🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O SEGREDO DO MEU PINTINHO

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Heterossexual
Contém 3572 palavras
Data: 22/06/2026 00:06:07

Meu nome é Caio, tenho 28 anos, sou professor de educação física. Tenho 1,92m, ombros largos, corpo definido – o tipo de homem que as mulheres olham na rua e imaginam coisas. O problema é que a imaginação delas não corresponde à realidade. Meu pau tem 10 centímetros duro. Às vezes 11, se eu estiver muito excitado. Sempre usei isso como uma espécie de segredo, uma vergonha que carrego comigo desde a adolescência.

Na escola, eu era o grandão que todo mundo achava que tinha uma pirocona. Eu alimentava essa fantasia, contava vantagem, ria das piadas. Os caras me respeitavam, as meninas me olhavam. Eu era o "grandão" – e todos assumiam que, por baixo da calça, eu também era grande. Eu nunca corrigi ninguém. Deixava a fama crescer. Minha própria sombra era maior que meu pau, e eu gostava disso.

Até que um dia, a Rafaela, minha melhor amiga, descobriu a verdade.

Estávamos na aula de história, as luzes apagadas para um filme sobre a Segunda Guerra. O professor tinha avisado que quem dormisse perderia ponto – eu não ia perder. Ela se encostou em mim, colocou a cabeça no meu ombro e a mão na minha barriga. Eu senti o calor da mão dela através da camisa, os dedos descendo devagar, quase sem querer. Meu coração disparou. Eu não sabia se ela estava dormindo ou acordada. Até que os dedos dela encontraram o cós da minha calça e entraram.

Ela passou a mão por cima da cueca. Sentiu o volume. Ou melhor: sentiu a falta de volume. O dedo dela percorreu o comprimento do meu pau mole, pequeno, encolhido. Ela parou por uns três segundos. Depois, soltou uma risadinha baixa, quase um suspiro. Virou o rosto para mim, os olhos brilhando na penumbra, e sussurrou:

— É só isso?

Eu congelei. O ar saiu dos meus pulmões. Minha boca abriu, mas nenhum som saiu. Ela se virou de novo, como se nada tivesse acontecido, e continuou assistindo ao filme. Eu passei o resto da aula em choque, o suor escorrendo pela minha nuca, a mão dela ainda queimando na minha pele.

Quando a aula acabou, ela veio andando ao meu lado, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu não conseguia olhar para ela. O silêncio era pesado, sufocante.

— Você tá quieto — ela disse, com um sorriso.

Eu não respondi.

— Nossa, que pintinho pequeno, hein? E tu se gabando de ter uma pirocona — ela continuou, a voz cheia de deboche. — Quanto centímetros tem?

— Dez — eu respondi, a voz sumindo. — Dez duros.

Ela riu de novo. O som ecoou pelo corredor vazio da escola.

— Dez? Meu Deus, Caio. O que eu vou fazer com você?

Ela parou, me puxou pelo braço e me levou para um beco perto da escola. Era um lugar estreito, sujo, com uma parede de tijolos e uma lâmpada piscando. Ela me empurrou contra a parede.

— Quero ver isso de perto — ela disse, já abaixando a minha calça.

Meu pau pulou para fora. Mole ainda. Pequeno. Ela olhou, passou a mão, sentiu o peso. Depois, com o indicador e o polegar, começou a me masturbar.

O toque dela era macio, mas firme. Ela ria baixinho enquanto mexia os dedos, como se estivesse brincando com um brinquedo engraçado. Meu pau foi endurecendo – mas não cresceu. Ficou duro, apontando para cima, os mesmos 10 centímetros.

— Assim que é bom — ela disse, acelerando o ritmo.

Eu fechei os olhos, mordi os lábios. O prazer era intenso, diferente de qualquer punheta que eu já tivesse batido. A mão dela, a humilhação, o beco escuro – tudo se misturava num tesão que me fazia tremer.

— Vai gozar, pintinho? — ela perguntou, a voz provocante. — Vai gozar na minha mão?

— Vou — eu gemi.

— Então goza.

Ela apertou mais forte, acelerou o ritmo, e eu gozei. Jatos de esperma quente escorreram pelos dedos dela, pingaram no chão. Foi a gozada mais intensa da minha vida. Eu nunca tinha gozado tanto. Parecia que meu corpo inteiro estava se esvaziando.

Ela levantou a mão, olhou para os dedos cobertos de porra, e lambeu um deles.

— O que não tem de tamanho tem de porra, né? — ela disse, rindo. — Literalmente.

Eu fiquei ali, ofegante, encostado na parede, as calças ainda baixadas, o pau mole e pequeno pendendo entre as pernas.

Ela me deu um beijo no rosto – rápido, quase carinhoso – e saiu do beco sem olhar para trás.

Depois disso, nunca mais fui o mesmo.

Na semana seguinte, a história se espalhou. Rafaela contou para as amigas. As amigas contaram para os namorados. Os namorados contaram para os amigos. Em três dias, a escola inteira sabia. Eu era o grandão que tinha um pintinho de 10 centímetros. Meu apelido virou "Pintinho". Não era mais Caio. Era "Pintinho".

As meninas riam quando eu passava. Os caras faziam piada. "E aí, Pintinho, vai jogar basquete ou vai ficar na sombra?" "Pintinho, tu é alto, mas teu pau é baixinho." "Pintinho, tu deve ser bom de língua, porque de pau não é."

Eu nunca tinha sido tão humilhado. Mas, para minha surpresa, eu também nunca tinha sentido tanto tesão. Cada vez que alguém me chamava de Pintinho, meu pau endurecia. Eu ia para casa, me trancava no quarto, e me masturbava imaginando todas aquelas vozes me humilhando. Eu gozava mais forte do que nunca.

Foi quando comecei a ler contos eróticos sobre corno, sobre inversão, sobre homens com pênis pequenos que se tornavam passivos. Me masturbava imaginando cenas onde eu era humilhado, onde minha esposa era comida por um homem de verdade, onde eu limpava a porra dele com a língua.

A humilhação se tornou parte de quem eu sou. E, com o tempo, aprendi a abraçá-la.

Anos depois, eu já tinha superado a escola. Mas o apelido "Pintinho" me seguiu. Alguns amigos ainda me chamavam assim, e eu aprendi a rir junto. Foi na faculdade que conheci a Fernanda. Ela era dois anos mais nova, morena, peitos médios, uma bunda descomunal que me fazia perder o foco em qualquer conversa.

Ela começou a dar em cima de mim no primeiro dia de aula. Sentou ao meu lado, puxou papo, passava a mão no meu braço. Eu tentava evitar, me afastava, dava desculpas. Não queria passar por outra humilhação. Mas ela era insistente. Me convidava para sair, me chamava para festas, vivia me provocando.

— Você é tão alto, tão forte... deve ter um pauzão, né? — ela dizia, mordendo os lábios.

Eu desconversava, mudava de assunto, inventava que estava ocupado. Mas ela não desistia. Começou a me tocar mais, a se esfregar em mim quando dançávamos, a colocar a mão na minha perna quando estávamos sentados. Eu sentia o calor do corpo dela, o perfume, o desejo que ela exalava – e meu pau, pequeno e mole, se encolhia ainda mais de vergonha.

Uma noite, depois de uma festa, ela me levou para o quarto dela. Eu tentei recuar, dizer que estava cansado, que era melhor ir embora. Ela me empurrou na cama.

— Para de fugir de mim, Caio — ela disse, a voz rouca. — Eu sei o que você quer.

— Não é isso...

— É sim. Eu vejo você me olhando. Eu sinto você se esfregando em mim quando acha que eu não percebo.

Ela se ajoelhou na minha frente e começou a desabotoar a minha calça. Eu tentei segurar a mão dela, mas ela foi mais rápida. Puxou a calça, depois a cueca.

Meu pau pulou para fora. Mole. Pequeno. Os mesmos 10 centímetros que me assombravam desde a adolescência.

Ela olhou. Ficou em silêncio por alguns segundos. Depois, riu. Mas não foi um riso cruel. Foi um riso de descoberta, de quem acabou de encontrar um tesouro escondido.

— É só isso? — ela perguntou, segurando meu pau com dois dedos.

— São 10 centímetros — eu admiti, a vergonha queimando no peito. — Quando fica duro.

— Você é tão alto, tão forte... e tem isso aqui? — Ela passou o dedo na cabeça do meu pau, que começava a endurecer. — É quase fofo.

— Fofo?

— Fofo. E eu adoro.

Ela segurou meu pau com mais firmeza, começou a masturbar devagar, sentindo o tamanho, o formato. Meu pau endureceu rapidamente, mas não cresceu. Continuou pequeno, apontando para cima, os mesmos 10 centímetros.

— Olha como ele fica duro — ela sussurrou, a voz cheia de excitação. — Tão pequeno, tão duro, tão gostoso.

Ela se ajoelhou na minha frente, passou a língua na cabeça do meu pau, lenta e provocante. Depois, abriu a boca e engoliu tudo – tudo mesmo, porque cabia inteiro.

Eu arquei as costas, os dedos arrancando o lençol. A boca dela era quente, macia, e ela chupava com vontade, com tesão. Não tinha vergonha do tamanho. Pelo contrário, parecia excitada com ele.

— VOU GOZAR! — eu gritei.

— GOZA!

Gozei em segundos. O esperma jorrou na boca dela, grossos jatos que ela engoliu sem hesitar. Ela limpou os lábios, sorriu.

— O que não tem de tamanho tem de porra, né? — ela disse. — Você goza igual um touro.

— Você não está com vergonha de mim? — perguntei, a voz ainda trêmula.

— Vergonha? — Ela riu. — Caio, você é o homem mais gostoso que eu já vi. Sua altura, seu corpo, seu cheiro... e esse pintinho duro, babando, que cabe inteiro na minha boca e me faz gozar só de chupar.

Ela subiu em cima de mim, a boceta rosada e molhada.

— Quer ver o que eu faço com pintinhos?

Ela se ajoelhou na minha frente, abriu as pernas, e sentou na minha cara. A boceta estava na altura da minha boca, o cheiro forte, ácido, selvagem. Ela desceu o quadril, esfregando a boceta no meu rosto.

— Lambe — ela ordenou.

Obedeci. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris inchado, o períneo. Ela gemia alto.

— ISSO, CAIO! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE LAMBER A BUCETA DA SUA PUTA?

— AMO!

Ela rebolava na minha cara, o quadril se movendo em círculos, a boceta escorrendo na minha língua. Eu lambia, chupava, enfiava a língua fundo.

— VOU GOZAR! — ela gritou.

— GOZA!

Ela gozou. O líquido claro jorrou na minha boca, no meu queixo. Engoli tudo. Ela desceu, beijou minha boca molhada, e se deitou ao meu lado.

— Você é meu, pintinho — ela disse. — E eu vou cuidar de você.

Nos dias seguintes, Fernanda ficou mais próxima, mais íntima. Ela adorava me provocar, me chamar de pintinho na cama, me fazer gozar com a boca e com as mãos. Mas eu sabia que ela sentia falta de algo. De ser preenchida de verdade.

Um sábado, ela me puxou pelo braço.

— Vamos a um lugar.

— Onde?

— Você vai ver.

Ela me levou a um sex shop. Entramos, e o ar condicionado gelado contrastava com o calor do meu corpo. As prateleiras estavam cheias de brinquedos, lingeries, filmes. Ela foi direto para a seção de consolos.

— Precisamos de dois — ela disse, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Dois?

— Um médio. E um grande.

Ela escolheu um consolo de 16 centímetros, médio, e outro de 22 centímetros, grosso, preto, veiado.

— Por que dois? — perguntei.

— Porque eu preciso ser preenchida. E você precisa me ajudar.

Ela pagou e saímos. No carro, ela segurou minha mão.

— Eu te amo, Caio. E eu amo o seu pintinho. Mas minha buceta é grande, funda. Eu preciso sentir algo dentro de mim. E você vai me ajudar com isso.

Naquela noite, ela me deitou na cama, me fez usar uma calcinha fio dental preta, e começou a brincar com os consolos.

— Você vai ver como é bom — ela disse, passando lubrificante no consolo médio.

Ela se deitou de costas, abriu as pernas, e enfiou o consolo na boceta. O plástico entrou devagar, e ela gemeu.

— ISSO, CAIO! ASSIM!

— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?

— AMO!

Ela metia o consolo em si mesma, rápida, funda. Eu assistia, o pau duro dentro da calcinha.

— Agora você — ela disse, me puxando. — Você vai meter em mim. Enquanto eu uso o consolo no meu cu.

Ela enfiou o consolo grande no cu, e eu enfiei meu pau pequeno na boceta dela. Era uma sensação estranha, deliciosa – sentir o plástico de um lado e minha carne do outro. Ela gozou em minutos, e eu gozei dentro dela.

Depois, ela usou os dois consolos em mim. Me fez sentir o que é ser preenchido. E eu adorei.

Um fim de semana, Fernanda veio passar o tempo em minha casa. Ela tinha um trabalho da faculdade para fazer e pediu meu computador. Eu fui jogar bola com os amigos.

Quando voltei, encontrei ela sentada no sofá, os olhos vermelhos, as pernas abertas, a mão na calcinha molhada. O computador estava aberto ao lado.

— O que aconteceu? — perguntei, preocupado.

Ela me olhou com os olhos brilhando.

— Eu vi os contos, Caio.

— Os contos?

— Os contos eróticos que você guarda. Sobre pintinho. Sobre calcinha. Sobre xixi. Sobre lamber axila. Sobre menstruação. Sobre inversão.

Meu coração parou.

— Eu... eu posso explicar...

— Você não precisa explicar — ela disse, a voz rouca. — Eu li tudo. E eu gozei três vezes.

— Três vezes?

— Três vezes. Só de ler.

Ela se levantou, veio até mim, passou a mão na minha calça.

— Você quer ser corno?

— Não... eu não sei...

— Você quer usar calcinha?

— Sim — eu admiti.

— Você quer lamber axila?

— Sim.

— Você quer lamber buceta gozada?

— Sim.

— Você quer que eu faça xixi em você?

— Sim.

— Você quer ser comido?

Fiquei em silêncio. Depois, falei baixinho:

— Sim.

Ela me beijou.

— Então hoje você vai ter tudo.

Ela me levou para o quarto, me despiu, e me fez vestir uma calcinha fio dental preta – a mesma que ela tinha comprado no sex shop. O tecido minúsculo mal cobria meu pau, o fio dental entrava entre as nádegas, subindo até meu cu.

— Anda — ela ordenou.

Andei. A calcinha roçava no meu pau, no meu cu.

— Vira.

Virei. Mostrei a bunda. O fio dental sumia entre as minhas nádegas, deixando meu cu completamente exposto.

— Linda — ela disse. — Agora ajoelha.

Ajoelhei na frente dela. Ela levantou o braço. A axila apareceu – suada, com aquele cheiro forte que eu amava.

— Cheira.

Enfiei o rosto na axila dela. Cheirei fundo. O cheiro era salgado, ácido, selvagem. Meu pau endureceu dentro da calcinha.

— Lambe.

Passei a língua na axila dela. O gosto era intenso, delicioso, proibido. Eu gozei – sem ninguém tocar no meu pau. Só com o cheiro e o gosto da axila dela.

— Você gozou só de lamber minha axila? — ela perguntou, surpresa.

— Sim.

— Você é mesmo um pervertido. E eu adoro.

Ela se sentou na cama, abriu as pernas, e colocou a mão na boceta.

— Ainda não estou menstruada — ela disse. — Mas quando tiver, você quer lamber?

— Quero.

Ela enfiou o dedo na própria boceta, imaginou que tinha sangue, e colocou na minha boca.

— Chupa.

Chupei. Imaginei o gosto metálico, forte, delicioso. Gozei de novo.

— Agora eu vou fazer xixi em você — ela disse.

Ela me deitou de costas, abriu as pernas sobre o meu rosto, e mijou. O jato quente acertou minha boca, meu nariz, meu queixo. Engoli tudo. O gosto era salgado, intenso, inesquecível. Gozei de novo.

— Pronto — ela disse. — Agora você é meu.

— Sou todo seu.

— E você vai ser comido.

Ela pegou o consolo grande, passou lubrificante, e enfiou no meu cu.

— ISSO, FERNANDA! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?

— AMO!

Ela metia rápido, fundo. O consolo entrava e saía do meu cu. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol.

— IMAGINA QUE É UM HOMEM — ela disse, ofegante. — IMAGINA QUE É UM HOMEM DE VERDADE TE COMENDO.

— ESTOU! ESTOU IMAGINANDO!

— IMAGINA ELE ENFIANDO O PAU NO SEU CU!

— ESTOU! ESTOU IMAGINANDO!

— VOU GOZAR! — eu gritei.

— GOZA!

Gozei – o esperma jorrou na minha barriga. Só com o consolo no meu cu.

Ela tirou o consolo devagar, beijou minhas costas.

— Pronto — ela disse. — Agora você perdeu as pregas.

— Perdi mesmo?

— Perdeu. E foi maravilhoso.

Ela se deitou ao meu lado.

— E amanhã a gente chama o Carlos.

— Quem é Carlos?

Ela sorriu, os olhos brilhando.

— Meu ex. A gente namorou por dois anos. Ele é alto, forte, e tem um pau de 22 centímetros. A gente terminou porque ele era muito ciumento, mas a gente sempre transou bem. E eu sei que ele ainda quer me comer.

— E você quer?

— Quero. Mas não por mim. Por você. Porque eu quero ver você sendo comido por ele. Quero ver seu cu apertado engolindo aquele pau enorme. Quero ver você gozar só de ser penetrado.

Meu pau endureceu na hora.

— Você quer ser corno?

— Quero. Você quer?

— Quero.

— Então amanhã você vai ser corno de verdade.

No dia seguinte, Carlos chegou às 20h. Ele era alto, forte, com mãos grandes e um jeito dominador. Quando entrou, me cumprimentou com um aperto de mão firme.

— E aí, Caio — ele disse, com um sorriso safado. — A Fernanda me contou tudo. Você quer ser comido?

— Quero.

— Então vai ficar de joelhos.

Ajoelhei. Ele tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 22 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa. Nunca tinha visto um pau tão grande ao vivo.

— Cheira — ele ordenou.

Enfiei o rosto no pau dele. Cheirei fundo. O cheiro era forte, salgado, masculino.

— Lambe.

Passei a língua na cabeça do pau dele. O gosto era intenso.

— Agora chupa.

Chupei. A boca quente, a língua dançando, o pau dele pulsando na minha garganta. Fernanda assistia, a mão na calcinha.

— ISSO, CAIO! — ela disse. — CHUPA BEM!

Carlos segurou minha cabeça, socou fundo na minha garganta.

— VOU GOZAR! — ele gritou.

— GOZA! — Fernanda ordenou.

Carlos gozou na minha boca. O esperma jorrou – quente, grosso, abundante. Engoli tudo.

— Agora é minha vez de te comer — ele disse.

Ele me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu e no pau dele.

— Vai doer um pouco — ele avisou.

— Pode doer.

Ele enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer.

— ISSO, CARLOS! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?

— AMO!

Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau de 22 centímetros entrava e saía do meu cu.

Fernanda assistia, a mão na boceta.

— OLHA, CORNO — Carlos disse. — OLHA COMO ELE ESTÁ GOSTANDO.

— ESTOU VENDO!

— ELE É MINHA PUTA AGORA!

— ELE É!

— ENTÃO TOMA!

Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete.

— VOU GOZAR! — eu gritei.

— GOZA!

Gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o pau de Carlos no meu cu.

Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.

Carlos tirou o pau do meu cu. A porra escorreu. Ele se virou para Fernanda.

— Agora vem sua puta. Tu me largou para viver com um corno manso e viadinho. Deixa eu te comer. Vem dar para um pica de verdade. Sei que tu queres. Minha rola é maior que a dele.

Fernanda sorriu. Ela se ajoelhou na frente de Carlos, abriu a boca e chupou o pau dele – ainda molhado do meu cu. Ele gemeu.

— ISSO, FERNANDA! ASSIM!

Ela chupou com vontade, com tesão. Depois, se virou. Empinou a bunda.

— Me come — ela disse.

Carlos enfiou o pau na boceta dela de uma só vez. Ela gritou.

— ISSO, CARLOS! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA PELO SEU EX?

— AMO!

Ele metia rápido, fundo. Eu assistia, a mão no meu pau.

— OLHA, CORNO — Carlos disse. — OLHA COMO ELA ESTÁ GOSTANDO.

— ESTOU VENDO!

— ELA É MINHA PUTA AGORA!

— ELA É!

— ENTÃO TOMA!

Ele meteu mais forte. Fernanda gozou. Carlos gozou dentro dela.

— Agora no cu — Carlos disse.

Ele virou Fernanda de bruços. Enfiou o pau no cu dela.

— ISSO, CARLOS! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE DAR O CU?

— AMO!

Ele metia rápido, fundo. Fernanda gemia, os dedos arrancando o tapete. Eu me ajoelhei na frente dela.

— Enquanto ele te come, você vai chupar o meu pau.

Fernanda enfiou meu pau na boca, chupando com vontade, enquanto Carlos metia no cu dela.

— VOU GOZAR! — Fernanda gritou.

— GOZA!

Ela gozou. Carlos gozou dentro do cu dela. Eu gozei na boca dela.

Os três caíram no tapete, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra.

Uma semana depois, Fernanda me ligou.

— Amor, estou menstruada. Você quer vir lamber?

— Quero.

Cheguei na casa dela. Ela estava deitada na cama, de pernas abertas, a calcinha manchada de sangue.

— Cheira — ela ordenou.

Enfiei o rosto na calcinha. Cheirei fundo. O cheiro era metálico, forte, selvagem. Meu pau endureceu na hora.

— Lambe.

Passei a língua no tecido. O gosto era forte, ácido, delicioso.

— Tira a calcinha.

Tirei. A boceta dela estava suja de sangue – os grandes lábios avermelhados, o clitóris inchado.

— Agora lambe a minha boceta. Tudo.

Enfiei a cara na boceta dela. Lambi o sangue. Chupou. Enfiei a língua. Ela gemia alto, as mãos no meu cabelo.

— ISSO, CAIO! ASSIM!

— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?

— AMO!

Lambia cada gota. Não parei até ela gozar. O sangue e o lubrificante escorreram pela minha boca.

— Engole — ela ordenou.

Engoli. Gozei sem ninguém tocar no meu pau.

Ela se sentou na cama, abriu as pernas.

— Agora você vai usar o consolo em você. Eu quero ver.

Peguei o consolo, passei lubrificante, deitei de bruços e enfiei no meu cu.

— METE! — ela ordenou.

Metti. O consolo entrava e saía. Eu gemia.

— MAIS RÁPIDO!

Acelerei. Gozei – o esperma jorrou no lençol.

— Pronto — ela disse. — Agora você é minha puta de verdade.

— Sim, senhora.

— Toda semana a gente faz isso. Quando eu estiver menstruada, você lambe. Quando eu não estiver, você come o meu cu com a língua e eu como o seu com o consolo.

— Combinado.

Ela me beijou.

— E na próxima, a gente chama o Carlos de novo.

— E ele vai me comer?

— Ele vai comer os dois.

Meu pau endureceu na hora.

— Você quer?

— Quero.

FIM

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive CasalBiSexPa a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →