Estava deitada ao lado de meu filho após ele usar meu segundo buraco, minha boca, injetando uma boa dose de esperma em minha garganta e meu estomago. Após Leo dizer que tinha uma lista enorme do que queria fazer comigo todas as vezes que me amarrasse, dei a resposta que deveria dar, mas não mais a que eu queria pois estava irremediavelmente viciada nas sensações que ele me proporcionou realizando meu fetiche antigo.
– Já disse que será a única vez. Não importa que eu goste, sou casada e tenho um marido.
Deitado a meu lado ele acariciava meu corpo amarrado sem poder me mexer.
– E já te disse que quem decide sou eu. Só não vou repetir se você me colocar para fora de casa e não tiver como te amarrar. Por ora, só eventualmente, mas se descobrir que meu pai está te traindo vai ser frequente. Teremos muitas oportunidades de realizar os meus e os seus desejos que descreveu em suas histórias. Nelas, seu cuzinho, como você o descreve, é sempre usado. Você já fez anal?
Meu rabinho rosa piscou.
– Sim, fiz muitas vezes com seu pai, mas reduziu bastante a frequência, só que seu pau é muito maior. Será como se não tivesse feito.
– Eu vou usar sua bunda e gozar nela, mesmo se doer, ou seus desejos estarão incompletos.
– E importa o que eu penso, perguntei como se pouco importasse ou até que não quisesse, mas Leo tinha razão e só o usando completaria meus desejos depravados que ficaram guardados desde adolescente, mais jovem do que ele era naquele momento.
– Não, não importa o que você pensa, mas eu me importo e por isso comprei um gel na farmácia para facilitar e não te machucar. Tinha com anestésico, mas você precisa sentir dor para se sentir usada. Foi quando saí ontem à tarde após ler seus contos e também comprei essas cordas e algemas no sexshop. Já volto.
Leo se levantou e foi até seu quarto me deixando com o cuzinho piscando. Ao chegar de volta colocou a bisnaga no colchão e começou a me manipular para me colocar de quatro como queria. Teve um momento que eu não tinha nenhum dos membros amarrados e poderia tentar escapar, mas mesmo que eu realmente quisesse, Leo é muito mais forte do que eu e jamais conseguiria e ainda poderia me machucar. Fora isso ele tomou seus cuidados.
– Se você tentar escapar, não vai conseguir e talvez eu nunca realize sua fantasia por completo, pois nunca comerei seu bumbum.
Meu filho era mal, excitantemente mal. Ele sabia que mesmo com minhas negações e meus protestos ele poderia me amarrar e me usar sempre que quisesse, principalmente depois que gozei enormemente sendo arrombada e depois só chupando seu pau engolindo seu esperma.
Se ele repetiria, eu sempre iria querer a opção completa e uso total de meu corpo para minha satisfação plena, anal incluso, então nem ameacei escapar. Quando terminou eu estava de quatro, novamente com os pulsos e tornozelos presos na cama. Tinha um pouco mais de espaço para mover meus membros, mas ele queria me usar daquele jeito.
Atrás de mim com o gel na mão, não fazia nada, então olhei por cima dos ombros e vi seus olhos vidrados em meu corpo bonito e sinuoso disponível para que ele fizesse o que bem entendesse e para que o usasse para satisfazer os desejos obscenos de sua jovem mãe.
Me excitei com seu olhar selvagem e cheio de cobiça por minha carne, o que seu pai há um bom tempo não manifestava daquela forma.
– Isso é covardia mãe. Se já não tivesse decidido que vou te usar sempre que me der vontade, teria decidido agora. Você é gostosa demais, ainda mais essa bunda redonda e perfeita que tanto cobicei de biquini na praia e na piscina, além de quando usa suas calças jeans apertadas. Não é só a bunda, mas os quadris largos, a cintura fina, suas costas lindas cheias de sardas e esse cabelo alaranjado espalhado nela. Nem uma mulher é como você, muito menos ruivas e olha que procurei ruivas bonitas e gostosas na internet, mas como você nunca achei.
Como ficar insensível a tamanha declaração envolvendo elogios imensos a minha beleza e uma declaração de desejo por meu corpo tão intensa? Ainda mais vindo de um homem lindo, jovem, másculo e ciente do que quer como meu filho.
– Seu safado. Desejando sua mãe desde novinho.
– Eu e meio mundo, falou espirrando o gel gelado direto em meu pequeno ânus.
– Aaaiiiiih, tá gelado.
– Já, já vai ficar muito quente. Até seu cuzinho é perfeito e de um rosa quase cor de chiclete, falou começando a espalhar com seus dedos abusados ameaçando o penetrar.
Para lubrificar também por dentro enfiou o dedo grande girando e melando tudo e já quase gozei ciente que meu cuzinho seria muito bem usado por meu filho, o que jamais tinha imaginado até 2 horas antes quando despertei amarrada.
– Ahhhh mãeeeee. Já gozei 3 vezes muito forte e mesmo assim acho que não vou conseguir segurar por muito tempo. Nunca imaginei que seria com minha mãe que realizaria meus desejos de amarrar e usar uma mulher.
Enquanto falava, Leo tirou o dedo, o vi enchendo seu pau de gel e o senti encostar em meu furinho traseiro. A mim, daquele momento em diante, só restava ser o instrumento vivo de prazer para aquele homem lindo e viril, então deixei de olhar para ele, soltei minha cabeça pendurada e aguardei.
Depois de escorregar muitas vezes a cada tentativa, ele conseguiu enfiar um pouquinho e sentindo que não escaparia mais levou as mãos a meus quadris agarrando minhas carnes com os dedos.
A pressão ia aumentando com cuidado e eu sabia que iria doer, mas queria tanto que ele tivesse mais esse seu prazer anal com meu corpo, que nada me faria desistir, nem sua imensa grossura.
– Aaaaahhhhhuuuuuummmmmmmmm, gemia sentindo minhas preguinhas se abrindo com sua glande penetrando sem ainda atingir a grossura do pau de seu pai, o que facilitava.
– Aaaahhhhh, que cuzinho gostoso mãe. Meu primeiro cuzinho.
Ainda não sentia o encaixe total de sua glande e a grossura que me abria já era mais do que eu já tinha recebido dentro de mim. De certa forma, para aquela grossura também ainda era virgem.
– Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, nunca tive nada tão grosso aí.
Foi nesse momento que me dei conta pela primeira vez de um grande problema. Anal, fazia tempo que não acontecia com meu marido, mas vaginal mesmo pouco frequente acontecia. Meu cuzinho ficaria arrombado e meu canal vaginal já estava. Mesmo sabendo da elasticidade de uma vagina dando à luz, dificilmente ela voltaria a ser como antes e meu marido poderia achar estranho. Faltavam ainda 3 dias para que ele voltasse e esperava que se quisesse sexo ao chegar, já tivesse pelo menos mais fechada.
De repente sinto o ploc de sua glande encaixando e mesmo ainda tendo entrado poucos centímetros, já me sentia aberta como jamais estive. Safado, meu filho deu um up em meu tesão quando largou uma das mãos de meu quadril e chegou aos meus cabelos ruivos, os juntou em um rabo e me segurou por ele.
– Ahhh minha linda mamãe. Você é uma potranca puro sangue linda e gostosa demais. Não vai ter um dia em minha vida que não vou lembrar de minha primeira vez com você. Ohhhhuuuu.
Nem eu esqueceria de muitas de minhas primeiras vezes terem acontecido com ele naquela manhã. Todo meu corpo desde o momento em que ele me fez gozar pela primeira vez com seus dedos estava em ebulição total.
Daquela manhã em diante eu viveria em pecado duplo traindo o marido que amava e fazendo sexo com o próprio filho toda vez que ele quisesse. Deus me ajudasse que eu conseguisse cuidar de meus dois homens do jeito que eles precisassem, no caso de meu filho, eu precisaria muito mais dele para realizar meus desejos obscenos.
– Aaaaaaaaahuuuuuuuuuu. Tão grande. A mamãe também não vai esquecer quando você realizou o grande sonho da vida dela filho, falei pela primeira vez assumindo a forma mais carinhosa dele me chamar.
Nos minutos seguintes ficamos quietos e o que se ouviam eram só nossos gemidos, sussurros e gritos de prazer. Eu não conseguia distinguir se sentia meu interior mais cheio de pau ou meu esfíncter mais esticado, os dois parecendo a beira do colapso apesar de todo o cuidado de meu filho.
– Ohhhh mãe. Só falta um terço. Meu pau está tão espremido que dóiiii.
Eu queria desesperadamente que ele colocasse tudo sem demora sabendo que iria gozar muito, então contei uma mentira para o despreocupar.
– Aaaaaammmmm. Está muito mais gostoso do que doendo.
Fez efeito, porque também ansioso por colocar tudo, Leo soltou meu cabelo e me segurando firme pela cintura, foi avançando, avançando, avançando até que colocou toda aquela imensidão dentro da mamãe.
A dor foi dilacerante, mas gritei foi de prazer, um prazer diferente de tudo o que já tinha sentido, mesmo no anal com seu pai. Eu me sentia aquilo que queria ser, um buraco quente, macio, apertado e gostoso para dar prazer ao homem primitivo que me tomava.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmm. Me usa. Me usa. Me usa filho.
Segurei meu gozo e só foi possível por ter gozado muito forte antes. Queria gozar junto com meu filho tendo também o prazer de o fazer gozar e me encher com seu esperma em meu último buraco.
Leo puxou o pau quase inteiro para fora, só deixando a glande encaixada e o encharcou todo de gel e então começou a usar divinamente meu cuzinho todo esticado em um vai e vem que ia aumentando vagarosamente, parecendo não querer gozar rápido demais.
– Ohhhh mamãe. Você é a mulher mais gostosa do mundo. A mulher perfeita. Uhhhhmmmmm.
Muitas vezes meu filho me fez sentir sendo usada como eu desejava naquela manhã, inclusive me dando orgasmos imensuráveis, mas em nenhum momento me senti sendo tão usada como naquele em que meu único papel era ceder meu cuzinho para que ele o usasse e gozasse.
O efeito era que quanto mais ele pensasse em seu próprio prazer apenas me usando para isso, maior era o meu tesão que atingia níveis estelares. Após uns 5 minutos, Leo não se conteve.
– Vou gozar mammãeeeeeeeeeee.
Assim que senti a quentura se espalhando dentro de mim, forrando meu último buraco, o prazer explodiu e tive um orgasmo violento, sonoro e o maior do que já tive em um anal.
– Usa meu cuzinho para gozar, usa, gritei com meu corpo tremendo tão forte que fazia a cama ranger.
O gozo ia longe e eu já lamentava que aquele era o final naquele dia da realização de meu fetiche de adolescente esperada por 20 anos de ser apenas 3 buracos para um homem viril e meu filho lindo e másculo se mostrou o mais viril de todos. E só precisei esperar tanto por conta do preconceito da sociedade e de meu marido, mas íamos recuperar o tempo perdido com certeza e nenhum preconceito nos impediria.
Minhas forças foram cedendo e meu corpo foi se deitando com dificuldade pelas amarras até ficar de bruços e Leo por cima encaixado indo e vindo em meu cuzinho até que meu orgasmo se foi.
Percebendo, saiu de mim me deixando tão aberta que sentia um frescor me penetrando. Deitado ao meu lado ele fungava tanto quanto eu e ficamos lá quietos pensando em nossas vidas, no que faríamos delas.
Já recuperados, Leo me surpreendeu e girando sobre mim com seu peitoral apoiado em minhas costas, segurou meu rosto e me beijou amorosamente por quase um minuto e então finalizou.
– Eu te amo mais do que tudo em minha vida mãe. Me desculpe por ter colocado um sonífero em seu suco.
Percebi que não pediu desculpas por me amarrar e me usar, algo que escrevi sobre os homens em meus contos, pois me faria sentir ter sido menos usada se o homem se arrependesse. Não ia também aliviar sobre o sonífero, mas ele já tinha prometido me imobilizar de novo em próximas vezes e tinha sido um sono tão bom aquela noite e o acordar foi ainda melhor. Só o fiz pensar um pouco.
– Foi uma dose segura?
– Pesquisei mil vezes mãe. Totalmente segura. Se pudesse te manteria a vida toda amarrada, falou sorrindo de seu exagero.
– Se você não vai me usar mais, sabe que meu fetiche termina aqui. Sem banho juntos, sem declarações, sem marcamos uma próxima vez e sem mais intimidades. Você matou o seu desejo e eu matei o meu. Ponto final.
Era assim com qualquer dos homens que criei nos contos, mas aquela era a realidade e de modo que jamais pensei escrever, o homem era meu filho e seria impossível não ter consequências, mesmo se mantivéssemos a mesma relação de sempre.
Como Leo tinha me prometido me usar outras vezes, sempre estaria a espera quando meu marido não estivesse. Se ele demorasse a me usar novamente, ficaria ansiosa esperando. Quando estivéssemos diante de seu pai certamente teríamos que não deixar transparecer nosso desconforto. Nossa vida tinha mudado, mas certamente gostava muito mais dela como se tornou.
– Sei que você aceitaria continuar sendo usada mil vezes hoje, mas essa foi sua primeira vez comigo e deve estar machucada ou pelo menos sentindo desconforto e não vou abusar.
Esse era um dos motivos pelos quais meu filho era o homem perfeito para realizar meu fetiche em todas suas variações.
– Obrigado por se preocupar comigo filho. Estou sim com alguns desconfortos, mas a realização de meu fetiche demorou muito, porem foi realizada muito melhor do que jamais imaginei.
Leo já estava em pé me soltando arrumando seus apetrechos de imobilização em minha cadeira, para certamente guarda-los para uma próxima vez.
– Nunca faria mal propositalmente a você mãe.
– Eu sei filho.
Quando terminou eu estava nua e só mudei de posição após horas amarrada, mas fiquei deitada. Segundo meu fetiche, nossa vida normal tinha voltado e Leo tinha entendido muito bem isso em meus contos.
– Quer que eu te ajude a arrumar a cama, afinal a culpa é minha.
– Não precisa, pois vou tirar tudo para lavar. Arrumo antes de dormir.
– Tem almoço na vovó hoje também, perguntou antes de sair pela porta de meu quarto.
– Tem sim.
– Horário de sempre?
– Sim respondi sorrindo.
– Combinado, falou também sorrindo enquanto me dava as costas e se ia mostrando seu bumbum lindo e firme.
Eu estava esgotada e dolorida, mas imensamente realizada, finalmente totalmente realizada. Não conseguiria esquecer pela vida toda o que aconteceu naquela manhã e esperava que tudo fosse como antes, mas só o tempo diria.
Quando me levantei da cama senti todo o drama. Estava muito esfolada e dolorida e tinha dificuldades para andar. Sob a água senti o ardor das fissuras em minha buceta e meu ânus, mas a verdade era que não me importava nem um pouco, feliz e satisfeita como nunca tendo sido maravilhosamente usada para dar prazer a um homem de minha extrema confiança.
Já era perto do meio-dia quando fui para a cozinha e estava com muita fome. Não encontrei Leo, mas fiquei feliz e emocionada por ele ter deixado o café da manhã todo pronto e arrumado para mim. Nos finais de semanas não era raro, mas não era frequente pois eu acordava mais cedo do que ele.
Nos encontramos na hora de ir para meus pais e ele se comportou absolutamente como sempre como se nada tivesse acontecido, de acordo com meu desejo de nenhum envolvimento sentimental.
Claro que ele percebeu que eu tinha dificuldades para andar, mas nada comentou e se ofereceu para dirigir até seus avós. Quando chegamos, logo minha mãe reparou meu modo de andar e já tinha a desculpa pronta que a personal da academia puxou demais e eu estava toda dolorida.
Em nenhum momento Leo fez qualquer insinuação ou me olhou diferente. Para ser sincera, era eu quem as vezes olhava para ele me lembrando de tudo e me excitando a cada dor que sentia. A situação era muito parecida com meus contos onde após me usarem os homens desapareciam ou se convivessem comigo, simplesmente ignoravam o que aconteceu.
No caso de Leo era diferente pois ele nunca desapareceria por ser meu filho e por morarmos juntos e já sabia que o próximo e o único homem a me usar na realidade seria ele, sempre e unicamente ele.
No trajeto de volta ele fez uma pergunta simples que me arrepiou até a alma.
– Mãe, quando o pai volta?
Poderia ser só curiosidade, mas também podia ser para que soubesse se ele teria chance de me usar antes de seu pai voltar, daí minha excitação pulsando minha bucetinha dolorida.
– Na quarta-feira.
Teríamos ainda 3 dias a sós o que daria muito tempo a ele. Nossa relação que em nada deveria ter mudado, mudou, nada que atrapalhasse meu fetiche e ainda por cima tivemos uma melhora na relação mãe e filho porque Leo começou a ficar menos no quarto e no computador e fazer mais companhia quando estávamos em casa, quase todas as tardes.
Eu fazia meu trabalho remotamente e ele ia a faculdade pela manhã e já na segunda-feira a noite ele me ofereceu novamente um suco e meu coração disparou, mas tinha a certeza que ele nada faria, porque eu ainda mostrava dificuldades de caminhar.
Também deixei o laptop de lado a noite, pois não vi necessidade de escrever situações imaginarias, com o tão desejado fetiche tendo sido realizada na realidade e sabendo que continuaria a ser realizado. O resultado foi que ficamos mais tempo juntos na sala de TV conversando e iniciando uma série que nós dois queríamos assistir.
Tomei o suco com minha buceta escorrendo, mas nada aconteceu me deixando lá no fundo com uma leve decepção. Na terça-feira tive quase a certeza que iria acontecer pois eu estava bem melhor, mas de novo tomei o suco e não me fez dormir. Não fiquei triste porque ele estava todo dedicado a mim, muito mais do que antes daquela manhã.
Na quarta-feira a tarde senti um leve mal humor em Leo e pensei que era porque seu pai chegaria no final da tarde. Ambos parecíamos ansiosos com sua próxima chegada, pois estaríamos diante de quem traímos.
Meu marido chegou e nos esforçamos para disfarçar nosso desconforto, mas ele estava cada vez mais aéreo com os assuntos familiares, focado na maldita nova fábrica de São Paulo. Cansado não quis sexo, muito diferente de anos atrás quando voltava de viagens de negócio e a primeira coisa que queria era fazer amor com sua esposa linda, quente e gostosa, como ele falava.
Cada dia mais recuperada e há dias sem sexo, nas tardes com Leo eu ansiava secretamente que ele me usasse novamente, mas por prudência ele evitava certamente sabendo que me machucaria mais uma vez até que eu me acostumasse com seu membro enorme.
Na quinta-feira durante o café da manhã ele me encheu de alegria maternal, mas não só.
– Mãe, frequentamos a mesma academia em horas diferentes. Não posso começar a frequentar com você e dividimos sua Personal, perguntou diante seu pai.
Fiquei muito animada com seu pedido, pois teríamos companhia e um animaria o outro naqueles dias de desânimo, mas como mãe tinha minhas obrigações.
– Você sabe que vou muito cedo, pois a tarde fico com preguiça. Só não vou na quarta-feira pois é meu dia de trabalho presencial. E suas aulas?
– Vai dar tempo, já que saio de casa as 7:30, mas se atrasar uns 10 minutos não tem problema pois as primeiras aulas sempre começam com 15 minutos de atraso.
Meu marido entrou na conversa.
– Nós fizemos faculdade e sabemos que é assim e o Leo sempre foi um ótimo aluno e responsável. Aceite e você terá companhia e um guarda-costas, brincou.
– É por ciúme, o provoquei.
– Não, depois de tanto tempo de casados não tenho mais ciúme. É só por praticidade mesmo.
Sua resposta me decepcionou profundamente pois sempre foi muito ciumento e segundo ele eu era uma mulher linda, gostosa e chamativa demais com meus cabelos ruivos e meu corpo cheio de curvas.
– Está bem Leo. Amanhã as 15 para as 6 esteja pronto.
Meu filho mostrou sua enorme felicidade dando um sorriso lindo e na manhã seguinte, uma quinta-feira, fiquei imensamente feliz de o encontrar esperando no horário marcado e fui feliz com ele para a academia. À noite, novamente meu marido não se interessou em fazer amor e nem na noite seguinte.
No sábado à noite durante o jantar ele veio com uma surpresa dizendo que teria que voltar para São Paulo na segunda-feira, pois a fábrica estava nas finalizações e as montagens de equipamentos iriam começar e teria que acompanhar.
Foi realmente uma enorme surpresa porque Pedro nunca tinha ficado tão pouco em casa e na fábrica em nossa cidade após voltar de São Paulo. Sua desculpa foi convincente e gostando ou não, tive que aceitar.
Talvez para amenizar o impacto do que contou no jantar, antes de dormir finalmente ele quis fazer amor e foi desastroso. O fogo em nós vinha se apagando lentamente nos últimos 2 anos. Fazíamos amor por nos amarmos e era gostoso e satisfatório, mas o ímpeto cada vez menor.
Naquela noite, parecíamos os dois estarmos fazendo amor por obrigação. Foi muito morno e o pior de tudo foi que seu pau já não me preenchia como antes e nem friccionava as paredes sensíveis de minha buceta depois dela ter sido arrombada pelo pau de nosso filho.
Juro que não pensei em Leo no lugar de seu pai entre minhas pernas no papai e mamãe. Sem aquela pegada deliciosa que meu marido tinha antes, não fiquei devidamente excitada e quando ele gozou a decepção final aconteceu quando senti muito pouco de seu esperma acabando de vez com minha pouca excitação. Não que sempre tivesse sido assim, pois nos bons tempos ele tinha bastante esperma, não como Leo, mas eu sentia a quentura me excitando.
Talvez, como eu, ele não estivesse muito excitado e pela primeira vez na vida fingi um orgasmo.
– Ahhhhhmmmmmmmmmmmmmmm, gemi sem falar nada.
Quando terminou ele me deu um selinho e um “eu te amo” desanimado e se levantou em seguida para se limpar.
Se não pensei em meu filho durante o sexo, naquele momento deitada insatisfeita e com o pouco esperma de meu marido dentro de mim, ele veio a minha mente de forma avassaladora já lamentando que estaria as sós com ele somente após um dia e meio.
Quando meu marido retornou, fui me lavar e chorei no banho porque o amava, mas aquela semente que Leo colocou em minha mente começou a brotar porque pensei pela primeira vez que ele realmente poderia ter outra mulher em São Paulo.
O domingo foi triste para mim e várias vezes Leo tentou saber o motivo e despistei porque meu marido estava por perto e não parecia se dar conta do porque eu estava triste.