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Sogro come o genro na frente do filho

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Um conto erótico de esmagador-de-bagos
Categoria: Homossexual
Contém 751 palavras
Data: 22/06/2026 15:52:51

Gabriel estava ajoelhado ao lado da cama, o coração batendo forte enquanto via o próprio pai dominando tudo. Saulo, seu namorado, estava de quatro bem no meio do colchão, bunda empinada alta, as costas arqueadas. O peito dele era liso e definido, mamilos escuros e duros roçando no lençol. Entre as coxas grossas e macias, a buceta dele brilhava, inchada de tesão, os lábios carnudos já entreabertos, pingando fiozinho claro.

Paulo, o pai de Gabriel, estava atrás dele, completamente pelado. A pica do papai era monstruosa: grossa, venosa, com a cabeça roxa e brilhante de pré-gozo, balançando pesada entre as pernas.

— Vem cá, filhinho beta — Paulo ordenou, voz rouca e debochada. Puxou Gabriel pelo cabelo com força, colando o rosto dele a poucos centímetros da buceta do namorado. — Olha bem de perto. Essa buceta que você só sabe dar beijinho e carinho… hoje o papai vai arregaçar ela direitinho.

Saulo rebolou devagar, olhando por cima do ombro com um sorriso safado.

— Isso, amor… fica bem pertinho. Quero que você sinta o cheiro da piroca do seu pai entrando em mim.

Paulo esfregou a cabeça grossa da rola na entrada molhada da buceta de Saulo, espalhando os sucos. Gabriel via tudo: cada centímetro da pica do papai forçando os lábios inchados, abrindo a buceta do namorado centímetro por centímetro.

— Porra… que buceta gulosa — Paulo grunhiu, metendo devagar até enterrar tudo. Saulo soltou um gemido longo e rouco, corpo tremendo.

Gabriel sentia o calor saindo da foda, o cheiro forte de macho e buceta molhada invadindo seu nariz. Paulo puxou ainda mais o cabelo dele, esfregando sua cara nos pentelhos grossos e suados do saco pesado.

— Lambe o saco do papai enquanto eu fodo o seu namorado, vai. Isso… língua pra fora, filhinho inútil.

Gabriel obedeceu, passando a língua quente e molhada pelo saco do pai, sentindo as bolas grandes subirem e descerem com cada estocada forte. O barulho molhado da pica do papai entrando e saindo da buceta de Saulo era obsceno.

— Olha como ele toma, Gabriel — Paulo riu, socando mais fundo, as bolas batendo contra o clitóris inchado de Saulo. — Essa buceta do seu namorado foi feita pra jeba de macho de verdade. Você só serve pra dar amorzinho e limpar depois.

Saulo gemeu alto, rebolando a bunda contra o corpo do sogro.

— Ai, sogrão… sua pica é tão grossa… me arregaça toda. Meu namorado nunca me fode assim. Ele só lambe e faz carinho.

Paulo deu uma risada baixa e virou o rosto de Gabriel com um tapa.

— Escutou isso, corno? Seu namorado prefere a pica do papai. — Ele meteu mais forte, fazendo Saulo gritar de prazer.

Saulo, com a voz entrecortada de gemidos, ordenou:

— Bate no seu filhinho, pai. Bate nesse corno enquanto você me fode.

Paulo não hesitou. Deu dois tapas fortes no rosto de Gabriel, depois mais um, deixando a bochecha vermelha enquanto continuava metendo fundo na buceta do genro. Gabriel gemia baixo, mas não parava de lamber o saco suado do pai.

— Patético — Paulo cuspiu. — Fica aí sentindo o cheiro da buceta do seu namorado sendo destruída pela pica do papai.

Quando Saulo gozou, apertando forte em volta da rola, Paulo enterrou até o talo e jorrou dentro, enchendo a buceta dele de porra quente e grossa. Ao puxar, um rio branco escorreu pelos lábios inchados.

— Agora faz o seu trabalho, limpador de buceta — Paulo mandou, empurrando a cara de Gabriel contra a buceta melada de Saulo.

Gabriel colou a boca ali, sugando desesperado a porra do próprio pai misturada com os sucos do namorado. Saulo segurava a cabeça dele no lugar, rebolando devagar.

— Isso, amor… limpa tudo. Engole a porra que o seu pai deixou dentro da minha buceta. Você é bom nisso, né? Em limpar a pica do papai e a buceta que ele fodeu.

Paulo bateu a rola ainda semi-dura, suja de porra e sucos, no rosto de Gabriel.

— Chupa. Limpa a pica do papai direitinho, filhinho.

Gabriel abriu a boca e engoliu a rola grossa até sentir os pentelhos roçando no nariz, lambendo cada gota, chupando o pau do pai com devoção humilhada.

Paulo deu tapinhas no rosto dele com a pica molhada.

— Bom corno. Agora vai buscar água pra gente. Depois volta rapidinho, porque a buceta do seu namorado ainda tá pedindo mais porra do papai… e você vai ficar aí embaixo, lambendo o saco do papai o tempo todo.

Saulo acariciou o cabelo de Gabriel com carinho, sorrindo.

— Meu bom menino… sempre cuidando de mim do jeitinho que eu mereço.

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