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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 5

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 2294 palavras
Data: 21/06/2026 13:41:42

Dom voltou a ficar apenas na ponta da poltrona e deixou suas mãos grandes subirem pelas laterais das pernas e coxas dela, alcançando a bunda que ele fez questão de apertar com força:

- Caralho! Que bunda macia... Consegue ver que ela tá tremendo, marido? - Perguntou Dom, sem desviar o olhar da bunda de Luma: - Ela tá fervendo. Acho que ela está querendo um novo dono.

Cortez estava boquiaberto. Luma ousou ainda mais, sussurrando para o marido:

- Querendo ser corno...

- O que disse, minha linda? – Perguntou Dom, acariciando sua bunda.

Mas Dom havia ouvido perfeitamente as palavras de Luma. Ele só queria que ela repetisse em alto e bom som para observar as reações de Cortez:

- Ele quer ser o meu corno...

[CONTINUANDO]

Cortez engoliu em seco. Queria dizer “chega!”, mas o pau latejava dolorosamente dentro de sua calça. As carícias na pele já havia extrapolado seu combinado, mas ser chamado de corno superou tudo o que ele achava que poderia suportar.

E ainda havia mais.

Dom mudou o tom e passou a falar com Luma como se Cortez nem mais estivesse ali:

- Tira a calcinha e o sutiã para mim, minha querida. Bem devagar... Quero ver o que esse corno esconde em casa.

Luma agora nem olhava mais para o marido. Com um clique rápido, ela abriu o sutiã meia taça e o deixou escorregar por seus braços ao chão. Quando colocou as mãos nas laterais da calcinha, Dom repousou suas mãos sobre as dela:

- Quero acompanhar seu movimento. Desce sem dobrar os joelhos. Eu ajudo.

E ela fez. A cada centímetro que se curvava, mais e mais de sua intimidade era revelada ao olhar ávido do Dom. Quando ela alcançou os próprios pés, ele se viu cara a cara com as portas para o paraíso. Dom Black soltou um assobio baixo:

- Caralho! Que putinha casada mais gostosa… - Murmurou, passando a mão espalmada pela bunda dela, abrindo as bandas para enxergar ainda melhor o que já estava revelado: - Vocês serão a minha maior criação.

Luma agora nem olhava mais para o marido. Com um clique rápido, ela abriu o sutiã meia taça e o deixou escorregar por seus braços ao chão. Quando colocou as mãos nas laterais da calcinha, Dom repousou suas mãos sobre as dela:

- Quero acompanhar seu movimento. Desce sem dobrar os joelhos. Eu ajudo.

E ela fez. A cada centímetro que se curvava, mais e mais de sua intimidade era revelada ao olhar ávido do Dom. Quando ela alcançou os próprios pés, ele se viu cara a cara com as portas para o paraíso. Dom Black soltou um assobio baixo:

- Caralho! Que putinha casada mais gostosa… - Murmurou, passando a mão espalmada pela bunda dela, abrindo as bandas para enxergar ainda melhor o que já estava revelado: - Vocês serão a minha maior criação.

Então, Dom virou o rosto para Cortez e o encarou diretamente, sem piscar:

- Mas criação exige clareza, não é mesmo, corno, digo, Cortez? É melhor você estabelecer os limites agora, enquanto ainda dá tempo, senão posso achar que estou liberado para usar e abusar dessa putinha da forma como eu bem entender.

Cortez arregalou os olhos brevemente, mas nada falou. Dom deu um sorriso e continuou:

- Fala pra mim: o que eu não posso fazer com a sua mulher hoje?

O silêncio que se seguiu foi sufocante. Luma, praticamente nua, tremia levemente à frente do Dom, a respiração acelerada. Cortez sentia a garganta seca:

- Pode… tocar. - Murmurou ele finalmente: - Por cima da roupa, a gente já tinha combinado. Mas agora… ela já está nua. Então… pode tocar o corpo dela. Mas sem tirar a roupa dela… quer dizer… ela já está sem roupa. Porra… - Cortez passou a mão no rosto, nervoso: - Sem dedo dentro! Sem beijo na boca e nada de tirar meu pau pra fora. Sem sexo.

Dom Black fingiu ouvir com atenção. Ele tinha experiência e sabia que os medos dos casais novatos eram praticamente os mesmos. Então, assentiu lentamente, como se fosse respeitar realmente aqueles limites. Um sorriso leve e perigoso não desaparecia mais de seus lábios:

- Entendido. Sem dedo dentro, sem beijo na boca, sem enfiar o pau nela... Limites claros. Gosto disso. - Ele virou o rosto para Luma e falou com voz grave: - Ouviu, minha linda? Vamos respeitar o que o seu marido mandou, não vamos?

Luma não respondeu, permanecendo de olhos fechados e com uma respiração ruidosa. Dom deu um leve tapa em sua bunda, fazendo ela arregalar os olhos e abrir a boca:

- Vamos respeitar os limites do seu marido, não vamos?

- Va-Vamos.

Outro tapa foi ouvido, levando os seios dela a balançarem à frente do marido:

- Vamos o quê?

- Vamos respeitar o meu marido.

- Sim... Mas quando responder ou se dirigir a mim, quero que me chame de mestre ou de Dom, estamos combinados?

- Sim...

Novo tapa, fazendo ela dar um gritinho:

- Sim o quê?

- Sim, mestre.

- Agora, vire-se para mim.

Luma obedeceu, ficando de frente para Dom. Nesse momento, Cortez pode notar as marcas mais avermelhadas dos tapas que Dom havia dado na bunda dela, impactando ainda mais sua excitação.

Em seguida, Dom abriu se recostou em sua cadeira e mandou que Luma se sentasse em seu colo, colocando uma perna de cada lado. Ela ainda olhou brevemente para o marido, mas aquilo estava dentro das regras que ele havia acabado de anunciar, então sentiu-se autorizada.

Assim que ela sentou-se no colo do Dom, sentiu seu membro duro e ainda coberto pelo tecido de sua calça. Aliás, uma mancha de sua excitação imediatamente molho o tecido, algo que agora não importava mais para ninguém. Dom, com uma mão, segurou o seio esquerdo dela, apertando o mamilo entre os dedos. Com a outra, começou a acariciar a parte interna das coxas, subindo devagar, muito devagar, até parar a poucos centímetros da buceta encharcada.

Ele olhou para Cortez, encarando-o fixamente enquanto seus dedos deslizavam pela virilha de Luma:

- Estou respeitando suas regras, corno? - Perguntou, o tom provocador.

- Nã-Não sei. Eu... não consigo ver daqui.

- Problema seu! Seu lugar é aí mesmo. - Dom deu uma risada e continuou: - Ainda não entrei nela. E ainda não beijei essa boca gostosa que está pedindo para ser bem chupada... Então acho que ainda estou dentro dos seus limites, não estou?

- Acho que está... – Resmungou Cortez.

Luma soltou um gemido longo e baixo, o corpo se contorcendo. Cortez se aproximou para ver melhor. Dom apertou mais o seio dela e ordenou, sem tirar os olhos de Cortez:

- Luma, quer que eu pare? Aliás, você eu sei que quer continuar. Conheço bem uma putinha quando encontro uma. Mas pergunta pro seu marido se pode continuar.

Luma, com a voz trêmula e cheia de tesão, olhou para Cortez:

- Amor… posso deixar ele continuar me tocando? Posso?

Cortez hesitou. Seu pau latejava dolorosamente e ele precisou ajeitá-lo na calça. Dom não perdeu a chance:

- Ele quer. Acabou de ajeitar o pau na calça. Esse corno está tarado de te ver comigo. Isso é bom, muito bom...

Dom sorriu na sequência, satisfeito. Seus dedos subiram mais um pouco e começaram a roçar o clítoris de Luma. Sem que nenhum deles esperasse, ele passou dois dedos por baixo de sua buceta, mas ainda sem penetrar, e trouxe parte de sua lubrificação para cima, espalhando a umidade brilhante, enquanto Luma tremia a cada contato mais intenso:

- E agora? - Perguntou Dom, ainda encarando Cortez: - Posso abrir ela um pouco mais? Posso sentir o quanto ela está quente por dentro… sem colocar o dedo?

Luma gemeu mais alto, rebolando sutilmente contra a mão dele, praticamente respondendo, literalmente se oferecendo. Mas Dom não avançou. Ele não queria que ela respondesse, queria que o marido se submetesse agora:

- Amor… - Ela pediu, ofegante: - Posso deixar ele abrir minha buceta? Só pra sentir um pouquinho… por favor…

Cortez engoliu em seco. Sua garganta parecia saído do Saara. O coração martelava um tambor que tocava em sua cabeça. Ele sabia que estava perdendo o controle da situação, mas o tesão o paralisava:

- Acho que estão exagerando um pouco, não estão? - Conseguiu dizer, mas não convencer.

Dom entendeu e obedeceu… tecnicamente. Abriu os lábios dela com dois dedos, expondo completamente o interior rosado e encharcado, mostrando tudo para si. Cortez assistia a tudo a centímetros de distância. Depois voltou a esfregar o clitóris dela em círculos lentos e firmes:

- Olha como ela pulsa, corno... - Provocou Dom, sem desviar o olhar: - Ela já pulsou assim para você? Acho que não. Essa putinha casada está encharcada para mim e só para mim. Tá vendo isso? Tá sentindo o cheiro de cadela no cio?

Luma tremia inteira, gemendo cada vez mais alto. Dom acelerou levemente o movimento no clitóris e ordenou novamente com uma voz grave, rouca e impositiva:

- Pergunta pra ele, Luma! Pergunta se posso continuar. Ou eu paro. Juro que paro.

- Amor… - Luma mal conseguia formar as palavras. - Ele vai continuar. Não pode parar. Deixa ele, amor. Deixa. Deixa. Aaaaai... – Disse Luma, curvando-se para a frente, encostando a testa no ombro do Dom: - Eu tô… quase gozando, caralho! Deixa ele me masturbar, amor. Deixa!

Cortez estava vermelho, suando, dividido entre humilhação, raiva e uma excitação avassaladora. Ele assentiu mais uma vez. Mas não foi suficiente para o Dom:

- Fala, corno. Fala que eu posso masturbar essa putinha até ela gozar. Quero te ouvir. Fala! Eu estou mandando.

Cortez não conseguia. Agora quem tremia era ele. E para piorar, passou a apertar o próprio pau, esfregando-o embora estivesse envergonhado. Dom viu e parou, tirando as mãos de Luma e se recostando na poltrona. Tanto ela como Cortez o encararam, surpresos. Dom não se abalou:

- Como seu marido não falou, eu parei.

Luma encarou Cortez quase em pânico. Os olhos arregalados e inquisidores, obrigando-o a se retratar ao seu mestre. Antes que Cortez falasse, Dom se adiantou:

- Acho que não quero mais. Foi uma boa noite, enfim.

Luma, que o encarava, ficou boquiaberta. Voltou a olhar para o marido. Mas Dom se adiantou:

- Só continuo se ele pedir, e de joelhos. Puxa uma almofada e se ajoelha, corno. Pede para o seu mestre continuar e prometo fazer essa putinha gozar aos berros.

Cortez olhou para o lado e viu algumas almofadas. Olhou novamente para o Dom, inconformado, e depois para Luma. Agora ela é quem se adiantou:

- Por favor, amor. Seja rápido.

Ele suspirou. Pegou uma almofada verde, aparentemente de veludo e a colocou ao lado da poltrona. Se ajoelhou sobre ela e encarou Luma que o encarava, desesperada:

- Por favor, Dom, pode continuar e fazer a minha esposa gozar?

- Sim, eu posso. – Respondeu Dom, com claro desinteresse: - Mas é isso o que você quer? Afinal, você não me pediu, apenas me perguntou.

Cortez suspirou profundamente e insistiu:

- Por favor, Dom, faça a minha esposa gozar.

Dom Black sorriu sarcasticamente, vitorioso, e encaixou dois dedos sob a buceta de Luma. Se ele os dobrasse, as pontas a penetrariam. Mas ele ainda não chegaria a tanto. Ele queria que ela se rendesse completamente, mesmo que ainda levasse algum tempo. Então, passou a esfregar seu clítoris, acelerando os movimentos. Sua voz saiu calma, quase doce, mas transvestia pura crueldade:

- Viu como é fácil, Cortez? Aliás, corno, porque é isso que você é: um simples corno. Você ainda acha que manda aqui… mas na verdade, quem decide sou eu. E depois ela. Você só assiste e confirma o que a gente quer fazer. Não é isso, minha linda?

Luma começou a tremer sem controle, a respiração prestes a colapsar. Ela estava à beira do orgasmo e veio antes do que Dom imaginava. Ele parou os movimentos de repente, segurando-a no limite:

- Não goza ainda, minha putinha. Seu Dom não permite. Além disso, quero que seja em grande estilo. - Ele olhou para Cortez com aquele sorriso canalha: - E então? Deixa ela gozar na minha mão? Vou precisar quebrar um pouco os seus limites. Ou quer que eu pare agora?

Luma virou o rosto desesperado para o marido, olhos suplicantes, corpo inteiro tremendo de necessidade:

- Amor… por favor… deixa ele me fazer gozar… Eu preciso…

O ar no quarto parecia rarefeito. Cortez sentia que cada “não” que não falava, era um “sim” que não dizia, e o afundava mais fundo naquele submundo. E Dom esperava, paciente, com Luma nua e trêmula em seu colo, pronto para quebrar mais um limite.

Não houve tempo para uma resposta. A própria Luma pegou a mão de Dom e começou a esfregar em si. Foi ainda pior, porque ela própria abriu os lábios de sua buceta e enfiou os dedos dele lá dentro. Foi apenas as pontas, mas foi o suficiente para fazê-la estremecer num orgasmo avassalador. Ela começou a requebrar, esfregando sua buceta na mão e colo do Dom, enquanto gemia e dava pequenos gritinhos.

Cortez ficou boquiaberto, surpreso, assustado, enfim, sem reação. Mas seu corpo teve uma que ninguém esperava naquele momento, nem mesmo Dom. Cortez simplesmente gozou dentro de sua própria calça, praticamente sem se tocar, o que ficou claro na mancha que se formou ainda enquanto Luma seguia gemendo na mão do Dom.

Enfim, extenuada, Luma deixou-se entregue sobre o Dom, gemendo baixinho seu nome em seu ouvido:

- Do-Dom... Ai... O... O que... foi isso?

Cortez só então notou o que havia feito a si mesmo. Levantou-se atordoado e foi até uma porta lateral semiaberta de um banheiro. Tentou se limpar, mas era impossível esconder aquela mancha, aquela vergonha. Voltou apenas para ver Dom cochichando algo no ouvido da Luma, enquanto ela anuía. Cortez soube, naquele momento, que a noite ainda não havia terminado.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 368Seguidores: 746Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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É agora deu ruim pro corno.....quero dizer Cortez, perdeu sua dignidade, perdeu o amor próprio, perdeu a admiração e o respeito da esposa, a partir de agora Cortez será sempre o corno manso humilhado pela esposa e pelo comedor, vai viver comendo as sobras dos outros , isso se a esposa quiser dar as sobras pra ele, como dizem "perdeu playboy"

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Decepcionado com o Cortez, cedeu muito fácil sua dignidade, como eu disse, não tinha mais volta, mas foi pesado, provavelmente, se o Dom mandar, o Cortez vai beber porra do Dom escorrendo do cú da Luma, pois se ajoelhar para o macho da esposa implorando para fazer ela gozar, para mim, é o fundo do poço da invirilidade e indignidade, entretanto que sejam todos felizes...

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Não acredito que o MARK vá deixar o coitado do Cortez ser dominado por esse tal de Dom e por sua esposa que para ser puta não falta nada.

Essa mulher é uma dominadora sem escrúpulo e se o Mark deixar isso continuar e corno vai se tornar um cordeirinho sem vontade própria.

Quero ver a hora que o Cortez vai se definir como cordeiro ou como macho alfa. Será que teremos essa transformação? Só quem sabe é o MARK

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Jampa, tambem nao acredito q o Mark iroa zuar um cara da hora igual o marido .

Geralmente o Mark é justo nos contos.

Vamos esperar

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Como diz aquela " Acabou ooouuu,Acabou.." Pode mandar o corninho sair do quarto e esperar no carro .

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E não é que simpatizei pelo DOM Black!!!

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Porque?

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Pq ele deu uma oportunidade para o marido parar tudo e ele ta no papel dele. Acho que foi vc que escreveu que não o via como vilão né? Pois tbm não vejo agora.

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Tenho de concordar com essa visão, mas ele só se posicionou assim porque com sua experiência nesse meio já percebeu que o marido estava totalmente dominado.

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Exatamente Kiquinho, o meu problema com o Dom não é dele ser Comedor e Dominador, é o método que ele utiliza para chegar aos seus objetivos, ele incentivou a Luma a omitir, mentir e manipular negativamente o Marido, isso em nada mudou.

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"- Viu como é fácil, Cortez? Aliás, corno, porque é isso que você é: um simples corno. Você ainda acha que manda aqui… mas na verdade, quem decide sou eu. E depois ela. Você só assiste e confirma o que a gente quer fazer. Não é isso, minha linda?

Acho que não importa mais se ela mentiu, enganou, ludibriou o marido.

O "ato" esta consumado. Ele aceitou, ele vai arcar com as consequencias na sua vida. Isso vai trazer a ele miséria emocional, vai trazer prazer? Vamos aguardar...

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A mentira denota o caráter das pessoas envolvidas, então para mim importa sim, pois eu acredito piamente que nada construído em cima de mentiras e enganações terá um futuro sadio e como felicidade, sempre em algum momento no futuro a fatura chegará.

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Mas concordo totalmente com vc. A esposa foi completamente mal carater com seu marido. Ela o ludibriou, o enganou, o manipolou.

O que quis dizer é que agora "Inês esta morta", nada mais será o mesmo na vida desse casal.

VC acha que a esposa vai parar nisso? O que vcs acham?

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Que sejam felizes, como eu disse no comentário lá em cima, para mim o Cortez vendeu a alma ao tesão, se ajoelhar diante de um cara que ele acabou de conhecer implorando para fazer a esposa gozar é de uma fraqueza inigualável, então seja o que acontecer, tá de bom tamanho para ele, ele goshtia kkkkkkkkk

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É isso!! Vejo dois caminhos para esse casal e conto:

1 - Eles se encontram nessa nova vida, se realizam como muitas pessoas fazem e seguem unidos e felizes ou,

2 - Eles tem o tesão mas não o perfil, eles sofrem as consequencias de seus atos, eles se destroem emocionalmente e ao seu casamento e depois vão procurar tratamento especializado para tentar ter uma vida normal de novo.

Acho que encerro aqui minha participação nesse apitulo pois não tenho mais nada a acrescentar nas discussões. Mark é fantastico demais!!

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Ultima coisa,

Kiquinhoooo!!!! Esse conto foi nosso ponto mais alto aqui hein!!!

Nosssa musa falou com a gente de novo!!! hahahaha

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Perturbei a tranquilidade da primeira dama quando me empolguei nos comentários, então não posso fazer parte desse seleto grupo.

Valeu Ramsés, bom descanso neste domingo.

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Para todos nós um bom domingo. Até o capitulo 6 ou se ocorrer algum comentario excepcional, tipo, vcs sabem né!!!

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Já podemos morrer Ramsés?

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Ja sim meu amigo!!! Mas nossa musa é como uma droga né...queremos sempre mais!!!

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Estava demorando pro Ramsés LL trazer suas teorias .

Mano ,mano de verdade a esposa foi suja , baixa e mau caráter se ela ja estava preparando o marido pra isso .

Vamos aguardar

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Teorias encerradas nesse conto meu amigo!

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Ramsés, que oportunidade ?

Fez a esposa de cachorro e o esposo de cachorro ao brl prazer

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Não foi eu ,acho que foi o Sensatez

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Enfim, ta valendo amigo Samas. Vamos continuar com interesse redobrado!

Um conto é bom quando ficamos envolvidos emocionalmente nele, e esse esta envolvente!

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Mark, nosso mestre da imaginação e mentor!

Fantastico...estou sem palavras e sem uma dose de cafeína no sangue.

Vamos acompanhar agora a degradação do Cortêz em busca do seu prazer de corno manso!

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Esse Cortez é um totó, está completamente dominado

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Pois é!!

Próximo passo será a gaiolinha para o piu piu.

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Até aqui deprimente, eu jamais irei me ajoelhar para qualquer homem e ainda implorar para fazer minha mulher gozar, nem morto me assujeitaria a isso.

Volto a uma pergunta que já fiz aqui. O olhar de uma esposa em relação a respeito, carinho e importância para com seu marido continua o mesmo depois de uma cena dessas?

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VC falou tudo. Deprimente!

Estavamos brincando antes mas chegamos a comentar que essa estória poderia ser pesada como a do Breno e Ynara, e acho que vai ser sim.

O olhar dessa esposa para ele ja era, ela subjugou o marido. Nunca mais será a mesma coisa. O marido foi subjugado, como que ele vai se olhar daqui para a frente!

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Kiquinho, infelizmente Cortez perdeu tudo q poderia defini-lo como homem, sua esposa nunca mais o verá como macho, dignidade, respeito e masculinidade, foi tudo pro saco

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