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A puta da minha ex - parte 9

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Um conto erótico de Kevin Dramel
Categoria: Grupal
Contém 2738 palavras
Data: 22/06/2026 07:05:13
Assuntos: Grupal, Traição

Continuamos juntas amor, enquanto uma mamava um, outra mamava o outro e o terceiro nos revezávamos, Bernardo então falou que a gente devia tirar a roupa, que ficaria mais gostoso, nós rimos e eu fui a primeira a tirar o top, vivi tirou em seguida e foi aí que foi dada a deixa final, André mandou a gente se beijar, eu nunca havia beijado uma mulher, mas aquilo me excitou, ultimamente vc sabe amor, quando mais depravado e quanto mais putaria rolar, mais eu quero, com mais tesão eu fico.

—Vivi chegou perto e me deu um selinho, retribui e de selinho em selinho, começamos a nos beijar de língua, sentia aquela pele macia, os cabelos cacheados porém macios e o toque a aveludado daquela boca carnuda de uma mulher com expressões africanas, eu imaginava como um homem deveria gostar de receber um boquete dela, minha boca é pequena então eu tentava caprichar mas como ela tinha a boca grande, devia fazer sucesso. Enquanto nós duas nos beijávamos, os meninos arrancavam suas roupas e depois vieram arrancando as nossas, depois de ficarmos peladinhas, André veio por trás de mim e Bernardo atrás de vivi, e eu pude então sentir onde eu tava me enfiando, ou o que estavam enfiando em mim né kk, eu e vivi estávamos de frente uma pra outra quando André começou a colocar a piroca em mim, e ok que eu esteja acostumada a transar com o Manoel, mas sempre é um pouco desconfortável no começo ao receber uma rola tão grande, enquanto ele ia enfiando, vivi e eu nos beijávamos, então sentimos o pau de Roger entrar no meio das nossas bocas e ele falando que não ia ficar fora da brincadeira e mandou a gente continuar, nesse momento André já estava com o pau inteiro dentro de mim, começou a socar pra frente e para trás, enquanto eu e vivi chupávamos o pau do Roger juntas, nossas línguas, nossa baba, tudo se encontrava, eu sentia vira e mexe a língua dela esbarrando na minha, nossa baba pingava no sofá dada as circunstâncias, caralho amor, aquilo era demais, os meninos começaram a se revezar, hora um nos comia e outro era chupado, foram literalmente fazendo um revezamento das 22:00 até as 02:30 da manhã, quando depois de gozarem e todos estarmos pelados lá na sala conversando, perguntaram se nós duas já tínhamos dado o cu, nessa hora o meu chegou a coçar e pensei no quanto eu queria o caralho de André me arrombando, então vivi falou que nunca havia dado, que André tinha o pau muito grande e ela não havia tido coragem de fazer com outros amigos deles antes, eu disse que ela era boba e falei que amava dar o cu, os meninos ficaram doidos, e ela disse que imaginava que era bom mas que seria difícil dar pra uma piroca igual a de André, eu disse que aguentaria e ela duvidou, os outros meninos também duvidaram, olhei pro André que falou que nunca havia comido um cu também, fui beijar ele e enquanto punhetava falei que ia tirar o cabaça dele mas só se ele prometesse me dar leitinho no cu, ele riu me chamando de safada e puxou minha cabeça pra chupar o pau dele, enquanto isso senti outro pau na portinha do meu cu, era Bernardo, dizendo que ia ajudar a relaxar pra receber o pau do André, então eu segurei a bunda com uma mão de cada lado pra arreganhar bem e ele forçou pra entrar, enquanto ele forçava, como eu estava sem apoio das mãos, afundei o pau de André até a garganta, ele gemeu de prazer e disse que nem vivi enfiava inteiro na boca, que nunca havia sentido aquilo na vida dele, começou a foder minha garganta, eu chorava amor, chorava com aquele pau entalado na garganta, é muito grande e ia muito fundo, tão fundo quando do Manoel, depois que o pau dele estava estalando, ele levantou e amor, estava enorme, não sei se é ou não maior que o de Manoel, mas era muito grande, ainda vou descobrir e vou dar pros dois juntos, André então foi pra trás, Bernardo saiu e todos ficaram olhando, quando ele ia encostar a cabeça no meu cu, eu tive uma ideia.
—Gente, sempre quis fazer algo, vocês topam? - aí todos olharam meio que sem entender e eu finalizei - eu quero que ele coma meu cu do lado do Kevin lá no quarto com vcs vendo, vamos? Eu sei que é arriscado mas ele tá morto de bebado, não vai ver nada.
—Eles riram e fomos todos, entramos no quarto e eu fiquei de quatro do seu lado, olhando no seu rosto e torcendo pra você não acordar, parece que aquilo dobrou o tesão em André que veio empurrando a cabeça do meu pau como se fosse uma cobra pra dentro do meu cu. Quando estava com tudo dentro, começou a socar, eu gemia alto olhando pra você, Bernardo então quis ousar e veio por baixo, entrou embaixo de mim e enfiou o pau na minha buceta, começamos uma DP enquanto Roger comia vivi que mandou ele vir enfiar o pau com gosto da buceta dela na minha boca, ficamos nessa por um longo tempo, depois de todos revezarem, de todos me comerem nessa posição, o sol já estava raiando enquanto vivi e eu disputávamos quem chupava mais pau, todos com gosto do meu cu e da priquita dela, André, o mais pevertido de todos, disse que queria que gozassem todos na minha boca, assim foram um a um, deixei todos depositarem porra na minha boca e fui até Viviane, minha boca estava cheia amor, se eu mexesse a língua entornava, quando cheguei na frente dela, ela se abaixou um pouquinho e eu cuspi dentro da boca dela, então virei e ela cuspiu na minha, fizemos isso e vi André filmando esse momento, ele disse que amava ver vivi fazendo isso, já tinham feito com outras amigas, depois de mais algumas vezes, ela com metade e eu com metade da porra na boca, nós nos beijamos, engolindo e misturando aquela porra toda, tudo ali do seu lado príncipe. Quando acabamos os meninos já estavam se arrumando pra ir embora e eu e vivi continuamos peladinhas nos beijando, quando eles foram, ainda ficamos até umas 08:00 chupando o pau de André que me fodeu sozinho enquanto vivi tomava banho, ele queria um tempo comigo, enquanto ela tomava banho, ele socou de novo no meu cu, e ele adorava enfiar tudo dentro e tirar e depois socar de novo, ele disse que meu cu abraçava ele, e ele adorava enfiar tudo e depois sair e levar direto pra minha boca, era a tara dele, ele queria que eu sentisse o gostinho do meu cu, e me fez sentir o gosto bem profundo mesmo, fez isso várias vezes até gozar lá no meu intestino, antes de gozar, parecia que o pau dele era ainda maior, ele engrossava e pulsava como se quisesse explodir e explodiu em porra no meu cu amor, cheguei a sentir minhas entranhas quentes, ah quando vivi saiu do banho, antes de dormir, ela me disse que podíamos arcar mais vezes, que eu podia até vir dar pro André sozinha quando quisesse que ela percebeu o quanto ele havia gostado de me foder e que são um casal liberal amor.

Enquanto ela falava isso, o motorista parecia que ia morrer de bater punheta e como eu já tinha gozado, ela piscou pra mim e perguntou se ele queria uma mãozinha, mas só a mão, e ele é claro, respondeu que sim, então Luana colocou a mão pra frente e chegou perto do ouvido dele, começou perguntando se ele tinha achado ela bonita, se estava curtindo ouvir tudo que rolou com ela no dia anterior, ele dizia que sim, que estava morrendo de tesão, perguntou se era tudo verdade e se ela era garota de programa pra ser tão puta assim, ela disse que não, que só era uma jovem mulher descobrindo o sexo e a putaria, nesse clima, com o carro no trânsito ainda, ele fez um pedido que eu jamais imaginei que ela aceitaria, ele pediu pra ela ir chupar ele, ele era meio nerdola, ela me olhou, pensou e pulou pro banco da frente, eu não acreditava naquilo, mas era a oportunidade perfeita de ver de perto ela em ação, Luana então foi abaixando, e o motora viu que ela faria, então pediu pra ela tirar a roupa, ele disse que ouviu ela dizendo que gostava de exibição, perguntou se ela topava ali no trânsito também, ela disse que sim com uma carinha de safada, entendi que ela estava se divertindo muito com aquilo.

Luana tirou a roupa inteira, ficou peladinha no banco do carona, o trânsito parado ainda, nos dava tempo de fazer o que quer que fosse, então de quatro no banco do carona, ela abaixou e começou uma punheta, bem babada no motorista do uber, depois colocou na boca e começou a chupar o pau dele, quando ele abaixou os vidros da frente, os carros em volta podiam ver uma bunda branca linda e a buceta de Luana, também podiam ver a cabeça dela pra cima e pra baixo mas não podiam ver quem fazia aqueles movimentos, aquilo me excitou muito e agora quem batia uma punheta alucinada era eu, um motoboy passava do lado direito parou e começou a mexer com os dois, chamando ela de gostosa e falando outras palavras de baixo calão, meteu a mão na bunda dela pela janela e deu um tapa, ela chegou a olhar pra trás na hora e depois virou de novo, um outro motorista de outro carro ficou filmando com o celular e outras pessoas viram a situação, que durou pouco, por que o menino rapidamente gozou na boca dela, mas que pra mim pareceu uma hora inteira, aquilo quase me deixou louco.Ao chegarmos em casa, ele pediu o número de Luana que não passou, mas ele insistiu que ela pelo menos pegasse o dele e que sempre que precisasse de uber, podia ligar pra ele que ele viria de graça, só bastava outra chupetinha dessa, ela riu e subimos, cada um pro seu AP.

Os próximos meses foram muito intensos, pra toda baladinha que Vivi e André iam, chamavam eu e Luana, sempre que dava, faziam Luana dormir na casa de vivi ou de André, em muitas vezes eu não podia ficar por que precisava ou trabalhar no outro dia, então ela ia pra casa deles e por lá ficava até o dia seguinte, quando aí sim eu ficava sabendo oq havia rolado com eles, geralmente ela ficava com os dois sozinhos mesmo, André pelo que Luana me contava, havia tomado um gosto por comer ela, principalmente o cuzinho dela, ele gostava tanto que começou a dar alguns presentes pra Luana, ele e vivi compraram alguns plugs anais, calcinhas, até vestidos e shorts curtos que ele gostava, compraram pra ela também, ela e vivi até combinavam de ir com roupas iguais apenas em cores diferentes pras baladas, só para agradar o André, mas claro, sem que eu soubesse de nada, na cabeça dos dois eu era só o corno bobo.

Num determinado fim de semana que iríamos pro sítio, Luana me chamou e disse que vivi e André chamaram ela pra ir pra casa deles na sexta, para aproveitar que os pais dela iriam sair, ela me olhou e veio me pedir pra não irmãos pro sítio, que queria ficar e ir pra casa deles, entendi que eu ficaria alheio ao que iria rolar o fim de semana todo, mas concordei, logo depois que os pais dela foram embora, ela veio em dizer que iria ainda naquele dia pra casa deles, que havia mandado mensagem pedindo o uber amigo pra ir buscar ela e levar até a casa deles.

- que Uber amigo? - perguntei.

- Aquele amor, Thiago, lembra ? Que eu chupei no carro. Vivi me disse que queria que eu chegasse bem piranha, por que André tá todo galudo, eu pensei que ir já fazendo alguma safadeza no caminho vai me ajudar a entrar no clíma, tem problema ?

- Nada amor, mas como você vai fazer ? O que quer fazer ? - perguntei.

- Eu te conto no domingo depois da missa, antes disso, não vamos nos falar, tá ? - ela me explicou seus planos, ou seja, eu ficaria sem notícias.

Logo em seguida o interfone da casa dela tocou e saímos, ela desceu, vestia um vestido curto, colado ao corpo, sem usar nada por baixo, ele tinha um decote enorme nas costas que ia até a o cox quase na barra da calcinha, embora ela não usasse nada mas só pra terem referência do tamanho, mas não mostrava muito na frente, mas a saia do vestido devia ter uns 20cm, era a conta de tampar a buceta e a bunda dela e só. O fim de semana foi passando, sem que eu tivesse notícias, as mensagens que mandei nem chegavam, ela havia desligado a internet, no sábado à tarde notei que as mensagens haviam chegado pra ela e mandei mais uma que logo não chegou também, pelo jeito havia ligado e desligado a internet rapidinho, no sábado a noite recebi uma ligação dela.

- Oi amor, tudo bem? - perguntou ela me ofegante.

- Oi bebê, tudo e você ? - perguntei.

- To bem também, está fazendo oq de bom vida? - perguntou ela.

- Estou vendo TV e comendo pipoca, e você ? - tentei entrar na brincadeira sem entender o que estava rolando ainda.

- Ah amor, papai tá fazendo churrasco e mamãe me pediu pra ajudar ela a lavar a louça! - nesse momento ouvi um barulho como se fosse de alguém socando o pau em alguém, sabe ? Tipo da púbis batendo na bunda, aquele clap, clap, clap - por isso esse barulho todo amor!

- Sério amor? Tadinha, mas tá frio aí ? - perguntei entendendo que ela estava sendo fodida.

- Ta nada amor, acredita ? Tá um calor danado, tá quente - ela arfava - muito quente, aproveitei até pra fazer alguns exercícios - ela já não estava conseguindo disfarçar muito bem - amor, te amo, vou desligar, preciso - ouvi um tapão - ai, deixei cair um negócio no meu pé - não ouvi mais nada.

- Amor, tá aí? - perguntei

- To sim príncipe, desculpa, quase me machuquei aqui, eu te amo tá? Vou ir tomar um banho aqui, acabei agora e preciso me lavar, tô toda melada, de suor ! - vi que ela completou antes que eu pudesse falar algo e desligamos.

Que doideira, enquanto eu estava sozinho em casa, ela estava levando rola, a não sei quanto tempo, sem me falar muita coisa, no domingo levantei cedo, fui correr e quando voltei, resolvi algumas coisas da faculdade, passei o dia inteiro sem receber nenhuma mensagem de Luana que só foi chegar às 18:40, pouco tempo antes dos pais dela chegarem, quando chegou, me mandou mensagem dizendo que já estava em casa e eu desceria as 19:20 pra irmos à missa e assim fizemos, logo após a missa, fomos lanchar e voltamos pra casa, ela ainda não havia parado pra me contar nada e só fomos conversar sobre, passamos a semana igual a semanas antes, ela sumiu alguns dias, em outras nos viamos e fazíamos algo juntos, e na sexta-feira seguinte, ela veio me dizer que iria sair sozinha com Sidney e Viviane, que haviam chamado ela pra ir prum motel e me perguntou se estava tudo bem, eu disse que sim mesmo um pouco ressabiado, falei que estava com saudades dela e ela me disse que também estava de mim e que daria um tempo disso depois desse fim de semana.

E foi mais um fim de semana daqueles, um longo fim de semana até o domingo, quando ela chegou em casa, havia dito aos pais que iria dormir na casa da vivi que eles já conheciam então não teve muito problema, chegou no domingo como se nada houvesse ocorrido, as 18:00 novamente. Caralho, isso tinha começado a me incomodar, eu agora já não tinha tempo direito com ela durante a semana e no fim de semana começou esss putaria também? Chamei ela pra questionar e então ela começou a chorar, eu não conseguia entender o motivo, era um choro copioso, de soluçar, fiquei preocupado por que não entendi o que tava rolando e ela então soltou uma única frase:

- eles vão embora ! - disse ela.

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