Na manhã seguinte, uma chuva torrencial caía sobre Belo Horizonte. Acordei com o barulho forte da água batendo na janela e fui até a cozinha. Thais e Sandra já estavam tomando café, conversando animadamente sobre o trabalho na loja.
Eu me aproximei e perguntei:
— Como andam as vendas? Estão vendendo muito?
Elas responderam quase ao mesmo tempo, empolgadas:
— Sim! As vendas estão bem altas, é até surpreendente.
Eu disse, tentando manter a normalidade:
— Eu levo vocês até lá.
As duas foram se arrumar. Eu me vesti, peguei as chaves do carro e nós seguimos até a loja sob a chuva forte.
Assim que chegamos, Douglas e Rômulo abriram um sorriso largo ao ver as duas. Cumprimentaram Thais e Sandra com abraços demorados e depois vieram até mim.
— Temos umas roupas novas que você pode gostar. Vem dar uma olhada — disse Douglas, com aquele tom falso de amizade.
Eu respondi seco:
— Talvez outro dia.
Virei as costas e saí da loja sem olhar para trás.
No caminho de volta, parei no supermercado para comprar algumas coisas. Enquanto estava na fila do caixa, vi um grande painel comemorativo de aniversário do supermercado e, de repente, uma ideia começou a se formar na minha cabeça.
Liguei imediatamente para a Pamela:
— Me encontra lá em casa. Estou no supermercado e já estou voltando.
Ela respondeu sem hesitar:
— Claro, Ti. Estou me arrumando para sair, mas passo aí agora.
Cheguei em casa, guardei as compras e, poucos minutos depois, Pamela apareceu. Fiz ela sentar no sofá e peguei meu celular.
— Eu tenho um aplicativo espião no celular da Thais — comecei. — Tinha um plano de imprimir todas as mensagens e enviar para os pais dela, amigas e todo mundo, pra mostrar quem ela realmente é. Mas isso é pouco.
Pamela me olhou atentamente e perguntou:
— Fala, Ti. O que você pensou?
Eu respirei fundo e continuei:
— Eu vou mostrar as gravações e as mensagens no aniversário dela. Esse ano eu vou fazer questão de comemorar. E com a Sandra… eu vou fazer ela perder aquilo que ela mais teme: a admiração da mãe dela, aquela senhora religiosa que sempre a criticou pelo rumo que ela levou na vida.
Fiz uma breve pausa e completei:
— Sobre os seus irmãos, eu tenho um plano, mas deixo pra depois. Quero que você esteja de acordo com o que eu vou fazer com eles.
Pamela me olhou com os olhos brilhando de desejo e disse:
— Eu faço o que você quiser, Ti… e eu quero fazer muito mais.
Ela se aproximou, me abraçou apertado e me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca. Eu tentei resistir:
— Pamela, eu sou mais velho…
Ela sorriu safada, colando o corpo jovem no meu, e sussurrou:
— Aproveita essa novinha que ainda é virgem, Ti. Sou toda sua.
Eu não resisti. Segurei seu rosto e retribuí o beijo com intensidade. Nossas línguas se enroscavam, as mãos dela percorrendo meu peito. Meu pau foi ficando duro rapidamente.
Pamela estava extremamente excitada. Com 19 anos, morena clara, 1,65m, corpo jovem e firme, seios médios empinados, bunda média mas bem redonda e arrebitada, unhas postiças longas, cílios postiços bem marcados e aquele perfume doce e marcante que sempre usava. Ela tirou minha camisa, abriu minha calça e puxou a cueca para baixo de uma vez, liberando meu pau de 18 cm já bem duro.
— Eu sei chupar muito bem… — sussurrou ela, olhando para cima com cara de safada.
Ela se ajoelhou na minha frente, segurou meu pau com as duas mãos de unhas compridas e começou devagar. Primeiro lambeu toda a extensão, passando a língua quente e molhada desde as bolas até a cabeça, girando devagar ao redor da glande, saboreando o pré-gozo que escorria. Depois abriu a boca e colocou só a cabeça para dentro, chupando com pressão, a língua girando enquanto os olhos dela me encaravam.
— Meu Deus, você é muito gostosa… — sussurrei, segurando seus cabelos.
Pamela foi descendo a boca aos poucos, engolindo mais do meu pau, os lábios esticados ao máximo. Ela subia e descia devagar, babando bastante, fazendo barulhos molhados e safados. Uma mão massageava minhas bolas enquanto a outra masturbava a base do pau que não cabia na boca. Ela acelerou o ritmo, chupando mais fundo, engasgando levemente mas continuando com vontade, os olhos lacrimejando de tesão.
O calor da boca dela, a língua habilidosa e a visão daquela novinha de 19 anos ajoelhada me chupando com tanta fome me deixaram à beira do limite. Segurei a cabeça dela com mais firmeza e comecei a foder sua boca com estocadas curtas. Pamela gemeu vibrando no meu pau, acelerando o movimento até eu não aguentar mais.
— Vou gozar… — avisei.
Ela não tirou a boca. Continuei metendo entre seus lábios até explodir. Jatos grossos de porra encheram a boca dela. Pamela engoliu parte, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto ela continuava chupando devagar, tirando até a última gota.
Eu puxei ela para cima, ofegante, o coração disparado de adrenalina e tesão ainda lá no alto.
— Pamela… alguém pode chegar. É melhor pararmos aqui.
Ela sorriu, limpando o canto da boca com o dedo, ainda com olhar de desejo.
Ela se vestiu devagar, ainda com o olhar cheio de desejo, e disse antes de sair:
— A hora que você quiser, eu estou à sua disposição, Ti.
Pamela me deu mais um beijo rápido e saiu. Fiquei alguns minutos sentado no sofá, tentando me recompor, o coração ainda acelerado e a cabeça fervendo.
Peguei o calendário da cozinha e olhei as datas. Faltavam poucos dias para o aniversário de Thais — ela ia completar 29 anos. Eu teria que aguentar todo esse inferno até lá, fingindo que estava tudo normal.
Respirei fundo, fui até o escritório e abri o notebook. Chegou a hora de ver tudo o que tinha no celular dela pelo aplicativo espião.
Abri o aplicativo espião e comecei a vasculhar o celular da Thais. Passei primeiro pelas fotos da galeria. Vi nossas fotos de casamento, a lua de mel em Cabo Frio… ela sorrindo feliz ao meu lado. Aquilo apertou meu peito.
Depois entrei no Instagram dela. Thais era pouco ativa. A maioria das fotos era de anos atrás. Rolei o feed e parei em uma foto antiga dela de biquíni na praia, corpo bronzeado, sorrindo para a câmera. Senti um nó na garganta.
Fui direto para as conversas. Havia algumas cantadas de clientes da loja, perguntando coisas como “quando a gerente gostosa vem atender?”, ou “se eu comprar, você vem junto?”. Mensagens para amigas normais, nada demais.
Foi então que apareceu o perfil de Rômulo. Ele tinha mandado mensagem no próprio dia em que eles se conheceram:
“Demorei pra achar seu Insta… fiquei maluco com sua beleza.”
A partir daí, ele não parou mais. Cantadas quase diárias, elogios pesados, e depois os nudes. Em uma das mensagens ele enviou uma foto dele completamente nu, o pau duro e latejando, com a legenda:
“Olha como você me deixa de pau duro.”
As mensagens de Douglas eram menos frequentes, mas diretas. Ele mandava fotos do próprio corpo, do pau, e escrevia coisas como:
“É só uma noite, ninguém vai saber.”
“Aposto que esse é o maior pau que você já viu.”
“Esse pau preto é perfeito pra gostosas como você.”
Fiquei enojado. Meu estômago revirou violentamente. Corri para o banheiro e vomitei tudo o que tinha no estômago, ajoelhado no vaso, sentindo o corpo tremer de raiva, nojo e dor.
Mas tinha mais. Acessei o WhatsApp dela e encontrei dois números salvos como Sandra. O primeiro era o número normal, o mesmo que Hugo monitorava. O segundo devia ser de um celular reserva.
Abri a conversa do número 2.
Sandra havia mandado:
“Amiga, esses seus vizinhos são dois gostosos pra caralho. Eles deram em cima de mim e eu tô caidinha por eles.”
Thais respondeu apenas com um emoji de joia.
Sandra continuou:
“E você, o que acha deles?”
Thais demorou um pouco, mas respondeu:
“Amiga, eles me mandaram mensagem e até nudes. Se o Thiago descobrir, ele fica puto. Eles já discutiram por causa do som alto… fico com medo de contar pra ele.”
Sandra perguntou:
“E o que você achou das fotos?”
Thais respondeu:
“São bem gostosos né… mas sou casada.”
Sandra rebateu:
“São roludos pelo menos?.”
Thais escreveu:
“Amiga, eu sou casada… mas são sim.”
Depois disso as duas ficaram sem trocar mensagens por um tempo, até o dia do jantar em que Thais foi convidada para trabalhar com eles. Sandra mandou:
“Não falei que eles são gente boa?”
Mais tarde, após a festa, Thais mandou para Sandra:
“Amiga, eu vi o Douglas comendo uma mulher na festa. Era aquela loira metida que estava lá…”
Ela descreveu a mulher. Sandra respondeu:
“Vadia… mas você ficou excitada, né?”
Thais respondeu:
“Eu saí de lá correndo.”
Depois disso, as mensagens pararam por alguns dias.
Porém, quando eu estava quase saindo do aplicativo, uma nova mensagem chegou. Era Sandra:
“Amiga, agora que o Thiago voltou… como vamos fazer?”
Thais respondeu:
“Amiga, é só transar na loja mesmo. Por favor, ele não pode saber, nem desconfiar. Ele não confia nos dois.”
Sandra finalizou:
“Na hora do almoço nós vamos transar com eles.”
Olhei o relógio. Era quase hora do almoço.
A hora do almoço se aproximava. Meu coração batia forte no peito. Sentei-me na cadeira do escritório de casa , abri o notebook e acessei diretamente as câmeras da sala de mercadorias da loja.
Sandra e Thais já estavam lá dentro esperando. Assim que Douglas e Rômulo entraram e trancaram a porta, as duas se aproximaram sem dizer nada. Sandra foi a primeira: ajoelhou-se na frente dos dois e puxou os paus deles para fora. Thais hesitou por um segundo, mas acabou se ajoelhando ao lado da amiga.
As duas começaram a chupar juntos. Sandra engolia o pau grosso de Rômulo com fome, enquanto Thais colocava a boca no enorme pau de Douglas. Eu via tudo em alta definição: os lábios da minha esposa esticados ao máximo ao redor daquela rola preta grossa, babando enquanto ela subia e descia a cabeça devagar, tentando acostumar com o tamanho. Douglas segurava os cabelos loiros dela e empurrava devagar, fodendo sua boca.
Depois de alguns minutos eles trocaram. Thais agora chupava Rômulo, forçando a boca ao redor do pau ainda mais grosso, enquanto Sandra mamava Douglas com vontade.
Logo eles as levantaram. Douglas sentou Thais sobre uma pilha de caixas, abriu as pernas dela e meteu de uma vez na boceta. Thais soltou um gemido alto quando o pau enorme a invadiu. Rômulo fez o mesmo com Sandra ao lado. Os dois começaram a foder as duas com força, estocadas ritmadas e profundas, o som molhado dos corpos ecoando na sala.
Eles trocaram de posição várias vezes. Douglas virou Thais de quatro e meteu com tudo por trás, batendo forte contra a bunda empinada dela enquanto segurava seus cabelos. Rômulo fodia a boca de Sandra ao mesmo tempo. Depois inverteram novamente. Thais agora cavalgava Douglas, quicando no pau enorme dele, os seios médios pulando enquanto ela gemia descontrolada:
— Aaaahh… que delícia… mais fundo…
Rômulo se aproximou por trás e enfiou o pau na boca dela enquanto ela continuava cavalgando. Os dois a usavam ao mesmo tempo, enchendo os dois buracos.
Eles foderam as duas por mais de meia hora, trocando de buraco, posição e intensidade. Thais gozou várias vezes, o corpo tremendo, gemendo alto sem conseguir se controlar. No final, Douglas e Rômulo gozaram quase juntos: Douglas enchendo a boceta da Thais de porra quente e Rômulo gozando na boca e nos seios de Sandra.
As duas ficaram ali, exaustas, suadas e cobertas de porra, respirando pesado.
Eu assistia tudo sem piscar, com o estômago revirado e uma raiva que queimava cada vez mais forte dentro de mim.
Após assistir todo aquele sexo na sala de mercadorias, fiquei alguns minutos em silêncio, respirando pesado. Faltava ainda o passo final para desmascarar de vez a Thais: convencê-la a aceitar a festa de aniversário que eu iria organizar.
Passei o resto do dia acompanhando as câmeras da loja. Thais atendia clientes, organizava peças, conversava com Sandra e trocava olhares e sorrisos discretos com Douglas e Rômulo quando ninguém estava olhando. Tudo parecia “normal” para quem não sabia da verdade.
Quando ela chegou em casa à noite, eu já estava esperando. Assim que ela passou pela porta, falei com a voz calma:
— Amor, precisamos conversar sobre seu aniversário.
Thais me olhou surpresa, mas sorriu e respondeu:
— Claro, amor. O que você quer conversar?
Eu peguei a mão dela, olhei em seus olhos e disse com um sorriso forçado:
— Amor, eu quero comemorar seu aniversário dando uma festa do jeito que você merece. O que você acha?
Thais me olhou surpresa e respondeu:
— Amor, isso é caro…
Eu insisti, apertando levemente sua mão:
— Não é por dinheiro. É por você.
Ela ficou em silêncio por alguns segundos, depois sorriu e disse:
— Tudo bem…
Agora eu só precisava decidir exatamente o que fazer para me vingar de Douglas e Rômulo.
Nós dois fomos dormir, mas eu mal consegui pregar o olho. Minha mente não parava de repassar tudo que eu tinha visto e vivido nos últimos dias — as gravações, os gemidos, as imagens dela ajoelhada, sendo comida pelos dois na nossa sala e na sala de mercadorias. Cada cena voltava como um soco no estômago.
Após acordar, eu e Thais começamos a falar sobre a festa de aniversário dela. Ela estava animada e disse:
— Amor, por que não fazemos no sítio dos nossos vizinhos?
Eu respondi surpreso:
— Sítio do Douglas e do Rômulo?
— Sim — respondeu ela. — Eles me mostraram umas fotos de lá e eu adorei o lugar.
Eu hesitei por um momento e falei:
— Não sei… acho que é melhor fazermos aqui em casa.
Foi então que um estalo veio na minha mente. Eu mudei o tom e completei:
— Mas se eu tiver um tempo, eu mesmo pergunto a eles sobre o sítio, ok?
Thais concordou e saiu para se arrumar. Assim que ela saiu do quarto, peguei o celular e liguei para a Pamela:
— Que horas você sai do curso de enfermagem hoje?
— Hoje mais cedo, às 16h — respondeu ela.
— Eu te pego. Me passa o endereço.
Ela me enviou o endereço imediatamente.
Passei o resto do dia trabalhando no notebook, alternando entre tarefas técnicas e olhadas rápidas nas câmeras. Precisei finalizar um relatório detalhado sobre a otimização que fizemos em Brasília, responder e-mails do cliente e ajustar algumas configurações remotas no servidor. De vez em quando alternava as telas e olhava as câmeras da loja e da casa dos vizinhos. Tudo parecia “normal”: Thais atendendo clientes, Sandra conversando com ela, Douglas e Rômulo passando de vez em quando.
Enquanto trabalhava, minha mente não parava de voltar para a proposta do meu chefe. Morar na capital de Cabo Verde, num condomínio de alto padrão, com um salário de 15 mil reais (convertidos na moeda local, o que ainda representava um excelente poder de compra por lá). Seria uma mudança grande, um recomeço… mas como eu poderia levar Thais comigo depois de tudo isso? Ou será que era exatamente o que eu precisava? Fugir, recomeçar, deixar tudo para trás?
Olhei o relógio. Eram 15h em ponto.
Levantei, peguei o carro e fui buscar a Pamela no endereço que ela havia me passado. Assim que ela entrou no carro, notei que estava com roupa casual, mas ainda com aquele ar jovem e provocante. Dirigi até um lugar afastado, um pequeno mirante pouco movimentado fora da cidade.
Estacionei o carro num canto mais reservado e desliguei o motor. Olhei para ela e disse sério:
— Me diz tudo que você sabe sobre seus irmãos.
Pamela respirou fundo e começou a falar:
— Meus pais já sofreram muito com as besteiras deles. Não confiam mais nos dois. Eu acho que eles estão envolvidos com gente perigosa…
Ela pegou o celular, procurou uma foto e me mostrou uma mulher.
— Eles ficaram com ela. O marido estava preso e jurou vingança, mas nunca fez nada. Eu acho que ele não fez nada porque eles guardam certas mercadorias para ele nas lojas.
— Tipo drogas? — perguntei.
— Sim… mas eu não tenho certeza — respondeu ela, guardando o celular.
Pamela me olhou nos olhos e continuou, sincera:
— Ti, posso ser sincera? Eu sou nova, mas não sou burra. Você podia simplesmente pedir o divórcio e sumir. Por que toda essa vingança? Você quis ver até onde eles iriam… quis ver sua esposa negar os dois. Mas ela caiu, Ti. Às vezes parece que você ainda ficaria com ela se ela tivesse sido honesta, mesmo traindo você.
Ela baixou o olhar por um segundo e completou, magoada:
— Parece que eu sou apenas parte do seu plano…
Eu segurei seu rosto com as duas mãos e disse com firmeza:
— Você é a única pessoa em quem eu confio agora.
Puxei ela para mim e a beijei. O beijo começou intenso, cheio de desejo acumulado. Minhas mãos desceram pelas costas dela enquanto eu murmurava contra seus lábios:
— Hoje você vai ser feita mulher de verdade.
Pamela gemeu baixinho contra minha boca e correspondeu ao beijo com ainda mais vontade.