava louco para devorar a minha mulher de novo, e a Naty sabia exatamente como usar aquela fome para deixar o meu juízo no chão.

Liguei o rádio do carro, abaixando um pouco os vidros para correr o ar da noite. Eu pretendia apenas esperar, mas o destino daquela noite estava com pressa.

Não deu dez minutos. Um perfume doce, forte e caro começou a se misturar com o cheiro de couro do carro. Olhei para a calçada e vi o terninho cinza social se aproximando a passos rápidos. A Helena. O cabelo loiro estava preso num coque firme, os óculos de grau no rosto, mas a postura altiva de professora tinha sumido. Ela olhava para os lados como se estivesse cometendo um crime de segurança nacional.

Ela chegou perto da porta do carona, abriu sem pedir licença e entrou, batendo a porta rápido. A respiração dela estava curta, o peito subindo e descendo por trás da blusa social fechada até o pescoço.

— Ficou maluca, Helena? Quer que alguém veja você entrando no meu carro aqui no meio do campus? — perguntei, virando o corpo na direção dela, sentindo o tesão reaquecer na hora.

— Eu não ligo, Paulo... eu não aguento mais! — ela disse, a voz saindo num fio tenso, quase um desabafo. Ela tirou os óculos de grau com as mãos trêmulas e me encarou com aqueles olhos azuis que pareciam perdidos. — Aquela foto... o que você respondeu no direct... eu passei o treino inteiro com o Tomás sentindo o meu corpo queimar. Eu via ele levantando os pesos e só conseguia lembrar da sua mão na minha cara, do seu pau na minha boca...

Ela se inclinou pelo console central do carro, quebrando qualquer distância entre nós. O cheiro de mulher desesperada e excitada tomou conta do banco do carona.

— Eu tentei dar a aula de laboratório mais cedo e errei os reagentes, Paulo. Os alunos perceberam. Eu estou viciada nessa desgraça que você fez comigo. Eu quero de novo. Agora.

Olhei para aquela loira conservadora, a fiscal da moral da universidade, implorando pelo homem que ela tentou chantagear há menos de quarenta e oito horas.

— Você é muito atrevida, professora — falei, a voz grossa, segurando o queixo dela com força e apertando até ela soltar um arquejo. — A Naty está ali dentro agora, provavelmente com o Marcos, e você vem aqui no meu carro pedir para ser usada de novo? Esqueceu que tem dono? Esqueceu o Tomás?

— Esquece o Tomás! — ela sibilou, fechando os olhos e colando a testa no meu ombro. — Ele é um frouxo perto de você. Ele não sabe o que faz... me pega, Paulo. Me come aqui atrás, no escuro, faz o que você quiser, mas tira essa angústia de mim. Eu vim sem calcinha de novo. O vestido azul está na bolsa, mas eu vim com essa saia social só para ficar mais fácil para você.

Olhei para a janela do bloco, vendo o movimento dos alunos diminuir porque o sinal da primeira aula ia bater. O perigo era absurdo, o vidro fumê era a única barreira entre a reputação da faculdade e a perversão pura. Destravei o banco, joguei o corpo da Helena para trás com um movimento bruto e passei para o banco de trás do carro, puxando a loira pelos braços logo em seguida.

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