🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Capítulo IV - Me arrombaram na escola

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Paola
Categoria: Grupal
Contém 3909 palavras
Data: 21/06/2026 17:45:59

Na segunda-feira seguinte, fui pra escola como se nada tivesse acontecido, mas por dentro eu tava uma bagunça completa. Sentada na carteira da sala de aula, com a saia do uniforme bem comportadinha cobrindo minhas coxas, eu não parava de relembrar tudo que rolou no final de semana. A imagem daqueles quatro caras do time me usando como uma vadia safada não saía da minha cabeça. Meu cuzinho ainda tava um pouquinho sensível de tanto que foram usados, mas era uma dor gostosa que só me deixava mais melada.

Eu tentava prestar atenção no professor de matemática, mas toda hora minha mente voltava pro momento em que tava de quatro no tapete da sala, com uma rola socando fundo no meu cu enquanto outra esticava minha bucetinha. Sentia meu grelo latejando dentro da calcinha, inchadinho e sensível, pedindo atenção. Tentei apertar as coxas uma na outra pra disfarçar, mas só consegui fazer mais mel escorrer da minha xaninha. Tava toda meladinha, o líquido quente descendo devagar pela minha coxa esquerda. Mordi o lábio inferior pra não gemer ali mesmo na sala cheia de gente.

“Que delícia de putaria...”, pensei, sentindo meu rostinho de boa menina corar. Por fora eu era a aluna, quietinha, que todo mundo achava fofa e certinha. Mas por dentro eu só queria levantar a saia, empinar essa bunda empinada e pedir pra alguém me arrombar de novo. Meu cu piscava de leve na cadeira, lembrando da sensação de ficar tão cheia, tão esticada. Eu tava viciada. Completamente viciada em sentir meu buraquinho sendo alargado até o limite.

Quando o professor virou pro quadro, aproveitei pra enfiar a mão por baixo da carteira e apertar de leve minha bucetinha por cima da calcinha molhada. Quase soltei um suspiro alto. O grelo tava tão sensível que só o toque leve já me fez tremer as perninhas. Imaginei a Taty ali do meu lado, sussurrando no meu ouvido: “Tá melada de novo, sua putinha?”. Sorri sozinha, safada, enquanto fingia que anotava alguma coisa no caderno.

O resto da manhã foi uma tortura gostosa. Cada vez que eu mexia na cadeira, sentia meu cuzinho roçar no tecido da calcinha e lembrava de como ele tinha sido bem usado. Meu corpo todo tava quente, as bochechas coradas, e eu tinha certeza que se alguém olhasse direito pra mim ia perceber que a loirinha inocente da frente tava com a bucetinha pingando e o cu louco pra levar rola de novo.

Quando o sinal do intervalo finalmente tocou, eu já tava quase não aguentando mais. Levantei rápido, sentindo um fiozinho de mel escorrer pela coxa. Limpei discretamente com a mão e lambi de fininho, sentindo o gostinho doce do meu próprio tesão.

Assim que o sinal do intervalo tocou, fui direto pro cantinho de sempre perto da cantina, onde eu e a Taty sempre nos encontrávamos. Ela já tava lá, encostada na parede com aquele jeitinho dela, piercing no nariz brilhando e um sorrisinho de quem apronta muito.

— Oi, putinha — disse ela baixinho quando me aproximei, com aquela voz rouca e provocadora que me deixava molhada na hora.

— Oi, gulosa — respondi sorrindo, sentindo minhas bochechas ficarem quentinhas.

Sentamos num banco meio escondido e eu cruzei as pernas, tentando disfarçar que minha calcinha tava encharcada desde a aula. Taty me olhou de cima a baixo, mordendo o lábio inferior.

— Ei, sabe o Pedrinho, um dos meninos do final de semana? — ela perguntou, chegando mais perto pra ninguém ouvir.

— O alto e magro que socou gostoso no meu cu? — perguntei, já sentindo meu grelo latejar.

— Sim, ele mesmo. Disse que adorou te foder, que você é uma vadia deliciosa e que ficou com saudade. Quer te encontrar hoje, no final da tarde. Quer?

Ela tava com aquela cara de quem estava aprontando algo bem safado, os olhinhos brilhando de malícia. Meu estômago deu uma voltinha de tesão.

— Claro que quero — respondi sem nem pensar duas vezes, minha voz saindo dengosa e cheia de vontade. — Tô morrendo de tesão desde de manhã só de lembrar do final de semana. Meu cuzinho tá piscando aqui só de pensar em levar rola de novo.

Taty riu baixinho, safada, e passou a mão discretamente na minha coxa por baixo da mesa.

— Vou passar teu contato pra ele agora. Ele vai te mandar mensagem. Prepara essa bucetinha e esse cu, hein, putinha. Acho que hoje você vai sair bem servida.

O sinal de fim do intervalo tocou alto, interrompendo nossa conversa. Levantei do banco sentindo as pernas um pouco moles de tanta excitação. Antes de ir embora, Taty piscou pra mim e sussurrou:

— Se diverte bastante, sua cadelinha. Depois me conta tudinho... ou melhor, me mostra.

Eu sorri, mordendo o lábio, e voltei pra sala com a bucetinha latejando forte e o cuzinho contraindo de expectativa. O resto das aulas passou voando. Eu mal conseguia prestar atenção em nada. Só conseguia pensar naquela mensagem que ia chegar e no quanto eu queria ser usada de novo como a putinha tarada que eu tava virando.

No final da última aula, peguei o celular e meu coração deu um salto quando vi a mensagem do Pedrinho:

“Oi Paola, me encontra na frente do banheiro do terceiro andar depois da aula. Tô louco pra te ver.”

Era exatamente o banheiro escondido que eu e a Taty usávamos pra nossas putarias, a Taty deve ter dado a dica pra ele. Sorri sozinha, sentindo um calor subir pela barriga. Respondi só com um emoji de coração e um “Tô indo”, guardei o celular e subi as escadas pro terceiro andar, que ficava praticamente deserto nessa hora. Não tinha sala de aula lá em cima, só laboratórios e corredores vazios e corredores.

Cheguei no final do corredor e avistei o Pedrinho encostado na parede, alto, magro, com aquele sorrisinho safado que me deixou as pernas fracas na hora. Meu grelo latejava forte dentro da calcinha, e eu sentia o mel escorrendo devagar pela coxa. Tentei manter a voz doce e inocente quando cheguei perto dele.

— Oi gatinha, tudo bem? — ele disse, olhando meu corpo de cima a baixo como se já quisesse me devorar.

— Tudo sim, e com você? — respondi, mordendo o lábio inferior, fingindo timidez enquanto meu corpo todo queimava de vontade.

— Nossa, fiquei pensando em você o final de semana todo. Não consegui tirar essa sua bundinha empinada da cabeça. Fiquei com saudade.

— Ah é? — falei dengosa, chegando mais perto dele até nossos corpos quase se encostarem — Por que não vem matar essa saudade então? Tô toda molhadinha só de imaginar você me fodendo de novo...

Pedrinho não perdeu tempo. Segurou minha mão e me puxou pro banheiro masculino, fechando a porta atrás de nós com um clique que ecoou no silêncio. Meu coração batia forte, a bucetinha piscando de tesão. Mas quando entrei de vez e olhei pro fundo do banheiro, meu estômago deu uma reviravolta deliciosa de surpresa misturada com putaria pura.

Lá dentro, encostados na parede, esperando por mim, estavam o Mateus e o Lucas. Os dois gatinhos da turma vizinha, altos, sarados, com aquele olhar de quem já sabia exatamente o que ia rolar. Eu conhecia eles de vista, mas nunca tinha chegado tão perto. Agora os três me olhavam como se eu fosse o lanchinho mais gostoso do mundo.

Não deu tempo nem de falar nada. O tesão bateu forte. Minha bucetinha não nega rola e já começou a melar ainda mais, o grelo inchado roçando na calcinha úmida. Em vez de ficar com vergonha, eu senti a Paola fofa e loirinha se transformar em uma cadela tarada. Sorri pra eles, mordendo o lábio, já sentindo as pernas tremerem de expectativa.

— Três de uma vez? — murmurei baixinho, a voz saindo rouca de tesão. — Vocês vão me arrombar gostoso hoje, né?

Eles não responderam com palavras. Só se aproximaram, me cercando, mãos já vindo pra cima de mim. Meu corpinho ficou no meio daqueles três machos, pronta pra ser usada como a putinha sem pudor.

Pedrinho veio por trás, agarrou minha cintura e apertou minha bunda empinada com força, enfiando os dedos na carne macia por cima da saia. Mateus e Lucas vieram pela frente, segurando meu rosto com as duas mãos.

Começaram a me beijar revezando, sem dó. Primeiro o Mateus enfiou a língua na minha boca, molhada e gulosa, enquanto o Lucas mordia meu pescoço e chupava minha orelha. Depois trocavam, e eu ia virando o rosto de um pro outro, gemendo baixinho, deixando eles babarem na minha boquinha de boa menina. Meu corpo todo tremia no meio daqueles três machos, eu já tava virando uma cadelinha tarada.

— Que bunda gostosa… — murmurou Pedrinho no meu ouvido, apertando minha bunda com mais força.

Ele subiu as mãos, puxou minha blusinha do uniforme pra cima e abaixou meu sutiã até a cintura num movimento rápido. Meus peitinhos pularam livres, bicos rosados já duros de tesão. Mateus e Lucas não pensaram duas vezes. Cada um abaixou a cabeça e grudou a boca num mamilo meu.

— Ahhh… — gemi alto, jogando a cabeça pra trás.

Eles mamavam com fome, chupando forte, lambendo e mordiscando meus biquinhos sensíveis. Cada sugada mandava uma onda de prazer direto pra minha bucetinha, que pulsava loucamente, melando a calcinha inteira. Senti o mel quente escorrendo pela coxa enquanto eles devoravam meus peitinhos. Pedrinho ficou atrás, apertando a outra bunda e puxando meu cabelo pra trás, me obrigando a arquear as costas e empinar mais os peitos pra eles.

— Olha como ela geme… que putinha sensível — riu o Mateus, passando a língua no meu bico antes de chupar de novo, mais forte.

Minhas pernas tremiam. Eu segurava a cabeça deles contra meus peitos, rebolando devagar, sentindo o grelo inchado roçar na calcinha encharcada. O contraste me deixava ainda mais

Pedrinho puxou meu cabelo mais forte, virou meu rosto e enfiou a língua na minha boca, me beijando enquanto os outros dois continuavam sugando meus bicos com vontade. Eu gemia dentro da boca dele, toda molhada, toda entregue.

— Vocês vão me deixar louca… — sussurrei quando ele soltou meus lábios, a voz saindo manhosa e safada ao mesmo tempo.

Eles riram, sabendo muito bem que eu já tava completamente derretida pra eles.

Eles me deixaram tão molhada e desesperada que minhas pernas já não aguentavam mais. Caí de joelhos no chão frio do banheiro, olhando pra cima com carinha de boa menina, mas com os olhinhos brilhando de tesão. Os três abriram as calças ao mesmo tempo e tiraram aquelas três rolas duras, grossas e latejando bem na frente do meu rosto.

— Chupa, putinha — mandou Pedrinho, segurando a dele pela base e batendo na minha bochecha.

Eu não pensei duas vezes. Segurei duas pirocas com as mãozinhas e abri bem a boquinha, enfiando a cabeça rosada do Pedrinho primeiro. Chupei gostoso, girando a língua na cabecinha, sentindo o gosto salgado dele. Depois troquei pro Mateus, depois pro Lucas, revezando as três rolas enquanto babava tudo. Saliva escorria pelo meu queixo, pingando nos meus peitinhos ainda pra fora.

— Isso, assim… que boquinha gulosa — gemeu o Lucas, enfiando mais fundo.

Eles começaram a foder minha boca com vontade. Puxavam meu cabelo, batiam as rolas molhadas no meu rosto, e eu gemia feito uma vadia, com a garganta sendo fodida até meus olhinhos encherem de lágrimas. Toda vez que uma saía da minha boca, eu lambia as bolas, chupando uma de cada vez, sentindo elas latejarem na minha língua.

Enquanto isso, o Lucas se abaixou na minha frente, levantou minha saia e puxou minha calcinha pro lado. Abriu minha bucetinha rosada com os dedos e enfiou a cara ali sem dó.

— Ahhh porra… — gemi alto com a boca cheia de rola.

A língua dele passou direto no meu grelo inchado, lambendo rápido e forte. Meu grelo tava tão sensível que cada passada fazia meu corpinho inteiro tremer. Ele chupava minha bucetinha melada, bebendo todo o mel que escorria sem parar, enfiando a língua lá dentro e voltando pro grelo, sugando ele como se fosse uma balinha.

— Tá toda melada, sua cadelinha… que bucetinha gostosa — murmurou ele com a boca grudada em mim.

Eu rebolava na cara dele enquanto continuava mamando as outras duas rolas. Meu queixo tava todo babado, lágrimas escorrendo, mas eu não parava. Chupava mais fundo, engasgando gostoso, sentindo as pirocas latejarem na minha garganta. Meu cuzinho piscava de tesão, minha bucetinha latejava na boca do Lucas. Eu tava no paraíso: de joelhos, sendo usada na boca e na xana ao mesmo tempo por três machos gostosos.

— Olha como ela mama… parece uma atriz de filme pornô — riu o Mateus, segurando minha cabeça e socando mais fundo.

Eu só gemia em volta das rolas, concordando. Eu me sentia uma uma putinha tarada sem nenhum pudor, de joelhos, babando e rebolando na cara de um garoto enquanto chupava os outros dois.

E quanto mais eles me usavam, mais mel escorria pela minha coxa e mais eu queria ser arrombada.

Pedrinho me levantou pelos cabelos, me virou de costas pra ele e me empurrou contra a pia do banheiro. Levantei a saia sozinha, empinei bem minha bunda empinada e abri as pernas, mostrando minha bucetinha rosada e melada.

— Agora a gente vai te foder de verdade. Vai dar gostoso pra nós, né putinha? — ele perguntou, já esfregando a cabeça grossa da rola na minha entradinha.

— Voi sim… me fode bem gostoso, Pedrinho. Enfia tudo nessa bucetinha que tá pingando pra você — respondi dengosa, olhando pra trás com carinha de safada.

Ele segurou minha cintura e socou de uma vez. A rola dele entrou fundo, esticando minhas paredes quentes e molhadas. Soltei um gemido alto, quase um grito abafado:

— Aaaahhh… que delícia!

Pedrinho começou a meter forte, batendo fundo, fazendo minhas coxas tremerem a cada estocada. Meu grelo latejava loucamente enquanto ele me arrombava. Ao mesmo tempo, o Mateus veio na frente e enfiou a rola na minha boca, fodendo minha garganta no mesmo ritmo. Eu tava sendo usada nos dois buracos, babando pra caralho, mas rebolando pra trás pedindo mais.

— Isso, vai… mama essa rola enquanto leva na buceta, sua vadia — grunhiu o Mateus.

Depois de uns minutos me socando gostoso, Pedrinho saiu de dentro de mim e o Mateus sentou no chão, encostado na parede. Eu nem esperei mandarem. Subi em cima dele de costas, segurei a piroca grossa dele e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. Quando sentei até o fundo, soltei um gemidinho manhoso:

— Ai que rola grossa… tá me enchendo todinha…

Comecei a cavalgar ele, subindo e descendo, rebolando no colo do safado. Meus peitinhos pulavam pra fora da blusa, e o Lucas e o Pedrinho mamavam neles enquanto eu quicava. Levava tapas estalados na bunda, puxavam meu cabelo, enfiavam os dedos na minha boca. Eu tava delirando.

— Mais forte… me fode mais forte! — implorei, quicando cada vez mais rápido.

A rola grossa do Mateus entrava e saía fazendo barulho molhado, meu mel escorrendo pelas bolas dele. Meu grelo roçava na base da piroca a cada descida e eu já tava quase lá. Pedrinho enfiou dois dedos no meu cu enquanto eu cavalgava, e foi o suficiente pra me jogar no abismo.

— Aaaahhh… tô gozando! Não para, por favor, não paraaa! — disse, a voz saindo rouca.

Meu corpinho inteiro tremeu violentamente. A bucetinha apertou forte em volta da rola do Mateus, dando espasmos fortes, latejando sem parar. Senti um esguicho quente escorrendo pela piroca dele, molhando tudo. Minhas pernas bambearam, os olhos reviraram, e eu continuei quicando devagar enquanto o orgasmo me atravessava inteira, gemendo alto, sem conseguir controlar os tremores.

— Porra, ela gozou pra caralho… tá apertando minha rola toda — gemeu o Mateus, segurando minha cintura e socando de baixo pra cima enquanto eu ainda gozava.

Eu só conseguia gemer e tremer, completamente derretida, a bucetinha pulsando e melando tudo, feito uma puta.

Eles não me deram nem tempo de recuperar o fôlego depois do gozo. Pedrinho me puxou pelos cabelos, me colocou de pé. O Lucas deitou no chão e o Pedrinho mandou eu sentar nele. Fiz o que ele mandou, abrindo bem minha bucetinha ainda pulsando. O Lucas enfiou a rola grossa de uma vez na minha xaninha melada.

— Aaaahhh… isso… me fode a bucetinha! — gemi alto, abraçando o pescoço dele.

Enquanto o Lucas socava forte, fazendo barulho molhado toda vez que entrava, Pedrinho cuspiu na mão, esfregou na cabeça da rola, abriu minha bunda e encostou no meu cuzinho ainda sensível.

— Relaxa esse cu, putinha… hoje ele vai levar junto — murmurou no meu ouvido.

Eu empinei mais a bundinha e respondi manhosa, voz tremendo de tesão:

— Enfia no meu cu, Pedrinho… me arromba os dois buracos ao mesmo tempo. Eu quero sentir as duas rolas me esticando.

Ele pressionou e foi entrando devagar. Senti meu cuzinho sendo aberto, aquela ardência gostosa misturada com o prazer de estar tão cheia. Quando ele meteu até o fundo, eu soltei um gemido longo e rouco:

— Aaaaiii que delícia… tô tão cheia… as duas rolas dentro de mim…

Eles começaram a meter sincronizados. Lucas socando minha bucetinha, Pedrinho arrombando meu cu por trás e eu punhetava e mamava no Mateus. Meu corpo balançava entre os dois, peitinhos pulando, grelo latejando loucamente. O som molhado dos dois buracos sendo fodidos ecoava no banheiro. Eu tava tremendo inteira, enquanto o mel escorria pelas coxas.

— Mais fundo… soca mais fundo nos dois! Me usa como uma vadia… ai que gostoso! — implorava sem vergonha nenhuma.

Depois de uns minutos naquela DP deliciosa, Pedrinho saiu do meu cu e mandou o Lucas se afastar um pouco. Ele me olhou com aquele olhar tarado:

— Agora a gente vai tentar enfiar duas no seu cuzinho, Paola. Abre esse rabo bem arrombado pra nós.

Meu coração disparou. Uma mistura de medo e tesão louco me invadiu.

— Não Pedrinho… vai doer… eu não trouxe lubrificante… — reclamei baixinho, mas minha voz já saía safada e meu cuzinho piscava de vontade.

— Relaxa, sua putinha. Só abre esse cu gostoso — ele mandou, beliscando meus bicos e esfregando meu grelo pra me deixar molinha.

O Mateus cuspiu bastante no meu cuzinho e depois trocou com o Lucas. Eles encostaram as duas cabeças grossas ao mesmo tempo na minha entradinha já esticada. Eu mordi o lábio, empinei a bunda e gemi:

— Vai… tenta… arromba meu cu com as duas rolas… eu quero sentir.

Eles pressionaram juntos. Senti um alongamento absurdo, uma ardência forte que me fez gritar:

— Aaaahhh… tá rasgando… ai caralho!

Uma cabeça entrou, depois a outra foi empurrando. Meu cuzinho queimava, esticava ao limite, as duas pirocas se roçando dentro de mim. A dor era gostosa pra caralho. Eu tremia inteira, pernas bambas, mas não mandava parar.

— Não para… soca mais… me arromba esse cu! Eu sou a vadia de vocês… aaaahhh! — gemia alto, quase chorando de tesão.

Eles conseguiram enfiar uns bons centímetros das duas rolas juntas. Meu cuzinho tava completamente dilatado, latejando em volta das duas picas. Eles metiam devagar, revezando, me abrindo cada vez mais. Eu só conseguia gemer e babar, o corpo todo suado e tremendo, o grelo tão inchado que parecia que ia explodir.

Eles me foderam assim por uns bons minutos, arrombando meu cu sem dó, me tratando feito uma biscatinha barata. E eu amava cada segundo.

Os três ficaram um bom tempo revesando no meu cu, deixando ele bem arrombado, até que ficaram loucos pra gozar. Pedrinho me colocou de quatro no chão do banheiro, segurou minha cintura com força e socou fundo no meu cuzinho já arrombado.

— Vou encher esse cu de porra, sua vadia gostosa! — rosnou ele, metendo cada vez mais rápido.

Eu empinava a bunda o máximo possível, gemendo feito uma cadela no cio:

— Isso, goza dentro… me enche todinha de leitinho quente… quero sentir leitinho no meu cu!

Ele deu mais umas estocadas e socou fundo, gemendo enquanto jatos grossos de porra quente batiam lá no fundo do meu intestino. Senti cada pulsada, cada jato enchendo meu buraquinho arrombado. Logo depois veio o Mateus, que meteu no meu cu também, descarregando tudo lá dentro. O Lucas foi o último, socando forte e gemendo meu nome enquanto esvaziava as bolas no meu cu já cheio de porra.

Quando ele saiu, meu cuzinho ficou piscando aberto, vermelho, inchado, com porra grossa escorrendo devagar pela minha bunda e coxas. Eu tava destruída, tremendo, mas sorrindo de tesão.

— Pega minha bolsa… — pedi com a voz rouca.

O Lucas pegou e me entregou. Tirei o plug que eu tinha trazido, cuspi em cima e soquei ele com força no meu cu arrombado. Senti a porra toda sendo empurrada lá pra dentro e o plug selando tudo. Meu buraquinho latejava em volta dele, apertadinho, guardando aquele leitinho quente dos três machos.

Me arrumei rapidinho no espelho, ajeitei o uniforme, limpei a baba do rosto e saí do banheiro com as pernas ainda bambas. Fui direto pra casa da Taty.

Assim que toquei a campainha, o padrasto dela abriu. Dei um oi educadinho, cara de boa menina, e subi pro quarto dela. Entrei, tranquei a porta e sorri safada.

— Oi putinha… trouxe um presentinho bem quentinho pra você.

Taty tava deitada na cama de shortinho e top, piercing brilhando. Seus olhos acenderam na hora.

— Nossa, eu amo presentinho…

Tirei toda a roupa na frente dela, subi na cama, tirei o plug devagar e me sentei direto na cara da minha amiga. Assim que meu cuzinho arrombado encostou na boca dela, relaxei e empurrei. Um jato grosso e quente de porra misturada escorreu direto na língua da Taty. Ela gemeu alto, segurou minha bunda e chupou com fome, engolindo tudo que saía do meu cu.

— Hmmm… que porra gostosa… me dá mais, sua vadia — murmurou ela com a boca cheia.

Quando esvaziei tudo, desci e ela me puxou pro beijo. A gente trocou aquela porra quente de boca, lambendo língua uma da outra, gemendo safadas.

Depois ela me colocou de quatro, rosto no travesseiro, bundinha empinada. Pegou o lubrificante, passou na mão inteira e começou a trabalhar meu cu já bem aberto.

— Hoje vai entrar fácil, né sua putinha arrombada…

Um dedo… dois… três… quatro… e logo a mão inteira dela deslizou pra dentro de mim sem quase resistência. Senti meu cuzinho engolir o pulso dela, aquele alongamento delicioso, a pressão funda que me deixava louca.

— Aaaahhh porra… soca tua mão no meu cu! Me fode com ela! — implorei, rebolando pra trás.

Taty começou a foder meu cu com o braço, entrando e saindo, girando, socando fundo. O barulho molhado era obsceno. Meu grelo latejava sem nem ser tocado. Minhas pernas tremiam violentamente.

— Isso… assim… mais fundo… tô virando tua cadelinha de punho… aaaaiii que gostooooso! — gemia baixinho.

Não aguentei nem cinco minutos. O orgasmo me acertou como um caminhão. Meu corpo inteiro convulsionou, o cu apertou forte em volta do braço dela, e eu gozei gritando no travesseiro, tremendo descontrolada, esguichando na cama dela. Fiquei uns segundos só gemendo e tremendo, completamente destruída de prazer.

Taty tirou a mão devagar, toda melada de porra e meus fluidos, e lambeu os dedos com cara de puta safada.

— Que recheio gostoso esse seu cu tem hoje…

Me vesti, dei um beijo nela e fui pra casa. Tomei um banho demorado, massageando meu cuzinho inchado com sabonete, sentindo ele ainda pulsar. Depois comi alguma coisa, assisti TV e, antes de dormir, me deitei nua na cama, abri as pernas e bati uma siririca gostosa lembrando de tudo. Gozei de novo, gemendo baixinho, meu cu contraindo de leve.

Dormi peladinha, bundinha empinada no colchão, sonhando com a próxima putaria.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Paola, a Putinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →